⚘️|Capítulo 07
Jantar na Família Santiago.
Entrar na casa dos pais do Miguel, a fez relembrar seus velhos tempo, mesmo que tudo estava diferente, e as decorações já não eram mais a mesma, lembrava o quanto luxuoso era cada detalhe do lugar, seus pais tinham um gosto pela arte, então quadros eram pendurados pela casa, havia um quadro deles em família pendurado na lareira da casa, era tão lindo ver o quão bonito e atraente estava Miguel naquela foto, apesar que tinha dezoito anos nela.
Seus olhos então caíram pela figura mais velha, que se balançava na cadeira tomando uma bela xícara de chá quente, os olhos que antes repousava sobre o livro vieram a si, surpresos. Sentou devagar tirando os óculos de leitura.
- Vejo que já chegou, seja bem vinda minha jovem. A quanto tempo?
- Senhor Santiago. A muito tempo que não lhe vejo. Continua jovem.
- Não brinque com esse velho minha jovem. Você ficou tão bonita, quem diria. - Ditou alegre, estendendo a mão a mesma, que pegou retribuindo o gesto de cumprimento. - Por favor sente-se. Logo os resto da família estarão aí.
- Obrigada. - Aurora sentou no sofá que era lindo e bem confortável, Miguel que estava ao seu lado olhou ao redor confuso.
- Onde está a mãe?
- Ela está no quarto. Estava terminando de se arrumar. Parece que vai sair para uma festa e não um jantar.
- Velho rabugento, vai mesmo ficar falando de mim. - A voz da mulher ecoou entrando no ambiente, estava ela elegante, mesmo em roupas tão casuais.
- Vai achar outro sua chata. - Retrucou o mais velho, revirando os olhos. - Vou te por no asilo.
- O primeiro que vai, será você. - Fuzilou o mesmo e voltou a atenção para a jovem que até então somente ria das indiretas dos mais velhos, eles não tinham mudado nada. - Então é realmente a Aurora?
- Olá senhora Santiago.
- Vi você naquele elevador com um boque na mão. Como não tinha me tocado que era você.
- Eu devo estar diferente, e também, parecia encomodada com algo. Fora que eu também não reconhecia a senhora.
- Oh minha jovem, está mais elegante do que eu imaginava. Miguel não tinha comentado o quão linda estava. Ainda mais adorável.
- Senhora, não exagere.
Aurora estava sem graça, logo, a porta tocou, e a mulher levantou rápido.
- Até que fim chegaram.
Abrindo a mesma viu ali sua irmã, e a sua sobrinha, essa ao qual era justamente Sofia, a quem se casaria com Miguel. Nem tanto. Sofia era uma jovem adotada pela família, e por não ser de sangue o casamento não era comprometido, tudo porém, estava com acabado com a chegada de Aurora, a mulher que dominava a vida de Miguel antes mesmo de Sofia surgir na vida do mesmo.
- Minha irmã. - A mulher mais velha, de cabelos soltos sem nenhum fio branco a mostra, corpo delineado como se fosse uma boneca viva, e vestido detalhando ele em tons quentes e vibrantes como o azul escuro. Além de uma maquiagem que não era muito apita para o ambiente que estavam. Nem tanto. A mulher Exuberante luxo, o que de fato não tinha, já que seu marido estava falido, e queria casar sua filha com Miguel oara que houvesse dinheiro ainda em sua conta bancária.
- Seja bem vida. Olá Sofia. - Miguek ouviu o nome da mulher, sentou o clima pesar, não era tão possível que até no dia que noivaria com sua amada. Ela viria para lhe perturbar.
- Olá, cadê o Miguel?
- Na sala com a noiva dele.
- Ah, ela veio?- Seu olhar de nojo era visível, Sofia fazia questão de mostrar que estava encomodada com a presença da mulher aqui.
- E por que ela não iria vir? Já falei ontem a você, então não tente em fazer nada.
- Aí tia, até parece que não me conhecem. - Uma falsa mágoa se ergueu em seu rosto, fazendo um leve drama, Aurora quando viu a mesma entrar na sala, onde estavam sentiu uma onda de frio em sua barriga, aquela garota havia invadido sua loja atrás dele, falando muitas coisas em seu rosto. Algo se formou em sua garganta, parecia um nó. Ela desviou o olhar da mulher que khe encarava, e olhou seu noivo, que mostrava que a presença da mulher não wra nada pra ele ali.
- Não vai mesmo me dar oi Miguel? Só por que me trocou por outra.
