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Jungkook nunca havia visto tanta gente em um só lugar na sua vida.
O que era uma mentira mas ainda assim, parecia ser verdade no momento.
Não havia distinção entre as mansões da fraternidade e da irmandade, as pessoas agiam como ponte e transformavam tudo em uma única massa colorida. Após o jogo, a multidão de alunos marchou para fora das arquibancadas enquanto cantava o hino dos Wolves a plenos pulmões, atravessando o campus com palmas e gritos até chegar na festa. E tudo aconteceu em questão de minutos.
Abriram os barris de cerveja, invadiram a piscina das Kappa Nu, distribuíram as pulseiras neon, esvaziaram a mesa de bebidas que ficava na entrada, começaram as rodadas de beer pong, povoaram a área de jogos dos Alpha Delta Chi, subiram nas mesas e balcões para fazer body shots e dançarem ao som das batidas ensurdecedoras dos amplificadores e, como se não fosse o bastante, espalharam-se ao redor das narguilés para conversar, se pegar e curtir.
A UAL estava de volta ao jogo.
E ainda mais forte que antes.
Andando por entre as pessoas, Jungkook avistou Bebe no fundo do que parecia ser a cozinha. Ela conversava com amigos enquanto fumava um cigarro. Parecia feliz e, o avistando, acenou brevemente. Continuando a andar, ocasionalmente aceitando um pouco de bebida dos colegas, Jungkook se viu parado na grama da parte traseira da mansão dos Alpha – haviam alguns caras tentando aprender alguns passos de dança das líderes de torcida.
Entre esses caras, estava Seokjin.
Jungkook se permitiu encostar no batente da porta externa enquanto observava o antigo amigo sofrer para erguer as pernas no ar, enquanto pulava, provavelmente já chapado. Aquilo o arrancou risadas, definitivamente, e o trouxe uma sensação de nostalgia.
Nada que pudesse saborear por muito tempo ao que Ethan, dos Wolves, se aproximou e o entregou uma garrafa de tequila.
- Ei, amuleto. – Jungkook sorriu frente ao apelido e também ao tom de voz nada são que o amigo já apresentava. – Taehyung chegou. Estava te procurando lá na frente.
Sem esperar alguma resposta, Ethan desapareceu da visão de Jungkook e foi se aventurar com Seokjin e os passos de dança acrobáticos, levando a garrafa de tequila consigo – não que Jungkook estivesse reclamando afinal, tudo que queria era encontrar Taehyung e aproveitar essa festa juntos. O maior havia ido se trocar após o jogo, junto com todos os outros jogadores, pois o tema da festa era cores e tinha que estar de acordo, o que os separaram por algumas horas.
Jungkook não conseguia encontrá-lo em lugar algum, contudo. Rodeara as mesas de sinuca e pebolim, até mesmo checara a entrada principal mas nenhum sinal de Taehyung perto dos barris ou dos carrinhos de gelo. E, quando estava próximo da mesa de aperitivos e salgadinhos, já quase desistindo e procurando seu celular para ligar, mãos o trazem para perto e beijos tomam seu pescoço.
- Oi, Gukkie.
Sem saber como responder, e não querendo falar nada na verdade, Jungkook sorriu e fechou os olhos, as mãos apertando a borda da mesa à sua frente para evitar que caíssem. Ele reconheceria aquilo em qualquer lugar. Os beijos prosseguiram com determinação, quentes e molhados até chegar em seu maxilar, tomando tempo ali. Todo o tempo do mundo na verdade, com chupões e lambidas lentas. Somente quando sentiu um gemido arranhar sua garganta é que Jungkook se virou e observou aquele homem lindo à sua frente.
- Amarelo fica bem em você.
As palavras escapando de seus lábios antes que pudesse se conter, Jungkook mordeu-os logo em seguida, receoso de falar demais. Ele queria que aquela noite fosse perfeita.
Perfeita.
