• Capítulo 15 - Penitência

       Três dias depois de sair de Devonshire às pressas, Dorian deu por si em solo londrino, isto do modo mais sigiloso que conseguisse. Porém foi com bastante raiva que constatou que Evangeline não estava na mansão Cavendish, então tomou como conclusão o facto de ela não estar em Londres.

       Ela podia estar ali sim, porém em casa dos pais. Iria dar somente umas horas para algum Borton vir bater-lhe à porta, caso isso não acontecesse, então ela não estava mesmo em Londres.

       Tentava manter a calma, mas tal estava difícil. A sua fúria em relação à esposa aumentava cada vez mais, tanto por ela o insultar e atirar-lhe à cara todo o tipo de acusações sem antes saber de tudo, como o facto de ela desaparecer e levar Grace com ela. Ela não tinha o direito de a tirar dele, não podia pois ele também tinha direitos como pai.

       Decidiu escrever a Christopher, ele, o pai e Lucille ainda deviam estar em Londres, por isso decidiu chamar o amigo. Precisava de falar com alguém se não iria explodir. Os amigos não sabiam de nada, então esta seria uma boa altura de contar-lhes.

       Passou a hora de almoço e nenhum Borton apareceu, então Dorian chegou à conclusão definitiva de que Evangeline foi para qualquer lado, menos para Londres. Era só uma questão de perceber para onde ela foi.

       Às duas da tarde Christopher apareceu na residência envergando a sua típica expressão séria. Dorian sabia que a constante tensão entre ele e o pai, o conde Robert Clermont, provocava aquela carranca acentuada e constante. Não o podia censurar por isso, no fim das contas ele era um homem intragável e repugnante e a mãe de Christopher e Lucille aguentou até onde pôde, mas não foi capaz de aguentar nem mais um momento a convivência com ele e exigiu a separação. Ao menos o conde teve a decência de conceder a anulação e a liberdade a Lilith, a antiga condessa.

       Dorian batucava o dedo indicador no tampo da mesa do escritório, enquanto apoiava a cabeça na outra mão, com o cotovelo devidamente apoiado na mesa. Uma expressão severa pintava o seu rosto, isto enquanto Christopher servia-se de uma dose de whisky em silêncio, aguardando pacientemente que o amigo decidisse falar.

       Apenas olhando para o duque, o futuro conde chegou à conclusão de que algo sério aconteceu, e a ausência de Evangeline apenas o fazia crer que era um problema de natureza puramente conjugal. Era uma situação, a seu ver, bastante atípica, já que o casal demonstrava uma enorme felicidade no matrimónio, levando a que se perguntasse internamente o que terá suprido aquela harmonia invejável.

       — Pela tua expressão, deduzo que algo aconteceu entre ti e Evangeline. — Christopher cortou o silêncio com a sua voz grave, levando o copo aos lábios e tomando um gole.

       O suspiro pesado que Dorian proferiu a seguir, deu a Christopher a resposta ao seu questionamento.

       — O que quer que tenha ocorrido, deve ter sido grave para justificar a ausência de Evangeline. — continuou Christopher.

       Lorde Cavendish levantou-se da cadeira e caminhou até à janela, prostrando-se em frente à mesma com as mãos atrás das costas, com uma aura sombria ao seu redor.

       Ele errou, admitia isso, não devia ter ocultado tudo aquilo dela pois sinceridade foi algo que sempre existiu entre os dois. Mas, e se pudesse voltar atrás no tempo? Se tivesse contado tudo no início, Evangeline teria aceitado casar consigo? Depois de deixá-la ciente da dita cláusula, bastaria dizer que a amava, e ela esqueceria a primeira parte e aceitava unir-se a si em matrimónio?

       Dorian acreditava com veemência que não, mesmo que o sentimento fosse recíproco, ela iria viver com a ideia de que ele só a quis para salvaguardar o palacete, e ele não aguentaria chegar a um ponto da vida conjugal em que no olhar da sua Eva, só veria tristeza e amargura. Ele preferiu ocultar esse pormenor a sujeitar ambos a uma vida de eterna infelicidade.

