01| only you.

Original story by the author: Fairlysimple123.

My voters, take a look at the original work.
Meus eleitores, dêem uma olhada na obra original. :)


- Aqui está sua comida. - Vegas jogou a comida que estava na sacola em direção ao ômega sentado no chão.

Pete franziu o nariz antes de empurrar a comida para longe. - Eu não quero comer. - disse, ajeitando as algemas em torno dos tornozelos.

O alfa franziu a testa. Ele se aproximou do ômega e puxou seu cabelo. - Você pediu comida. Não pense que só porque eu transei com você, vou deixá-lo ir! - Ele cuspiu no guarda-costas antes de jogar seu rosto para o lado e sair do lugar.

- Sociopata. - murmurou Pete enquanto abria hesitante a sacola plástica. O cheiro da comida imediatamente invadiu seu nariz, provocando uma onda de náusea. Ele correu para o banheiro e vomitou na pia.

Felizmente, as algemas eram longas o suficiente para alcançar a pia do banheiro. O ômega franziu a testa ao olhar para seu rosto pálido no espelho. As aparentes olheiras sob seus olhos, junto com alguns arranhões dos golpes de raiva de Vegas, refletiam claramente sua luta no último mês.

Nos últimos dias, a náusea foi bastante frequente pela manhã. Suas dores de cabeça estavam piores, além de que a comida normal que ele conseguia comer quase parecia intragável diante dele.

Então ele pensou sobre os acontecimentos anteriores, suas bochechas ficaram vermelhas ao se lembrar do dia em que o alfa o levou a um mundo diferente de prazer.

Espera!

Ele está esquecendo algo? Seus olhos se arregalaram. A última vez que verificou, o supressor que ele tomou há cerca de um mês só durava cerca de quatro semanas. Isso significa que seu corpo estava absolutamente fértil quando teve relações com o alfa naquela noite. Involuntariamente, o ômega colocou a mão contra seu abdômen inferior. Isso não pode ser.

Pete se agachou no chão frio do banheiro ao sentir uma onda de dor em seu estômago.

Não. Ele não pode estar...

Quando Pete descobriu sobre seu gênero secundário, teve que escondê-lo de seu pai alcoólatra, caso contrário, ele tinha certeza de que seria vendido para um homem velho por dinheiro. Ele sempre odiou ser um ômega. Um ômega que era visto como inferior na sociedade, aquele que gera filhos para seu alfa. Então ele decidiu treinar a si mesmo ao máximo de sua capacidade. Trabalhou duro para ganhar dinheiro e poder contratar um treinador de boxe. Felizmente, todo seu esforço valeu a pena quando foi contratado como guarda-costas da principal família Theerapanyakul, mas a que custo? Ele teve que esconder seu gênero secundário, já que o anúncio claramente dizia 'somente betas e alfas podem se candidatar'. Mas uma coisa é certa, Pete não se arrepende de ter aceitado esse trabalho.

Na verdade, esse trabalho lhe deu amigos como Porsche, Arm e Pol. Todos eles eram betas, mas ainda assim conseguiram formar um vínculo com ele. Todos o tratavam como uma família que ele talvez nunca tivesse imaginado. Então vem Vegas. Ele não odeia totalmente o alfa que literalmente o torturou. Ele entende que não é culpa dele, pois passou por um tipo de infância semelhante com seu pai horrível. A única diferença é que Vegas escolheu seguir as demandas de seu pai, mas Pete não. Essa é uma das razões pelas quais ele não tem ninguém a quem possa chamar de família além de sua velha avó.

Isso era uma coisa ridícula, como iria carregar o filho de Vegas enquanto não pode aceitar seu próprio gênero. Pete desabou no chão enquanto a dor em seu abdômen começava a piorar. Ele não sabe quanto tempo passou deitado no chão do banheiro, mas a dor não estava melhorando. Talvez ele já tivesse falhado como pai. Ele fechou os olhos lentamente antes de sentir-se sendo levantado do chão frio.


Vegas entrou na sala em seu esconderijo, sem encontrar Pete em lugar algum. Ele entrou em pânico ao ver Pete deitado no chão do banheiro, se contorcendo de dor.

- Hey Pete - o alfa deu tapinhas nas bochechas do outro garoto tentando acordá-lo. Ele o levantou, levando-o para a cama.

Vegas chamou seu médico de confiança, que chegou depois de algumas horas, já que o esconderijo estava localizado nos subúrbios de Bangkok. O alfa não deixou o lado do ômega nem por um momento. Ele colocou a cabeça de Pete em seu colo e acariciou sua cabeça para aliviar a dor.

[...]

O médico verificou a condição de Pete, que ele suspeita poder ser devido à falta de nutrição e descanso. Ele tirou uma amostra de sangue do ômega para confirmar qualquer diagnóstico e prescreveu alguns medicamentos que poderiam aliviar a dor do menino.

Depois de acompanhar o médico, Vegas foi imediatamente para a cozinha preparar comida para o ômega. Alimentos que ele gostava antes de acordar.

Pete abriu os olhos lentamente, notando que não havia correntes em volta dos tornozelos. Seu corpo estava cheio de dor enquanto ele se levantava da cama. Ele estava curioso para saber por que não havia algemas e correntes.

O ômega olhou ao redor e viu um prato cheio de sua comida favorita na pequena mesa. Seu estômago roncou de fome, então ele assumiu que Vegas tinha preparado aquilo e imediatamente devorou o curry verde com arroz.

Depois de terminar a comida, ele se dirigiu para a porta e notou que ela estava aberta. Talvez essa fosse sua chance de escapar do inferno.

Ele saiu lentamente do quarto e a casa parecia vazia. Como Vegas poderia cometer um erro desses? Ele costumava ser muito bom nisso. Mas quem se importa, essa era sua chance de escapar da prisão, então o ômega correu rapidamente para fora e percebeu que a porta principal estava na verdade trancada. Estúpido dele pensar que Vegas deixaria aquilo aberto também. Mas ele tem uma ideia.

Vegas terminou de preparar a comida para Pete, servindo-a felizmente no prato. De repente, seu telefone começou a tocar. Era seu pai.

- Seu desgraçado! Venha logo, seu noivo está gravemente ferido! - Gun gritou assim que atendeu o telefone. Aparentemente, Tawan conseguiu se ferir enquanto procurava desesperadamente por Vegas.

O pai de Tawan não está feliz com o fato de Vegas não estar lá quando é a razão pela qual seu filho se machucou. O beta está obcecado por Vegas, até persuadindo seu rico pai a fazer de Vegas seu marido ou ele cometerá suicídio. Gun viu a oportunidade e imediatamente arranjou o casamento deles. Outra família em suas mãos para derrotar a família principal.

- Venha aqui agora ou você sofrerá as consequências junto com seu irmão! - Vegas arregalou os olhos ao ouvir sobre Macau.

- Estarei aí pai. Me dê algumas horas, estou bastante longe do centro de Bangkok por causa de alguns negócios. - Gun o ameaçou para chegar lá em duas horas ou ele trancarar Macau no porão onde sua mãe se matou na frente deles quando tinham cinco e oito anos. O pobre garoto ainda tem trauma até hoje e grita de agonia sempre que é trancado naquele quarto por seu pai.

Vegas deixou o prato de comida no quarto de Pete. Ele viu o rosto inocente do omega e não resistiu em dar-lhe um beijo na testa e nos lábios pálidos. Por alguma razão, o rosto adormecido do ômega lhe lembra o da mãe dele.

