Entre vocês
Já era anoite cerca de 23:00, estava deitada no quarto lendo um livro.
Quando alguém abre a porta.
- Se troca, vamos sair. - Fala Alexandre.
- Ta, agora saia. - Digo atacando um sapato na porta.
Continuamos meio que brigados depois do acontecido, na verdade eu to brigada com ele, pois estou irritada, e ele ta foda-se.
Dou um pulo da cama e guardo meu livro e abro meu closet, entro dentro dele e procuro alguma roupa.
Era verão e estava o maior calor do mundo, eu sou linda e abusada então, vou colocar uma roupa curta mesma.
Pego uma blusa curta branca de renda, ela era tomara que caia e linda, pego um shorts cintura alta jeans escuro e bem curto e coloco.
Passo maquiagem um pouco mais escura e procuro meu celular pelo quarto.
Acho ele debaixo da cama e o pego, coloca na cintura,coloco uma sandália preta e saio do quarto, desço as escadas pelo corre-mão e quando chego na sala todos já estavam lá.
Chego e abraço o Luis lhe agarrando.
Depois do ano novo ficamos mais próximos, não que tenhamos voltado, mas estamos quase lá.
Alexandre on
- Por que ela faz questão de usar essas roupas? - Falo para Lucas olhando Para Laylah.
- Está com ciúmes? - Ri Lucas.
- Não e isso é que...
- Depois diz que não está apaixonado por ela.
- Cala a boca! Essa palavra não existe no meu vocabulário.
- Existe sim. E o nome dela e
Laylah. - Diz rindo e debochando de mim.
- Bozo, agora anda. - Digo lhe empurrando para fora.
Laylah on
Saimos de casa e entramos no carro, vou junto a Luis, após uns 30 minutos chegamos em uma boate, esse lugares são tão lindos, lembro da magia que foi conhecer pela primeira vez agora, acho tudo tão normal.
- Estamos aqui para trabalho? - Perguntou.
- Sim. - Diz Alexandre.
- Em Luis. - Digo irônica.
- Sim Lay. - Diz meio constrangido.
Alexandre olha pra mim e ri meio constrangido e faz sinal não com a cabeça.
- Qual o trabalho? - Pergunto e todos olham para Alexandre.
- Ta vamos fazer algo que não fazemos a um tempo vender drogas.
- Por que? A gente não pode pagar gente pra fazer isso? - Diz Luna.
- Nós conhecemos os capangas de Miguel, e aqui e a festa mais esperada do ano, nós iremos vender drogas, apenas nós, se vimos alguém estanho, ou algo estranho podemos resolver.
- Está bem. - Digo.
Alexandre distribuí drogas para cada um de nós.
- Tem mais no carro se precisarem boas festas. - Diz Alexandre e entra.
Entro acompanhada de Luis.
{...}
Já estamos cerca de 3 horas na boate, era 2:00 horas da manhã e eu ja estava de saco cheio, vontade de enfiar a droga do cu do próximo que pedir, ta um pouco agressiva, só um pouco.
Sento em uma mesa e peço uma dose de tequila o garçom trás e deixa na mesa, olho no celular e vejo se há alguma mensagem. Guardo meu celular e olho para frente, Alexandre estava do outro lado do salão, abraçado com una garota loira, um ridícula loira.
E não, não estou com ciúmes, só acho que ele fica com melhores.
Olho para ele e ele olha para mim percebendo que estava olhando. Tomo de uma vez a dose de tequila e ele continuando com aquele projeto de gente.
- Eii, vamos dançar? - Propôs Luis.
- Claro. - Digo me levantando.
Alexandre on
Após Laylah ir dançar com Luis, dispenso a garota e volto ao trabalho.
- Eii, você e Laylah não estão se falando?
- Ela que está irritada depois do acontecido, e não quer falar comigo.
- E como você está?
- Eu to foda-se, olha isso aqui, é um paraíso de mulher.
- Acho que em vez de ficar pegando qualquer uma deveria ir falar com ela.
- E por qual motivo faria isso?
- Por que gosta dela, e se continuar sendo idiota vai perder qualquer chance.
- Lucas para com essa bobeira, eu não gosto da Laylah.
- Está bem então. - Diz saindo.
Ta talvez eu devesse falar com ela, não por que gosto dela, e sim por que ela e uma boa amiga, e não e minha culpa se ela ficou magoada, eu não vou mentir, ou sair iludido, toda garota que ficou comigo sempre soube que nunca quis nada sério, eu sou do mundo, não de apenas uma.
Vejo ela subindo as escadas para ir ao banheiro, então vou atrás dela.
Laylah on
Vou para pista de dança com Luis, e começamos a dançar ele estava um pouco bêbado, começamos a dançar, ele segura e minha cintura, beija meu pescoço levemente, quando chega perto da minha boca e me afasto.
- Só um momento vou ao
banheiro. - Digo e saio de pressa.
Vou no banheiro e jogo água no meu rosto, respiro fundo e me olho no espelho.
Não Laylah, isso ta errado, você não pode beijar alguém que você gosta, pensando no irmão dele.
