iremos te encontrar

Estava no carro com Lucas e Luna.
Eles organizaram uma reunião com a C.A.P.S na onde iriamos fazer uma operação para achar Alexandre. Estava nervosa. Não sei oque falaria pra eles, Lucas disse que não iria me ajudar, disse que tenho que aprender a comandar sozinha.
Ele estaciona e entramos em um grande prédio. Parecia estar abandonado, porém quando entramos estava com cerca de 100 pessoas. Uma música alta. O lugar cheio de luzes e alimentos.

- Todos eles são líder de algo, apenas em São Paulo? - Pergunto a Lucas vendo muitas pessoas no prédio. Imaginava no máximo umas 30 pessoas.

- Drogas, bebidas, assassinatos, coisas ilícitas, importação, exportação, aborto clandestino e muito mais...

- C.A.P.S não e apenas uma máfia! E A Máfia.

Após isso fico em silêncio, Lucas me leva até o palco, e me dá deixa, ninguém está prestando atenção em mim, a música esta tocando e estou sem oque fazer.

-Silêncio. - Digo parando a música.

- Sai dai garota. - Grita um Homen e outros vaiam.

- Venha me tirar! - Digo e ele cala a boca. - Sei que querem ficar se divertindo. Porém o nome dessa porra e reunião. Não sexo e bebida ato.

- Por que dessa tal reunião? Pensei que apenas Luis e Alexandre faziam isso.

- Esse e o motivo da reunião babaca! Agora cala a boca. Vim aqui dizer que Alexandre desapareceu.

- Duvido. - Diz o mesmo cara chato.

- Alguém fala com ele poracaso? - Pergunto e todos ficam quietos.

- Vim aqui dizer que preciso de vocês, não sei oque fazer. Nem de quem pedir ajuda. Mas uma vez ele me disse que vocês não eram apenas amigos. E Sim família. E família ajuda uma a outra, e e isso que ele precisa agora. De ajuda, então provém sua lealdade e fiquem aos pés do líder de vocês. Me ajudando a encontra-lo.

- Ajudaremos. - Gritam todos juntos.

- Então começem pela última localização de seu celular, lugares possíveis que ele possa ter ido. E nosso principal suspeito e Mikael Archibald.

- Sabem que ele e um mala, mas sequestrar o próprio filho?

- Ele e um filho da puta, acha que liga quem e seu filho ou não. Ele liga apenas para o poder. Mas isso não importa ele ja foi lider de alguns que estão aqui. Sabem muito bem do que estou falando.

- Conte conosco! Alexandre não e nosso líder, e sim parte da nossa família. Iremos encontra-lo.

Olho para todos que estavam concentrados em mim e sorrio. Desço do palco e vou até Lucas e Luna.

- Oque acharam?

- Poderia ter sido melhor. - Diz Lucas rindo.

- Vai ser melhor minha mão voando na sua cara. - Digo e ele cai em mais gargalhadas.

Um grupo com dois homens e duas mulheres se aproximam de nós.

- Você e a famosa Laylah! Não tinha sido apresentado a nós! Mas ouvimos muitas histórias. - Diz uma loira.

- Minha? - Pergunto confusa.

- Claro! Não e qualquer um que entra aqui. Muito menos qualquer um que entra no grupo oficial do Alexandre.

- Acho que dei sorte. - Digo rindo.

- Sim deu! Estamos aqui para ajudar, a qualquer momento. - Diz um homem ruivo.

- Agradeço! - Digo e eles saiem.

....
1 semana depois

Até agora nenhuma pista concreta. Todos estão ajudando, e muito, porém não achamos uma pista sequer dele.
Estava me arrumando para mais um dia de pesquisas, sem rendimento.
Coloco uma calça branca rasgada, uma blusa branca curta, uma bota preta com salto.(Foto multimídia)
Minha porta abre com força, e Samuel e Kaliel dois menbros da C.A.P.S entram.

- Vamos Laylah.

- Na onde? - Pergunto deixando minha escova na cama

- Buscar Alexandre! 5 horas daqui, uma fazenda de seu pai, vamos.

- Só nós?

- Nossos melhores estão lá m baixo.

- Então vamos. - Digo pegando meu celular e descendo. Chegando na rua tinha três carros pretos com membros da C.A.P.S dentro.

- Queríamos ser descreto já que Mikael tem olhos por todo lugar. Porém se você quiser podemos chamar muito mais. - Fala Kaliel.

- Esse são os melhores?

- Os melhores.

- Ótimo! Então vamos. - Digo entrando no banco do passageiro no carro de Kaliel.

- E Luna e Lucas?

- Como Alexandre sumiu, eles estavam colocando ordem em algumas coisas, mas estão vindo logo atrás.

- Ótimo.

Mensagem on

- Luis?...

- Oi Lay!

- Eu achei ele.

- Uffa! Seja discreta, irei tentar prender meu pai. Boa sorte.

- Obrigada.

- Tome cuidado.

- Irei tomar.

Digo e paro de lhe mandar conversas.