E Taehyung vestido de shorts laranja e blusa amarela era a perdição que pedira aos deuses – até mesmo usava meias de cores diferentes, uma azul e a outra vermelha para complementar seu All-Star branco (ou que fora branco algum dia). E ainda, usava boné verde.
Taehyung estava com um boné verde.
Jungkook passou os dedos pelos cachos presos pelo tecido, agradecendo pela aba estar para trás e permitir beijos sem problema algum, e sorriu.
Beijando os lábios de Taehyung com força, Jungkook entregou-se imediatamente, o peso caindo sobre o corpo forte e sua língua tocando em todos os pontos possíveis, apenas para saciar o desejo que sentia. Calor emanava de seus poros e ele sentia seu corpo quente, faminto. As mãos de Taehyung foram para sua bunda, sem pestanejar, e ali ficaram, nunca despercebidas mas jamais incomodando.
- Estava com saudades – ofegante pelo beijo, Jungkook murmurou entre seus lábios, as palavras ecoando e por ali permanecendo. Taehyung fez um barulho indefinido e em seguida, ergueu as pernas de Jungkook até que ele estivesse sentado na mesa, entre os pacotes de salgadinhos. – H-harry...
Surpreso, Jungkook perdeu o foco da situação por um segundo e, assim que percebeu a figura parada entre suas coxas, os olhos ardendo em luxúria e o peito subindo e descendo rapidamente em urgência, pôs se a rir.
Taehyung o acompanhou na risada e, sendo puxado pela gola da camiseta de imediato, voltou a colar seus peitorais em mais um beijo ardente, suas mãos desfrutando das coxas à sua mercê, cada toque ricocheteando em sons emitidos entre lábios.
Nada poderia descrever aquela sensação de êxtase. Ele havia tido um dos melhores jogos da temporada, estava em termos amigáveis com Namjoon, a festa havia dado certo e, como topo do bolo, tinha seu garoto em seus braços sem maiores preocupações além de beijar.
Uma gargalhada de felicidade cortou o beijo quente e Jungkook não pareceu estar bravo em relação à isso. Pelo contrário, puxou Taehyung pelas bochechas até que seus narizes se tocassem, os olhos claros espremidos por sorrisos e bochechas, e riram juntos, ora beijando ora ofegando.
A festa só estava começando e não havia pressa para nada.
Não naquela noite.
Então, roubando alguns doritos ao que descia da mesa, Jungkook acompanhou Taehyung para a mesa de sinuca, os dedos entrelaçados e as bochechas coradas.
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- Não, não, não, não, não! – Taehyung gritava entre risadas enquanto apontava o dedo para a bola de número 8 na mesa. – Potter encostou nela, nada disso! É a vez do Gukkie agora!
Eles discutiam para saber de quem era a vez. Jungkook, entretanto, escorado no taco, dividia um copo do tamanho de sua cabeça com Chad, dos Wolves, sem a maior preocupação. Não sabia o que tinha ali dentro, contudo, só sabia que era gostoso e que Taehyung também era.
O cacheado estava com alguns fios de cabelo suados devido ao calor da área de jogos, e também já havia tomado alguns drinks, mas nada muito absurdo – estavam apenas começando. E, sendo o juiz da partida, sempre tentava privilegiar Jungkook, o que estava claro para todos mas ninguém tinha coragem de falar, afinal, estavam rindo muito com toda aquela gritaria.
- Nada disso, Kim. Ele nem acertou a última jogada e—
- É! Isso aí! – um rapaz que Jungkook nunca viu na vida complementou o que Hoseok disse e, recebendo um olhar engraçado de Taehyung, se calou em seguida.
Jungkook, já com as bochechas doendo de tanto rir e as mãos levemente dormentes, se espreguiçou e cutucou o rapaz em questão com o taco de madeira, entrando na brincadeira. O copo que dividia com Chad já quase vazio ao seu lado.
