6| A avalanche

Todas aquela mortes me deixavam pra baixo. Porém,a que mais me decepcionou foi a perda dá minha pequena! Eu estava querendo desistir de viver naquele exato momento. Mas,aí,veio a minha cabeça que eu tinha mais integrantes dá família para cuidar. Respirei e tentei me acalmar,pois,eu sabia que essas mortes seriam frequentes.

Encontramos algumas pessoas que também estavam a procura do instituto reforçado. Andamos mais de 5km juntos. Até,uma divisão de três partes. E,com essas estradas diferenciadas gera uma discussão:

— E aí? O que fazemos agora?

— Acho que devíamos ir nessa direção direita,pois,estávamos vindo dá direção oposta! - Dei minha opinião.

— Olha quem é! O cara que matou um motoqueiro.

Nesse momentos me bate uma raiva,mas,não queria demonstrar que esse estranho estava certo.

Depois dessa frase,as pessoas se afastam de mim,dá minha mulher e do meu cachorro.

— Aquilo foi acidental! Apenas o avisei sem saber que seria o motivo dá morte dele.

— Hahaha! Ei,gente. Vocês preferem acompanhar alguém que realiza mortes previstas ou a mim?

Todos seguem na mesma direção que aquele estranho vai. Apenas duas famílias me segue. Mas,perguntei:

— Não tem medo de eu "realizar sua morte prevista?"

— Senhor,senti mais firmeza em sua palavra.

— Agradeço a confiança!

Seguimos em frente cercados de espigas de milho. Eu tinha uma firmeza de aquele ser o caminho certo.

Paramos para as outras pessoas se alimentarem. Enquanto eu,com a cabeça prestes a explodir,só tomei um pouco d'água.

Depois dessa parada, continuamos. Estava muito quente,que dava a nós fazer corpo mole e cair no chão. Avistamos um rio,que foi muito bom naquele momento. Todos pularam dentro inclusive eu. Estava tão bom que era triste pensar em sair.

Mas então,algo estranho acontece. Me sinto tonto mas consigo ver que não me movimento. Os outros familiares também se sentem assim  e resolvem sentar. Era como se algo estivesse girando dentro de nós mesmos.

Depois de um tempo,acaba parando. Com tantas maluquisses que estava acontecendo,acreditei que esse ato foi dá Terra estar descontrolada. Como se a gravidade não estivesse em plenos lugares,fazendo que a gente ficasse tonto sem uma percepção óbvia. Eu sabia que nada fazia sentido,mas de tanto que já vi nesse últimos dias,eu não duvidava de mais nada!

Quando anoiteceu,nos deitamos na estrada de terra mesmo. Não tínhamos nada além de três mantas. Para não ficar chato,minha mulher ao ver que nem um paninho as outras família tinha,dá uma manta pra cada família. Pelo menos, ajudava um pouco.

Deitei de barriga para cima. Olhei as estrelas esperando mais algo detectável futuramente. Só que nenhum resultado se quer! Então fechei os olhos e dormi.

Ao amanhecer,nos levantamos e continuamos nossa jornada. O clima não estava tão pesado com antes,e isso já deu uma aliviada.

Naquele momento a única coisa a se fazer era andar sem olha pra trás. Encontramos um mar e,junto com ele uma lancha.

Entrei na lancha e vi se estava com gasolina,felizmente sim. Todos entraram,e assim fiquei com um medo dá lancha afundar. Mas foi tranquilo.

Nosso estoque de alimentos estava vazio. Assim como o de todos encima daquela lancha. Foi assim por duas horas. Não comemos nada e nem bebemos.

Avistei terra firme e avisei:

— Chegamos em algum lugar!

— Vamos torcer para ser onde está o instituto!

Antes de sairmos do barco, fizemos uma oração. O bioma era de neve,e era só o que tinha lá também. Alguns de nós estávamos bem vestidos e outros não...

Mas enfim,saímos aliviados por pisar em um lugar firme. Fizemos a mesma coisa de sempre,andamos,e, avistamos uma casa,sim,uma casinha de madeira. Subimos a montanha até lá. Bati na porta mas ninguém abriu. Então fui na indelicadeza e entrei sem nenhum convite junto com os outros e minha "família".

Para nós aquecermos,tinha uma lareira acesa. Para nós alimentarmos,tinha uma geladeira lotada de coisas. Ficamos felizes e gritamos de alegria. Só que esquecemos de uma coisa;neve!

Então um barulho pesado parecendo cair estava se aproximando. Sim,era uma avalanche! Caiu tudo por cima da casa,e nós querendo ou não sair,tínhamos a única opção de ficar lá dentro.

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