- Cala a boca, e oi. Agora segue teu rumo. - Cortou a fala de Sofia como uma faca afiada, a mulher não esperava tais atitudes, sua tia entrando logo ao lado de Sofia, viu que a presença da intrusa que estava a destruir seus planos de irriquecer sua filha estava presente ali.
- Não sabia, que o jantar era beneficente irmão.
- Marta! Como ousa falar assim da minha nora? - O mais velho retrucou impaciente. - Se vieram para encher o meu saco com papos furados perderam seu tempo, não vou estragar meu jantar. - Levantou da poltrona, e olhou o casal ali. - Vamos minha jovem? O nosso jantar está servido.
Aurora concordou, segurando o riso, junto de seu namorado, Miguel adorou a atitude de seu pai ao defender Aurora, nem tanto a garota eles conheciam a família e também conheciam a mesma des que era pequena. Caminharam até a sala de jantar, que estava servida com vários pratos deliciosos. Aura sentou assim que Miguel abriu a cadeira para ela sentar, ajudando a mesma endireitar-se. Após isso sentou ao seu lado, ambos já começando a se servir do que havia ali.
Sofia estava pasma, com tamanha cortesia que Miguel oferecia a jovem, seu coração se apertava em ódio profundo, estava ao lado dele des que se mudaram, e ele nunca esboçou qualquer tipo de carinho ou cortesia para si. Aquilo lhe envia de inveja, e sua mente não parava de pensar em algo que fizesse Miguel acabar com o relacionamento.
O jantar, estava sendo percorrido bem, até que Miguel se ergueu da mesa, batendo de leve sobre a taça, chamando a atenção de todos os presentes a si.
- Queria dar um comunicado para os demais presentes. Mãe, e pai. Eu achei a minha noiva, e com essa mulher su quero ter minha família. - Se virou para Aurora, dos bolsos tirou uma caixinha em tom vermelho vinho, e abriu mostrando o anel de noivado. Seu formato era lindo e delicado, com uma linda pedra de brilhantes exalava a luxúria, com as pequenas pedrinhas que lhe acompanhavam, tudo em tom azul claro. - Aurora, aceita se casar comigo?
Aurora se viu Espantada, não só pelo pedido, porém pela luxúria que era aquela pequena joia, olhou os olhos de Miguel, como se a joia fosse algo simples, do que sentir a verdade do amor do homem por si nos olhos alheio. Não tinha ela como dizer não, seria jogado todas as esperanças de que ela esperou aquele homem voltar, decidida sorriu como um anjo e acenou cuidadosamente.
- Sim, eu aceito. - Miguel sorriu como um adolescente apaixonado, os mais velhos presentes bateram Palmas, os pais dele alegre em ouvir tais palavras, e as duas mulheres presentes enfurecidas por seus planos estarem sendo completamente frustrados. Miguel, Exuberante s felicidade, colocou o anel delicadamente sobre o dedo de Aurora, ela recebeu um beijo na testa após finalizar e sorriu grandemente vendo o peso daquela joia sobre seus dedos. - Tao linda.
- De fato, miguel pelo menos puxou isso do pai dele. - Completou sua agora sogra alegre, por que ver os jovens noivado ali na frente dos dois, era como voltar ao seu passado e relembrar os velhos tempos de menina.
- Eu sempre disse que Miguel era nosso orgulho. - Fez um joia com a a mão, erguendono polegar, e Miguel acabou rindo, negando as falas de seus pais. Sofia já farta de tudo, se ergueu rapidamente da mesa e nem olhou para trás ao sair em passos rápidos para outro cômodo da casa.
- Licença, irei falar com ela. - A mulher se ergue, saindo da presença deles o mais rápido que podia, chegando em frente a Sofia que estava na cozinha reclamando em sua mente.
- Como pode? Como? Era para ele ser meu!- Bateu as mãos sobre a pedra fria da pia.
- Calma, podemos ainda torar ele de você. - Sofia olhou a sua mãe.
- Como?
-Já foi para a cama com ele pelo menos uma vez?
- Já, ele estava bêbado, e eu consegui o fazer deitar comigo. O que tem isso haver?
- Tenho o plano perfeito!- Sorriu tão maléfica quanto Sofia poderia imaginar a maldade que vinha da cabeça de sua mãe. As duas ficaram mais alguns minutos após retornar e estarem plenas e sorridentes, como se o noivado não fosse mais abalar as duas. Aurora, com seu sensor de perigo ligado sentiu que algo bom não iria acontecer.
O resto do jantar ternunou tranquilo, e tudo em boas risadas entre as irmãs e Miguel com sua amada agora noiva. Quando só ficou o casal na sala, todos já haviam partido, o mais velho olhou a jovem com um belo sorriso, levando uma mecha do cabelo loiro dela para trás.
