Capítulo 16

N/A: Salve, salve, minha gente. Sextou com atualização da fic.

Simbora ler.

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Como a praia fica localizada há poucas quadras do conjunto residencial que meus pais moram, eu e os demais resolvemos ir a pé mesmo à praia.

— Ju lembra quando éramos garotos e fugimos algumas vezes da aula para ir à praia?

— É claro que sim. Como não vou lembrar, Fiuk?!

Inúmeras foram as vezes em que escapamos de alguma aula chata, e fomos aproveitar o dia na praia com nosso grupinho de amigos da escola. Era diversão pura.

— Vocês fugiam da aula pra vir à praia?

Encaro Carla que sorri em divertimento após ter feita a pergunta.

— Sim! - confirmo. - Até que uma vez Anitta nos dedurou para os meus pais e aí, levei um sermão enorme. Desde aí, não fugi mais.

— E passou a ser mais de estudar. - meu primo adiciona.

— Um pouco apenas, vai. Me foquei no estudo de verdade quando entrei na universidade.

— Na verdade entre uma festa e outra que rolava na universidade, ela se focava um pouco nos estudos, quando não acordava de ressaca.

— Camilla! - recrimino minha amiga por me contradizer daquela maneira.

— Querendo passar por estudiosa, Juli?

Meu primo me provoca, como quando fazia na época em que éramos mais novos.

— Eu era focada na universidade. A Camilla que está implicando. - bato com meu ombro no dela.

— Falando sério, agora, a Ju logo que conheci na universidade era uma nerd focada. Mas que sabia se divertir também quando a ocasião mandava, não era amiga?

Assinto e noto Sarah me olhar exibindo um sorriso estonteante e safado. Inevitavelmente me recordo do nosso momento no meu quarto. Só de recordar daquilo já sinto um calor me subir pelas entranhas. Que mulher boa da porra é aquela?!

Uma simples rapidinha não é assim lá simples com ela. Tinha sido algo intenso. Me senti no paraíso pressionada contra a parede e pressa nos braços daquela cretina, mais altamente gostosa enquanto ela entrava e saía de mim intensa e rápida.

— Minha irmã aqui também era estudiosa, mas aprontava muito das suas, não é Sah?

O comentário de Carla me faz desviar o olhar de Sarah. Sinto minhas bochechas arderem devido a lembrança do tórrido e quente momento compartilhado com a Srta. Gostosa no banheiro do meu quarto.

— Sim. Ao contrário, de você que era estudiosa em tempo integral. - sua voz rouca se faz presente quando ela responde.

Um arrepio me sobe a espinha ao escutar sua voz. Ah, essa voz que sussurrou no meu ouvido sacanagens dez dias atrás e deixou gemidos escaparem momentos atrás enquanto me possuía com vigor e força.

— Você é formada em quê, Sarah?

Diante da pergunta do meu primo retorno meu olhar à Sarah. Agradeço mentalmente por Fiuk ser um curioso nato e ter feito aquela pergunta. De repente, me sinto curiosa também para saber a formação acadêmica dessa mulher e no quê ela trabalha, mas não tinha coragem de perguntar diretamente a ela, mesmo que estejamos diante de algumas pessoas e pior, ainda se estivéssemos sozinhas. O que no mínimo é curioso, já que levando em conta às vezes que já transamos, eu posso dizer que temos no mínimo um pouco de intimidade. Contudo, fazer-lhe questionamentos pessoais agora me deixa retraída.

— Sou formada em Administração, com mestrado e doutorado em Gestão Empresarial.

Céus! Uma mulher de negócios!

E ela bem que tem pinta de empresária. E que pinta, senhor Jesus!

Essa mulher zanzando de ternos femininos bem ajustados ou saias sociais e blusas de alfaiataria, para cima e para baixo, no local de trabalho dela deve deixar a mulherada em polvorosa.

Que inveja bate em relação a essas mulheres, que têm a chance de ver todo dia esse mulherão gostoso vestida toda elegante.

— Minha irmã aqui tá seguindo os passos da nossa mãe. Logo assumirá os negócios da família. Se bem que tem uma condição pra isso, né Sarah?