Ele saiu do local às pressas sem perceber as algemas e correntes que esqueceu de colocar nos tornozelos e pulsos de Pete.

Ele foi recebido com um tapa forte em sua bochecha por seu pai, que estava furioso. Macau, que estava no canto, imediatamente correu em direção ao seu irmão, apoiando seu ombro enquanto o mais velho caía no chão.

- O Acharya estava realmente irritado com o que você fez com o filho dele! - Ele gritou, fazendo Macau franzir o cenho.

- Me desculpe, pai. - Vegas pediu desculpas ao notar o rosto em pânico de seu irmão, querendo acalmar a situação antes que escalasse.

- Somos sortudos que aquela vadia seja obcecada por você, então mesmo que o Acharya não goste do seu comportamento, ele terá que lidar com você por causa do filho dele. É melhor você impressioná-lo bem, seu inútil! - Gun cuspiu no filho antes de sair do local.

- Você está bem, Hia? - Vegas olhou para seu irmão mais novo, abraçando-o enquanto ele assentia em seu ombro.

[...]

Pete finalmente chegou à casa da família principal depois de caminhar por horas e finalmente encontrar um carro aleatório que o levou ao seu destino. Tankhun, que pensava que ele estava morto, ficou mais do que encantado ao ver seu guarda-costas de volta. Seus amigos também ficaram muito felizes e o abraçaram assim que o viram.

Ô omega descobriu que Kinn e Porsche estão agora juntos e ficou feliz por seu amigo.

- Foi o Vegas, não foi? - Porsche notou algumas mudanças em Pete depois de alguns dias de chegada. Apesar de ser um beta, ele meio que adivinhou o gênero secundário de Pete quando viu frascos de supressores no banheiro compartilhado deles, mas não queria deixá-lo desconfortável, então ficou quieto. - Você tem se sentido muito cansado e deprimido nos últimos dias.

Pete suspirou enquanto abria os dois primeiros botões de sua camisa.
- Porsche, por favor, não conte a ninguém sobre isso. Especialmente ao Sr. Kinn - o beta se aproximou de seu amigo e acariciou seus ombros.

- Você parece horrível, amigo. Tente melhorar essa cara ou vão fazer perguntas. - Pete assentiu.

Já faz uma semana desde que Pete escapou da casa segura de Vegas.
O alfa visitou o local depois e descobriu que não havia ninguém o esperando naquela casa. Ele ainda se lembra do dia em que percebeu seu erro e rapidamente dirigiu-se ao local. Mas ele chegou tarde demais.

Pete o deixou. Assim como todos.

Ele estava devastado e quebrado. Ele não sabe por que se sente assim em relação ao ômega, mas aqui estava ele comendo a comida favorita de Pete e chorando como o idiota estúpido que é.

- Por favor... volte Pete.

[...]

- Vamos, Pete! Tome uma bebida! - Tankhun ofereceu a Pete um shot de coquetel, mas o ômega recusou.

Ele ainda não sabe sobre sua condição. Ele poderia estar grávido, colocando o bebê em risco, mas não teve chance de ir a um hospital particular. Ele não poderia ir à clínica no prédio Theerapanyakul, pois os médicos trabalham para a família e informariam tudo ao chefe.

Já se passaram duas semanas desde que ele escapou de Vegas e tem sido horrível para ele. Ele se sente exausto e cansado. Felizmente, Porsche estava lá para cobri-lo. Eles estavam ao bar de Yok, onde Porsche costumava trabalhar. O beta forçou todos a se juntarem a ele para uma bebida depois de realizarem uma mini missão.

- Khun, deixe-o em paz! Vamos nos divertir - disse o Porsche, envolvendo o braço ao redor do pescoço de Tankhun e arrastando-o para o meio, onde os dançarinos do bar estavam dançando. Depois de alguns minutos, o beta voltou e começou a forçar Pete a beber álcool. Porsche tentou segurá-lo, mas Tankhun era muito teimoso.

- Peteeee! Beba agora! É uma ordem do seu chefe! - Pete hesitante pegou a bebida e estava prestes a levá-la à boca quando de repente alguém agarrou seu pulso e arrancou o copo de sua mão. Vegas pegou o shot e sorriu divertido para Tankhun enquanto o beta o olhava furioso.

- Por que você está aqui, monstro!? - Tankhun avançou contra ele, mas o alfa desviou e Tankhun caiu no sofá. Arm e Pol correram rapidamente para ajudar seu chefe enquanto Pete olhava para Vegas incrédulo.

- Por quê? Não pode? Você é dono deste bar? - Vegas sentou-se no sofá. Ele olhou para Pete, que estava mexendo nas mãos, claramente nervoso. O ômega estava se sentindo muito desconfortável com o alfa perto dele. Ele conseguiu se desculpar e ir para o banheiro. Vegas olhou para Porsche, que também o estava encarando. O alfa acenou com a cabeça antes de se levantar e seguir Pete. Todos os outros estavam bêbados demais para notar sua saída, pelo que ele estava mais do que agradecido. Pete se encostou na pia e lavou o rosto. Ele estava suando por todo o corpo e todos os diferentes feromônios de alfa no bar o estavam deixando tonto. Ele ouviu alguém entrar no banheiro, mas não se importou em se virar. Em vez disso, pegou alguns lenços para limpar o rosto. Pete foi surpreendido por uma mão quente ao redor de seu pulso. Vegas o puxou rudemente e o arrastou para o estacionamento pela porta dos fundos do bar. Assim que Pete ficou livre, ele tirou sua arma do coldre, apontando-a para o alfa.

- O que mais você quer de mim? - Ele perguntou com uma voz calma, o que surpreendeu Vegas.

O alfa notou as mãos trêmulas do guarda-costas e sorriu levemente.

- Você. - disse ele enquanto se aproximava do ômega.

- Não... Não se aproxime - Pete dizia, mas Vegas continuou andando até a ponta da arma estar apontada para o seu peito.

- Por favor, Pete... - disse ele em um tom suplicante.

O ômega olhou para ele confuso. - Eu vou atirar -disse ele, pressionando a arma contra Vegas.

O alfa olhou para ele incrédulo. -Você realmente quer isso, hein? Ok, atire em mim, Pete - lágrimas começaram a escorrer dos olhos do ômega.

- Shoot me! - Vegas gritou. Pete deixou a arma cair no chão enquanto começava a chorar incontrolavelmente.

- Eu não posso - Pete engasgou.

- E eu sei por quê - a postura fria que ele manteve por todos esses anos desmoronou na frente do ômega por quem ele estava apaixonado.

- Sinto muito, Pete. - Vegas encostou sua testa na de Pete enquanto ambos choravam de dor.

O alfa deslizou suas mãos até o abdômen de Pete, assustando o ômega. Ele olhou para encontrar os olhos suaves e amorosos de Vegas. Pete empurrou Vegas para longe enquanto começava a entrar em pânico. Ele sentiu que não conseguia respirar enquanto segurava o peito. O alfa rapidamente se aproximou, segurando-o em seus braços.

- Ei, Pete, olhe para mim. - O ômega tentou empurrá-lo, mas estava fraco demais para isso.

