Capítulo 27
Luca Mancini
Estou extremamente chateado, achei que depois que eu contasse tudo a Natália sobre meu plano com o pai dela, de me aproximar da minha ex afim de descobrir o máximo de coisas do marido corrupto dela, Natália iria ficar de boa, achei que ela iria ser
compreensível comigo, mas ela ficou furiosa, e não satisfeita ainda preferiu me deixar essa noite sozinho, nem um beijo ganhei.
Que porra! Eu não sei como eu vou conseguir dormir essa noite sem ela!
Depois que ela bateu a porta bem na minha cara, fui para meu quarto e fiquei andando de um lado para o outro no meu quarto, e com isso, eu comecei a lembrar da nossa transa de mais cedo, porra, na mesma hora eu fiquei duro. Droga! Estou sozinho no quarto e pra piorar, excitado.
Ah Natália, você me paga! Para aliviar essa excitação, vou treinar um pouco, então tirei as minhas roupas e vesti apenas uma calça moletom, fui para o subsolo e comecei a socar o boneco, estava com tanta raiva que chutei e dei vários golpes com muita força e intensidade.
Eu sou um cara extremamente legal, mas se as coisas não saem do meu jeito, eu fico furioso, talvez eu seja um pouco controlador, mas eu não sei ser outra pessoa, eu sou assim e se minha diaba não me quiser desse jeito, não sei o que vou fazer, por que as pessoas não mudam do dia para a noite, mas eu comecei a ser um livro aberto com ela, por que eu também sou muito fechado, não revê-lo as coisas para as pessoas assim tão fácil. Mas Natália está me fazendo ser um homem bem mais aberto e transparente.
Só queria que a gente fizesse as pazes, porra!
Estava indo pegar uma toalha para enxugar suor que escorreu pelo meu rosto, quando de repente, vejo Natália vindo com uma camisola roxa toda de renda, estava descalça assim como eu, fiquei surpreso, ela passou pela porta de vidro e me olhou fixamente. Diaba do olho azul que me deixa louco!
— Luca Mancini, você está sendo um menino muito maldoso — ela falou olhando para meu corpo todo suado, ao morder seu lábio inferior.
Continuei a olhando sério, mas me aproximei.
— Vai me castigar? — perguntei ainda sério, a encarando, e ela me olha com esses olhos azuis expressivos.
Que mulher linda da porra!
— Eu sou o seu castigo! — assim que me respondeu, tentei tocá-la, mas a danada logo se afastou antes que eu fizesse.
— Vai fazer o que comigo? — a safada mordeu o lábio de novo só para me provocar.
— Vou fazer o que eu quiser, agora quero você bem aí paradinho.
Vai Natália continue me provocando. Uma hora eu vou te pegar! Fiz o que ela mandou, fiquei parado em sua frente, ela me olhou e sorriu foi até o som da academia e colocou a música Company Tinashe, começou a rebolar na batida da música.
Fiquei excitado e louco para arrancar aquela camisola e fode-la naquele tapete do tatame, meus olhos nem piscavam acompanhando seus movimentos sensuais, quando ela virou de costas eu cheguei perto e rocei meu membro duro em sua bunda, ela gemeu e parou de dançar, apertei seus seios e lambi sua orelha, ela estremeceu, a virei e ela me encarou com cara de safada e saiu de perto de mim, foi até uma sala e quando voltou estava com uma corda na mão.
— Puta que pariu mulher...
— Senta amor...
— Não...
— Seja bonzinho com sua mulher vai...
A encarei com desejo e ela corou, ela fitou o aparelho de musculação e me contemplou com um sorriso torto. Fui até lá já entendendo o que ela queria.
Ela me amarrou e se abaixou entre minhas pernas ficou ali um tempo me acariciando, já estava doido para me soltar.
— Sei que consegue se soltar mas não vai...
— Amor, deixa eu te tocar, sabe que estou me controlando aqui...
— Eu sei, quero testar seus limites...
— Não brinque comigo, Natália...
Ela sorriu novamente se afastando, tirou a camisola lentamente, só para me enlouquecer, e pra piorar estava preso.
A diaba ficou nua na minha frente, quase perdi o ar quando ela montou em mim e chupou e mordeu lóbulo da minha orelha. Arranhou meu peito com suas unhas e falou no meu ouvido com sua voz doce.
— Quero você todinho dentro de mim...
Estava tão quente que não consegui me conter, puxei meu braço com tanta força que o nó se desfez, a carreguei coloquei contra parede, minhas mãos estavam inquietas e passearam por todo o seu corpo.
Eu já não conseguia mais raciocinar de tanto tesão, já estávamos nus deitados no tatame, ela montou em cima de mim e começou a cavalgar, dei um tapa forte em sua bunda e ela gemeu alto, minhas mãos subiram para os seus seios medianos massageei, ela jogou a cabeça para trás em êxtase, comecei a me mover e nossos corpos ficaram em uma sincronia perfeita.
Nossos corpos estavam banhados de suor, dei mais 3 estocadas e gozei chamando seu nome e ela caiu em cima de mim tentando recuperar o fôlego. Subimos para a casa e vimos Luísa dormindo no sofá.