E eu bem sei qual é essa condição mencionada por Carla.

Percebo Sarah não gostar e sequer aprovar o comentário da irmã, pois lhe lança um olhar torto e imediatamente trata de mudar de assunto.

— Chega de falar de mim, Carla. Por que não conta aos demais sobre sua profissão?

Ao término de sua fala Sarah me olha discretamente e balança a cabeça em negação. Mais certeza ainda tenho de que ela desaprovou a fala anterior da irmã.

— No quê você trabalha, Carla? - Washington se interessa em saber.

— Designer de jóias. Tenho uma linha que uma grande marca pretende lançar no mercado em breve.

— Que legal! - Camilla toca no ombro de Carla com empolgação.

— Minha mãe não compartilha muito dessa opinião. Na verdade ela detesta o meu trabalho. Por ela, eu seria uma economista, que junto com a Sarah tocaria os negócios da família.

— E sem ser enxerida, mas já sendo... Qual é o negócio da família de vocês?

Quase dou um beijo em Camilla por sua pergunta, porque parece que ela adivinhou que minha curiosidade se aguçou àquele respeito. E eu desejava mais que tudo saber qual era o negócio da família Sarah.

— Remédios. - foi a Srta. Gostosa quem responde se antecipando a irmã. - Nossa família é dona das indústrias farmacêuticas mais importantes do mundo a Care Inc.

Caramba! Então Sarah é podre de rica. Um chamariz e tanto para Anitta ter se interessado por ela.

— Há mais de cinquenta anos nossa marca é líder no mercado farmacêutico nacional e internacional. Temos cinco fábricas gigantes, distribuídas uma em cada continente. Cada fábrica nossa abastece os países e estados correspondentes ao continente o qual elas estão situadas. Nossos remédios estão praticamente em cada canto do mundo. - explica Sarah e sinto um orgulho explícito em sua voz enquanto ela fala do negócio de sua família.

— Nosso avô quem começou com todo esse império, como nossa mãe costuma chamar nosso patrimônio. - em um tom divertido Carla complementa a fala da irmã.

— E realmente é um império, Carla. Nós duas sabemos bem disso.

— Sim. Mas tocar esse império não é pra mim. Ficar trabalhando com as finanças de uma empresa, como nossa mãe queria que fosse, não é a minha.

— Caramba então quer dizer que estamos diante de magnatas bilionárias? - meu primo como sempre não perde a oportunidade de fazer suas piadinhas, enquanto descansa um de seus braços em meus ombros.

O gesto dele é acompanhado com desagrado por um par de olhos verdes, que depois me encaram. Neles vejo o incômodo que a gracinha do meu primo causa. De modo educado consigo me desvencilhar de Fiuk e percebo a aprovação de Sarah. Só então ela responde a pergunta do meu primo com um seco "sim".

— Mas voltando a falar do seu trabalho, Carla. O que você cria mais como designer?

Mais uma vez sinto vontade de beijar Camilla por fazer o foco do papo ser Carla.

— Não tem algo em específico. Eu crio desde de anéis, pulseiras à colares, brincos e relógios, Camilla. Inclusive, esses brincos perolados e o relógio que a Sarah está usando. Mostra para eles o relógio, mana. - a Srta. Gostosa estica o pulso esquerdo para que todos nós vejamos a peça. - Esta foi criação minha, que dei de presente a minha irmã no último Natal.

O relógio bonito e de muito bom gosto. Segundo a descrição dada por Carla possuí pulseira de aço inoxidável e ouro; mostrador de diamante romano verde; e a
moldura é de diamante. Uma peça bonita e que deve ser bem cara.

— Carla acho que vou encomendar um desses para a mamãe, mas você vai ter que fazer um preço camarada, já que seremos da mesma família.

Meu irmão não se emenda mesmo. Barganhar preço do relógio de uma pessoa que ele conheceu ontem.

— Pode deixar que faço um desconto sim, Washington.

— Acha que a mamãe vai gostar de um desses, Ju?

— Mamãe adora relógios, Washington. Tenho certeza que ela vai gostar de ganhar um assim.

