Capítulo 1
N/A: Salve, salve, minha gente!
Ó, eu aqui com fic nova para vocês 😁
Preciso dizer que essa aqui seria a minha primeira fic adaptada para Sariette que pretendia postar aqui na plataforma, mas desisti em cima da hora e optei por outra história. Talvez, porque não fosse o momento dela ser postada como agora sinto que é.
A versão original dessa fic é meu xodó. E essa versão Sariette também já se tornou um xodó. Espero que vocês curtam, porque tem muita coisa aqui para acontecer. E quando digo muita é MUITA, mesmo.
Simbora embarcar nessa nova história comigo?
Então vem!
***
- Eu ainda não acredito que ela teve a cara de pau de nos convidar.
Às vezes o cinismo desacerbado de alguns seres humanos me surpreende.
Como pode existir gente tão cínica e cara de pau assim? Mas enfim!
- Ai, amiga até parece que você não conhece aquela vaca.
Eu rio com escárnio.
- O pior de tudo é que eu conheço até demais. - Ô, como eu conheço! - E também ainda não posso acreditar que você me convenceu à ir na festa dela.
Há duas semanas recebemos o convite para este evento e desde então, minha melhor amiga ficou batendo tanto na tecla de que nós devíamos ir a esta festa por isso e por aquilo, que até me rendi as suas "justificativas". E, cá estamos nós duas terminando de nos arrumar para ir ao raio da tal festa.
- Ora, eu já te falei que nós vamos para mostrar àquela vaca, que você superou o que ela te fez. E, de quebra, você ainda mostra para o infeliz e cachorro do agora noivo dela, que você nem está mais aí para ele.
- Mas eu não estou mais nem aí mesmo para aquele merda do Bruno.
- Muito bom!
Camilla comemora enquanto ajusta melhor ao corpo seu vestido amarelo ouro. A peça bonita e cara parece ter sido feita sob medida para minha amiga, pois se molda com perfeição ao seu corpo esbelto. Sem contar que a cor contrasta muito bem com sua pele negra.
Eu não sei porquê fui cair na ideia de deixar essa doida me convencer à ir na festa da nossa ex-melhor amiga Vitória.
Talvez, porque no fundo até fosse bom mesmo eu enfrentar outra vez a Viih depois da canalhice que ela e seu atual noivo de bosta me aprontaram. Ou talvez nem fosse assim uma boa ideia ir, e eu acabarei descobrindo isso lá e da pior forma. Mas agora que seja!
Eu não vou dar para trás agora. Nem a pau! Vitória vai me engolir na sua festa. Não me convidou? Então foda-se!
Ainda me dá uma tremenda náusea e ficou com ódio de mim mesma, ao lembrar que fui melhor amiga daquela biscate. Loba em pele de cordeiro!
Eu descobri algum tempo atrás, que essa infeliz que antes eu considerava como uma segunda melhor amiga, tinha um caso com meu namorado da época e se não bastasse isso, a nojenta ficou grávida dele e agora eles vão casar. O casamento será em poucos meses.
- Ju sabe o que seria muito bom?
- O quê? - olho para Camilla enquanto termino de retocar a maquiagem.
Pois bem, se vou na festa daquela vaca da Vitória, e certamente, irei topar com ela por lá, então vou linda e poderosa, com uma make arrasadora. Tão arrasadora quanto o meu look off white com plumas nas mangas. Extravagante, o vestido conta com aplicações de brilho e uma fenda arrasadora que deixa meus pernões a mostra.
- Você arranjar uma gostosona ou gostosão nessa festa, de preferência uma gostosona mesmo, e ficar com ela bem na frente do Bruno.
Pois Camilla que tire agora mesmo essa ideia maluca da cabeça.
- Não vou me prestar a isto. Aí, aquele cretino vai achar que quero fazer ciúmes pra ele, Camilla. Nem pensar!
É arte do Bruno ainda achar que continuo afim dele e que só estou ficando com outra pessoa em sua frente para lhe provocar ciúmes.