       Porém Evangeline descobriu, e agora tudo estava de cabeça para baixo na vida de ambos, e ela decidiu que a melhor maneira de resolver tudo era fugir, porém Evangeline não estava a fugir dos problemas, estava a fugir de si. Ambos podiam esclarecer as coisas e deixar tudo em pratos limpos, mas jamais seria como antes. A confiança foi quebrada e a mágoa instalou-se em Evangeline, e Dorian só queria que ela deixasse o orgulho de lado, e o aceitasse de volta.

       Porque ele sentia que com aquele afastamento, ela o queria deixar. Mas isso era algo que não iria aceitar. De maneira nenhuma.

       Voltou-se de costas para a janela e fitou o amigo, que o observava em silêncio, respeitando o seu momento reflexivo.

       — Evangeline fugiu de mim. — proferiu por fim. — E levou Grace com ela.

       Christopher fitou-o curioso, à espera que ele prosseguisse.

       — Ela descobriu uma cláusula no testamento elaborado pelo meu pai que levou a que começasse a ver o nosso enlace por outra perspetiva, uma bem mais egoísta e dissimulada devo acrescentar. — continuou o duque.

       — Um documento elaborado por Harry Cavendish nunca trás nada de bom. — opinou Christopher, tratando a sua fala como algo do conhecimento geral.

       O que não era mentira.

       — O que foi que o teu pai tramou desta vez? — questionou o futuro conde.

       Dorian suspirou e caminhou até à escrivaninha, apoiando as mãos na sua superfície e observando Christopher com seriedade.

       — Um ultimato. — Dorian cerrou o maxilar perante a onda de raiva que começava a inundar as suas veias, novamente. — Os meus exemplos de matrimónio ao longo da minha vida não foram os mais satisfatórios, primeiro era o dos meus pais, depois foi ver Erin a trair o marido com o meu pai, tendo que suportar a dor e sofrimento da minha mãe devido a isso. Isso fez com que eu decidisse evitar um casamento, para evitar sujeitar alguma mulher a um sofrimento semelhante, já que o sangue daquele homem corria nas minhas veias, e eu podia vir a ser como ele no futuro.

       Fez uma pausa suspirando fundo, vendo certa compreensão no olhar de Clermont quando o fitou. Os exemplos de matrimónio dele também foram tão maus quanto os seus.

       — O meu pai passava a vida a exigir que eu casasse, mas uma recusa minha era a resposta que ele recebia. Isto ainda na época em que a minha mãe era viva. Quando a minha amizade com Evangeline começou, mesmo eu sendo oito anos mais velho do que ela, sentia que ela daria uma ótima esposa, mas não a via como minha. Eu repudiava tal união. — continuou a narrativa, com o único intuito de contextualizar a situação. — Porém a amizade com ela fortaleceu-se, e os meus sentimentos a respeito dela mudaram, mas a incerteza de ser correspondido, bem como o desejo de manter a coisas como estavam, levou a que eu guardasse tudo só para mim. O que também mudou foi a minha vontade de casar, pois passei a desejar que Evangeline fosse a minha esposa. Eu já tinha o desejo de casar com ela, mas não lhe tinha dito nada, embora nessa altura eu já lhe tivesse confessado os meus sentimentos, e ela a mim. Porém, pouco tempo depois, o meu pai morreu.

       Por momentos, o seu olhar perdeu-se em lembranças.

       — Na leitura do testamento todas as cláusulas foram debatidas, embora eu já tivesse conhecimento das mesmas, assinei o documento e saí de lá. Porém uns dias depois fui intimado a uma reunião com o advogado da família, para discutir uma cláusula extra deixada pelo duque, que no dia da leitura não foi debatida. A cláusula dizia que se eu, no prazo de um ano após a morte do meu pai, não casasse, perdia um terço da fortuna, bem como perdia o direito de posse de Overdeen Hall para o resto da minha vida.