🔞🔞🔞

A água está uma delícia, o sol já escaldante e a Camilla pirando com o que eu acabo de lhe contar.

— Sua safada! Eu não acredito que transou com ela de novo.

— Isso! Não quer falar mais alto pra toda praia ouvir? Porque acho que eles não escutaram bem, sua doida. - golpeou de leve o braço de Camilla, que ri. - E não foi uma transa... transa... foi só uma rapidinha. - esclareço.

Aproveitei que os demais preferiram ficar lá na areia, conversando em uma barraca, enquanto Camilla e eu viemos dar um mergulho, para contar a minha amiga sobre o que rolou entre Sarah e eu. Não aguentaria esperar para fazer isso só lá em casa.

— Rapidinha também é transa do mesmo jeito, Juliette. Só que ela costuma acontecer num tempo reduzido. Mas me dizer em quê momento isso rolou entre vocês?

Já preparo meus ouvidos para outro surto dela quando ouvir a resposta.

— Sabe quando você entrou no quarto e bateu na porta do banheiro? - minha amiga assente. - Pois então... Estava rolando!

A cara de incrédula de Camilla é impagável.

— Duplamente safada você!... Misericórdia! - Camilla leva uma das mãos a boca tentando abafar sua risada. - E eu atrapalhei a rapidinha de vocês? Que mancada! É a segunda vez que faço isso. A Sarah já deve estar com trauma de mim e me apelidado de empata foda.

Ela ri e eu acabo rindo junto por conta de seu comentário final.

— Você não tinha como saber o que estava rolando.

— Vocês duas gostam de perigo hein?

— Ela gosta, Camilla.

— Você também, não vem com essa. E como foi ficar com ela de novo?

Suspiro e não consigo conter um sorriso bobo, que surge ao relembrar como foi ser de Sarah outra vez.

— Ai, amiga. Foi muito, muito, muito bom e gostoso. Foi a rapidinha mais deliciosa de se fazer.

— Depois só eu que sou a louca depravada e pervertida, né?

Nós caímos na risada juntas. Ambas temos um quê de louca depravada, pervertida e safada. Mas somente nós podemos chamar a outra por esses termos, mais ninguém.

Instantes depois, já sem rir, eu confesso para minha amiga enquanto olho na direção de Sarah, que está linda em seu óculos escuro, chapéu, sem a blusa deixando a mostra a parte de cima de seu biquíni verde escuro muito bem recheado com seus seios perfeitos e de short. A diaba loira está uma perfeita tentação acomodada em uma cadeira sob a sombra de um guarda sol ao lado da irmã dela e conversando com Washington.

— Essa cretina me tira dos eixos, Camilla. A simples presença dela me afeta, amiga. Eu não consigo resistir à ela. E acho uma puta sacanagem tá fazendo isso com a Anitta, mesmo não gostando dela tanto assim.

— Mas você sempre me disse que sua prima nunca foi flor que se cheirasse e que costumava ser uma sacana com você.

— Sim, isso é verdade, mas... Sei lá. - independente de minha prima não ter sido uma boa prima comigo, ela não merece uma traição daquelas. - Me sinto uma piranha nessa situação, Camilla. Sarah é comprometida.

— Mas não gosta da Anitta. Ela mesma não te disse isso?

— Disse, só que... - faço uma pausa e encaro Sarah que ri de alguma coisa dita lá na rodinha com os demais. Até seu sorriso me dá um comichão entre as pernas. Peste de mulher! - ...Mesmo assim, Camilla. Ela vai casar com a minha prima em dois meses, essa ordinária de uma figa.

Me bate uma raiva sempre que me lembro do compromisso de Sarah com Anitta.

— Você tá com ciúmes dela, não tá?

Na mesma hora viro o pescoço para encarar minha amiga ao meu lado.

— Não!... Quer dizer... Não sei. Acho que não.

— Pois olha que eu acho que sim. E também acho que a loirona lá está louca por você!

— Pára!

Não quero criar ilusões para depois quebrar a cara feio.

— Vamos sair da água que já tá me dando frio.

Saímos e seguimos em passos lentos rumo à barraca onde está o pessoal.

