Capítulo 4
Natália Beaumont
Assim que chego na casa dos irmãos Mancini dou de cara logo com o moreno mais sexy, Luca Mancini. Estava lindo e muito bem vestido, sua barba bem alinhada o deixava sexy, ele estava tomando um drink. Luísa vai em sua direção e ele dá um beijo em sua testa, ela sobe as escadas gritando para que eu fique a vontade.
Mais que droga! Ela só pode ter feito isso de propósito, como pode? Me deixar aqui sozinha com esse grosso.
Agora ele me olhou dos pés a cabeça e mordeu os lábios. Seu olhar é de pura luxúria, tenho certeza que fiquei vermelha, mesmo sabendo que estou vestida o jeito que me olha é como se eu estivesse nua. Ele vem em minha direção com passos decididos, e eu não consegui sai do lugar.
Ele chega tão perto que consigo sentir sua respiração pesada e meu coração parece que está batendo em minha garganta de tão nervosa que estou, ficamos assim um encarando o outro, e der repente ele quebra o silêncio.
— Sinta-se em casa Natália!!
Suas palavras saíram sensualmente e rouca, me fazendo ter um frio dentro da minha barriga.
— Obrigada! — Não sei como mas consegui falar.
— Quer que eu te mostre onde fica o quarto de hóspedes? — falou olhando no fundo dos meus olhos.
— Tudo bem!
Subi as escadas com ele atrás de mim.
Deus do céu! Esse homem tá me secando de um jeito que não sei onde enfiar minha cara, passamos por um corredor com pouca iluminação, o quarto que iria ficar era na terceira porta a direita.
— Bom, espero que goste — falou me encarando.
— Com certeza irei, tenha uma boa noite Luca — falei já virando para abrir a porta.
Mas quando menos espero, sinto seu toque em minha cintura, ele encosta seu corpo quente contra o meu e se eu já estava quente, comecei a ferver.
Suas mãos subiam para o meu pescoço e colocou meus cabelos de lado, quando senti sua respiração no meu pescoço o celular dele toca.
— Maldição! — xinga e se afasta.
Ele fala com alguém e parece estar um pouco chateado.
Fiquei observando o jeito que andava de um lado para o outro, suas mãos alisam os cabelos e param no pescoço. Ele me olhou e desligou o celular.
Mais é um grosso, viu!
Coitado de quem estava do outro lado da linha, ele simplesmente desligou a ligação na cara.
- Natália, tenha uma boa noite - falou e me deu as costas.
Merda! Ele acabou de me atiçar e agora me deixa aqui desse jeito? Minha vontade era bater minha cabeça na parede por ter deixado ele me tocar, que raiva!
(...)
Luca Mancini
Ainda não acredito que perdi o controle, loira maldita que me tira o juízo, quando eu estava prestes a cometer uma loucura a Vivian me liga querendo saber o motivo da minha demora, me arrependi de ter marcado esse encontro.
Mas eu vou, prometi ao Sr.. Mauro que não iria tocá-la, mas que ela é uma tentação ela é viu? Liguei para o Batista e o dispensei, avisei que hoje vou dirigindo, mas coloquei duas escoltas de moto me acompanhando.
Quando cheguei na casa da Vivian ela já estava na garagem me esperando.
— Demorou, coração!
— É, demorei. Mas cheguei — falei dando uma piscadela.
Fomos a uma boate, sentamos no balcão, conversamos um pouco e logo ela me chamou pra dançar.
A música Batom - Mc Kekel, começou a tocar, Vivian vai pro meio da pista e faz um gesto como se estivesse me puxando, entrei na brincadeira e fui dançando.
Quando cheguei perto colamos nossos corpos e começamos a rebolar no ritmo da música.
Nossa essa morena sabe mesmo dançar.
Coloquei minha perna entre a dela que logo começou a rebolar descaradamente. A virei de costas e continuamos com o roçar sensual, cheirei seu pescoço e ela encostou a cabeça no meu ombro, dançamos mais umas 2 músicas e voltamos ao balcão.
— Caramba! Você estava com tudo hein Luca?! — fala alisando meu peitoral.
— Ainda só comecei...