- Por favor, Pete, respire fundo. - Vegas estava respirando ritmicamente e o ômega seguiu suas instruções. Após alguns minutos, Pete relaxou nos braços do alfa enquanto inalava os feromônios sutis de Vegas. O alfa se inclinou para beijar a cabeça do ômega. Os olhos de Pete imediatamente se encheram de lágrimas quando encontraram os de Vegas.

- Apenas me deixe em paz, Vegas - ele segurou o rosto do alfa. - Por favor - o alfa balançou a cabeça enquanto abraçava Pete firmemente, puxando-o contra seu peito.

- Me dê uma chance, Pete, eu prometo que vou fazer tudo certo dessa fez... Por favor, eu imploro - o ômega se afastou, balançando a cabeça.

- Vá embora, Vegas. - quando Pete se virou para sair, ouviu um som atrás dele.

O alfa estava ajoelhado na frente de Pete, implorando. - Por favor, Pete, eu sei que errei, mas prometo fazer tudo certo. Eu vou proteger você e nosso filhote. Por favor, não me deixe. Eu imploro, Pete, eu te amo. - o ômega ficou chocado com a mudança de atitude de Vegas. Ele nunca pensou que o veria implorar na frente de alguém, nem mesmo de seu pai. E ainda assim, ele estava ali na frente dele, implorando para que ficasse ao seu lado. Pete não se atreveu a se mover de sua posição.

- Eu sei que falhei em proteger meu próprio irmão. Eu sou péssimo em qualquer relacionamento, para ser honesto, mas quero ser mais egoísta desta vez. Eu quero poder proteger você e nosso filhote como um verdadeiro alfa. Por favor, eu... Eu não terei propósito na minha vida se você me deixar. - ele soluçou incontrolavelmente, com a cabeça voltada para o chão. Pete não pôde deixar de ajoelhar-se e confortar o alfa enquanto o abraçava apertado.

- Você sempre protegeu Macau. Você é um bom irmão para ele. - O ômega disse enquanto algumas lágrimas escorriam pelo seu rosto.

- Sinto muito, Pete - Vegas o abraçou apertado. - Eu não vou deixar meu pai machucar vocês dois. - eles se separaram do abraço e beijaram os lábios um do outro. Foi lento e gentil, algo que Pete nunca esperaria de Vegas, que gosta de tudo intenso.

- Você já tem Macau para cuidar. Eu não quero te sobrecarregar com outra coisa para proteger quando você nem tem controle sobre suas próprias ações. - Pete encostou suas testas juntas enquanto acariciava as bochechas do alfa.

- Eu quero tirá-lo do caminho, Pete. Se ele descobrir sobre você, ele... Ele não vai deixar você em paz. Ele já fez dano suficiente a mim e a Macau. Isso é o suficiente. - o alfa beijou as bochechas do ômega enquanto descansava a mão contra seu abdômen inferior. - Eu não vou deixá-lo machucar você. Eu prometo.

Pete suspirou. - Não prometa algo que não está sob seu controle.

Vegas balançou a cabeça. - Desta vez vai estar... Vou pedir a ajuda de Kinn. Porsche sabe sobre a sua gravidez e está disposto a ajudar. Tenho certeza de que Kinn gostaria que a família menor e a principal trabalhassem juntas no futuro.

- Você tem certeza disso? Quero dizer, você não precisa matar seu pai. - Pete segurou a mão de Vegas que estava contra sua barriga. - Eu posso me proteger... Eu não sou tão fraco quanto você pensa. - o alfa segurou seu rosto antes de beijar seu nariz.

- Você não sabe do que ele é capaz, Pete. Esta é provavelmente a única opção para mantê-lo fora de perigo, além disso, eu preciso sair deste relacionamento falso com Tawan - Pete ficou tenso ao ouvir o nome. O ciúme era muito visível em seus olhos. Vegas sorriu ao ver o ciúme evidente nos olhos de Pete antes de dar um beijo leve nos lábios do ômega.

- Eu te amo, Pete.

[...]

Vegas orientou Pete a ficar com a família principal enquanto ele resolvia alguns assuntos. Hoje, Vegas teve uma reunião com Kinn, com a ajuda de Porsche. Eles se encontraram em uma sala privada de um bar pertencente à família Theerapanyakul. Os guarda-costas estavam a uma distância que permitia vigilância, mas não consiga ouvir.

- Por que me chamou aqui, Vegas? - Kinn perguntou, tomando um gole de vinho.

- Kinn. Vamos começar por aí. - respondeu Vegas, sinalizando para Nop, que se aproximou com um arquivo. - Aqui está sua resposta.

Kinn abriu o arquivo, encontrando detalhes dos planos de Gun para destruir a família principal, além das famílias e gangsters envolvidos. Havia evidências claras de traição, incluindo a morte de Korn, planejada por Gun Theerapanyakul, que subornou o médico para drogar seu próprio irmão até a morte. Vegas observou Kinn cerrando os punhos enquanto lia.

- Vou direto ao ponto: quero sua ajuda para matar meu pai. - Kinn franziu a testa.

- Por que eu deveria ajudá-lo? - Kinn pergunta.

Vegas sorriu. - Tudo o que aconteceu entre nossos pais foi devido à desigualdade na herança familiar. Sei que seu pai queria que as famílias principal e secundária trabalhassem juntas, mas meu pai era ganancioso por poder, enquanto o seu era disciplinado, criando tensão entre as duas famílias. Você sabe quanto risco meu pai representa para você, incluindo aqueles próximos a você. - Vegas fez uma pausa, lembrando de Pete e Macau. - É melhor se livrar dele agora, antes que se torne invencível.

Kinn pareceu confuso. - Quer se livrar dele para proteger alguém e se tornar o chefe de uma família menor?

Vegas sorriu, tomando um gole de vinho. - Sim! Você é mais esperto do que pensei. - disse Vegas, enquanto Kinn revirava os olhos.

- Não brinque comigo, Vegas.

Vegas sorri. - Não estou brincando. Quero que trabalhemos juntos nisso.

- E como garante que não nos trairá? - Kinn se inclinou para frente no sofá.

- Livrar-se dele é a única maneira de proteger o pouco que tenho, não quero perder mais ninguém. - Vegas afirma com uma dor evidente na fala.

Kinn viu sinceridade e desespero nos olhos de Vegas, lembrando-se de Porsche sendo baleado em uma missão. Apesar de odiar a ideia, Vegas esperava convencer Kinn a ajudar a executar o plano de vingança pela morte de seu pai.

- Vamos ajudar. O que devo fazer? - Vegas explicou seus planos para destruir seu pai.

As evidências contra Gun permitiriam que Kinn declarasse guerra a segunda família com o apoio de outras famílias que detestavam traidores. A família principal anunciaria guerra contra a menor, com Kinn encarregado de matar Gun. Ultimatos seriam enviados antes do dia da guerra, e Vegas se juntaria secretamente à família principal.

- Quero que faça uma coisa. - disse Vegas.

- O que? - Kinn perguntou, franzindo a testa.

-Macau e... a segurança de Pete. - Kinn ficou confuso.

- Pete?

- Não o envolva nesta guerra. Ele está grávido do meu filho.

Kinn arregalou os olhos. - O quê?!

- Pete é um ômega. Porsche também sabe. Ele não foi à casa dos avós quando desapareceu. Um dos meus guarda-costas o pegou quando você o mandou buscar informações sobre mim... Foi quando descobri que ele é um ômega. - explicou Vegas, deixando Kinn incrédulo e culpado por não ter percebido o desaparecimento de Pete.