— Olha isso! Dormindo parece um anjo, pena que quando acorda é uma pedra no meu sapato — falei e Natália me deu um tapa no ombro.
— Ah, não fala assim amor, Lu é um amor.
— Só para você meu amor, porque para mim ela é uma pedra no meu sapato — falei e a carreguei.
— E você não vivi sem... — sorri sabendo que não ficaria nem um segundo longe da minha pentelha.
Subimos e deixei a Luísa em sua cama, Natália foi deitar e eu disse que iria ver se Liam estava em casa.
Bati na porta do seu quarto e ele abriu depois de um bom tempo e foi caminhando para cama.
— Finalmente, pensei que teria que arrombar.
— Não duvido — respondeu, mas não deixei de notar que seu semblante estava sério.
— Quer conversar? — perguntei me encostando na porta.
— Se eu falar que não, adianta?
— Sabe que não.
— Lembra daquela moça que quase atropelei?
— Sim, Giovanna certo?
— Ela mesma.
— O que houve?
— A encontrei novamente.
— E?
— Não sei por que, mas não consigo tirar essa mulher da minha cabeça.
— Quer um conselho?
— Hum...
— Não se tranque para o amor irmão, se a quer lute por ela. Hoje mesmo quase perdi Natália, mas fiz de tudo para continuarmos juntos e consegui.
— Sério? O que houve?
— Não soube? A louca da Roberta deu as caras.
— Já até imagino Naty a matando enforcada — começamos a rir.
— Quase isso, mas deu tudo certo.
— Cuidado, Naty vai arrancar suas bolas e dar para os cachorros comerem.
— Bastardo, nem conheço direito essa Giovanna e já estou com pena dela, você vai ser a dor de dente dela — ele jogou o travesseiro na minha direção mas eu segurei.
— Tomara que seu bebê seja uma menina, e que puxe a beleza da mãe, vai ser é pouco pra deixar de ser bastardo — eu ri e sai do quarto.
Amanhã vai ser foda, Natália vai passar o dia no SPA com Luísa vamos ter que dormir separados só vamos nos ver no casamento.
Já estava odiando a ideia, não queria dormir sem minha loira. Maldita hora que fui concordar com essa loucura, só podia ter atirado pedra na cruz.
Caminhei de volta para o quarto e vejo minha loira falando com alguém no celular.
— Vai ser um prazer te ter no Vintmar, amigo.
— Com certeza! A Luísa vai adorar, espero você no meu casamento.
— Ok, obrigada — falou e desligou.
— Com quem estava falando?
— Com um amigo meu, amor.
— Hum... — falei e fui para o banheiro já sentindo o ciúme me controlar.
— Ei, ele é só um amigo meu e da Luísa que vai auxiliar ela e Gilda quando estivermos em lua de mel.
— Não precisa ter ciúmes — falou vindo atrás de mim.
— Eu preciso usar o banheiro... Da licença?
— Luca...
— E eu estou mesmo com ciúmes — falei respirando fundo olhando no espelho.
— Sabe que eu sou sua, por que fica assim? Tão bravo? — Natália perguntou curiosa e chateada.
— Não consigo me controlar, agora me deixa sozinho, por favor? — peço ainda tentando controlar meu ciúmes.
Olhou para mim profundamente magoada e saiu, droga eu sou um idiota mesmo! agora ela vai ficar com raiva de mim. Joguei uma água no meu rosto e fui atrás dela. Ela estava deitada de costas e pude perceber que deu um suspiro, deve estar chorando.
Cheguei devagarinho e sentei ao seu lado, ela não saiu do lugar, passei a palma da minha mão em suas pernas e senti seu corpo reagir ao meu toque. Deitei e a abracei por trás, alisei sua barriga, ela nem se quer se mexeu.
— Me perdoa, eu sou um idiota — falei em seu ouvido.
— Tem noção do que fez? — falou se virando para mim.
— Tenho! E peço que me perdoe, eu reconheço que fui um idiota prepotente — falei sinceramente e fiz cara de cachorro abandonado.
— Tudo bem, só tem uma coisa, se me pedir para sair daquela maneira novamente vou sair da sua vida.
Falou isso e eu engoli seco, tenho medo de perdê-la, faltava um dia para o nosso casamento. Sabia que não tinha o direito de fazer isso com ela. Mas precisava do seu perdão.
— Amor, me perdoa, eu sou um idiota!
— É um idiota mesmo!
— Não fica assim, vai! Eu te amo!
Ela fica em silêncio, e eu sinto medo dela não ser capaz de me amar mais por conta desse meu ciúme.
— Amor, me perdoa, por favor!
Lágrimas escorreram no meu rosto, ela segurou com as duas mãos e me puxou para um beijo calmo, nossas línguas começaram uma dança erótica e envolvente, nos beijamos por um bom tempo até faltar o ar em nossos pulmões. Natália me olhou e sorriu novamente:
— Isso significa que estou perdoado?
— Sim, está!
E sem aviso, a puxei para mais um beijo quente e intenso.
— Nenhum homem me interessa mais depois que te conheci, Luca Mancini.
A puxei novamente para outro beijo de tirar o fôlego.
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