— Eu adorei essa praia.

— Sou suspeita para falar, porque cresci aqui e frequentando essa praia e algumas outras próximas.

— Ih, olha ali, Ju.

Olho para frente e avisto uma mulher parada lá com o pessoal e Washington parecia estar apresentando-a aos demais. Observo com incômodo, a mulher se demorar no abraço quando o cumprimento é em Sarah.

— Quem deve ser aquela?

— Não faço ideia.

Mas já a detesto.

Em algumas passadas mais chegamos na barraca. Percebo que a mulher desconhecida não pára de olhar enfeitiçada para a MINHA Srta. Gostosa. E o pior é notar que a diaba loira ainda está dando conversa para a estranha. Cretina!

— Ju essa é a Blair uma colega do trabalho. Blair essa é minha irmã Ju e a amiga dela Camilla.

— Oi!

Aceno, forçando um sorriso àquela fulana que descubro logo em seguida em uma nova fala de meu irmão que a tal Blair por coincidência conhece Sarah. Por isso do olho cumprido dela para cima da Sarah e aquela infeliz, ainda dá confiança à ela.

- De onde vocês se conhecem? - Camilla indaga porque sabe que eu não terei coragem de fazer aquele questionamento.

- Fui cobrir um evento esportivo em Munique e acabei esbarrando na Sarah por lá em uma festa.

Troco um olhar com Camilla antes de nos acomodarmos em nossas cadeiras e apanharmos nossas toalhas.

A amiga do Washington ficou por ali de conversa com meu irmão e o restante do pessoal por quase meia hora. E durante sua estadia ali, ela vire e mexe lançava olhares a Sarah e trocava algumas palavras com a mesma, querendo saber como ela estava e tudo mais.

Quando a tal de Blair enfim anuncia que já vai, eu penso comigo mesma: Já vai tarde!

A mulher se despede de todos e demora-se mais em Sarah de novo. Ainda noto a tal Blair murmura algo no ouvido da Srta. Gostosa e a degenerada assente com um sorriso safado. A vontade que dá é de enfiar a mão na cara daquela cretina e puxar a amiga do Washington pelos cabelos.

Após se despedir de Sarah, a tal de Blair se despede de Camilla e de mim acenando para gente enquanto diz um "tchau".

Camilla responde a mulher pronunciando também um "tchau", enquanto eu me reservo o direito de apenas acenar para àquela fulana.

Assim que ela se vai meu irmão e Fiuk decidem dar um mergulho. Eles até convidam Carla e Sarah para ir junto, mas a primeira declina do convite alegando que vai fazer uma ligação e sai dali. Sarah também rejeita a oferta, dizendo que ficará fazendo companhia à mim e minha amiga.

— Devia ter ido com eles. - resmungo quando Washington e Fiuk já tinham saído dali em direção a água.

— Prefiro ficar aqui em companhias mais bonitas do que a daqueles dois marmanjos lá.

- Coincidência você e a amiga do irmão da Ju se conhecerem. - Camilla comenta.

- Pois é. Mundo pequeno.

- Aposto que você a pegou. - resmungo baixo.

- Que disse aí, Juliette? - Sarah indaga.

- Nada!

Um grupinho de garotas só de biquíni passa em frente a nossa barraca e Sarah baixa o óculos até a ponta do nariz. Com um sorriso de canto safado, a cretina acompanha com o olhar as garotas irem. É muito descarada mesmo.

A peste transa comigo momentos atrás e agora fica olhando para outras bem diante de mim?

Fecho mais ainda a cara e bate a enorme vontade de ir embora dali. Aquela praia já tinha dado o que tinha que dar para mim.

— Essa praia tem muita gente bonita.

Eu já ia lhe mandar ir a merda, mas o toque do celular de Camilla me impede.

Minha amiga atende a chamada, mas ao que parece a ligação está cortando e ela não consegue entender nada do que a pessoa está falando. Pedindo licença para mim e Sarah, a louca da Cami sai dali, me deixando sozinha na companhia daquela diaba loira.

— Enfim sós!