       Christopher começava a juntar os pontos chave daquela narrativa, e de certo modo compreendia os sentimentos conflituantes de Evangeline, pois aquilo significava a destruição de todos os seus sonhos mais românticos. No olhar de Dorian via nitidamente refletido o sofrimento e a dor que sentia devido a tudo aquilo, e de certo modo compadecia-se com a sua situação, mesmo que tenha agido um pouco por egoísmo.

       — Nunca foi pelo dinheiro, eu tenho a minha própria fonte de rendimento e nunca dependi do dinheiro da minha família para levar uma vida de eterno conforto...

       — Mas foi pelo palacete. — interrompeu Christopher fitando-o. — Podes amar Evangeline loucamente como dizes, mas não podes negar que essa cláusula foi o que te motivou a mexeres com os trambiques do casamento.

       Dorian bufou irritado, passando a mão pelo cabelo liso, num gesto de desconcerto.

       — Se o palacete não ficasse sob o meu poder, quem ficaria com ele seria Erin, essa era a condição! — retrucou fitando o amigo duramente. — De qualquer modo, eu já tinha a intenção de desposar Evangeline, essa maldita cláusula só veio arruinar a minha vida! Eu casaria com Evangeline mesmo não correndo o risco de perder tudo isto, mas esta situação só vem refutar todas as minhas intenções.

       O conflito interno que Dorian travava era visível por Christopher, que observava em silêncio o duque caminhar pela avantajada divisão com um olhar compenetrado e sombrio.

       — Não casaste só por amor Dorian, foi também pelo palacete. Ele revelou bastante importância para também pensares nele quando te unias a Evangeline. Não é de admirar que ela esteja a odiar-te agora. — retrucou Clermont pousando o copo vazio e cruzando os braços.

       — Pelo amor de Deus, não me tortures mais Christopher! Não achas que já é penitência suficiente o facto de a minha esposa odiar-me, bem como eu estar afastado dela e da minha filha?! — vociferou o duque voltando-se para o amigo com uma expressão cortante.

       O afastamento das mulheres da sua vida era uma penitência demasiado dolorosa, mas merecida tendo em conta tudo o que aconteceu, acontecimentos desencadeados por si e pelas suas escolhas. Mas todo o ser humano é merecedor de uma segunda oportunidade, e Dorian esperava que Evangeline também visse isso e o perdoasse. Porque tudo o que ele mais queria era o seu perdão.

       Mas como esperar pelo perdão de Evangeline que, em vez de o ouvir, fugiu de si sem pensar duas vezes, levando consigo a filha que ele tanto amava? Evangeline era orgulhosa, porém igualmente impulsiva e inconsequente, e isso deixava-o raivoso, pois era nítido na sua atitude que ela não pretendia ser compreensiva. Aliás, queria feri-lo dolorosamente impondo distância, para depois poder vingar-se de alguma forma. Pois sabia que Evangeline não faria vista grossa a um acontecimento destes, pois afetava-a diretamente.

       Ela queria guerra, e Dorian não lhe iria negar tal coisa.

        — O que pretendes fazer agora? — inquiriu Christopher após um longo momento em silêncio.

       Dorian limitou-se a voltar o olhar para a janela, com vista para as ruas movimentadas de Mayfair.

       — Não faço a mínima ideia, mas presumo que o primeiro passo seja descobrir onde ela está escondida. — deduziu o duque com as mãos unidas atrás das costas.

       — Vieste para Londres com a ideia de que ela aqui estivesse, creio.

       Lorde Cavendish afirmou com um gesto de cabeça.

       — Os cocheiros tinham ordens claras de se dirigirem a Londres, como Evangeline fugiu de madrugada às pressas, presumi que ela não havia contrariado essa ordem, vindo para a capital em busca de proteção na família. — explicou o duque voltando-se para o amigo. — Como nenhum Borton ainda não apareceu aqui, sendo que estou cá desde manhã cedo, parto do principio que ela não está na cidade. Agora, só falta saber onde ela está, e a fazer o quê.