Coitado!
Ele já é até página virada para mim desde que descobri quão infiel ele era.
- Juliette deixa esse babaca pensar o que ele quiser. Mas faz só ele ver o que perdeu ao te trocar pela vaca da Vitória. Se diverte com alguém na festa e na frente dele.
- Ah, não, Camilla!
Sem chance de eu me prestar à isto. Não sou assim.
- Ah, não é? Sabia que você ainda gostava daquele bastarde.
Como é?
- Pois está completamente louca, porque não gosto dele.
E estou sendo mais que verdadeira quando afirmo isto. Foi-se o tempo que eu ainda gostava do Bruno, três meses para ser mais exata. O mesmo período em que terminamos! E tudo de bom que um dia cheguei a sentir por ele, passou a não existir mais desde que nosso relacionamento acabou. Nenhum resquício sequer daqueles sentimentos bonitos. Agora, o que há por ele, é somente raiva e repulsa. MUITA repulsa!
- Será que não? - Camilla me provoca.
- Óbvio que não! - afirmo convicta do que digo.
- Então fica com alguém na festa. E se não conseguir é porque ainda gosta do Bruno.
Ela só pode estar tirando com a minha cara!
- E se por acaso eu ficar com alguém?
- Você me prova que não gosta mais dele e ainda te pago mil dólares por isso.
Ela sabe que eu não gosto do Bruno e que apostar aquilo é derrota garantida para ela. Só não consigo entender a razão dela fazer daquilo. Mas se Camilla quer seguir com isso, então tá.
Duas podem jogar este jogo!
- Mil dólares, é?
- Isso mesmo!
- Feito!
Eu não vou recusar aquela aposta, porque a grana já está no papo mesmo! E Camilla sabe bem disto. Ela vai perder e acredito que pouco está se importando com isso. Se duvidar, ela está mesmo torcendo para perder somente para que eu fique com alguém e melhor ainda, fique na frente do meu ex, aquele safado.
****
O salão de festas está lotado de gente em sua grande maioria esnobes e arrogantes, como Vitória.
Um bando de gente rica que adora se divertir dando festinhas sem motivo e razão. Ali diz que é evento beneficente, mas tenho lá minhas dúvidas.
- Uau! Aqui está cheio de gato e gata, e melhor, ricos.
- Ai, Camilla! Você é louca! - comento, revirando os olhos e rindo da minha amiga.
Mas a verdade é que Camilla está certa. Aquela festa está repleta de muitas mulheres e homens bonitos. É cada colírio, que meu Deus!
De onde brotou tanta gente bonita assim?
- Hoje, eu tiro a sorte grande e me atraco com um bofe lindo, gostoso e rico.
- Meu Deus, Camilla! Você não presta. - rio da minha amiga louca e esta me acompanha nisso.
Camilla e eu, somos amigas desde à época da faculdade. Vitória também era nossa amiga desde esta época, apesar de seu curso na faculdade ser diferente do nosso. Ela fazia medicina. E nós Letras (Bacharel).
Nós três costumávamos dividir não somente o dormitório na faculdade, como também, confidências e uma amizade que parecia ser verdadeira da parte dela. Mas que depois descobri da pior forma não ser. A amizade entre nós três se estendeu até depois que nos formamos.
Éramos: as três mosqueteiras. E seguiu assim até o dia que descobri que a safada da Vitória andava brincando de 'médica e paciente' com meu namorado.
Peguei os dois em flagrante no apê do Bruno, o qual eu tinha a cópia da chave. Quis fazer uma surpresa para o meu namorado ao voltar um dia antes de uma viagem de trabalho com minha chefe e a surpreendida acabou sendo eu com o flagra dado naqueles dois sem vergonhas.
Até hoje eu lembro com perfeição e riqueza de detalhes a cena que vi do meu ex, transando com minha suposta melhor amiga na cama em que EU já tinha dormido com Bruno inúmeras vezes ao longo do nosso relacionamento de mais de três anos.