- Então vamos fazer o seguinte. – a roda inteira gritou em provocação, inclusive Taehyung, que do outro lado da mesa, o encarava com tesão. Já sem graça, Jungkook engoliu em seco e ignorou a quentura nas bochechas ao continuar. – Já que está com problemas em relação ao nosso juiz, que inclusive é lindo e completamente imparcial. – soltando um sorriso pervertido, Jungkook não conteve a risada ao ouvir mais gritos e observar os colegas dos Wolves batendo na mesa em palhaçada. Taehyung já fixara o olhar em si, emerso em desejo, o que só o incentivava a continuar. – Por que não joga agora? E, se acertar a caçapa, o jogo é seu. Mas... – os rapazes começaram um coro de suspense enquanto mais universitários se aproximavam para ver o que estava acontecendo. Jungkook sorriu para o rapaz, como quem o desafiava. – Se errar, vai ter que pular na piscina, cara.
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- Um, dois, três e...
Gritos soaram ao que o rapaz pulava na piscina das Kappa Nu, caindo exatamente entre duas garotas. Todo mundo riu e, como pintinhos seguindo a mãe, pularam também.
Àquela altura, todos estavam ao menos um pouco bêbados.
Sem interesse mais naquela situação, Jungkook sentiu-se sendo puxado pela cintura por Taehyung até que estivessem dentro da mansão de novo. E, de alguma forma, foram parar em uma roda de pessoas, Taehyung com uma garrafa na mão e Jungkook com um baseado, havia mais maconha sendo bolada na sua frente e dois casais se pegando freneticamente. O ambiente perfeito para universitários em clima de comemoração.
- E então, eu falei pra Kayla que não iria dar certo, mas ela quis tentar mesmo assim, ai nós fomos do mesmo jeito e—
- Gukkie. – sussurrando no ouvido de Jungkook, Taehyung tirou sua atenção da conversa que acontecia à frente. Não que fosse uma conversa muito interessante de qualquer forma. – O que está achando da festa?
Virando de frente para o maior, Jungkook exalou a fumaça do baseado para longe antes de responder, os olhos ardendo ligeiramente e os lábios dormente. Ele sentia a mão de Taehyung em sua bunda, sempre, e suas cinturas conectadas – o que era suficiente para deixá-lo aéreo.
- Incrível. As pessoas parecem estar realmente curtindo. – dito isso, Jungkook observou alguns alunos dançando no centro da sala principal, outros erguendo garrafas de bebidas para passar até a área do fundo, onde poderiam participar dos inúmeros jogos pervertidos e até mesmo se pegar com mais privacidade, inclusive vira Barbara e Eleanor passarem para lá um pouco mais cedo na noite, e até agora nenhum sinal delas, mas todos estavam se divertindo de alguma forma. – Acho que foi um sucesso.
- É? – Taehyung murmurou enquanto sorria malicioso e respirava pesado no pescoço de Jungkook, provocando-o. – Isso significa que seu plano deu certo? Que agora está... livre?
- S-sim. Por agora, sim. – gemendo baixinho, Jungkook fechou os olhos enquanto tragava mais uma vez o baseado e aproveitava as mordidas quentes que Taehyung dava em seu maxilar. – Por que? Tem algo em mente, Kim?
Ofegando pesado contra a pele quente de Jungkook, Taehyung riu sem graça, ou vai ver era nervosismo. Afinal, ambos aguardavam por aquele momento por meses e agora que finalmente iria acontecer, não havia sinal de nada que os impedisse.
Nada.
Então por que não o fazer logo?
- Tenho. Na verdade, tenho sim, Jeon. – murmurando no ouvido de Jungkook, Taehyung enfiou as mãos sob sua camiseta, tocando sua pele quente e causando-o arrepios. – Então, diga-me, onde podemos ficar mais... a vontade?
E a mente de Jungkook entrou em combustão.
