🫧|Toques Suaves|🔱

Depois de saber dessa confusão feita por Keonhee,  o que me deu uma imensa vontade de ver, além de saber de nosso amor correspondido, o que me fez ir ao céu e voltar. Nunca me senti amado como ele me fez em poucos dias, voltamos ao festival.

Caminhamos pela havenida, vendo o movimento e as lojas que vendiam como água seus peixes. Assim como dizem. Depois de algumas voltas, fomos comer, o local escolhido foi um sushi, nem tanto estávamos com dois tritões que só comiam comida crua, eu fico até admirado como minha vida seria se eu fosse um Tritão como tufo alegava eu ser.

Sobre esse assunto, estava tentando obter quieto em minha mente, pensado se deveria tentar ir ao fundo, e descobrir por que elas usaram meu amigo para tentar me matar.

Sentado na volta deles, dava para perceber algumas diferenças entre o Hwanwoong,  o mesmo já estava começando com o apetite deles, o que realmente seria provável eu ter também se eu me tornasse um deles.

— Senhor, eu juro que não me torno Tritão nem a pau. Eu te amo Leedo mas cá entre nós. Peixe cru é ruim. — Comentou Dongju fazendo uma careta, sorte nossa que o local não atendia somente o lado do sushi, e possuía outras iguarias para comer.

— Sacrifícios são merecidos meu caro humano. Se acostume caso você se torne um de nós. — Aqurle momento me deu essa curiosidade.

— Como nos humanos nos tornariamos tritões? — Leedo okhiu Keonhee,  o mesmo soltou um suspiro, como se a explicação fosse um pouco complicada.

— A gente faz igual as sereias.

— São vampiros?

— Somos tritões,  diferente do vampiros, eles mordem e sugam sangue, nós morremos para lagar nosso veneno. Assim como as sereias fizeram com Hwanw.

— Oh, nem me lembre. Essas vacas mudaram minha vida da noite pro dia só para matar os dois. Ah, me poupa.— falou ele revoltado, eu gargalhei, mesmo sendo algo duro de se ver, ele agora era um híbrido, e vivia entre os humanos sabendo que respira e pode ter uma nadadeira em baixo da água.

— Veja pelo lado bom. Pelo menos seus namorados podem ser um peixe.— Dongju recebe um tapa forte do menor que gemeu logo depois de rir.

— Eu não vou opinar em nada. Minha vida está a deriva nesse mar revolto. Tenho que tomar coragem do fundo da alma para saber segredos escondidos.

— Meu pequeno. — Keonhee me chama atenção. — Somos todos seus amigos e eu seu namorado. Estamos juntos nesse mar, nadando oara a mesm direção. — Sprri com suas palavras, se ele soubesse o poder que tinha de me acalmar.

— Vamos terminar de comer, por que eu quero um sorvete bem cremoso. — Hwanwoong exclama, concordamos rindo e fomos terminando nosso belo jantar.

Voltando para a avenida, pegamos bebidas alcoólicas, para nós divertir sem ter medo de no dia seguinte acordar nu na calçada. Os dois tritões entraram na mesma barca que nós e seguimos a nossa diversão. Quando chegamos na balada, que é apartir da uma da manhã, com músicas avivadas e quentes, eu me juntei do keonhee, assim dançado colado nele.

Não sabia bem o que estava fazendo, se era uma provocação suave, apenas oara brincar na noite, ou se meu corpo estava querendo responder aos seus toques um pouco mais faminto. Nos juntamos mais, quando a música ficou mais lenta.

Seu queixo apoiou sobre meu ombro, e suas mãos brincavam na minha pele, por dentro da camisa que estava já suas do cansaço de dançar,  meus lábios pareciam estar abertos a qualquer reação respondendo com gemidos sofregos e lentos. De vez em quando soltando seu nome.

Ele se afasta para observar meu rosto, confesso que estava sem jeito, seus olhos azul penetravam até a alma. Logo se abaixou mais e encostou seus lábios nos meus, fomos fazendo um beijo calmo e lento, com desejo de mais e mais.

Meu corpo se acendia de uma forma estranha, eu queria mais, levei minhas mãos bobas até sua cintura, raspando de leve por seu membro. Bingo, ele estava sedento, ele queria mais que o beijo, isso foi uma onda de sentimentos quentes que percorreram minha pele me deixando duro abaixo de si, o que ele sentiu, já que raspei mostrando a ele em sua perna.