Como ele pode fazer isso comigo?
Ou melhor, como ELES puderam fazer uma sacanagem dessas comigo?
A louca raivosa dentro de mim veio a tona naquele dia. Eu dei porrada nos dois; os chamei dos piores nomes que existe na face desta terra e depois fui embora do apê do Bruno direto para o meu.
Lá chorei feito uma garotinha no colo de Camilla enquanto mal dizia outra vez aqueles dois de tudo quanto era xingamento horrível, além de também lhes desejar as piores coisas do mundo.
- Olha quem fala?! A Madre Tereza de Calcutá. - ironiza Camilla rindo e eu rio junto.
- Juliette... Camilla!
Meu sorriso morre na mesma hora em que escuto nossos nomes sendo pronunciados pela voz irritante que conheço tão bem.
Camilla e eu, nos viramos e demos de cara com a insuportável e cínica da anfitriã da festa.
Como ela ainda tem coragem de vir falar comigo com a cara mais deslavada?
Bom se ela teve a cara de pau suficiente de me mandar o convite para esta festa, era de se imaginar que também teria a cara de pau de vir falar comigo.
- Vitória!
Foi Camilla quem disse com certo desgosto o nome da nossa ex-melhor amiga. Eu me reservei o direito de não fazer isso e ficar calada somente encarando aquela safada.
Se fosse em outro lugar ou circunstância, eu já teria partido para cima dela e lhe dado outra surra, já que foi pouca a que ela recebeu lá atrás de mim.
Entretanto, como estamos em um evento fino e chique, cercadas da nata da sociedade presentes naquele lugar, então coloquei minha máscara de garota fina e, fiquei na minha quietinha.
- Que bom que vieram! Espero que se divirtam. E, Juliette... - ela me olha e há um sorriso de puro deboche dançando em seus lábios rosados. - Meu noivo não veio, mas te mandou lembranças. Tchauzinho... Amigas!
Achando que tinha me afetado com suas palavras, a infeliz se foi tão rápido quanto apareceu ali. Sem me dar qualquer chance de réplica.
- Vaca!
- Vaca nojenta! - xingo por entre os dentes e cheia de raiva não pelo que ela me disse e sim, por ser tão cínica daquele jeito.
Como eu nunca percebi a cobra que ela era?
- Essa não vale nada! Como a gente foi se enganar com ela durante anos, Ju?!
Pois é, também me faço esta pergunta!
- Fomos duas tapadas isso sim, Camillão!... E quer saber? Essa vaca pode ficar com o Bruno para sempre. Ele têm pau pequeno mesmo.
Meu comentário final rende um arregalar de olhos seguido de risos em minha amiga.
- Mentira?! Têm é?
- Tem mais ou menos.
Na verdade o pau do infeliz é médio, vai.
- Quantos centímetros? - se interessa Camilla.
- Sério que a gente vai ficar falando do pau do Bruno? - encaro minha amiga de braços cruzados e cara incrédula.
Que assunto mais escroto para se tratar ali em uma festa.
- Foi você quem começou ao comentar sobre isto.
Eu não tinha nada que ter aberto o meu bocão ali.
- Sabia que eu pensava que ele era bem dotado?
- Vai nessa. Mas ele era bom no sexo oral. - confidencio baixo.
O infeliz era bom mesmo. Sabia me fazer chegar ao orgasmo incontáveis vezes só com a boca dele.
- Então ele era melhor com a boca do que com o pau?
- Vamos dizer que...
- Minha nossa senhora, Ju!
Camilla exclama de súbito, interrompendo minha fala. Seu olhar se fixa em um ponto do salão. Dirijo então meu olhar para onde ela está focada e descubro o motivo daquela sua exclamação de surpresa.
Parada no outro extremo de onde estamos, se encontra uma loira, alta, de corpo esbelto, muito bonita. Diria linda! Ela está vestida em um Smoking feminino, muito bem ajustado em seu corpo. Os cabelos soltos e ondulados nas pontas, dando volume e lhe deixando com um ar sexy e selvagem. A maquiagem é impecável. Olhos marcados e boca vermelha feita uma maçã suculenta.