Ele observou os olhos escuros de Taehyung surgirem por detrás da montanha de fumaça que soltara e, sem se conter, juntou seus lábios em um beijo urgente. Ele precisava descontar sua frustração e nervosismo em alguma coisa e o baseado não o ajudava o suficiente àquela altura, o beijo fazia um bom trabalho em amenizar mas também não era o ideal.
Ele precisava de mais.
Por isso, agarrou a mão de Taehyung e separou seus lábios. Ele não sabia para onde estava os levando, mas precisava tentar. Atravessaram a multidão até a irmandade das Kappa Nu e, subindo as escadas o mais rápido que podia, encontrou uma porta aberta, o baseado não mais em suas mãos.
Em um piscar de olhos, estavam lá dentro, e a chave já fora rodada mais uma vez. Estavam sozinhos, e trancados, e nada mais os impediria de fazer o que quer que desejassem fazer.
Então por que não estavam o fazendo?
Taehyung fitou Jungkook, e pôde ver todo o seu receio estampado. Ele juntou seus corpos, o bastante para fazer Jungkook arfar mas não o suficiente para aliviar toda a tensão entre eles, e o beijou. Não foi um beijo romântico, nem um beijo pervertido, foi um beijo de conexão. Um que deixava claro que ambos sentiam os mesmos medos, mas que também queriam a mesma coisa.
E essa era a fórmula perfeita para a coragem.
Jungkook relaxou, em níveis que não pensava ser possível, e sentiu cada célula do seu corpo queimar ao simples indício do que estavam prestes a fazer. Sentiu-as se inclinando para o corpo de Taehyung, como se o incentivassem a fazê-lo. Por isso, ignorou as bochechas coradas e a respiração ofegante e agarrou a barra da blusa de Taehyung.
Ele a puxou para cima e assim que ela encontrou o chão, sentiu mãos em suas coxas e já não estava mais de pé. Taehyung o deitou na cama de solteiro, provavelmente de alguma das garotas que moravam na irmandade, e o beijou mais uma vez, e mais uma, e mais uma.
Parecia que estavam dentro de uma sauna, Jungkook sentia seu corpo queimar e desesperadamente procurava por ar – por isso, ergueu sua camiseta e a tirou, sem enrolações. E o olhar de Taehyung frente àquela cena fez toda a situação parar por um momento e congelar.
Jungkook pôde vê-lo analisar cada cicatriz de cada arranhão, nenhum único sendo recente, o que era um alívio. Eram marcas tênues contra a pele bronzeada de Jungkook, que, conforme estava melhorando e se alimentando mais, ficava cada vez mais musculosa, como antigamente. Mas o que prendeu a atenção de Taehyung foi seu piercing.
Jungkook sempre esquecia que tinha um piercing no mamilo.
Mas naquele instante, Taehyung jurou ter se lembrado de algo por causa daquele piercing.
Ou estaria lembrando do piercing em si?
Quando ele viu o piercing de Jungkook em outra ocasião?
Já nervoso o suficiente e incapaz de lidar com aquilo naquele momento, Jungkook puxou Taehyung pelos cachos até que estivesse deitado na cama e ele ficasse por cima, suas coxas ao redor da cintura do maior e suas mãos em seu peitoral definido.
Ele sentia sua língua dormente em tesão e sem enrolar mais nenhum segundo sequer, inclinou-se até que pudesse lamber o mamilo direito de Taehyung. Os sons que deixaram a garganta do maior causaram-no arrepios, e ele gostou da sensação. Haviam mãos em sua bunda, apertando de forma impura conforme projetava o quadril para cima, em desespero.
Taehyung estava em êxtase, a língua de Jungkook causava sensações acolhedoras em seus mamilos ao mesmo tempo em que sentia a ponta gelada contra sua pele, parecia que seus músculos simplesmente não funcionavam com tamanho estímulo e seu corpo inteiro havia entrado em pane.