— Seoho, sabe que esse caminho não possui mais volta não é?— não entendi bem sua fala, olhando para si, com um olhar de safadeza, misturada com o álcool e a vergonha, mas eu não estava fora de mim, nem tanto sabia bem o que estava fazendo.

— Como assim? — Ele sorriu como se fosse me devorar por ter perguntado aquilo.

— Para nós tritões, se formos para o nível do sexo, você vai pertencer a mim até que morra. — Não achei nada de ruim aquilo, prefiro ser eterno dele do que apenas uma noite. E nem tanto eu temia se isso fosse acontecer.

— Eu prefiro. Ser todo seu, que não tê-lo pra mim. — Ele me beijou, acho que minha resposta foi o que ele queria ouvir. Seus lábios me devoravam, me deixando sem ar, seus braços me pegaram no colo.  — O que está fazendo?— perguntei, ele sorriu travesso.

— vou arrumar um lugar para nós fazer amor. — E foi aí que morri, ele caminhou para se afastar da multidão, entrando assim na praia, seus pés caminhavam devagar, já que seus lábios degustavam dos meus. Assim que chegamos na beira do mar, estávamos sozinhos, não havia ninguém em frente ao grande mar, ele me deixou no chão, e foi retirando sua camiseta, expondo seu peitoral para mim.

Confesso, que não tinha como segurar o desejo de tocar, fui passando as minhas mãos, levemente sobre seu peito, raspando meus dedos sobre seus mamilos. Ele sorriu com meu ato, e me puxou apoiando minhas duas mãos em seu peito.

— Você sabe me provocar. — Sorri travesso.

— Eu nem fiz nada. — Suas mãos foram entrando por debaixo de minha camisa, apenas facilitei ele de retirar, deixando ambas juntas, serviria de base para nós. Já que não temos toalha, e estamos na areia da praia, certamente o que vai rolar aqui não era bom ninguém ver.

Ele me empurrou para perto das pedreiras, o local, mesmo escuro somente iluminado pela lua, e longe do movimento na havenida, era lindo de ver a noite, somente ela era nossa companheira nesse local. A testemunha viva do prazer carnal que aconteceria ali.

Seus lábios tomaram os meus novamente, e suas mãos foram terminando de retirar as minhas peças,  me deixando exposto completo para si. Quando se afastou para me observar, me dando uma grande vergonha alheia, vi seu sorriso ser safado ao extremo, quem era esse Keonhee que eu não conhecia.

— Tao belo, atraente, e perfeito. — Sorri, mesmo que sem jeito pelos elogios, resolvi retribuir o favor, de expor o corpo dele, que já vi antes. Não pensem que minha memória é esquecida. Abri o maior sorriso vendo ele nu como a primeira vez.

— Nada compara a sua beleza perfeita. — A única diferença de antes era que seu membro não estava ereto e com as veias saltando, mostrando o volume grosso que me arrebatava a alma. Não me pergunte se isso cabe, se foi feito é por que entra.

— Vamos perder mais tempo? Ou quer que eu seja delicado?— Minha sanidade mandou eu tomar ali, agora que ela se mandou, minha razão tomou um chá de sumisso sobrando apenas os sentimentos.

— Não perca mais tempo. Eu quero você. Agora. — Se eu mandei não sei, mas que ele me atendeu tão rápido. Nem impedido foi. Me virando de frente para as pedras, eu apoiei meu corpo na mesma, sentindo a mesma fria, e minha mente perdida em ansiedade dos seus atos, ele passou sua mão na minha entrada, melado com sua saliva, para facilitar a entrada. Céus, eu vou morrer.

Sem menos perceber, foi empurrando, ele foi tão delicado, mesmo querendo ir com tudo. Entrando em mim me causando uma dor, misturada com o prazer de ser preenchido, uma loucura de sentimentos explodindo a cada centímetro dele em mim.

— Como pode ser tão apertado. Céus!

— Ah! Como pode ser tão grosso?! — Meu gemido fez ele agir mais rápido, já partindo para as estocadas enquanto ainda estava em mim. Minha visão nublou, agora era só, minha boca aberta, o som arrastado dos gemidos, seu membro me estocando do melhor jeito, que jamais senti em minha vida, e seus rosnados baixo de satisfação.

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