- Agora que ele está grávido, a segurança dele e do bebê é minha prioridade. - disse Vegas, com olhos brilhantes de amor, para a diversão de Kinn.

- Pete é meu guarda-costas... - disse Kinn, mas Vegas insistiu. - ... Mas agora ele carrega um herdeiro Theerapanyakul. É minha responsabilidade mantê-lo seguro."

- Obrigado, Kinn. - murmurou Vegas. Kinn assentiu e saiu do local.

[...]

Tudo estava pronto para atacar a família menor. Vegas chegou à mansão da família principal com Macau, deixando-o sob a proteção prometida por Kinn. O alfa queria ver Pete antes de partir e se preparar para a guerra, mas o ômega estava desaparecido. Vegas só podia esperar sobreviver para viver uma vida feliz com Pete e seu futuro filho. Ele sorriu ao pensar em marcar Pete como seu companheiro.

Enquanto isso, Pete foi chamado ao escritório de Kinn. Nervoso, ele imaginou que o chefe alfa sabia que ele era um ômega e possivelmente que estava grávido, dependendo do quanto Vegas havia revelado.

- Sente-se, por favor. - disse Kinn, acenando para Pete.

- Sim, Khun Kinn, como posso ajudá-lo?

-Você não vai conosco. - declarou Kinn diretamente.

- Desculpe, mas posso perguntar por quê? - Pete olhou para baixo, mexendo os dedos.

Kinn limpou a garganta. - Vegas me contou sobre você... sobre você estar grávido do filho dele. - disse Kinn, e o rosto de Pete ficou vermelho de vergonha.

- Eu... eu não queria trair a família principal. - Pete se curvou, sua testa quase tocando a mesa.

- Para ser honesto, foi minha culpa. Eu deveria ter verificado você depois da missão. - Kinn parecia culpado.

- Não se preocupe, Sr. kinn. Estou feliz em servi-lo. - Pete ergueu os olhos e sorriu para Kinn.

- Você está gerando um Theerapanyakul, é minha responsabilidade garantir sua segurança. Além disso, prometi a Vegas que não envolveria você nesta guerra. - O chefe da família principal acariciou a testa, sentindo o estresse.

- Mas... ainda sou capaz, Sr. Kinn. - Pete parecia desapontado por não poder se juntar aos amigos. Lutar e manejar armas sempre o emocionaram.

- Não, Pete, essa é minha ordem. Mas você ainda pode ajudar. Quero que fique com Arm e me informe sobre qualquer ameaça repentina. - Pete baixou a cabeça, pronto para sair.

- Pete, Vegas quer vê-lo antes da guerra começar. Ele está aqui para deixar Macau. Vá para seu quarto e eu o mandarei para lá. - Pete assentiu e deixou o local.

[...]

Pete estava nervoso, mexendo na barra da camisa quando ouviu a porta se abrir.

- Pete? - Ele viu Vegas entrar sorrindo, carregando uma sacola plástica.

- Por que você disse a o Sr. Kinn para não me envolver nisso? - Pete questionou diretamente, levantando-se um pouco irritado.

Vegas colocou a sacola na cama e segurou o rosto de Pete. - Pete, sei o quanto você gosta de lutar e atirar, mas você não está mais sozinho. - Vegas deslizou a mão pela barriga de Pete, suavizando o olhar.

- Há uma combinação de nós crescendo aqui. Precisamos cuidar dele também. - disse Vegas, enquanto algumas lágrimas caíam pelo rosto de Pete.

- Prometa que você voltará em segurança. - Pete pediu, e Vegas beijou seus olhos e testa.

- Eu tenho muito desejo a realizar graças a você. - disse Vegas.

Pete descansou a cabeça no peito do alfa. - Marque-me então. - murmurou Pete.

- O quê? Querido? - Vegas perguntou, confuso.

- Marque-me, Vegas. Quero sua marca. Sempre odiei a ideia de me relacionar com alguém, principalmente com um alfa, mas agora não quero nada além de sua marca. Por favor, Vegas, não quero perder você. - Pete implorou. Vegas o beijou suavemente, entrelaçando suas mãos.

- Oh amor, por mais que eu queira fazer você meu para sempre, está tudo tão bagunçado agora. Vou te marcar, mas não assim. Prometo, farei isso quando tudo estiver resolvido, quando você conseguir pensar com clareza e não estiver paranoico por causa do conflito. - disse Vegas, beijando a testa de Pete.

- Eu te amo. - sussurrou o alfa antes de deixar o ômega na sala.

[...]

Tiros ecoavam enquanto Vegas avançava pelo corredor em direção ao escritório de seu pai, acompanhado por Kinn. Seu pai já devia saber de sua aliança com a família principal e estar furioso, mas Vegas estava tranquilo sabendo que seus entes queridos estavam protegidos.

Ele abria caminho pelo corredor, eliminando qualquer resistência. Seus guarda-costas leais estavam prontos para lutar contra Gun, embora alguns ainda permanecessem leais ao pai.

Ao se aproximar do escritório, Vegas se lembrou da promessa que fez ao Macau e Pete. Ele precisava acabar com aquilo por eles e por sua própria sanidade. Não havia volta, especialmente após vazar informações para Kinn.

Kinn colocou a mão no ombro de Vegas, sinalizando para ele enquanto chutavam a porta. Já haviam neutralizado os guarda-costas do escritório.

- Bem-vindo, filho. - Gun disse, de costas para os alfas, rindo.

- Oh, meu sobrinho também está aqui. Que visão. - ele zombou, virando a cadeira para encará-los.

- Vocês fizeram o que eu e meu irmão nunca conseguimos: trabalhar juntos.

- Você sempre teve inveja do pai. - Kinn respondeu firme. Ele viu a expressão de Gun se contorcer ao ouvir a verdade.

- Você traiu seu próprio irmão pelo poder e agora seu próprio sangue está pronto para acabar com sua tirania. - Gun cerrou os punhos e a mandíbula, mas logo começou a rir.

- Oh, Vegas, você é uma decepção. Mas não se preocupe, não vou decepcioná-lo. Serei o pior pai que você já imaginou. - disse Gun, levantando-se e caminhando em direção a uma cláusula secreta. Kinn e Vegas apontaram suas armas para ele.

- Não há como escapar, pai! - Vegas gritou, as mãos tremendo. Gun abriu a porta secreta e um pequeno corpo caiu no chão. Vegas largou sua arma e caiu de joelhos. Havia sangue ao redor do corpo inconsciente, e o alfa entrou em pânico.

- Pa... Pai, por favor, ele não. - Vegas implorou, enquanto Kinn mantinha sua arma firme.

- Todo esse jogo por ele, hein? Olhe para ele agora. Você achou que poderia protegê-lo de mim?
- Gun apontou a arma para o abdômen de Pete.

- Você começou isso, mas eu vou terminar. - Gun riu, puxando o cabelo de Pete, ainda inconsciente.

- Pai, por favor, recue. Casarei com Tawan. Farei tudo o que você quiser, mas não machuque Pete. - Vegas implorou, falhando novamente.

- Não faz sentido agora. Você já me humilhou ao se unir à família principal. Agora ele sofrerá as consequências - Gun chutou a barriga de Pete.
Vegas correu em direção ao ômega, mas foi contido por guarda-costas. Pete tossia sangue, ainda inconsciente. Kinn disparava contra os atacantes, tentando protegê-los. Gun finalmente parou de chutar Pete e se aproximou de Vegas.