Kaliel segue com o carro em uma estrada de barro por cerca de 4 horas. Começa a chover, já estava de madrugada.

"- Laylah! Eu não consegui segurar mais! Ele saio de helicóptero, acho que esta indo pra ai, eu ouvi uma conversa na onde, ele disse que iria mandar Alexandre fora do pais depois mata-lo, ache ele logo! Ou volte".

Visualizo o celular e meu coração aperta, o carro para e todos.

- Chegamos?

- Não.

- Então por que paramos?

- Olha essa floresta. Os carros não passam aqui. - Diz  Samuel parando o carro ao nosso lado.

- Tem outro modo?

- Sim, uma estrada de barro, 10 minutos daqui, porém vamos demorar cerca de 1 a 2 horas a mais pra chegar lá.

- Indo pela floresta quando tempo?

- 20 minutos. - Responde Kaliel.

- Deem e volta! Espero vocês lá. - Digo saindo do carro e entrando no meio da floresta.

- Espera louca. - Diz Kaliel e sai do carro. - Deem a volta, esperamos vocês lá.

- Laylah. Volta aqui. - Grita Luna e vai para dentro da floresta com Lucas.

- Espera. Estou indo com vocês. -Diz Kaliel e entra dentro da floresta.

- Você e muito louca! Esta chovendo e tudo escuro. - Fala Kaliel nós acompanhando.

- Não temos tempo. - Grito andando pelo mato.

Estava muito escuro! Chovendo muito e um frio enorme.

- Laylah, era mais fácil ir de
carro. - Fala Luna.

- Vocês vierem atrás de mim por que quiseram. -Digo grosseiramente.

- Para de ser grossa Laylah. - Fala Lucas.

- Desculpe. - Digo agarrando no braço de Luna.

Continuamos seguindo em completo silêncio pela floresta. A chuva só piorava, e estava chegando em um estado de hipotermia,"Drama",  mas estava muito frio.
Andamos por cerca de 20 minutos até chegar em uma fazenda, com uma casa no meio, na verdade uma enorme casa  estavamos todos molhados e congelados. Seguimos em direção a casa.
Quando alguém segura Kaliel por tras e lhe enforca.
Lucas vai para cima do guarda, e lhe da um golpe na cabeça o fazendo desmaiar, junto a isso vários homens com armas, e enormes aparecem.

- Cuidamos deles Laylah. Ve se Alexandre está na casa. - Fala Luna tirando sua arma da cintura.

Faço um movimento de sim com a cabeça e corro em direção a casa deixando eles para trás, corro o quando posso quando sinto uma enorme dor em meu braço, um homem grande tira cortado meu anti- braço com uma faca pequena.
Lhe passo uma rasteira, o fazendo cair no chão. Tiro a faca de sua mão e enfio em seu peito. Meu braço estava sangrando mas não era nada muito grave. Continuo seguindo para a casa, empurro a porta e estava trancada, então tiro minha arma, e disparo no trinco da porta fazendo a porta abrir.
Abro e vejo que Alexandre estava no chão da casa com algemas nas mãos.

- Hum, não conseguiu sair. - Digo dando um sorriso com um enorme alívio.

- Sim! Mas agora trocam a cada 5 minutos. - Diz aliviado.

Atiro em sua algema e el se solta. Lhe dou um abraço, forte, e fico assim por minutos.

- Acho que alguém estava com muitas saudades. - Diz rindo e me soltando.

- Você desapareceu! Seu otário. - Digo batendo os dentes de frio.

- Você está toda molhada! É oque está fazendo aqui?

- Vim te ajuda. - Digo e ele pega uma cortina para me secas, me seco mais ainda estou batendo os dentes, pois minha roupa está toda molhada.

- Está tremendo de frio. Coloque minha blusa.  - Diz tirando sua blusa, em seguida desabotoa minha blusa de frio e tira ela que estava toda molhada, então coloca sua blusa em mim.

- Você não deixa ninguém te salvar né!

- Você vem me salvar no meio da chuva? Pega uma peunamonia, e morre.

- Que isso. - Digo rindo.

- Está bem? Como me achou! Por que está toda molhada?

- Vou contar. Aiiin. - Digo com dor, pois meu braço esta doendo.

- Eii espera. - Diz e rasga um pedaço da blusa. - Toma. - Diz fazendo uma faixa  cubrindo meu ferimento.

- Obrigado.

- Agora fale.

- A C.A.P.S me ajudou! Estavamos vindo de carro, porém a floresta não entra um carro. Então os outros foram dar a volta, e  eu vim pela floresta.

- Você e maluca? Vim sozinha pela floresta, nessa chuva, no meio da madrugada? E ainda por cima envolver a C.A.P.S.

- Eu te salvei mal agradecido. - Grito. - E eu não vim sozinha, Luna, Lucas e Kaliel vieram atrás de mim pela floresta. Porém no meio do caminho os guardas de seu pai apareceram, por isso o corte no braço.

- Ta você me salvo! - Diz sendo ironico. - Mas precisamos ir
agora. - Diz me puxando.






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