9° Capítulo
Júlia Gonzalez
Assim que sai do luxuoso prédio do Edward sendo escoltada até o meu apartamento pelo os seus seguranças segura até os dentes de tanto cuidado que eles estiveram a mando do próprio Edward. Ele queria me levar até em casa mais não aceitei sua ajuda, naquela momento não era melhor solução aproximar por causa de um dia de completa paz e entre nós dois não apagará vários outros de briga.
Nunca pensei que ficaria perto dele sem brigar, ele foi muito atencioso quando cuidou da minha bunda, ainda sinto um certo incômodo mas nada que leves cuidados não resolva sei que foi culpa dele ter acontecido comigo.
Cheguei cansada e morta querendo minha cama, dormir foi uma tarefa fácil fiquei remoendo tudo várias e várias vezes em minha mente não vi nenhum um sinal de Anne e kyliam pelo o apartamento simplesmente deitei em minha cama e apaguei.
Todavia agora estamos todos reunidos juntos babando nos quadrigêmeos que são as coisa mais fofa do mundo. Sentindo todos os olhares sobre mim ignoro sabendo exatamente do que se trata. Arregaçando as mangas do meu suéter, acelerei os passos assim que cruzei para perto da janela com eles acompanhando cada passo que dou, um pouco impaciente atravessei o hall de entrada em direção onde eles estão reunidos em silêncio absoluto.
Pelo canto do olho, vi eles ainda me observando.
— O que vocês querem? — Indago, fazendo carinho na cristal que está deitada no estofado, aconchegada na perna da Anne.
— Temos uma dúvida? — Anne levantou uma mão como se estivesse numa sala de aula tirando uma dúvida.
Semicerrei os olhos e senti meu colo começar a esquentar. Eu não gostava de ser observada como se tivesse cometido algum crime, e já estava preparada pras suas perguntas como se eu não soubesse que seriam como uma corda sendo apertada em volta do meu lindo pescoço.
— Perguntem — Respirei fundo e acenei, por fim.
— Vocês dois juntos no mesmo ambiente por horas sem brigar?! — Robert tomou a frente modelando seu cabelo sedoso observando minimamente.
— Foi — falo naturalmente.
— Rolou algo mais? — Sophia bebeu seu suco olhando-me maliciosamente.
— O que você quer dizer com “algo mais” — enfatizei fazendo aspas com os dedos.
— Entenda como quiser — riu maliciosamente.
— Não rolou nada que você está pensando — falo indiferente escutando Edward soltar uma tosse seca me contrariando — A convivência com os Baker 's afetou seu cérebro... meus pêsames amiga — debochei alfinetando Edward com olhar.
Coloquei uma mecha atrás da orelha, percebendo que seu olhar desviou para a lateral do meu pescoço. Ele afastou o olhar rapidamente quando percebeu que eu encarava de volta, como se não tivesse visto nada.
— Ei — os irmãos Baker resmungou ao mesmo tempo.
— Júlia sempre certa! Concordo completamente meus primos são uma má influência — Ele passou os dedos pelo cabelo, encarando-me enquanto ajeitava sua gravata.
— Não esquece que você também é um Baker florzinha — Christopher disse-lhe chamando pelo o apelido.
— Só no nome — ele mente irritando os irmãos.
— E no sangue também — afirmou Edward.
— Será? — Balbuciou arqueando a sobrancelha.
— A tia Luna vai adorar saber que o próprio filho está falando essa baboseira! Vou gravar e mandar pra ela — Christopher ameaçou tirando o celular do bolso da calça.
— Você não faria isso?! Faria — repetiu desesperado.
— Dúvida? — Chris rebateu arqueando a sobrancelha.
— Pare já as mocinhas — Robert interrompe a briga dos três primos segurando a risada — Estamos aqui pelo um motivo que ainda não sabemos, mas não para discutir sobre o que rolou entre os dois pombinhos ali — apontou para Edward e para mim — Estamos curioso sobre o que se trata.
Edward sorriu, tenso, e me encarou, e comecei a revirar os meus olhos abrindo um sorriso pequeno.