- Seu garoto estúpido. - ele puxou o cabelo do filho, dando-lhe um tapa forte. Vegas só podia olhar para seu ômega no chão.

- Olhe para mim! - Gun o forçou a encará-lo.

- Você pensou que poderia derrotar seu pai. Seu alfa idiota. -ele riu, apontando uma arma para a cabeça de Vegas.

- Você não tem utilidade agora. É melhor você seguir sua mãe inútil. - Gun apertou o gatilho e...

O aperto em torno dos braços de Vegas de repente diminuiu quando os dois guarda-costas caíram no chão. O corpo de seu pai seguiu os guarda-costas, morto instantaneamente quando a bala perfurou seu crânio e atingiu o cérebro. Pete largou a arma que segurava, limpando o estômago com força e estremecendo de dor.

- Pete! - Vegas correu para seu amante, segurando-o nos braços.

- Querido, Pete, mantenha os olhos abertos, por favor. Por favor, Pete - Kinn veio correndo até o casal, colocando a mão no ombro de Vegas.

- Vegas, precisamos levar Pete ao hospital. Vou informar a todos que o tio está morto e parar a guerra. A Porsche para preparar o carro. - disse Kinn. Vegas assentiu enquanto levantava Pete em estilo nupcial.

- Ve... Por favor, salve o bebê. - o ômega gemeu de dor, escondendo o rosto no pescoço do alfa e inalando seu cheiro amadeirado.

- Sim, querido, nada vai acontecer. Por favor, aguente firme. - disse Vegas, com lágrimas caindo de seus olhos enquanto corria em direção à porta dos fundos, onde Porsche estava pronto com um carro. Ele sentiu o ômega ficar mole em seus braços, o peso da situação se tornando mais real e desesperador.

[...]

Todos esperavam do lado de fora da unidade de terapia intensiva do hospital financiado por Theerapanyakul. O alfa ainda tremia com o incidente quando Macau deu um tapinha em seu ombro, tentando aliviar sua dor. Tudo estava dolorosamente silencioso quando a porta se abriu e um médico saiu. O alfa correu rapidamente em direção ao médico, na esperança de ouvir algumas coisas positivas sobre a saúde do seu ômega.

- Felizmente, tanto a mãe quanto o feto sobreviveram apesar das graves lesões nos órgãos internos. Talvez porque o bebê ainda seja muito pequeno, mas o paciente ainda precisa de transfusão de sangue porque perdeu muito sangue, enfermaria, onde examinaremos melhor a condição do bebê. - O médico deu um tapinha no ombro do alfa.

- Quando podemos conhecê-lo? - Perguntou Tankhun, que parecia horrível de tanto chorar por horas.

- Vocês poderão conhecê-lo assim que o transferirmos para uma sala VIP. - O médico se afastou deixando a família aliviada.

Kinn estava ocupado conversando com Arm ao telefone quando se aproximou do alfa.

- Os guarda-costas que se infiltraram na mansão principal da família e sequestraram Pete são capturados por Arm. Ele é enviado para o porão para que você decida o que fazer com ele. - Os olhos de Vegas escureceram com a informação. Ele cerrou o punho enquanto se levantava da cadeira mental.

- Você vai encontrar Pete primeiro, vamos esperar lá fora. - Kinn deu um tapinha em seu ombro recebendo um aceno do alfa.

Vegas foi recebido pelo corpo inconsciente de seu ômega. Seu rosto parecia pálido, enquanto seus lábios ainda eram carnudos e vermelhos. Apesar de todas as bandagens em volta da cabeça e dos membros, ele estava tão bonito quanto antes.

O alfa caminhou em direção à cama e se acomodou ao lado de Pete. O quarto era bastante grande, juntamente com uma cama king-size no meio. Quatro pessoas podem se espremer confortavelmente na cama.

- Sinto muito por não ter conseguido te proteger. - poucas lágrimas caíram na mão do Omega. Vegas se abaixou para beijar a testa de seu amante. Seus olhos pousaram na barriga lisa de seu parceiro. Havia um fio conectado da barriga a uma máquina, mostrando claramente a frequência cardíaca do bebê, que o médico disse estar fraca no momento.

Vegas colocou a palma da mão contra a barriga do ômega enquanto o acariciava suavemente. - Fique bom logo, pequenino, e não incomode muito seu pai. - o alfa beijou a barriga de seu companheiro e terminou na testa antes de sair.

[...]

- Por favor, não faça isso! - O homem implorou enquanto Vegas cortava suas bochechas, dolorosamente lento.

-Você se atreveu a tocar no meu ômega? - Outra faca foi perfurada na coxa do homem, enquanto o beta ficava gritando e se debatendo no chão.

O alfa estava coberto de respingos de sangue enquanto torturava habilmente o homem que colocou seu ômega na mão de Gun.

- Você colocou a vida do meu ômega e filho em perigo, nada mais justo do que o mesmo para você. - Vegas riu enquanto mostrava ao beta sua única filha de cerca de dez anos na tela.

- Não, não, por favor, me perdoe. Poupe minha filha, por favor. - implorou o homem beta enquanto segurava as pernas de Vegas, implorando.

- Eu poupo a vida dela, mas só se você me dizer para quem realmente trabalha. Eu sei que não é meu falecido pai com certeza. - Vegas usou o bisturi para descascar a pele do homem. O beta gritou de dor, implorando para que parasse.

- Um dos meus homens está seguindo sua família. Eu só tenho que dizer sim e bang! - O alfa riu enquanto inseria ainda mais o objeto pontiagudo no rosto do homem.

- Não, por favor. Por favor, não os machuque, eu... eu vou te dizer quem é. - Vegas sorriu antes de remover o objeto pontiagudo do rosto do homem.

- Eu trabalho para a família Thallayyan. Se...nhor Tawan me disse para trazer seu ômega para Sr. Gun. - Vegas apertou o punho enquanto cortava a garganta do homem, danificando seu sistema circulatório enquanto o corpo tremia de dor antes de desabar no frio chão.

- Limpe tudo. - O alfa enxugou as mãos com uma toalha. Ele precisa tomar banho antes de ir para o hospital novamente. Antes de sair do porão, ele informou a Nop para ficar de olho no maluco beta.

Quando Vegas chegou ao hospital, ele se deparou com alguns dos principais guarda-costas da família impedindo um homem de entrar no hospital. Ao analisar a situação, percebeu que o homem não era outro senão seu ex-noivo.

- Vegas!! !- O alfa deu um soco no rosto de Tawan, que agora estava rastejando no chão.

- Como você ousa tocar no meu Pete!? - Vegas começou a dar mais socos no homem caído no chão enquanto alguns dos guarda-costas de Tawan vinham segurar o alfa.

As armas começaram a disparar enquanto as pessoas gritavam no local. Depois de bater em todos os guarda-costas, Vegas disse a seus guarda-costas para levarem Tawan para o porão.

- Vegas, querido, mas você disse que me ama. De onde veio aquela vadia? - O alfa não conseguiu conter a raiva quando deu outro soco no homem.

- Não se atreva a dizer nada sobre meu ômega! - Tawan arregalou os olhos enquanto algumas lágrimas escorriam por seu rosto.

- Seu ômega? - Ele cerrou o punho ao alcance.

