EPÍLOGO
Há 150 anos...
Uma nova ameaça rondava o reino das fadas. Por toda a Floresta Enevoada, uma magia profana e indigna foi gerada e estava tragando a vida da natureza.
Siena e sua irmã Lírida eram as responsáveis de tratar e cuidar dos animais e outras fadas que fossem afetadas pelos efeitos do contato com esta energia. Todavia, Lírida julgara inescrupulosa a ideia de que um poder poderia corromper alguma forma de vida. Magia sempre fora uma extensão de vida e nunca possuíra o objetivo de lhe fazer mal. Quem decidia sua finalidade era o condutor de tal poder.
Sendo assim, a fada foi ao Conselho Eterno e defendeu que o problema estava em uma parte de sua nação. As bruxas é que estavam deturpando as fontes de magia da floresta e marginalizando os seres mágicos na mata fértil.
Os anciões não cederam aos seus protestos e ignoraram seus longos discursos pelo Templo Virtus. Para provar suas teorias, ao encontrar com um feiticeira visitante ao templo, Lírida a feriu profundamente, o que resultou em sua morte.
Como punição, a fada teve suas asas arrancadas e foi deposta de seu cargo na assessoria de Carliana, sua mãe e uma das mais antigas anciãs. Por conta das súplicas de Siena, Lírida foi permitida a permanecer e viver ao redor do templo, porém, nunca mais colocaria seus pés em solo sagrado.
Em uma longa temporada de peregrinação pela floresta e seus arredores, Lírida conheceu diferentes reinos e espécies. Ao se deparar com a fonte da magia obscura no centro no mundo, percebeu que o mesmo poder habitava em si mesma. De alguma forma, ela se sentia como a própria fonte de tal dom.
De bom grado, ela o recebeu e absorveu. Ao tomar posse de tamanho poder, jurou expurgar do mundo toda a sua impureza. Servia como a mão do destino sobre a terra.
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