A loira de smoking conversa com um grupo de quatro homens e mais duas mulheres, todos têm em suas mãos um copo de bebida.
- Caralho! Eu sou hétero até a espinha, mas por aquela mulher linda, eu virava lésbica na hora se ela me quisesse.
- Você lésbica? Até parece. - falo com deboche, olhando mais atentamente para a loira.
- Pois estou te dizendo. Virava sim. Olha pra ela, Ju. Um mulherão lindo da porra desses. Ou vai dizer que não achou isso dela também?
Realmente, a loira lá é bem linda e eu ainda acrescentaria a lista: sexy, gostosa, charmosa, tentadora, intimidadora e muito mais.
- Ok. Acho!
Foi tudo que eu consegui dizer em resposta enquanto observava a loira linda lá de papo.
Observamos Vitória chegar no grupo e falar, justamente com a loira gostosa algo em seu ouvido. A mais alta sorri e eu me vejo enfeitiçada por aquele seu gesto. Sorriso de dentes alinhados e impecavelmente brancos, moldados por lábios pintados de um vermelhos vivaz. Aquele seu sorriso conseguiu lhe deixar mais linda e sedutora.
- A vaca conhece a loirona.
- Se ela está aqui na festa dela deve ser porque é conhecida da Vitória mesmo. - argumento.
Viih conhece gente para caramba da grande sociedade Nova Iorquina. Inclusive, o sobrenome de sua família é também muito conhecido, muito por conta do pai dela que é um investidor bem sucedido e podre de rico.
- Você com uma dessas na sua vida está feita, amiga.
- Lá vem.
Sorrio da minha amiga. Camilla é mais desajuizada e maluca que eu. Acho que é por isso que nós duas somos tão amigas. Nós somos bem parecidas no jeito e modo de pensar. Posso dizer que somos "almas gêmeas" na questão amizade.
- Amiga, quem sabe hoje não seja sua noite de sorte.
Balanço a cabeça em negação. Ela não está me empurrando aquela loira, está?
Um garçom passa com sua bandeja e nos oferece frisante e nós pegamos.
- Nossa, a vaca da Vitória sabe servir bem os convidados. Esse frisante é um legítimo: Ui, mercy!
- Vitória gosta de ostentar, sabemos disso.
- Ô se sabemos!
Vemos Viih se afastar da loira gostosa e do grupo de pessoas com ela após sua mãe chegar e lhe levar até um casal.
- Por que será que o idiota do Bruno não veio?
- Não sei e nem quero saber!
Tomo em um único gole o meu frisante, isso sem tirar os olhos da charmosa loira de smoking.
Parece que ela tem um imã que atrai meu olhar. Curiosamente, não consigo desviar os olhos dela desde o instante que os coloquei naquela loira.
Para falar a verdade, eu estou me vendo encantada com ela e por ela!
Nunca até aquela noite tinha topado com uma loira tão boa pinta quanto aquela!
- Acho que alguém aqui ficou a fim da loira de preto, não foi?
O comentário de Camilla consegue roubar minha atenção da gostosa desconhecida, para minha amiga.
- Claro que não! Mas olhar não tira pedaço. Além do mais, uma mulher dessas deve ser comprometida.
Sortudo do homem ou da mulher que é comprometido(a) com uma bela espécime como aquela.
- Acho que se ela fosse comprometida mesmo a pessoa estaria pendurada nela. Ou pelo menos seria o que eu faria caso fosse comprometida com um mulherão como aquele. E eu não estou vendo ninguém com ela.
- Provavelmente ela ou ele esteja conversando com algum(a) conhecido(a) por aí pelo salão. - supus.
- Pode ser também!
Vemos a loira olhar de repente na nossa direção e seus olhos são certeiros nos meus. Isso é o bastante para fazer com que eu sinta um arrepio percorrer pela minha espinha na hora, como uma corrente elétrica.