- Você pensou que eu te amava o tempo todo, mas era você quem estava implorando por mim para o seu maldito pai. - Vegas riu histericamente antes de se aproximar do beta mais uma vez.

- Pete é meu companheiro e está carregando meu herdeiro. A prova do nosso amor. - Ele deu um tapa no homem antes de informar aos guarda-costas para levá-lo embora

[...]

Já se passaram três meses desde a guerra. Pete entrou no segundo trimestre de sua gravidez enquanto a família menor se mudou para o complexo principal, pois a antiga mansão foi destruída durante o conflito. O alfa, com o coração pesado, concordou com a mudança, pois Kinn disse que seria melhor para Pete e Macau ficarem em segurança, cercados por mais pessoas e guarda-costas.

Macau ainda estava tentando lidar com a perda do pai, então ele já faz terapia há algum tempo. O jovem alfa gosta de passar o tempo com o ômega de seu irmão, especialmente aproveitando seus desejos de gravidez.

- Este é o pior! - Macau cuspiu o que estava na boca, olhando para Pete, que saboreava sua manteiga de amendoim com peixe.

-É o melhor! - Pete cantarolou, dando outra mordida. Todos na mesa de jantar olharam para ele com nojo enquanto continuavam suas próprias refeições.

- Pete, isso realmente parece nojento. Vai incomodar seu estômago. - disse Vegas, puxando o prato que o ômega estava comendo e colocando uma canja de galinha em seu lugar. Pete choramingou, pegando o prato de volta.

- Nosso filho quer! Você gostaria de comer algo assim? - O ômega lançou um olhar intenso ao alfa antes de continuar a comer.

A barriga de Pete começava a aparecer, então ele começou a usar camisas largas que pertenciam ao alfa, é claro.

O médico disse que ele poderia começar a sentir os movimentos do bebê por volta dos quatro ou cinco meses. Ele colocou a mão na barriga e sorriu, imaginando como seria o rosto do seu filhote. Esperava que herdasse as belas características faciais de Vegas. Seu cheiro também mudou para o de Vegas, apesar de não ter sido marcado por ele.

A porta se abriu quando o alfa entrou na sala carregando um saco plástico com seu arroz de manga favorito. Vegas se aproximou do ômega e beijou sua cabeça antes de ir ao banheiro tomar banho. Quando o alfa saiu do banheiro, apenas com uma toalha enrolada na cintura e enxugando o cabelo com outra, viu a cena mais linda à sua frente. O ômega vestia apenas uma camisa enorme, sem calça, enquanto seu rosto estava coberto de manga e grãos de arroz.

Vegas se aproximou do sofá e imediatamente prendeu seus lábios aos do ômega, lambendo todo o arroz de seu rosto enquanto segurava seu pescoço e cintura para se apoiar. O beijo foi quente e desesperado, já que não tinham feito nenhuma atividade sexual desde o incidente de Pete. A mão do alfa desceu até as nádegas de Pete, apertando-as brutalmente enquanto o ômega gemia dentro de sua boca.

- Hmm. - o ômega tentou empurrar o alfa, mas esse era muito forte. Vegas carregou Pete em estilo nupcial em direção à cama compartilhada, colocando-o cuidadosamente no colchão macio.

- Já faz muito tempo, querido. Por favor, deixe-me ficar com você hoje. - O alfa sussurrou contra os lábios do ômega. Pete segurou a nuca de Vegas e puxou-o para um beijo como resposta.

Sons de lambida e sucção ecoaram pela sala enquanto o alfa enfiava a língua na boca do ômega. Suas línguas se entrelaçaram enquanto Vegas empurrava seu companheiro ainda mais contra o colchão. Sua outra mão agora acariciava a barriga do ômega antes de descer até sua entrada molhada. Ele gemeu contra a boca de Pete ao sentir o líquido espesso em seus dedos.

- Você está tão molhada para mim, baby. - ele rosnou dentro da boca do ômega.

- Tão desesperada pelo meu pau. - sem aviso, o alfa deslizou seu enorme pênis dentro da sua entrada molhada de Pete. O ômega engasgou, fechando os olhos com força enquanto suas unhas cravavam nas costas de Vegas.

A dor em seu ombro estimulou ainda mais o alfa enquanto ele empurrava dentro de seu ômega, quase sem piedade. O ômega ficou sem fôlego e tiveram que se separar do beijo desesperado.

Vegas puxou Pete em direção ao seu peito, passando seu grande braço em volta de sua cintura. A ação fez com que seu membro explorasse ainda mais as profundezas do seu ômega, que murchava de prazer.

- Alfa. - O ômega gemeu sexualmente contra o ouvido de Vegas. O alfa puxou seu pênis quase até quase sair de dentro do ômega, antes de penetrar profundamente novamente. Pete arqueou as costas, empurrando-se ainda mais contra o alfa, o pênis deslizando ainda mais para dentro, fazendo o ômega gemer.

O alfa aumentou o ritmo enquanto seu corpo se movia para cima e para baixo no colchão macio.

- Ahh! - Vegas rosnou ao gozar dentro, liberando um líquido quente dentro de Pete. O esperma branco escorrendo pelas coxas do ômega enquanto o alfa se abaixava para lambê-lo.

Vegas empurrou sua língua quente contra o bunda de Pete, lambendo as sementes junto com o suco claro que ainda escorria. Pete viu estrelas enquanto segurava o cabelo do alfa, que saboreava sua refeição. O ômega gozou na boca de Vegas, que recebeu o suco feliz.

Vegas afastou-se e beijou Pete quase imediatamente. Pete podia sentir o gosto de si mesmo e do esperma de Vegas misturados. Sem aviso, Vegas penetrou profundamente no ômega novamente. O beijo continuou enquanto Pete arregalava os olhos devido à intrusão repentina.

- Tão apertado, apesar de ter sido fodido uma vez. - rosnou o alfa, aumentando o ritmo e recebendo os doces gemidos do ômega.

O mafioso enfiou a mão dentro da camisa de Pete, começando a massagear seus mamilos crescidos pela gravidez.

- Por favor... - o ômega gemeu, afastando-se do beijo, ofegante. Vegas beijou suas lágrimas.

- Diga o que você quer, baby. - ele disse, tirando a camisa do ômega antes de chupar agressivamente seus mamilos.

- Marque-me como seu. - Pete sussurrou, acariciando as bochechas de Vegas.

- Tem certeza? - Pete assentiu, puxando o alfa para um beijo casto. Vegas moveu-se lentamente até o pescoço do ômega, lambendo a pele antes de morder. Sangue saiu da ferida, mas o alfa imediatamente lambeu para aliviar a dor. Lágrimas escorreram dos olhos de ambos enquanto Vegas beijava constantemente a marca no pescoço de seu companheiro.

Pete fechou os olhos, arqueando as costas, dando maior acesso a Vegas. O alfa cavou ainda mais fundo enquanto empurrava agressivamente. Sons de carne tocando carne ecoaram pelo quarto enquanto o alfa se saciava. Muitas rodadas depois, o ômega estava exausto. Vegas finalmente gozou.

- Obrigado por isso, baby. - o alfa disse, puxando seu ômega contra seu peito. Seu pênis ainda estava dentro do ômega. Ele apoiou a palma da mão na barriguinha de Pete, que engasgou de repente.

Vegas encontrou seus olhos marejados e beijou seus lábios.

