Capítulo 22: A visita de Sara
(...)
Arthur Veríssimo
Eu repousei após retornarmos... acordei com uma dor de cabeça... me sentei, e notei que meu peito, mãos estavam enfaixados e minha testa também.
Suspiro.
Lowe: Ja esta acordado.
Olho para Lowe entrando, ele fechou a porta e parou.
Arthur :E Benjamin??
Lowe:Esta bem.- respondeu. - Os vampiros recuperam suas forças com mais facilidade ao beber o que você se recusa.
Nada digo.
Lowe: Não me agrada ver os vampiros fazerem isso com animais ou pessoas também.
Suspirou.
Lowe: No que está pensando??
Arthur :Eu não sabia o que fazer naquela hora...eu tentei analisar as coisas, mas os cálculos davam sempre errados. - respondi.
Lowe:Nem todo vampiro consegue fazer isso. Benjamin é um vampiro bom e piedoso até nas lutas, queria que você ganhasse, mas também queria que você vivesse.
Arthur :Devo desculpas por duvidar da capacidade dele e da sua.
Lowe:Bom, mas isso nos deu tempo para ter um portal para o castelo de Vrykolakas.
Arthur :Tempo??
Lowe:Você dormiu por quatro meses.
Arthur :Quatro??
Lowe :Ferimentos graves são complicados de cuidar e também da pessoa se recuperar ainda mais um novato nisso. Recebemos notícias de que Vrykolakas, está para completar sua descendência, isso nos dá poucas horas para chegar lá...se formos de cavalos.
Arthur: Vampiros não tem asas??
Lowe: Somente os originais.
Arthur: Originais??
Lowe: Vivem a mais tempo que os outros vampiros, a mais de mil anos, ou seja, Vrykolakas é um original.
Arthur: Você só me fala agora??
Lowe: Se soubesse buscar informações concretas de seu oponente não faria perguntas consideradas ingênuas.
Nada digo.
Lowe: Ao conversar com alguns feiticeiros, consegui uma poção em um pingente para nos levar, agora ,você se alimenta, se veste e me encontre lá fora com Benjamin.
Arthur: Me alimentar de camundongo??
Lowe: Comida humana, precisa se alimentar até recuperar suas forças.
Arthur: Com o pouco tempo que tenho??
Lowe: É como mandar um coelho contra um leão.
Lowe Ludwing
Mas não estou o mandando indefeso. Essa luta é minha, como também é de Benjamin.
Benjamin Rael
Estando no telhado da casa, senti a energia de alguém.
(...)
No meio da floresta buscava essa pessoa.
Benjamin: Apareça.
???: Olá renegado. - disse encostada N tronco da árvore.
Benjamin: Sara.
Sara: Ainda lembra de mim, que fofo.
Benjamin: Vrykolakas a enviou??
Sara: Vim por conta própria.
Benjamin: E onde está seu irmão que late , mas não morde??
Sara ri um pouco.
Sara: Não se preocupe, ele não vai nos incomodar, agora.
Benjamin: O que veio fazer aqui, Sara??
Sara: Eu vim ajudar meu companheiro.
Benjamin: Seu companheiro?? Acredito que essas não são as palavras certas.
Sara: Pouco importa.
Ela tira um colar com um pequeno frasco vermelho o que suponho ser o sangue humano.
Sara: Arthur não poderá vencer Vrykolakas se continuar fingindo que é humano. O tempo do rapaz se desfez, ele mesmo notará que seu corpo recusará todo tipo de alimento que não alimente sua sede de sangue.
Ela joga o frasco e eu pego.
Sara: Boa luta.
Benjamin: Por que te interessa tanto o rapaz??
Sara: Clã, para fortalecer o meu clã.
Benjamin: E de quem é esse sangue??
Sara: Um sangue de uma mulher do mundo humano.- respondeu. - Como posso ir e voltar não tenho dificuldades de atrair as presas. Melhor você ir, ele não vai suportar por muito tempo. - diz sorrindo de uma forma que me irritava.
(...)
Arthur: O quê??- perguntou. - Não, de modo algum. Eu já disse que-
Ele mesmo parou ao sentir uma forte dor de cabeça.
Arthur Veríssimo
Minha cabeça latejava e comecei a ouvir vozes... sentia isso me queimar...
Arthur:(Ainda não, eu ainda não a salvei...)
Na minha mente um outro eu estava surgindo como um verdadeiro vampiro. Ia se formando como as cinzas que foram queimadas e estavam sendo restauradas...
Narradora on
Com uma mão na cabeça , com os olhos fechados tentando suportar, Arthur estende a sua mão para Benjamin.
Ele não diz nada pois estava já se sentindo culpado a ceder.
Benjamin olhou para Lowe, o qual se negou a olhar, de qualquer forma os lobisomens não aprovavam que os humanos fossem vistos como um banquete para os vampiros.
Benjamin entregou o pequeno frasco e pela primeira vez, Arthur bebeu o que sempre recusou.
Quando provou pela primeira vez, seu extinto como o esperado desejava mais, era a vez de Benjamin interferir , pois ele já sabia como era isso e somente ele poderia ajuda-lo contra essa sede descontrolada.
Ele pede ajuda de Lowe para segurar o rapaz.
(...)
Após conseguir entrar na mente de Arthur, Benjamin consegue acalmar a fera dentro dele.
Conseguindo então evitar que seu companheiro perdesse total controle de si mesmo.
Arthur sabia que não tinha mais volta, e que daqui para lá seria atormentado cada vez mais por se tornar dependente do sangue humano.
Arthur: Lowe, não se esqueça de sua promessa, não permita que eu a machuque, nem mesmo você Benjamin. - disse já se preparando. Ambos concordaram.
Lowe: Devemos ir. - disse com uma "pedra" protegida segurando firmemente, a qual brilhou intensamente e os envolveu.
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