Sem descansar, Jungkook desceu as lambidas para o abdômen, os músculos se contraindo em excitação e apenas provocando o menor ainda mais. Contudo, Taehyung tinha outros planos para aquela noite. E estava disposto a abrir mão do seu prazer interino para realizá-los. Pelo menos por agora.
Erguendo Jungkook pelos cabelos, trocou suas posições. Ele observou o menor emburrado enquanto estava deitado em uma bagunça de lençóis e travesseiros, e sorriu. Era tudo que queria, todos os dias de sua vida. Só aquilo, e nada mais.
Só Jungkook.
Sem dar alguma explicação, Taehyung apenas beijou-o, o calor que sentiam sendo intensificado por seus lábios, ar saindo pelos narizes conforme seus peitorais tentavam esmagar uns aos outros pelo ofego. Suas mãos desceram pelas laterais do corpo do menor e repousaram em suas coxas, separando-as e enroscando-as em sua cintura, realmente abrindo caminho para maior contato.
Jungkook não conseguia raciocinar nada, apenas sentir os lábios de Taehyung contra os seus em uma bagunça molhada e quente e as mãos apertando suas coxas espalhando calor pela região, contudo, quando Taehyung começou a rebolar contra a sua cintura, seus paus friccionando pelos tecidos dos shorts, ele simplesmente perdeu o controle de si.
Não era desgovernado ou bagunçado, não. O movimento era tão bem calculado que Taehyung não perdia uma vez. A cada rebolada, seus paus se encontravam, e a sensação era tão tortuosamente boa que Jungkook não conseguira manter o beijo viável, o queixo erguendo-se e abrindo espaço para os gemidos sôfregos saírem sem interrupções. E Taehyung não reclamou.
Beijando a clavícula de Jungkook conforme gemia baixinho, se deliciou com os sons eróticos que o mesmo emitia, as mãos em seus cachos apenas direcionando os beijos e mordidas para maior intensidade.
Somente quando Jungkook gemeu seu nome bem alto e bem falho é que Taehyung parou com os movimentos, receoso que seus shorts ficassem manchados pela ação, afinal, ainda voltariam para a festa para a surpresa final, e não queriam causar desconforto.
Jungkook ergueu a cabeça para fitar Taehyung, os olhos claros marejados e as bochechas vermelhas, assim como os lábios entreabertos e inchados pelos beijos e mordidas. E então, sorriu pervertido.
- Gostou disso, né? – a voz rouca de Taehyung era pura provocação e, em sincronia, sua mão desabotoava o shorts de Jungkook, o contato visual intacto.
- Hm-hmm. – Jungkook murmurou, os lábios pressionados em uma linha rígida que indicava mais segundas intenções do que o sorriso pervertido em si. Ele ergueu uma mão até a bochecha de Taehyung, acariciando a região enquanto sentia a mão de Taehyung adentrar seu shorts. Quando o maior passou o dedo indicador por sua extensão rígida, Jungkook apenas pressionou os olhos juntos e abriu a boca, som algum saindo. Taehyung estava claramente brincando com si. – Por que não continua, hu?
- Você quer? – continuando com o dedo indicador, Taehyung inclinou a cabeça, os olhos em Jungkook e os cachos caindo levemente para o lado conforme ofegava forte. – Hm, Jeon. Você quer um boquete?
Os olhos de Jungkook arderam, seu coração acelerou e sua boca ficou seca. Ter Kim Taehyung deitado em cima de seu corpo, com a mão no seu pau e os olhos nos seus, oferecendo um boquete, era tudo que jamais poderia pedir.
Papai Noel havia realmente caprichado no presente.
Mordendo o lábio inferior, Jungkook dirigiu a mão ao seu mamilo, já rígido e vermelho. Brincando com o piercing gelado, assentiu conforme observava Taehyung tirar seu short, a boca traçando beijos em suas coxas até chegar no limite da cueca preta.