— Temos duas notícias para vocês — Sophia murmurou animadíssima — Uma boa e outra ruim — disse mudando sua fisionomia drasticamente quando disse a última parte.
— Estava bom demais para estragar com notícias ruins — falei alarmada — Manda a boa primeiro! Quem sabe não amortece o impacto da ruim que virá.
Olhando para apaixonadamente um para o outro falaram junto ao mesmo tempo:
— Marcamos a data do casamento — puxou o noivo para perto de si beijando eroticamente deixando todos nós como plateia — Daqui a dois meses — disse assim que terminou de beijar.
Dois meses? Por Deus esses dois são loucos.
— Agora chegamos na etapa certa, a senhorita fez o favor de adiantar o processo engravidando dos quadrigêmeos mais lindos — falei ironicamente rindo da cara de desgosto que ela fez.
— Em qual regra disse que temos que seguir para o primeiro casamento? — falou sarcástica.
— Nenhuma por isso você foi esperta e encheu o bucho — digo soando sarcástica também.
— Você é horrível Júlia — ela disse rindo.
— Mas espera aí dois meses vocês acham que dá para arrumar tudo? — kyliam perguntou assustado, ele tem mania de arrumação mas nesse ponto ele está certíssimo dois meses?
— Meu marido é bilionário e eu futuramente assumirei o império dos meus avós então será nenhum problema para nós dois.
— Rochelle do mundo atual, por isso eu amo essa garota! Certíssima Christopher que dar seus pulos para pagar tudo — digo.
Pouco a pouco ela se aproximou dos avós não os perdoou de fato pelo o que eles fizeram mas eles estão velho e sem o herdeiro para assumir a cadeira da presidência da empresas jóias. Contudo tenho certeza que o motivo dela aproximar deles não seja esse no fundo no fundo ela quer eles por perto mas ainda é recente tudo ao ponto de machucá-la.
— Ele que escolheu a data sabendo o pouco tempo. Ele pagará todo o preço cobrado.
Ele ergueu as sobrancelhas rapidamente. Voltei a mim e parei com os devaneios quando lembrei que faltava a segunda notícia.
— E a segunda notícia? — perguntei tirando uma mecha do meu cabelo que escorria pelo o meu rosto.
Assumindo a frente ela nem teve tempo de me responder, porque ouvi passos de Christopher vindo para mais próximo e me girei, deparando-me com a babá dos bebês.
— Tudo o ocorreu de zero a cem muito rápido antes dos quadrigêmeos nascerem com outra invasão do maluco do Felipe no resort da família acabamos enfim botando o fim nessa longa loucura que foi essa perseguição dele com isso a morte dos pais da Sophia foi indefinido não havia realmente o corpos deles enterrados no Brasil — explicando cuidadosamente ele parou para observar Sophia que permaneceu de cabeça baixa desde que ele começou a explicar — Paguei para investigar tudo sobre o que ele fez desde que ganhou a liberdade não conseguir muita coisa de irrelevante pois seus passos foram cauteloso. E quando nos encontramos na salinha do hospício eu fiquei sem chão, custei acreditar que vocês fariam essa loucura sem ao menos pensarem em si mesmo e nela — apontou para a noiva um pouco alterado.
Ela ficou em silêncio e me encarou por instantes intermináveis até resolver olhar para ele.
Botando meus sentidos no ponto certo brinquei com a ponta das minhas unhas nervosa o suficiente para acabar passando mal.
— Juro que não queria que voltássemos a procura ele.. mas era os pais dela e meus padrinhos e muito importante para ela com é para mim também — piscou várias vezes tentando controlar a vontade de chora.
— Nosso entendemos! — kyliam falou apreensivo.
— Não ninguém entende! Eu me sinto muito mal por ter envolvido nisso sabendo que o Christopher proibiu para preservá-la dessa situação toda. Tentei explicar isso a ela, mas, toda vez que abria a minha boca, era incapaz de encontrar as palavras corretas para impedir ela daquela loucura — murmurei me sentindo horrível dito em voz alta pareceria egoísmo e ingratidão da minha parte, mas, por dentro...me sentia despedaçada.