Bebemos um pouco, ela bebeu na verdade, eu fiquei com meu coquetel de morango sem álcool, ela sugeriu que fossemos para sua casa.
Chegando lá, a virei de costas e a encostei na parede, mas quando comecei a me esfregar nela a maldita loira veio em meus pensamentos para me atormentar. Sai de perto dela e dei as costas.
— O que houve coração?
— Nada, eu...Eu preciso ir.
— Mais já?
— Já.
Falei e fui embora, eu ainda não tô acreditando que dispensei uma foda antiga por uma maldita loira que nem toquei como quero ainda. Mas ela não perde por esperar. Nem que seu pai bata a merda a fora de mim eu vou pegar essa loira nem que seja para experimentar.
Assim que cheguei em casa fui para o meu quarto. Tirei minhas roupas e fui tomar um banho frio, depois dos meus pensamentos nada decentes com Natália eu precisava.
Vesti uma calça moletom e sai do meu quarto, passei pela porta do seu quarto inúmeras vezes mas resolvi ir na cozinha ver o que tinha pra comer. Quando cheguei na porta congelei, ela estava lá debruçada na ilha da cozinha de costas para porta bebendo algo, estava usando apenas uma camisola branca transparente, deu para ver até os detalhes da sua calcinha fio dental de renda, seus cabelos estavam soltos.
Puta que pariu! Olhei pro céu pedindo a Deus forças para não entrar, mas como nesse momento eu só conseguia pensar com a cabeça de baixo, ela me pagaria!
Entrei na cozinha lentamente, fui à geladeira, peguei uma garrafa de água e coloquei no copo, estou de costas para ela mas sei que está me olhando.
— Sem sono? — perguntei quebrando o silêncio.
— Sim — falou calmamente.
— Hum, também — Claro né? Culpa sua...
— Bom, eu vou indo — falou já indo em direção da porta.
Por impulso eu a puxei e seu corpo esbarrou no meu, ela estremeceu e sua boca ficou a centímetros da minha, quanto mais eu avançava ela dava um passo para trás, dei um sorriso torto quando suas costas encostaram na ilha da cozinha.
Ambos estamos ofegantes, encostei meu nariz no dela, quando pensou que eu iria a beijar desci para o seu pescoço, fiquei fascinado com o seu cheiro, quando voltei meu olhar para seu rosto ela rapidamente se afastou, entretanto, segurei em seu braço e fiz ela voltar para o mesmo lugar, presa ao meu corpo. Então, beijei seu ombro e seu pescoço. Natália arfou com um desejo tão avassalador quando o meu, ela até deu uma gemido baixinho bem gostoso, porra! Tô excitado pra cacete.
Quando eu subi os beijos do pescoço, indo para seus lábios, ela se afastou de mim repentinamente nervosa.
Mais por quê? Eu achei que estava gostando, seus gemidos mostraram isso.
— O que foi? — falei quase sem voz de tanto desejo, minha voz saiu baixa e ao mesmo tempo rouca.
— Não deveria fazer isso — Natália falou sem jeito e ainda ofegante.
— Por quê? Você tava gostando que eu sei — ela agora iria me dispensar.
— Nada, vou dormir tenha uma ótima noite — falou já indo na direção da porta mas novamente a segurei.
— O que quer comigo? — seu olhar é uma mistura de raiva com desejo sei lá, mulheres as vezes misturam seus sentimentos deixando-nos confusos.
— Você atrapalha meu encontro, fica nessa cozinha vestida assim, linda e gostosa, e ainda tem dúvidas do que quero?
— O que? Atrapalhei o seu encontro? Você tá louco, você que não foi muito gentil comigo e me agarrou quando teve a chance. Mas, fique sabendo que eu não sou do tipo de mulher que os homens usam e jogam fora.
— Ah loira, eu ainda não te agarrei como queria.— pronto falei!
Ela estreitou o olhar pra mim, a camisola dela estava me matando, precisava me afastar senão essa mulher iria ser minha morte.
— Não vou nem te responder — falou saindo.
Depois de pensar muito voltei para o meu quarto, precisava tirar essa mulher dos pensamentos se não iria cometer uma loucura.
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