De volta para casa
- Alexandre. - O chamo com cara de cachorrinho.
- Oque que você quer? - Pergunta levantando peso na academia.
- Vamos a um baile comigo?
- Como? - Pergunta rindo.
- E o baile de final de ano da minha antiga escola, eu queria muito rever minha amiga.
- Você pode convida-la para cá, garanto que irá gostar mais.
- Mas eu também queria. - Digo mordendo os lábios.
- Queria?
- Queria ver meu pai. - Digo.
- Mas seu pai não te abandonou? Na verdade nem pai de verdade é, você é filha do Mikael.
- Pai é quem cria, ele não me abandonou, apenas está em uma situação difícil. - Digo.
- Tem certeza que quer ir? - Pergunta se aproximando suado.
- Tenho. - Respondo.
- Está bem. Vou tomar banho. - Diz me dando um selinho e saindo.
Aviso a Lucas, Luis e Sara que iremos a um baile na minha antiga escola, nenhum aceita muito bem a proposta, porém concordam em ir comigo.
Minha cidade ficava a três horas de São Paulo, precisa começar a me arrumar, saudades da Luna pra fazer isso comigo, digo a mim mesma e uma lágrima cai sobre meu rosto.
Subo para meu quarto e tomo um bom banho, saiu do banheiro e faço escova em meus cabelos, coloco um vestido preto de baile Maravilhoso(Multimídia)
Faço um maquiagem básica e passo um brilho labial rosa com brilho.
Coloco um salto preto e estava pronta, saiu do quarto e desço as escada que como de custume estava atrasada.
Todos estavam no sofá me esperando em com trajes de baile, tão fofinhos, até parecíamos pessoas normais.
- Vamos? - Pergunto sorrindo.
- Vamos. - Dizem todos se levantando.
Saímos e cada um vai no seu carro, menos eu que vou coma Alexandre.
- Você ta tão linda. - Fala fixado nos meus olhos.
- Obrigada. - Digo sorrindo.
Seguimos com o carro até a casa em que meu pai está sendo cuidado.
- Pai? - O chamo sendo sentado em uma cadeira.
- Meu amor. - Diz me abraçando.
- Como você está? - Pergunto.
- Bem muito bem, logo, logo posso pegar sua guarda de volta, desculpa o papai meu amor. - Diz em lágrimas e me seguro para não chorar.
- Não precisa pedir desculpas. - Digo o abraçando forte.
- Está tão linda. - Diz.
- Eu vou no baile da escola, esse é meu namorado, Alexandre. - Digo mostrando ao meu pai.
- Olá. - Diz Alexandre.
- Oii. - Fala meu pai sorrindo.
- Esses são meus amigos, Lucas, Luis e Sara. - Digo e meu pai os cumprimenta. - Pai eu vou indo para o baile, mas durmo essa noite com
você. - Digo lhe dando um beijo na bochecha.
- Vai lá minha pequena, se
divirta. - Diz se despedindo.
Saiu da casa e deixamos os carros na garagem apenas com um carro.
Chegamos no baile e a escola continua igual, olho e volta e todos os alunos continuam os mesmo.
- Ahhhh. - Fala Letícia correndo em minha direção e me abraçando.
- Leeh. - Digo lhe apertando com força.
- Quem é você! E o que fez com a minha melhor amiga? Você está muito linda.
- E você? Meu deus, está maravilhosa.
- Sempre fui. - Diz rindo
- Esse são meus amigos, Luis, Sara e Lucas. E esse. - Digo segurando na mão de Alexandre. - É meu namorado.
- Mentiram - Grita. - Como arrumou um gato desse, com todo respeito.
- Um gato mesmo não. - Diz Alexandre
- Vem vamos entrar.
Entramos nos corredores da escola e começamos a caminhar.
- Lay, esqueci meu celular no carro. - Diz Alexandre.
- Vai lá pegar, podem indo. - Digo ao resto.
Alexandre volta ao carro e o resto vai para o salão do baile, encosto nos armários e fico esperando o Alexandre.
- Laylah? - Pergunta Matthew entrando no corredor.
- A mesma. - Respondo.
- Nossa, você ta tão linda. - Diz sorrindo. - Sempre foi linda, senti sua falta.
- Sentiu mesmo? Por que ainda me lembro no dia que me fez chorar. - Digo lhe encarando.
- Aquilo foi uma brincadeira.
- Ata, fazer alguém chorar tanto ao ponto de pensar em morrer é brincadeira! Você é ridículo, sempre foi, não sei por que era apaixonada por você. - Digo.
- Qual é? Não vamos guardar mágoa. - Diz pegando na minha mão.