A outra mulher sorri para mim sem mostrar os dentes, apenas esticando seus lábios de uma maneira mais que sedutora, e eu sinto subir um calor enorme entre as minhas pernas.
Jesus!
Que mulher é aquela que somente com um sorriso me faz sentir calor assim?!
Ninguém antes me causou isso!
- Acho que a gostosona lá está na sua, Ju. - Camilla sussurra com divertimento.
- Você só pode estar, louca né?
- Não. E se eu fosse você caía dentro, Ju. Pega essa gostosa pra você, amiga.
- Acho que chega de frisante pra você. - tomo a taça da mão de Camilla e deposito na bandeja de um garçom que passa naquele instante perto da gente.
- Ei! Só tomei um.
- E já está falando besteira.
Camilla ri.
- Se lembra que tem uma aposta comigo hein.
- Bruno nem está aqui, então...
- Ah, não Juliette. Você não saí daqui sem pegar alguém.
Como é?
- Que eu me lembre a nossa aposta era eu ficar com alguém na frente do Bruno. E meu ex NÃO está na festa. Deste modo, não há mais aposta alguma.
- Negativo. Vai ter que pegar alguém nessa festa ou...
- Ou... O quê, Camilla de Lucas?
- Ou conto pra Rafa sobre o sonho erótico que teve com ela dias atrás.
Rafa é nossa colega do trabalho. Ela é linda e fofa. Algumas vezes nós três saímos para baladas juntas. Nem sei porque fui ter sonhos eróticos com ela se para mim a Rafa não passa de uma amiga. Uma amiga gata é verdade, mas apenas uma amiga. Até tivemos um rápido lance, mas isso foi em um passado longínquo. Depois disso viramos amigas, ótimas amigas por sinal.
- Você não teria coragem. - duvido da ameaça de Camilla.
- Você sabe que coragem é coisa que eu tenho pra dar e vender, amiga.
Filha da mãe! Isso é a mais pura verdade!
- Ok! Mas saiba que essa chantagem que usou não é coisa de amiga.
Camilla ri. Ela sabe jogar baixo e sujo quando quer.
- E quero os meus mil dólares que já estava combinado entre a gente.
- Certo. E seu alvo vai ser a Srta. Gostosa.
- Quem é a Srta. Gostosa?
- A loira de smoking.
Ela só pode estar de brincadeira comigo. Justo aquela mulher?
A propósito gostei do apelido que Camilla colocou na loira. Combina com ela!
- Mas nem pensar que eu vou ficar com essa mulher. - falo, cortando o barato da minha amiga.
- Por que não?
- Se ela for hétero?
- Ela tá mais com pinta de ser lésbica. Isso sim.
- Só porque está de smoking?
- Não. Porque ela... sei lá ela tem pinta de ser. Amiga, a que curte meninas além de menino aqui é você. O que acha? Ela é do vale?
- Talvez!
- Se tá na dúvida... Você só saberá se der em cima dela.
- Isso é ridículo. Eu vou tomar um fora colossal. Uma mulher dessas nunca que ia querer nada com uma mulher como eu.
- Uma mulher o quê? Linda... Gostosa... E de parar o trânsito? Juliette tem que ser confiante.
Pode não parecer no momento, mas eu sou sim confiante, principalmente em mim e em meus atributos no quesito beleza.
- Eu posso ao menos escolher outra pretendente? Não quero que seja ela.
Não sei porquê, mas acho que aquela loira não é para mim. Apesar de que eu adoraria ser para ela, ou melhor ainda, ser dela!
- Tá! - Camilla cede não muito satisfeita. - Escolhe outra pessoa então. Mas você tem que escolher alguém com quem curtir a festa toda.
- Pois eu quero ser esta sortuda! - uma voz rouca reverbera tais palavras atrás da gente.
Camilla e eu nos viramos na mesma hora e quem encontramos?
A Srta. Gostosa!
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