- O fim de semana que vem, vamos ir aonde eu te falei ontem.
- Que lugar misterioso é esse?
- Minha pequena curiosa, não se preocupe. Você vai amar. Será surpresa até o dia.
- Como você consegue me irritar com poucas palavras?
- Deve ser meu dom. Terá que se acostumar comigo amor. Serei irritante até que nossa morte nos separe.
- Falando em casamento. Sabe que terá que ir ver meus pais. Para falar do casamento.
- Sei sim. O dia que achar que está pronta para ir lá. Eu irei sorridente. Quero levar um presente para dona juraci. Ela foi uma mulher maravilhosa.
- Minha mãe sempre foi uma mulher incrível. Mesmo sendo tão pobre.
- Vocês não são pobres, são classe média. Nem tanto seus pais vivem do celeiro todos esses anos.
- Verdade, spu um povo da roça.
- Isso aí minha princesa. Você é a mais bela camponesa dos jardins daquele sitio. Sorte tive eu quando a conheci.
- Miguel, você não acha isso tudo tão estranho?
- O que seria estranho meu bem?
- Parece coisa do destino, nós separamos quando éramos mais novos, hoje nos encontramos novamente, e olha nós dois aqui. Falando sobre casamento. - Aurora sorriu ao falar de sua trajetória. - Achei que morreria solteira, já que não conseguia amar outro homem, con a promessa que me fizeste.
- Eu não conseguia amar outra mulher, mas nunca cogitei de morrer solteiro. Acho que a esperança de te encontrar era maior, do que pensar em perder minha vida. - Miguel riu.
- Você chegou a namorar a Sofia? Para ela me olhar com tanto desprezo.
- Sofia, é uma prima minha, ao qual não é de sangue. Cresci após sair do seu lado, com ela. Não consigo porém, olhar ela e dizer que amo ou que me apaixonei, tivemos uma noite e nondia seguinte eu não quis mais. Me senti sujo.
- Sujo? - Olhou ele confusa.
- Sim, me denti como se tivesse traído a minha promessa de amar somente você, de nos casar e ser feliz.
- Miguel, isso não tem nada haver. Você nem ia saber se ia me encontrar, além do mais não estávamos num compromisso, apenas numa promessa. Que podíamos nos encontrar casados com outros.
- Sei disso, acho que ficou melhor assim. Ela no canto dela e eu no meu. Sofia e linda, mas não quero mulher interesseira. Quero viver um amor, e esse amor só viverei com você.
- Aish. Bobo. - Sem graça deu um leve tapa sobre o peito do mesmo, já que estava deitada sobre ele, observando seu rosto. - Você realmente não está ligando de nada? Tipo, eu sou empresaria, mas de uma loja pequena. Além de estat um pouco...gordinha.
- Você não está gordinha, esta com as curvas desenhadas. Nunca imaginei que chegaria a ter uma mulher com carne, com gostosura para desfrutar. Meu amor, ser magra também tem seus lados ruins.
- Assim como ser gordinha tem suas vantagens.
- Bingo.
Ambos riram, e deixaram a conversa para depois, já que voltaram a concentrar os lábios um no outro, num beijo calmo e cheio de desejo, Miguel por tela deitada sobre seu corpo, aproveitava para passar as mãos em sua Sintra e depositar um carinho ali, sentindo que seu corpo aqueceram com tudo aquilo.
- Eu preciso ir. Amanhã nos dois trabalhamos. - Comentou Aurora em um sussurro sobre seu ouvido, causando um arrepio involuntário e um bucobde decepção.
- Mas já? Estava tão bom.
- Podemos aproveitar mais no final de semana que vem. Já que quer me levar apara algum lugar que eu nem imagino.
- Ah, eu irei aproveitar cá segundo do próximo fim de semana. Acredite.
- Então, pode me levar pra casa?
- Sim amor, nem tanto preciso voltar pra minha casa.
Ambos se ergueram, Miguel se despediu de seua pais, Aurora agradeceu o jantar, e seguiram oara o carro, durante o percurso, iam falando sobre outros tipos de assuntos até que chegaram em frente a casa dela, a mesma se despediu dando um selar demorado nos lábios de Miguel e depois saiu do veículo se despedindo e entrando na sala casa para enfim descansar, a semana da jovem seria uma tremenda correria.
Miguel, após ver ela entrar, seguiu também o rumo a sua casa, para descansar, ele tinha uma empresa que o esperava sem demora.
Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top