- Quer um boquete, Jeon? – Taehyung repetiu, os lábios chupando a região mais baixa de seu ventre, sem pudores algum. Jungkook abriu a boca em excitação e, sem soltar o piercing, ofegou falhamente. – Hm, quero ouvir você dizer.
- Quero. – cuspindo as palavras para fora, Jungkook puxou o ar com força para dentro, tentando de alguma forma aliviar o aperto nos pulmões. A excitação que o consumia era tanta que fazia seu corpo tremer. – Eu quero um boquete, Kim. Agora.
Taehyung sorriu, covinha e tudo. Jungkook seguiu-o no gesto mas não durou muito tempo. O maior puxou sua cueca para baixo e, observando o pau livre de apertos em sua frente, simplesmente ficou estático.
Eu nunca vi o pau de Jungkook antes, Taehyung pensou, ou vi?
Parecia familiar, a imagem, a sensação. Mas poderia ser só impressão, afinal, Taehyung não se lembrava de ter visto Jungkook naquelas condições antes.
Bem, não se lembrava. O que não excluía a possibilidade de ter acontecido.
As mãos de Jungkook desceram até os cachos de Taehyung e os agarraram com força, atraindo a atenção do maior para seu rosto e não mais seu pau. Entendendo o recado, Taehyung umedeceu os lábios e agarrou-o pela base, a língua não tardando em dar atenção à glande.
Jungkook era grande. E Taehyung sentiu um aperto no baixo ventre ao colocar a cabeça na boca. Ela era quente e deliciosa, convidativa aos seus lábios, com certeza.
Lambendo generosamente a pele exposta, Taehyung pôde ouvir gemidos sôfregos vindos de Jungkook, as mãos puxando seus cabeços ora ou outra conforme tentava projetar seu quadril para cima a qualquer custo.
A língua de Taehyung acariciava a fenda tão intensamente que Jungkook começara a suar frio, as coxas tremendo em prazer. Em seguida, abriu mais a boca para comportar a glande inteira, a língua tomando conta de tudo, agora. Era uma bagunça quente e úmida na qual Taehyung jamais queria sair.
Jungkook continuava inclinando o quadril para cima e empurrando a cabeça de Taehyung para baixo, até que ele finalmente cedeu e, tão lenta quanto deliciosamente, abocanhou quase toda sua extensão, o calor de sua boca intensificando o calor que Jungkook sentia arder em sua cintura.
Os sons que deixaram sua garganta foram excomungais, e se não conseguisse ouvir a batida de música eletrônica soando por detrás da porta, teria a certeza de que alguém conseguiria ouvi-los lá em cima.
A mão de Taehyung subiu até o mamilo de Jungkook, agarrando o piercing como se sua vida dependesse disso e o excitando como se não houvesse amanhã, os dedos trabalhando delicadamente para enrijecê-los ainda mais. Já com a boca aberta e firme, Taehyung deixava Jungkook surrar sua garganta sem reclamar, as investidas para cima com o quadril acertando em cheio o ponto de mais calor em sua boca.
Fechando os lábios na base, prendeu o pau de Jungkook em sua boca, a língua causando calafrios em ambos os corpos ao que acariciava a extensão e tensionava o céu da boca, apenas abraçando cada vez mais o pau de Jungkook consigo em uma garganta profunda.
Jungkook não teve piedade, completamente tomado pelo prazer, agarrou os cachos e manteve Taehyung parado no lugar, as coxas tremendo e tensionando ao que seu pau estava envolvido por inteiro, até que conseguisse respirar de novo, os gemidos já diminuindo o volume conforme se acalmava.
Taehyung retirou seu pau da boca e, puxando ar para dentro dos pulmões, tossiu. Tinha as bochechas vermelhas e os olhos marejados, assim como Jungkook, mesmo que por motivos completamente diferentes, e, sem demorar mais nenhum segundo sequer, voltou a chupá-lo, cada vez mais molhado e cada vez mais intenso, vincos sendo criados nas bochechas para aumentar a sucção.