- Algum problema aqui? - Fala Alexandre entrando no corredor.
- Nenhum AMOR. - Digo tirando a mão de Matthew da minha.
- Ótimo. - Fala Alexandre lhe medindo de cima a baixo.
- Vamos. - Digo pegando em sua mão e seguindo para o corretor do baile.
Entramos no salão principal e estava tudo muito lindo e fofo, a decoração era azul com branca.
Todos estavam com trajes bonitos e bem arrumados.
Sentamos em uma mesa, e nos acomodamos.
- Eu odeio bailes. - Diz Alexandre.
- Por que? - Pergunto.
- Por que ele teve que ir sozinho no baile da escola. - Fala Luis
- Mentira. - Digo rindo.
- Não e por isso. - Responde.
- É sim, ele pegou todas as meninas da escola, todas se revoltaram e resolverem não olhar na cara dele, teve que ir sozinho. - Diz Lucas rindo.
- Isso e pra lagar de ser galinha. - Digo apertando umas bochechas.
- Não sou galinha. - Diz dando os ombros.
- Risos pra você. - Fala Lucas.
- Vou ao banheiro. - Digo e me levanto.
Vou ao banheiro e retoco meu brilho, saiu do banheiro e esparro com Pamela.
- Laylah? É você mesmo? - Pergunta.
- Sim. - Respondo curta e grossa.
- Como você mudou. Qual é ta fazendo programa ta conseguir essas roupas boas? - Debocha.
- Garota cala sua boca antes que eu mete a mão na sua cara. - Digo e encarando.
- Olha ela ta corajosa. - Diz rindo.
Meu sangue ferve e iria pra cima dela se Alexandre não pegasse na minha mão.
- Amor, vamos dançar? - Pergunta.
- Quem é você? - Pergunta Pamela.
- O namorado dela. - Diz a encarando e me puxando.
Ela fica com uma cara de espanto, melhor vitória do dia.
- Por que não deixou eu dar uns murros na cara dela? - Pergunto colocando a mão sobre seu pescoço para dançarmos.
- Não é para chamar atenção. - Fala colocando a mão na minha cintura.
- Credo, nós tornamos um casal tão clichê. - Digo dançando com ele.
- Que se foda o clichê, vale a pena por você. - Diz e sorriu vermelha.
- Te amo. - Digo.
- Eu não, sou estou com você pra te iludir. - Diz rindo.
- Idiota. - Digo lhe dando um belisco.
- Eu também te amo. - Sorri olhando nos meus olhos.
Continuamos dançando em silêncio, até a música acabar.
- Posso chamar o Luis para dançar? - Pergunto.
- Chama quem você quiser. - Diz rindo. - Cada pergunta. - Diz me dando um beijo na bochecha.
- Ok. - Digo tirando meu braço e volta de su pescoço e indo até Luis.
- Quer dançar? - Pergunto sorrindo e erguendo a sombrancelha.
- Não tem um namorado pra isso? - Retruca.
- Ciúmes? - Pergunto.
- Talvez. - Diz dando os ombros.
- Vamos? - Insisti.
- Por que quer dançar comigo?
- Sempre sonhei em dançar no baile com meu primeiro namorado - Digo com um sorriso fofo.
- Então vamos dançar. - Diz estendendo a mão.
Pego em sua mão e vamos para a pista de dança.
Começamos a dançar.
- Está inquieto oque foi? - Pergunto.
- Ainda não acredito que me trocou por ele. - Diz se referindo a Alexandre.
- Eu não e troquei você por ele. - Digo lhe olhando nos olhos. - Você sempre será MEU. - Digo sorrindo. - E eu sempre serei sua. Estamos ligados para o resto da vida. Olha pra mim, eu sempre vou te amar, e nunca vou te esquecer, não se sinta trocado, relacionamentos nem sempre dão certo. Luis isso pode doer, eu gostei de você, e ainda amo, como pessoa, mas eu nunca realmente fui apaixonada por ti, eu gostei, gostei muito, mas
ele. - Digo olhando pra Alexandre. - Eu sou louca por ele, o olhar dele me completa, o sorriso dele me faz sorriso, a respiração dele me acalma.
- Ele também parece gostar de
você. - Diz com os olhos marejados.
- Eu posso estar enganada sobre ele, mas no momento, ele me faz feliz.
- Eu nunca vou desistir de você.
- E eu agradeço o resto da minha vida por isso. -Digo encostando a cabeça em seu ombro e apoiando.
Continuamos dançamos mais uma música em total silêncio.
- Vou sentar um pouco. - Fala Luis.