- Eu os senti se mover. - o alfa disse, beijando sua testa e a barriga de Pete.

- Eu te amo, baby. - ele disse, continuando a beijar a barriga, causando arrepios em Pete.

- Nós também te amamos, papai.

[...]

Pete estava se aproximando da data do parto quando a família decidiu se mudar para a nova mansão. Todos pediram ao alfa que esperasse até o bebê nascer, mas Vegas queria se livrar dos primos malucos o mais rápido possível.

Pete, apesar de sua enorme barriga, insistia em ajudar os guarda-costas a carregar pequenas decorações para a casa. Ele sabia que sua capacidade de ajudar era limitada, mas ainda assim queria participar para aumentar sua autoestima, que vinha flutuando desde que a barriga começou a crescer.

Enquanto trabalhava, alguém cercou sua cintura. Era seu alfa, Vegas, que acariciou sua barriga redonda e beijou a mordida de acasalamento no pescoço do ômega. Os guarda-costas, testemunhando a cena, desviaram os olhos, respeitosamente. Pete, envergonhado, empurrou o alfa com as bochechas vermelhas e foi até a cozinha, decidido a fazer macarrão instantâneo para si mesmo.

- Não, Pete, não coma isso. Vou avisar os criados para fazerem algo para você. - Disse Vegas, tentando tirar o macarrão de suas mãos. Pete, irritado, puxou a mão de Vegas.

- Mas-

Vegas foi interrompido quando Pete uniu seus lábios em um beijo desesperado.

- Deixe-me ficar com ele, por favor, então deixo você me comer à noite. - Pete sussurrou com um olhar que derreteu o coração do alfa. Vegas assentiu, passando as mãos pela cintura do ômega e puxando-o para outro beijo antes de deixá-lo na cozinha.

À noite, o casal teve uma intensa sessão de sexo, com gemidos e suspiros ecoando pelo quarto. Vegas descansou a mão na enorme barriga de Pete enquanto empurrava profundamente dentro de seu amante, sentindo o filho se mover a cada impulso.

- Vegas... - Pete chamou, e um forte empurrão fez o alfa gozar dentro dele pela enésima vez. Ainda insatisfeito, Vegas deslocou Pete para mais perto, começando a empurrar novamente, perfurando ainda mais fundo enquanto Pete murchava de prazer.

Pete descansou uma mão na barriga enquanto a outra agarrava o lençol, molhado e escorregadio de esperma. Ele teve orgasmo inúmeras vezes enquanto o alfa continuava, batendo dentro dele sem parar. O médico havia dito que o sexo era bom perto do parto, e Vegas não precisava de mais incentivo, eles estavam transando com Pete quase todos os dias desde o último check-up.

O ômega chorou de prazer enquanto Vegas gozava novamente, enchendo sua entrada totalmente esticada. Esperma e outros líquidos escorriam pelas coxas de Pete, que não aguentava mais e adormeceu nos grandes braços do alfa. Vegas beijou seu cabelo, saiu de dentro dele e os cobriu com um cobertor.

- Eu te amo. - ele murmurou, acariciando a barriga de Pete.

- Eu amo você também pequeno. -Pete sorriu antes de murmurar

- Eu te amo também. - os dois adormeceram juntos.

[...]

- Parabéns, é uma linda menina! - Pete respirou fundo, exausto, enquanto desabava na cama do hospital com a ajuda de Vegas. Ele se perdeu ao ver o bebê chorando nas mãos da enfermeira.

- Você gostaria de cortar o cordão umbilical, senhor? - perguntou a enfermeira, lutando para segurar o bebê chorando no braço. Vegas assentiu impacientemente, pegou a tesoura da bandeja e cortou o cordão ensanguentado que ligava Pete ao bebê.

- Gostaria de saber o gênero secundário dela? Podemos fazer alguns testes para esclarecer. - perguntou o médico ao trazer o bebê até o peito de Pete.

O ômega balançou a cabeça, beijando a cabecinha ensanguentada da filha. - O gênero secundário não é necessário... saberemos com o tempo. Quero ensiná-la a amar a si mesma, independentemente de seu gênero secundário. Isso não definirá quem ela quer ser. - disse Pete, olhando para Vegas com olhos esperançosos. Vegas assentiu, beijando a testa do companheiro e do bebê.

A bebê parou de chorar assim que foi colocada no peito do pai. Vegas ajudou Pete a abrir sua bata de hospital, permitindo o contato pele a pele. Pete, exausto, quase adormeceu ao lado do bebê. A família estava em êxtase por finalmente ter uma menina Theerapanyakul. Após anos sem o nascimento de uma mulher, esse foi um dia muito especial. Tankhun estava pronto para dar uma festa, mas Vegas o advertiu a desistir da ideia, ameaçando impedir sua visita ao bebê.

Os familiares visitaram Pete e o bebê um por um, deixando o casal sozinho após passarem um tempo com eles. Pete estremeceu de dor quando a bebê sugou seus mamilos agressivamente.

-Calma, baby. - ele riu, acariciando a cabeça da filha. Vegas acariciou a cabeça de Pete, beijando a bochecha do companheiro. A outra mão acariciou a bochecha da filha, que fez um som contra o peito do pai.

- Ela tem seus olhos e lábios. - Vegas observou, beijando a bebê na bochecha. Um cheiro leitoso flutuou no ar, fazendo-o perceber como a bebê e Pete cheiravam exatamente iguais.

- Você cheira incrível. - disse Vegas, enterrando o nariz no pescoço do ômega.

- O médico disse que meu cheiro voltará ao normal quando eu parar de amamentar. - Pete gemeu enquanto o alfa lambia a mordida de acasalamento em seu pescoço.

- Gosto desse cheiro. Ele me lembra de como eu te fodi com tanta força que criamos nosso bebê. Mal posso esperar para fazer mais dentro de você. - Vegas sussurrou, fazendo Pete corar intensamente.

- Pervertido. - murmurou Pete, empurrando o alfa para longe. O movimento fez a bebê soltar o mamilo, resmungando. O casal riu ao ver o comportamento da filha, semelhante ao de Vegas.

- Agora temos uma segunda versão sua. - suspirou Pete, enquanto o alfa fazia beicinho de ciúmes.

[...]

Três anos depois, Pete suspirava enquanto se sentava no sofá, exausto de perseguir sua filha, que corria sem parar. A tigela de mingau em sua mão estava fria e ele precisaria aquecê-la novamente. O dia foi cansativo, com uma reunião importante sobre questões com máfias rivais pela manhã. A preocupação constante com os ataques das máfias o deixava ansioso, especialmente pela segurança de Venice.

Desde que Venice nasceu, ela se tornou a menina dos olhos de todos. Até Vegas se surpreendeu com o comportamento de Kinn, que mimava a sobrinha com chocolates e sorvetes, tornando-se o tio favorito.

- Querida, seu pai está cansado. - gritou Pete, procurando pela casa. Foi até a cozinha esquentar a comida, quando de repente.

- Boo! - A garotinha apareceu atrás do balcão, assustando o ômega, que quase caiu. Um braço forte o segurou pela cintura, impedindo a queda. Pete, com os olhos assustados, olhou para Vegas.

- Venice! Não assuste seu pai assim! Você sabe que é perigoso para o bebê. - Vegas repreendeu a filha, cujos olhos se encheram de lágrimas.