Ao meu lado escuto Sarah resmungar com certa empolgação em sua voz ao se acomodar na cadeira vazia que antes estava ocupada por Camilla. Depois de canto de olho noto que ela arreda a cadeira branca de plástico para bem mais perto da minha.

No mesmo instante afasto a minha também.

— Que foi? Por que isso?

Me reservo o direito de cruzar os braços e ficar calada observando meu irmão e Fiuk que parecem dois moleques brincando de afogar um ao outro na água.

— Estou falando com você, honey.

A descarada dá um jeito de pousar sua mão atrevida na minha coxa direita.

Arregalo os olhos diante de tamanha ousadia sua. Em seguida trato de tirar aquela mão boba da minha perna.

Sarah bufa e retira seu óculos de sol, depositando ao lado da sua taça de drinque.

— Qual é problema com você, Juliette? - sinto uma pontada de irritabilidade em sua voz.

— Você é uma descarada! - digo entre os dentes.

— Mais o que foi que eu fiz dessa vez?

Ainda é cara de pau de perguntar.

Antes que eu lhe responda um garçom chega em nossa mesa.

— Com licença, senhora.

Tanto Sarah quanto eu olhamos para o sujeito.

— Sim? - Sarah se pronuncia.

— Aquela moça ali no bar mandou isso a senhora.

Vejo o funcionário do bar/restaurante estender um guardanapo de papel à Sarah. Não sei o que tem no papel, mas o que quer que seja, faz a Srta. Gostosa rir e pedir a caneta do garçom.

Disfarçadamente espio na direção do bar e vejo uma ruiva muito bonita encarando Sarah descaradamente. Se eu já estava irritada antes, mais irritada ainda eu fico com aquela cretina sentada ao meu lado. E minha raiva triplica quando noto Sarah rabiscar algo no papel e devolvê-lo junto com a caneta ao garçom, pedindo a ele que entregue de volta aquilo a tal mulher.

É o cúmulo! Ela mandar bilhetinho de resposta àquela fulana e na minha frente, sendo que momentos atrás nós transamos.

— Tinha esquecido como as mulheres americanas são mais atiradas que as européias. Gosto disso.

Encaro Sarah com seriedade. Ela ria, balançando a cabeça em diversão. Enquanto eu não vejo qualquer graça naquilo e sim, descaramento puro dela.

— Que foi? Por que esse olhar assassino pra mim, honey?

Ela banca a inocente desentendida.

— Você não vale um tostão furado, sua cretina.

Ela abre um largo e irritante sorriso.

— Posso saber a razão de tecer esse elogio à  mim?

O garçom retorna outra vez com um novo papel à Sarah.

A cretina ao meu lado pega o papel, lê, pede a caneta outra vez do garçom e escreve algo, que dessa vez consigo ler, e que me deixa mais irada e puta com aquela diaba loira. Na resposta, ela escreve a mulher: Me liga depois! E logo em baixo está um número de celular, que suponho ser o seu.

Cre-ti-na!

— Aqui, amigo. Devolve pra ela. Valeu!

O sujeito assente nada contente. O serviço dele é atender mesas e não bancar o pombo correio de uma cliente folgada, que ainda por cima, é uma tremenda ordinária.

Dou graças a Deus quando Camilla aparece de volta naquele segundo.

— Vamos embora, Cami. Eu não quero mais ficar aqui. - anuncio já me pondo de pé e pendurando em um dos ombros a bolsa de praia que trouxe com algumas coisa.

— Por quê o que houve? - minha amiga me encara confusa.

— De repente me deu náuseas ficar aqui. - lanço um olhar feio para Sarah e saio dali esperando que minha amiga me acompanhe.

A princípio ela não o faz, ficando para trás.

Ao fundo ouço Sarah chamar meu nome, mas nem dou trela e sigo meu caminho sem Camilla mesmo.

Faço questão de no caminho passar perto da ruiva no bar. Lanço um olhar nada contente à ela, que me sorri e acena de um jeito bem provocante.

Sigo caminho e mais adiante sou alcançada por Camilla.

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Essa Sarah, viu 🤦🤦🤦

Aqui ficamos. Até segunda-feira. Um xero e bora ouvir "Un ratito" ❤️

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