       — Fazes alguma ideia de onde ela possa ter se refugiado? — Christopher aproximou-se dele, entregando-lhe um copo com whisky.

       Dorian gesticulou com a cabeça em negativa. Bebeu um gole, sentindo o líquido arder na sua garganta, levando-o a fazer uma leve careta.

       — Nada como um whisky escocês para acompanhar um homem amargurado. — disse Dorian ainda fitando a rua pela janela.

       — Esta situação está a deixar-te assim tão amargurado?

       — Antes fosse só Evangeline. — suspirou tomando um novo gole do líquido âmbar. — Nos últimos sete anos a minha vida é um poço de amargura, perdi a minha mãe, ganhei uma madrasta detestável e convivi com um pai mais frio e distante que a Sibéria. Quanto azar um homem que só quer ser amado pode ter na vida?

       — Essa é uma questão para a qual não tenho resposta, meu amigo. — retrucou Christopher. — Ainda vivo com essa nuvem azarada a nublar a minha vida. Mas ao menos tiveste Evangeline para dissipar essa amargura.

       — Lá isso é verdade, ela foi a melhor coisa que me aconteceu, renovou a alegria que eu julgava ter perdido. Porém, agora essa amargura voltou em peso, isto porque não a tenho perto de mim.

       — Tens uma esposa e uma filha Cavendish, elas são as tuas tábuas de salvação para a tristeza. Já eu, não possuo tal sorte.

       Dorian fitou o amigo.

       — E Scarlett?

       Christopher bufou e tomou um novo gole da bebida.

       — Sabes tão bem quanto eu que não é nada sério, trata-se apenas um caso efémero. Independentemente de ela ser filha de aristocratas, não pretendo tomar como minha uma mulher tão frígida e fútil como ela.

       — Então porque perdes tempo com ela? — questionou Dorian confuso.

       Christopher deu um pequeno e breve sorriso de canto voltando-se para o duque.

       — Se à coisa que Lady Holmes faz com maestria, é aquecer os meus lençóis. — respondeu maliciosamente. — Uma jovem dotada no sexo como ela é, não é nada de se deitar fora. Mas a sua frivolidade tornou-se bastante enjoativa, não a desejo mais, mas sim outra.

       — Já tens outra mulher debaixo de olho? — Dorian fitou-o atentamente, um tanto surpreso.

       Uma aura de mistério nublou o olhar do futuro conde, algo que Dorian captou antes de ele voltar o olhar para a janela.

       — Pode dizer-se que sim. — respondeu levando o copo aos lábios, engolindo o resto do líquido num só gole.

       — É alguém que eu conheça?

       — Por enquanto, informação confidencial. — respondeu rindo do bufo que Dorian proferiu.

       — Se não tinhas a intenção de contar quem ela é, não dizias que desejas outra! — resmungou o duque e Christopher riu alto.

       — A curiosidade por vezes é uma maldição. — retorquiu Clermont sorridente e misterioso.

       Pouco depois Christopher vai embora, deixando o duque mergulhado nas suas reflexões.

       Não sabia se Evangeline iria facilitar, aliás, sabia sim, ela não iria.

       Mas se ela declarar guerra, ele não será covarde a ponto de se negar a combater.

       Ele jamais iria negar algo à sua esposa, muito menos um combate.

       A partir dali ele iria tomar como objetivo principal descobrir para onde Evangeline foi. Ela queria torturá-lo e cometeu o erro de o afrontar, sendo assim, ele iria retaliar.

       Depois de se casar, jamais imaginou que voltaria a dormir sozinho. A cama parecia-lhe duas vezes maior e mais fria sem Evangeline ali ao seu lado para ele se poder aninhar e aquecer no seu corpo cálido.

       O leito trazia-lhe tantas memórias doces e aprazíveis daqueles últimos meses de casados, onde ele pode assistir em primeira mão ao florescer da lascívia e depravação de Evangeline durante os momentos de intimidade. Regozijava-se em contentamento por saber que ele seria o único que provaria o corpo de Evangeline na sua totalidade, e iria garantir para que assim permanecesse.