- Está tudo bem, Vegas. - disse Pete, endireitando-se e acariciando sua barriga de cinco meses. O casal decidiu ter outro bebê, encantados com o amor que a filha recebeu. Todos estavam felizes com a notícia, mas preocupados com a saúde de Pete.

- Eu só queria brincar com o papai. - Venice abraçou as pernas de Pete, soluçando baixinho.

- Está tudo bem, querida? - perguntou, levantando as mãozinhas para tocar a barriga de Pete. Ele sorriu, levantou a filha e beijou suas bochechas repetidamente.

- Pai e o bebê estão bem, querida. - Vegas sorriu e beijou o rosto da filha para fazê-la sorrir novamente.

- Pai, posso ir para a casa do tio Porsche? - Venice fez olhos de cachorrinho para os pais, que suspiraram. Vegas a pegou no colo para poupar Pete, que já parecia fraco.

- Pete, vá descansar no quarto. Vou deixá-la na mansão principal. - Disse Vegas, beijando a testa do companheiro.

Pete dormiu por horas e, ao acordar, percebeu que Vegas ainda não tinha voltado. Preocupado, checou a hora e viu que era hora do jantar. Desceu para a sala de jantar e não encontrou nenhum guarda-costas na mansão, o que o deixou em alerta.

Viu Nop caminhando rapidamente em direção à porta e o chamou.

- O que está acontecendo? - Perguntou Pete, nervoso. O guarda-costas hesitou antes de informar sobre uma missão repentina. Pete tentou ligar para Vegas, mas não obteve resposta, ficando cada vez mais tenso. Determinado, pegou as chaves e foi para a mansão principal da família.

[...]

- Encontre-a agora mesmo! - Vegas gritou, socando furiosamente a parede próxima. Porsche estava quase chorando de desespero. Ele sabia que isso era culpa dele; não deveria ter levado Venice para tomar sorvete. Pete ficaria apavorado ao saber que sua filha foi sequestrada.

Vegas andava de um lado para o outro na sala de segurança enquanto Arm analisava as imagens da rua onde estavam.

- Sr. Vegas! - Um guarda-costas correu até ele com um envelope na mão. O alfa rapidamente pegou o envelope e o abriu, encontrando fotos de sua filha amarrada a uma cadeira em um quarto escuro. Havia também um endereço escrito no papel, que Arm verificou imediatamente. Kinn reconheceu o local como o armazém de um cliente russo que havia sido recusado pelos Theerapanyakul para vender cocaína na Tailândia.

Vegas apertou as fotos com força, sua raiva quase sufocando a sala. Ele correu em direção ao estacionamento, decidido a seguir o endereço.

- Vegas, espere! Precisamos planejar isso corretamente! - Kinn correu atrás dele. O chefe da família menor estava furioso. Como ousavam sequestrar sua filha?

- Kinn, não tenho tempo para suas besteiras! - Vegas afastou rudemente a mão do ombro de Kinn, mas ele persistiu.

- Vegas! Você colocará todos em perigo, incluindo Veneza. Por favor, pense bem. - Kinn tentou convencer o alfa.

Depois de uma breve discussão, decidiram planejar cuidadosamente a missão para salvar Venice e se dirigiram ao armazém nos arredores de Bangkok. Vegas estava inquieto no carro, seus olhos uma mistura de medo e fúria. Ele não podia contar a Pete sobre isso; seu ômega já estava sofrendo com o estresse dos últimos dias.

Ao chegarem ao armazém, encontraram alguns guarda-costas que eliminaram silenciosamente. Fariam um ataque surpresa. Vegas entrou rapidamente no armazém, que estava vazio e silencioso. Seu nervosismo aumentava enquanto explorava cada canto. Nunca imaginou que poderia sentir tanto medo em seu trabalho. Ele tinha muito a perder, muitas pessoas que chamava de família.

- Dada... - Um leve som de soluço foi ouvido, fazendo o alfa correr na direção do som. Ele podia sentir o desespero na voz de sua filha.

Kinn e Porsche entraram no armazém logo depois, seguindo Vegas que parecia desesperado.

- Veneza! - Ele não podia esperar mais. Sua filha estava em perigo. De repente, uma risada sinistra ecoou do canto. Vegas imediatamente apontou sua arma na direção do som.

- Onde está minha filha, seu filha da puta!? - Vegas gritou furioso.

- Olhe para você agora, Vegas Theerapanyakul. Onde está aquela aura de leão que você tinha durante a reunião? Você parece um cachorrinho chutado. - o homem falou em russo, compreendido por Kinn e Vegas.

O alfa estava pronto para atirar quando o homem puxou uma garotinha. Vegas colocou a arma no chão, rendendo-se imediatamente.

Mais homens surgiram dos cantos, matando os guarda-costas Theerapanyakul. Venice chorou ao som dos tiros, aumentando a culpa de Vegas por colocar a vida da filha em risco. Lágrimas ameaçavam cair de seus olhos enquanto sua filha lutava para escapar.

- Papai... papai. - os guarda-costas russos apontaram suas armas para os três homens no meio do armazém. Foram ouvidos tiros, mas quem caiu foi o russo. Vegas olhou para a entrada e viu Pete com os olhos vermelhos, segurando uma arma. Há muito tempo não via essa versão do ômega.

Os guarda-costas Theerapanyakul entraram atrás de Pete, eliminando os russos. Pete se aproximou do homem que segurava sua filha e começou a socá-lo no rosto, mesmo após ele estar morto. Vegas, preocupado com a saúde do ômega, o abraçou por trás.

- Shh... Pete, está tudo bem. - Vegas acariciou suavemente a barriga de Pete para lembrá-lo de sua condição. Pete parou de socar o homem morto e olhou para o alfa com os olhos marejados.

- Venice.

- Da... Pa. - todos se voltaram para a menina de três anos que tremia no canto, o rosto coberto de sangue. Pete entrou em pânico e correu até ela, abraçando-a.

- Querida, me desculpe. - Pete soluçava, perfumando Venice com seus feromônios para acalmá-la.

- Sinto muito, sinto muito. - ele repetia enquanto Venice adormecia em seus braços. Eles ficaram assim por alguns minutos antes de Vegas se aproximar.

Vegas ajudou Pete a se levantar, enquanto ele insistia em carregar a filha, que não queria soltar o pai.

Após esse incidente, a família decidiu legalizar seus negócios e eliminar tudo que pudesse representar um risco para seus entes queridos.

[...]

Kinn e Porsche decidiram adotar um menino de quatro anos após legalizar o negócio e todos viveram felizes como uma grande família.

Isso aqui RESUME vegaspete!
A tradução do desenho também é minha, mas a obra foi pegada no Pinterest.

Espero que tenha gostado da minha tradução da fic. Se você já leu a obra original e achou muito diferente, eu tive que adaptar algumas coisas, principalmente por dois motivos.

1 - A estrutura gramatical do inglês é diferente, o que acaba resultando em frases com estruturação trocada muitas vezes; houve algumas que eu não troquei e outras sim, porque não dava para entender.

2 - Conheço meus leitores e sei do que eles gostam, assim como sei do que eu gosto, então adaptei algumas coisas para encaixar no que estou acostumada a ler.

A obra original não é minha, como já mencionado, mas se gostou, deixe uma estrelinha.

Tentei ler a outra original!! Ou vão lá pelo menos dar a estrelinha!! Obrigada

And once again thanks to the author make this adaptation into Portuguese. Fairlysimple123

Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top