Eu tenho que tirar algum dos dois da cabeça, ou vou enlouquecer, talvez eu devesse esquecer os dois! Algo que séria impossível já que quando eu não estou pensando em um, estou pensando em outro. Seco seu rosto respiro fundo, então saio do banheiro, encosto em uma parede e vejo meu celular, quando alguém coloca os braços me preenssando na parede. Olho para cima e vejo Alexandre.
- Oi. - Diz sorrindo.
- Deixa eu sair. - Digo.
- Eu não estou te segurando. - Diz e olho para ele. - Talvez você não queira sair.
"Não queria mesmo, ke! Eita para de pensar essas coisas"
- Tchau Alexandre. - Digo e empurrando e saindo.
- Espera ai. - Diz me puxando pela cintura e me colocando em seu corpo.
- O que você quer? - Digo engolindo seco por estar nervosa.
- Não fiquei chateada.
- Eu não estou.
- Então por que está me tratando tão mal?
- Talvez por que mereça.
- Viu está irritada.
- Não, não estou.
- Então prove.
- Vamos dançar. - Digo pegando em sua mão e o puxando para a pista de dança.
Na pista de dança estava Lucas, Luna e Luis, começamos a dançar, e eu parecia um grande troféu, sendo disputado por Luis e Alexandre, quando começa a passar uma música bem agitada e alguém esbarra em Alexandre sem querer o fazendo esbarrar em Luis, Luis ja estava irritado por Alexandre estar dançando comigo então vai pra cima cima dele, antes de a conhecer uma segunda guerra Mundial entro no meio dos dois.
- Se acalma Luis, foi sem
querer. - Digo.
- Ele está apenas irritado por você não só dele. - Diz Alexandre provocando.
- Eu não sou objeto, pra ser de ninguém, e pare de provocações Alexandre.
- Vamos da uma volta amigo. - Diz Lucas e sai com Alexandre.
- Você precisa de uma água. - Digo pedindo para o garçom trazer uma água.
- Desculpe. - Diz se sentando e bebendo água.
Deixo Luis sentado e me levanto para ir ao banheiro, faço minha higiene e saio do banheiro para descer as escadas.
- Ei, gata, volta aqui. - Diz um cara que parecia estar bêbado.
- Estou acompanhada. - Digo não lhe dando atenção.
- Vem aqui. - Diz puxando meu braço.
- Você e surdo? - Grito.
- Você e muito gostosa. - Diz apertando minha bunda.
- Encoste em mim de novo eu eu te jogo escada a baixo.
- Faça isso. - Diz me agarrando e me e assediando.
Antes que eu pudesse me defender e lhe dar um chute na onde ele nunca mais teria um filho, Alexandre o tira de cima de mim. Luis ja chega lhe dando um chute o fazendo cair no chão, Alexandre lhe da um chute no chão e faz ele levantar forçando, o cara já estava sangrando e eles continuavam batendo no cara.
- Por favor faz eles pararem. - Diz uma bela moça chorando. - Ele e meu irmão, sei que foi um idiota, mas por favor eles vão matar ele, eu juro que faço qualquer coisa. - Diz desesperada.
- Eu não posso parar eles.
- Pode sim, ta claro que eles tão tão irritados, pois gostam de você, meu irmão e um otário mais não merece morrer ele está bêbado, por favor eu me ajoelho se for possível, mas façam eles parar. - Diz chorando ainda mais.
Respiro fundo e entro no meio da briga, na verdade do meio do garoto que estava apanhando muito, ele estava jogado do chão.
- Parem. - Grito.
- Laylah sai da nossa frente. - Diz Alexandre.
- Ninguém mexe com você e sai impune. - Diz Luis.
- Eu sei me defender! Não pedi que me defende-se, e o cara ja pagou, ele está bebado, e no chão, parem de covardia, e deixar os sentimentos subir a cabeça. - Digo e eles dão espaço.
- Muito obrigado. - Diz a garota ajudando a levantar seu irmão.
- Não tem de que. - Digo e ela sai.
- Aquele cara era um idiota. - Diz Alexandre.
- Não é por que ele seja um idiota, que você e Luis podem dar um de Deus, e decidir se ele merece morrer ou não.
- Não foi isso que você pensou quando matou Renan. - Diz Alexandre.
- Cala a boca. - Digo me irritando.
- Ficou bravinha pois foi questionada?
- Saia da minha frente. - Digo indo pra cima dele.
- Doi ouvir isso não? Saiba o que significa a palavra hipócrita, antes de sair dando lição de moral. - Diz alterado.
- Eu odeio sentir qualquer mínimo sentimento que tenha por você. - Digo seca, baixinho dando apenas pra ele ouvir. Então o empurrou e tendo sair.
- Ei, volte aqui. - Diz me puxando arrependido.
- Me solta. - Digo soltando sua mão de meu braço
Oiii amores estou demorando um pouco pra postar pois o fim está próximo, e meu coração doii..
E queria pedir ajuda de vocês com meu novo livro! Fantasia e se encontra no meu perfil "Laços de Sangue"agradeceria muito se derem uma olha bjsss...
Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top