Ele queria levar Jungkook ao limite.
Com a mão livre, começou a acariciar suas bolas, lenta e provocativamente até que não aguentasse mais e começasse a tensionar as coxas. Jungkook gemia tanto que Taehyung já sabia onde tocá-lo para aumentar a intensidade dos gemidos – e só tocava lá.
Quando sentiu que Jungkook não aguentaria mais, tirou as mãos de seu o piercing e de suas bolas e as juntou na cintura do menor, mantendo-o no lugar. Lambeu toda a extensão de seu pau antes de voltar a colocá-lo na boca, e quando o fez, colocou o máximo que podia, deixando que a pressão do fundo da sua garganta liberasse o orgasmo.
Jungkook colocou as pernas nos ombros de Taehyung e ali permaneceram até os jatos cessarem e Taehyung soltar seu pau, um barulho delicioso de sucção ecoando e uma linha de saliva conectando suas peles.
Com as bochechas rubras, Taehyung ofegou, voltando à estar na altura do rosto de Jungkook, parando brevemente no caminho para sugar seu mamilo um pouco, só um pouco, pois já estava com saudades do piercing.
Juntando seus lábios em um beijo profundo, Jungkook desceu as mãos pelas costas fortes de Taehyung até trazê-las para seu abdômen, os dedos brincando na barra de seus shorts até finalmente desabotoá-los.
Taehyung soltou seus lábios vermelhos e inchados e fitou os olhos claros pervertidos em sua frente. Sem esperar respostas, Jungkook já colocava os dedos dentro da cueca e sentia a pele quente do pau de Taehyung sob os mesmos. Abrindo a boca em surpresa, o maior apoiou o punho ao lado da cabeça de Jungkook, que mordia os lábios.
- Acho que alguém está animado. – murmurando, Jungkook agarrou o pau de Taehyung em seus dedos, e ofegou ao senti-lo. – Muito animado.
- Hmm. – Taehyung murmurou entre uma risada sem graça, o nariz traçando linhas na bochecha de Jungkook, que começou a bombear a extensão de Taehyung lentamente, espalhando um pouco do pré-gozo da fenda para aumentar a facilidade do movimento. O corpo de Taehyung tensionou sobre o seu. – L-lou... ah, isso...
Sorrindo, Jungkook continuou com os movimentos, a cintura de Taehyung o ajudando conforme seguia na direção contrária. Ele podia ouvir os suspiros do maior em seu ouvido, apenas o incentivando a continuar, cada vez mais intenso e quente.
Taehyung gemia rouco e desconexo, a cintura cada vez mais determinada a aumentar os movimentos. Quando sentiu que estava próximo, Jungkook soltou o pau de Taehyung e desceu no colchão, as costas deslizando pelo lençol até que seu queixo estivesse na linha das coxas do maior.
Sem conseguir raciocinar a situação rápido o bastante, Taehyung foi pego de surpresa ao que Jungkook agarrara sua cintura com as mãos e abocanhara todo seu pau de uma vez, incentivando-o a continuar com os movimentos, dessa vez em sua boca.
Não que Taehyung tenha reclamado.
Com os punhos pressionados no colchão, Taehyung continuou rebolando sua cintura e, agora, pressionando seu pau na garganta quente e apertada de Jungkook, cada vez mais, a umidade da sua língua o levando à lugares extraordinários.
Dando um tapa na bunda de Taehyung, Jungkook apertou a região logo em seguida, as mãos repousando em sua bunda conforme abria a boca o máximo que podia para acolher toda aquela extensão. E não sabia o que era, poderia ser a urgência do movimento ou o desespero do prazer, mas a cintura de Taehyung ficava cada vez mais rápida e seu pau cada vez mais rígido, por isso, já com o queixo úmido de saliva, apenas fechou os olhos e deixou sua garganta ser surrada.