- Tudo bem. - Digo e ele vai sentar, Letícia vem em minha direção.
- Amiga, você nem parece você, na verdade não mudou muito, na verdade mudou sim, a sei lá não sei explicar. - Diz e começo a rir.
- Como andam as coisa aqui? - Pergunto.
- Quase iguais, além de mim ter ganhado a presidência do Grêmio. - Diz sorrindo.
- Nossa. - Digo surpresa. - Parabéns.
- Obrigado, mas e você? Como vai, e qual e a dos dois, que não tiram o olhos de você.
- Ale e meu namora, Luis e meu ex, e ele são irmão.
- Que piranha. - Diz me dando um tapa de leve.
- É complicado. - Digo rindo.
- Letícia. - Grita uma menina. - Tem um problema nas coisas.
- Amiga talvez eu demore, mas se divirta. - Diz e sai correndo.
- Ok.
Me encosto na parede e observo meus amigos sentados e rindo.
Minha cabeça estava doendo, acho que fiquei muito ansiosa para vir aqui e nem dormir.
Um vento bem gelado entra no salão e sinto muito frio, continuo uns minutos ali parada pesando quando alguém me chama tirando eu do transe.
- Princesa? - Diz Alexandre.
- Oi. - Digo piscando algumas vezes por estar com dor.
- Tudo bem? - Pergunta colocando a mão em meu pescoço.
- Sim.
- Esta com febre.
- Estou com frio isso sim. - Digo e ele tira seu casaco.
- Vem cá. - Diz colocando o casaco sobre mim.
- Obrigado. - Digo pegando em sua mão.
- Vamos embora? Você está cansada. - Diz.
- Mas estamos apenas em um carro, e todos parecem estar se divertindo. - Digo observando Luis, Lucas e Sara na pista de dança.
- Podemos caminhar. - Propôs.
- Você? Andando a pé. - Digo rindo.
- Não vejo problemas. - Rebate.
- Então vamos. - Concluo.
Nós nos despedimos do resto da turma e saimos da escola, e Pamela e Matthew estavam conversando.
- Odeio esse dois. - Digo saindo de mão dada com Alexandre.
- Deixa eu fazer uma coisa por você.
- Avontade. - Digo sorrindo.
Alexandre larga minha mão e vai até Matthew e lhe da um soco fazendo ir para trás e sangrando sua boca.
- Isso e por ja ter feito ela chorar.
- O que você está fazendo maluco? - Grita Pamela lhe dando tapas.
- Não toca do meu namorado
vadia. - Digo lhe dando um tapa na cara.
- Pra aprenderem a respeitar o próximo. - Diz Alexandre pegando em minha mão e saimos caminhando.
- Isso foi ilário. - Digo rindo.
- Sem dúvidas. - Diz Alexandre.
- Mas você também merecia uns socos.
- Eu? Por que?
- Você também ja me fez chorar.
- Que absudo, acho que tenho que pagar então. - Diz colocando a mão na minha cintura.
- Tem que pagar caro. - Digo olhando em seus olhos.
- Assim serve? - Diz me beijando.
Nos beijamos com intensidade e carinho, tudo aquilo parece um sonho e começa a chorar, chover forte na verdade uma grande tempestade.
- Beijo na chuva? Quando clichê. - Digo rindo.
- Eu to começando a me apaixonar pelo clichê. - Diz Me beijando de novo.
- Eii, não. - Digo rindo. - Ta chovendo muito.
- Você é de açúcar? - Diz fazendo cócegas nele.
- Aii, para. - Digo rindo.
- Nada disso. - Diz e caímos no chão.
- Agora minha roupa maravilhosa, do baile que era um sonho da 7° série está toda molhada. - Digo rindo.
- Quem liga pra roupa? Prefiro você sem. - Diz com um sorriso malicioso.
- Perverso. - Digo lhe dando um
tapa. - Agora levante pra me ajudar a levantar. - Digo e ele se levanta estendendo a mão.
- Vamos embora. - Diz colocando a mão na minha cintura.
- Me leva no colo. - Digo pulando em seu colo.
- Credo, sua gorda. - Diz rindo e me segurando.
- Vou dormir no seu colo, por que to cansava.
{...}
Atenção, sei que os capítulos estão melosos, e clichê, mas toda história tem um pouquinho de clichê, então espero que entendam.
Mas tbm está chegando ao fim, o último capítulo é o próximo, então pra que não tenha brechas soltas, se tiverem qualquer dúvida sobre algo que ocorreu por todo o livro perguntem, pois nossa jornada está chegando ao fim...
Saíram entre essa ou próxima semana.
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