       Após longos cinco dias de viagem, os exuberantes relvados e lagos em estilo isabelino de Chatsworth House apareceram no campo de visão de Evangeline.

       Instalou-se comodamente no quarto da duquesa, depois de dar um esclarecimento aos criados, justificando a ausência do duque.

       Contava que a lealdade dos criados desta vez se estendesse só a ela, mantendo a sua presença em sigilo de modo a Dorian não a encontrar. Iria ver quanto tempo ele iria demorar até perceber para onde ela veio. Sabia que Dorian jamais iria colocar os pés ali, tamanha a adversão que ele possuía pela residência e todas as recordações negativas que aquele local lhe proporcionava. Essa era sua esperança.

       Ouviu alguém bater à porta e autorizou a entrada, constatando ser o mordomo, Mr. Holland.

       — Lady Grace já se encontra instalada no seu quarto com a ama, Miss Tilly, milady. — anunciou o mordomo com a sua postura hirta e desinteressada.

       — Obrigada Mr. Holland. — agradeceu Evangeline, ajudando Maisie a arrumar a sua roupa no armário.

       — Tomarei a liberdade de escrever uma carta a lorde Cavendish, informando-o que milady já se encontra em Chatsworth. — disse o mordomo com o nariz empinado, colocando em maior evidência o bigode já com fios grisalhos.

       Evangeline voltou-se inteiramente e aproximou-se dele com uma expressão serena no rosto, porém a sua aproximação não alterou a postura fria do mordomo um mísero milímetro.

       — Creio ter sido suficientemente clara quando falei com todos os funcionários no saguão Mr. Holland. — começou por dizer com a voz aveludada, disfarçando a sua irritação. — Não desejo que Lorde Cavendish saiba que aqui estou, ou seja, está terminantemente proibido de redigir uma única carta para o duque. Entendido?

       O mordomo fitou-a em silêncio.

       — Ótimo, agrada-me que tenha entendido a minha mensagem.

       Evangeline caminhou até ao toucador, começando a organizar as joias que tinha na bagagem.

       — Não é adequado que milady permaneça aqui sem que Milorde saiba. A minha lealdade ao meu senhor exige que eu faça o correto. — retrucou o mordomo, sem olhar para a duquesa.

       Evangeline não gostou do tom usado por ele para a retrucar.

       — A sua lealdade, Mr. Holland, resume-se a mim no momento, e a vida pessoal dos patrões não é algo na qual os empregados devam meter-se. Irá cumprir ordens minhas, e a primeira de todas é: não informar a lorde Cavendish o meu paradeiro. Espero, finalmente, ter sido clara o suficiente.

       — Foi suficientemente clara, milady.

       Mr. Holland fez uma rápida vénia à duquesa e retirou-se do quarto. Evangeline, após um longo tempo sustendo a respiração inconscientemente, suspirou, porém pouco aliviada.

       Detestava dirigir-se aos criados em tais modos, mas a prepotência do mordomo fez a sua irritação aflorar na sua pele de modo ainda mais poderoso. Estava receosa, pois a lealdade do mordomo para com Dorian era excessiva, e sendo ele um homem nitidamente conservador, podia contrariar as suas ordens e informar que ela ali estava.

       Mas Evangeline não podia permitir que isso acontecesse.

       A última coisa que Dorian precisava saber, era onde ela e Grace estão.


⚜️⚜️⚜️

Voltei!

Deixem o vosso voto e comentários, que é de graça, ok?

Pegunta do dia: quem será a mulher que Christopher tem debaixo de olho? Alguma ideia?

Digam-me o que acham.

Bjs e boa leitura.

P. S: não consegui inserir as imagens na totalidade (só a "diagramação" no início do capítulo), pois o Wattpad adora sacanear-me e não colaborou comigo. Quando conseguir, deixarei tudo bonitinho.

Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top