E quando Taehyung enterrou o pau entre seus lábios e pressionou a cintura para baixo, as coxas tremendo e os braços sofrendo para manter o corpo estável naquela posição, teve a certeza de que o orgasmo viria.
E veio, em jatos longos e quentes, que tomou de bom grado.
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- Kook! Onde estava? Te procuramos por toda parte! A galera está louca por aqui.
Barbara gritou por cima da música eletrônica conforme puxava Jungkook pelo braço e chamava sua atenção. Ele a encarou e sorriu, levemente perdido por um instante, ainda atordoado pelos momentos no andar de cima da mansão das Kappa Nu. Taehyung seguiu-o logo após, as mãos em sua cintura e um copo de bebida na outra.
Mas uma coisa era fato. Barbara não mentira – a festa estava insana. Haviam pessoas desmaiadas no canto (Jungkook rezava que fosse de sono), a canoa que encheram de gelo e cerveja já estava quase vazia, o que provavelmente significava que os barris também estavam zerados, quase todos estavam dançando (ou seja, muito bêbados) e as essências das narguilés pareciam terem acabado.
Ao que tudo indicava, a festa estava alcançando o estágio mais louco possível – o que, na opinião de Jungkook, era o melhor estágio possível.
- Onde está a Els? – gritou de volta para Barbara, que também olhava ao redor do lugar.
- Foi arranjar um baseado pra mim. Já fumou um hoje? – assentindo para a pergunta, Jungkook ganhou um sorriso em resposta. – Vou ficar aqui esperando ela. Por que vocês dois não vão lá pra piscina? Ouvi dizerem que tem jogos bem legais rolando por lá.
E dirigindo um olhar sob o ombro para Taehyung, Jungkook o viu sorrir.
Jogos seria.
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Eles estavam jogando Twister. Uma versão mais bêbada de Twister.
Haviam dois tapetes de Twister – você girava a roleta e a cor que caísse, você pegava uma bebida sobre o círculo correspondente no tapete 1, virava o copo, e então girava a roleta de novo, e jogava normal no tapete 2.
Jungkook e Taehyung estavam ambos em posições bem constrangedoras – e bem bêbados.
Taehyung girou e caiu no verde, virou o copo correspondente e girou de novo, tendo que colocar o pé no círculo vermelho, que ficava na outra ponta do tapete. A garota que estava atrás dele parecia ter um treco a qualquer instante por estar de cara com sua bunda.
- Ei, cuidado com o meu homem, hein. – Jungkook gritara do chão, ao que estava com a mão no círculo amarelo e o pé no azul da ponta, causando risos nos que estavam ao redor dos tapetes.
- Fica tranquilo, Jungkook. Não vou arrancar pedaços. – a garota, que fazia parte do musical e conhecia Jungkook há anos, provocou. A galera fez um coro provocativo e até mesmo Taehyung se juntou à brincadeira.
- Mas com cuidado porque eu sou delicado. – todos riram.
- Nós com certeza vemos isso em campo, Kim.
Tanto Jungkook quanto Taehyung ergueram a cabeça de suas posições para localizar o dono daquela voz e quando viram Namjoon sorrindo de braços cruzados e com uma garrafa de vodca na mão os observando de camarote, não puderam fazer nada além de rir.
- Ele se faz de durão mas na hora do vamo ver não aguenta, não é Namjoon? – Jungkook entrou na provocação e, recebendo um olhar de aprovação do mesmo, sentiu-se bem. Taehyung gargalhava de cabeça pra baixo.
- É, Jungkook. Por isso que nunca colocamos ele na linha de frente dos Wolves, tsc tsc tsc. Só decepção.
E olhando seu melhor amigo e possivelmente o amor da sua vida se darem tão bem, como antigamente, Taehyung não pode fazer nada além de girar a roleta de novo e colocar o outro pé no azul.
🎞️
- Kook, está na hora da surpresa?
- Sim, Bebe, está na hora da surpresa.
:)
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