Devaneios do Hoje

Vivendo sob ilusões
De tempos que não voltam mais
Não venha com insinuações
Não quero mais voltar atrás

Pessoas não são objetos
Muito menos são descartáveis
Não nascemos para sermos quietos
Não calem nem mesmo os mais frágeis

O ontem passou e o hoje está indo
Estão tentando entender sobre futuro
Mas sobre o agora parecem estar rindo
As memórias fracas o agora dominam
E alguns para o agora estão dormindo
Não se vive somente no escuro
Não apaguem o nosso brilho

Vivendo de ilusões, com objetos do futuro
Os tempos são descartáveis, já que o agora está no escuro
As insinuações nascem quietas em memórias fracas
Não volto calado nem mesmo apagado
E o brilho...
Por não ser frágil já passou com o ontem

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