🫧|Festival Havaiana|🔱

A noite foi rápida para vir, me encontrava animado. Nunca havia me sentido assim para participar de um evento como era feito todos os anos, mesmo com meus pais ainda vivo, não me sentia animado, foi ainda pior quando perdi eles. Agora, sentia que podia voar nas nuvens, me ajeitei em roupas coloridas, uma bermuda branca, uma camiseta rosa de flores, o colar que minha mãe havia me dado e ajeitei meus cabelos longos em um rabo alto.

Deixei a franja caída sobre minha testa, coloquei um tênis branco e ajeitei um perfume suave de cereja que eu comprei antes de vir para minha morada. Suspirei fundo, sorrindo como um bobo e segui em direção à sala. Olhando o Keonhee, senti meu ar sumir dos pulmões.  havia me sentido assim o dia todo, des do momento que nos beijamos como se não ouvesse amanhã na noite.

Mas, agora eles pareciam ser arrebatado de meu corpo, e tudo porque estava vendo ele vestido de bermuda preta, uma camiseta preta floral um tênis branco e seus cabelos azul ajeitados suavemente sobre a testa, dando um clima calmo e lindo oara si.

— Como está lindo. — Ele comenta me observando de cima a baixo, sorri de leve.

— Obrigado, você também está elegante.— Ele agradeceu sorrindo, segurei sua mão, por impulso talvez, seguindo a caminhar pelas ruas até a avenida.

Chegando na mesma, percebemos que estava tudo bem lotado, havia turista novos, e era por isso que as vendas estavam aumentando nos comércios, fomos nos aproximando, vendo a linda decoração do local, eram músicas altas e muitos dançado. Olhei ele de relance e vejo que seus olhos estavam curiosos sobre cada atitude dos humanos.

Confesso que estava começando achar ele mais fofo quando sua curiosidade sobre nós era exposta sobre sua face, olhei a diante vejo Hwanwoong e Dongju animados acenando com copos coloridos na mão.

estão bebendo?

— Mas é claro! — Estendeu o copo para mim. — Experimenta, seu sabor favorito.

— De onde que você começou a gostar de cereja? — Acabei rindo e pegando o copo de sua mão bebendo pnliquido que queimou minha garganta, mas me deu um paladar doce.

— Ele viciou no sabor. Não me pergunte por que. — Hwanwoong gargalhou bebendo seu copo.

— E o seu, continua de pêssego?— Ele concordou. — Gostos não se discute. O que está achando Leedo?

— até agora nada de ruim. Gostei da decoração e das músicas. — Comentou, olhei o Keonhee que ainda parecia distante.

— Admirado. Eu nunca vi animação maior como essa aqui. Perfeito. — Elogiou, sorri ouvindo aquilo, caminhei com ele até a barraca de bebidas para escolher a minha doze quando senti o maldito cheiro entrar em minha narina, olhei para o lado, desejando mentalmente que não fosse quem eu pensava.

Era tarde de mais, quando nossos olhos se cruzaram, ele deu aquele sorriso nojento, o sorriso que me deu náusea, se virando por completo para mim. Apoiando seu cotovelo sobre o balcão,  me olhava com seus olhos de arrogância.

— Seoho, que bom lhe ver nessa festa. — A voz me deu um reboliço no estômago. — Soube dos boatos, conseguiu encantar outro idiota para satisfazer seus desejos sexuais?

— Cala sua merda de boca. — Rosno para si, com minhas mãos trêmulas, observei os que me atendiam me olhando, olhos julgadores, era assim que aquele povo me olhava por culpa daquele filho de uma mãe. Que me enganou, me usou, quando entreguei meu amor, ele me repudiou, apenas quis brincar comigo, me tirou a virgindade e fui usado para tampar um furo que ele mesmo criou sobre seu jeito nojento.

— Opa, vai com calma tigrinho. Não precisa se alterar. Seus gostos sempre foram assim. — Riu com deboche, o que me deixou com mais nojo. — Gosta de negócios grandes entrando em você, não é? — Aquilo me subiu um ódio enorme, me deu um nojo que a ânsia veio com tudo, dei um tapa tão estralado naquele rosto. O que devia ter feito a muito tempo, e sai correndo, deixando o Keonhee para trás.

Para mim nada me importava mais. O que eu queria saber era chorar, me por sentado em um lugar distante de todos, derramar as amargas lágrimas das memórias que me assombravam. Maldito dia que eu conheci Harin. Infeliz, desgraçado.

Me enganou, me encantando com suas palavras amorosas, seu jeito doce e suave, me levou pra cama, dizendo que me amaria. Mesmo inseguro, mesmo com ranceio me jurou que seria eterno aquele momento. Suas palavras não foram mentira.

Aquele momento se tornou eterno pesadelo, noites que eu não dormi, dias que eu saia de casa para trabalhar, e voltava carregado de palavras desgostosa, palavras que me humilharam. Tornando a história sem pé e sem cabeça,  um fardo pesado em meus ombros que jamais vai sair.

no meio do mar, somente a escuridão era vista, e o barulho das ondas ecaonado, me sentei na areia, olhei para minhas mãos, ela ardia com a força que transferi nele. Seria pouco o que causei naquele rosto. Aquele tapa não ia cobrir todos os outros que levei verbalmente.

Eu chorava tanto que meu peito doía, minha asma atacava silenciosamente, me dando uma angústia sem fim, era tão torturante saber que daquele caminho não haveria mais volta. Que essa dor nunca mais sairia de mim.

— Seoho!— Ouvi a voz de Keonhee, tão pouco consegui olhar para si, me sentia um lixo com vergonha de olhar aquele rosto lindo. Por que eu fui ser justamente uma paixão para ele, sendo que sou uma desgraça ambulante.

Não precisa vir. Fique com os meninos.

Está maluco? — Sua voz está alterada. — A culpa não é sua.

— Mesmo assim. Essa cicatriz não tem cura. Essa dor me consome, mesmo que eu olhe as palavras dele me perturbam como um mantra repetindo em minha mente. — Levei minhas mãos aos meus fios apertando meus dedos ali.

— Seoho, olhe para mim. — Suas mãos tocaram meus punhos, suavemente afastaram de minha cabeça e me viraram para seu corpo ajoelhado perante mim. — Para com isso. Você não pode deixar que as palavras daquele desgraçado sejam reais. Você precisa se impor.

Não tem como. Não consigo konny. 

— Você consegue sim. Você por acaso é cada virgula dita pela boca dele?

Não! Claro que não. — Neguei chorando.

Então. Erga essa. Cabeça, se ponha de pé.  Eu disse a você que ninguém mais te machucaria. Estou com você não por que eu te amo. Estou porque você mostrou ser diferente dos outros, mostrou ser forte e ser valente. Me salvou mesmo temendo minha presença.  — Olhei seus olhos, ele estava mesmo dizendo aquilo. Não era um sonho.

Você realmente me ama?— Ele Acenou com a cabeça suavemente juntando sua testa a minha.

— Sim Park Seoho, eu lhe amo como amo o oceano. Amo como uma abelha ama a flor. Amo como ninguém jamais amou alguém de verdade. É assim que eu lhe amo. — Eu nunca ouvi tais palavras, sendo apenas um objeto nas mãos de quem queria me fazer mal, agora me sentia assim, uma flor delicada sobre as mãos de alguém que a manuseava com todo o cuidado. Ele juntou seus lábios nos meus, e o beijo cheio de carinho, afeto e amor preencheu meu peito de uma onda de amor jamais sentida.

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