— Pare Júlia — Christopher pediu compreensível — Eu sei que você aceitou porque é uma coisa importante para vocês duas! Eu não culpo você por isso.
— Não — neguei relutante — Foi muito errado como aconteceu de fato.
— O motivo foi o certo mais naquele momento, mas havia uma pessoa sociopata que não deveria chegar perto da sua vítima assim — comentou em breve suspiro.
— Por que você está tão na defensiva — Nicolai perguntou.
— Por que essa situação toda só causará dor! principalmente para minha noiva — Tensionei todos os músculos do meu corpo, finalmente conseguindo captar o que ele queria dizer — Desculpa estou sendo um escroto com vocês mas além do fato que ocorresse dessa forma porque eu sabia o quão terrível poderia ser — Ele passou os dedos pelo cabelo, encarando-me enquanto ajeitava sua gravata nervoso algo estava o incomodando parecia que estava procurando um jeito certo de dizer — Desde de Sophia teve alta do hospital eu fazia visitar frequente para Felipe toda situação deu um giro total em nossas vidas determinado em busca de resposta oferecia como uma fórmula de manipular ele com acordos no começo foi difícil de ter uma conversa decente com ele nenhum momento ele dava abertura para podermos entrar em um acordo morrendo por dentro por vê-la angustiada querendo respostas aumentei os acordos, e por fim, ele aceitou os acordos para descobrir pelo menos uma pista que ajudou muito para podermos começar a trabalhar na procurar...
Olhei para as janelas atrás dele, sentindo a raiva crescer em meu peito queimando por inteiro. O que aquela merda significava? Não havia nada me fazer-se surtar do que machucar alguém que eu amo.
— Então descobriu alguma coisa? — temendo a resposta que viria após minha pergunta indague aflita.
O silêncio ensurdecedor envolve toda a sala de cabeça baixa Sophia nega pegando um pote transparente. Limpando as lágrimas que insiste em cair ela disse:
— Ele cremou meus pais colocando seus restos mortais em um pote transparente, colocando-o como um enfeite em sua sala de estar em seu apartamento aprendido — disse ela, chorando seus lábios tremiam enquanto as lágrimas deslizavam por seu rosto delicado, controlando minhas emoções, inclinei-me de volta, devastada — Ele misturou tudo o que restou dos meus pais colocando neste único pote.
— Sinto muito — me desculpei como se o que ele fez foi realmente minha culpa. Chorosa ela se aproximou pegando minha mão e puxou-me contra seu corpo como se estivessemos vivendo tudo outra vez, deslizando uma mão em minha nuca ela acariciou.
— Não é sua culpa por favor não murmura como se fosse a culpa sua do que ele fez, eu te amo, e odeio ver você passar por tudo isso. Nós duas pertencemos uma ao outra, Júlia. Sempre fomos nós duas e agora estamos todos juntos agora — como se o tempo tivesse parado, o silêncio se tornou desconfortável até os braços de todos eles se envolverem nós duas em uma abraço caloroso.
Tudo parou deixando minha mente em branco total esquecendo até mesmo como se respira me movia no automático todas as lembranças que estiver com os meus padrinhos passaram-se como flashback pela minha cabeça como se estivesse vivendo tudo novamente a dor é incurável ao ponto de marca na alma cada sentimentos que criamos todo o tempo eu não podia mergulhar no fundo do poço como a minha mente estava planejando aquilo é real a dor é constante a falta é eterna.
Estacionando o carro prendo um pouco a minha respiração vendo todos com as mesmas expressão que a minha tristes, magoados por toda a situação e desacreditado por tudo se finalizado tão cruelmente.
Senti o aperto na garganta, e tentei engolir, mas não conseguia me mover. Eu simplesmente encarei o volante, paralisada. Saímos do carro todos silêncio carregando tudo o que sobrou dos meus padrinhos virei a cabeça, meu peito doendo enquanto ela despejava no mar encolhida na sua própria a dor.
Mordi os lábios, lutando contra as lágrimas. E no fim restou apenas os momentos bons que sempre levarei comigo.
××××
Até o próximo capítulo ♥️.
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