06
Sophia
Acordei já era dez e pouca da manhã, felizmente sábado. Fiz um coque no cabelo e tomei um banho e logo em seguida vesti a roupa.
Desci e fui até a cozinha pra tomar meu café. Abri a geladeira pra ver o que tinha, quando eu fechei dei de cara com a Hellen. Ela era filha da mulher que trabalhava aqui em casa, aí de vez em quando ela vinha ajudar a mãe. A Ágatha odiava a Hellen, dizia que ela era invejosa e falsa mas eu não me importava. A Emília, que era a mãe dela, trabalhava aqui uns sete anos, era maravilhosa.
Peguei um suco e fiz um sanduíche e sentei no balcão vendo a Hellen limpar a pia.
Hellen: Deve ser bom ser patricinha, né? Acorda tarde e não faz nada. Queria eu ter essa mordomia.
Sophia: Se você tá achando que eu sou patricinha tu tá muito enganada, Hellen.
Hellen: De qualquer forma deve ser bom ser rica — revirei os olhos voltando a tomar meu café.
Terminei meu café e fui na casa da Ágatha, a mesma estava dormindo parecendo um porco toda largada na cama.
Sophia: Acorda! — falei abrindo as cortinas. — Já é tarde, meu bem.
Ágatha revirou na cama cobrindo seu rosto com o travesseiro.
Ágatha: Vai a merda, Sophia. — falou quando viu que não iria sair até ela levantar.
Sophia : Vamos na praia. — fui até a sacada onde tinha a visão do mar. — O dia tá lindo pra pegar aquele bronze.
Ágatha: O máximo que tu vai consegui pegar é uma queimadura e olhe lá. — ela levantou com os cabelos bagunçandos.
Sophia: Não estraga a minha vibe, já basta a Hellen.
Ágatha: O que aquela cabelo de cú loiro fez?
Sophia: Disse que sou pracinha e que não fazia nada. — falei e revirei os olhos ao lembrar.
Ágatha: Odeio ela e não é atoa. — Ágatha entrou no banheiro. — Vai lá fazer um café pra mim, vai rapariga safada.
Sophia: Folgada. — bufei — Vou fazer teu café e vou pra casa me arrumar, aí depois tu passa lá. — falei saindo.
Ágatha: Ta! — falou com a boca cheia, creio eu que é de pasta de dente.
Fui até a cozinha e abri a geladeira vendo o que tinha.
A Ágatha é muito folgada cara, as coisas pronta e ela me pedindo pra fazer.
Peguei o suco de maracujá de caixinha e coloquei no copo e peguei pão colocando peito de peru e algumas outras coisas. Fiz e deixei no balcão.
Quando eu ia saindo dei de cara com a tia Bianca. Seu barrigão de sete meses estava lindo.
Bianca:: Estava fazendo o café da Agatha? — me perguntou com um sorriso no rosto e alisando sua grande barriga.
Sophia: Sim. E que vamos à praia pegar um bronze, aí pra adiantar fiz o café da folgada.
Bianca: Você é um anjo, Sophia. Um anjo. — ela me abraçou e me acompanhou até a saída.
Peguei o elevador até o meu andar.
Cheguei em casa indo tomar banho. Vestir um biquíni azul que eu tinha ganhado do Guilherme no natal.
Parei de me arrumar quando escutei o barulho de mensagens do celular.
Era o Luan perguntando se eu podia sair com ele. Respondi o mesmo o voltei a me arrumar.
Fiz uma make básica bem praia, escovei meu cabelo deixando solto e passei protetor solar por todo corpo. Depois vestir um short desfiado curto junto a uma blusinha de alcinha branca.
Peguei minha bolsinha de praia e coloquei a canga, meu celular, protetor solar e minha carteira com dinheiro, e por fim peguei meu óculos de sol colocando na cabeça.
Quando estava passando pela sala vi o Gui com a xícara café na mão assistindo TV, e minha mãe que chegava do trabalho junto com meu pai.
Aline: Bom dia meus amores. — minha mãe me deu um beijo no rosto seguido do meu pai.
Tiago: Ta indo à praia, é.
Sophia: Tô, vou junto com a Ágatha. Beijos. — falei saindo.
Tiago: Beijo, juízo.
Sai pegando o elevador pro apartamento da Ágatha.
Eu tinha a chave da casa da tia Bianca, assim como ela tinha de lá de casa.
Fui direto pro quarto da Ágatha vendo a mesma deitada dormindo de maiô.
Eu sabia. Folgada.
Dei um tapa na bunda dele vendo a mesma murmurar.
Sophia: Vamos.
Ágatha: Merda Sophia, sempre estragando meu sono.
[...]
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