CAPÍTULO 13

Cobra 💀

Não acho que já senti ciúme na minha vida. Ver minha mulher dançando lá, com a mão de outro homem em sua cintura, ouvindo outro homem falar com a minha mulher? Tudo o que sei agora é que quero matar.

Só de pensar em alguém além de mim tocando em Vanessa me deixa furioso. Quero arrancar membro por membro desse filho da puta. Porra está tomando todas as forças em mim para não fazer isso.

Gabriel: Que eu saiba a Vanessa é solteira não casada. - Responde o filho da puta.

Cobra: Filho da puta, não acho que esteja ouvindo. Você não diz o maldito nome dela.

Gabriel: Cara eu não sei o que  você é dela e nem me interessa saber, então nos deixa dançar em paz seu corno. - ele me insulta, cuspindo no meu rosto.

Eu o agarro pelo pescoço antes que ele saiba o que diabos está acontecendo. Vocifero, socando meu punho em seu rosto até que a força do meu golpe o tira do meu aperto.

Ele cai no chão e eu me posiciono sobre ele. Agarrando sua camisa rasgada, bato meu punho em seu rosto uma e outra vez. A pele em meus dedos rasga e racha de dor, mas não paro.

Cobra:  Gaaaah! — o filho da puta levanta seu braço esquerdo, e algo afiado passa através da parte inferior do meu rosto. É uma garrafa de cerveja quebrada, que atinge contra meu queixo e o corta.

Eu passo o polegar no meu queixo. Sangue verte do corte.

Meus olhos se dilatam com raiva.

Cobra: Você é um fodido homem morto.

Ele pisca rapidamente, e bato o meu ténis  em seu rosto.

Th: Cobra! — Th agarra meus braços, mas antes que ele possa me afastar, piso no rosto do filho da puta de novo.

Ouço minha garota e Bruna gritando, mas meus olhos não saem desse merda.

Th: Irmão, obtenha o fodido controle! — ele me empurra e limpo meu queixo, focado no ensanguentado homem inconsciente no chão.

Th: Jesus, cara. — Ele se vira, juntando seus dedos atrás da cabeça enquanto olha o homem acabado.

Viro-me, tentando me acalmar, quando vejo a Vanessa olhando para mim toda assustada, todo mundo do baile ficou chocado com essa cena. Eu não me importo com quem essa gente pensa sobre mim, eu sou o dono dessa merda. Mas me importo com que ela pensa sobre mim.

Vanessa sai do baile apressas, ela tá fingindo de mim? Vou trás dela.

Cobra: Porra Vanessa1— Digo enquanto puxo o seu braço.

Vanessa: Era necessário você fazer isso com ele Cobra? você quase matou o homem Cobra.

Cobra: porque você tá defendendo aquele filho da puta?

Foda-se, quero estar chateado com ela, mas ela parece tão fodidamente sexy. Meu pau reage instantaneamente, a coisa maldita fica dura se ela está por perto.

Vanessa: Não seja estúpido.— ela rosna para mim e de alguma forma não sorrio enquanto me repreende.

Que porra ela faz comigo?

Cobra: Entenda uma coisa Vanessa, você é minha. Isso significa que as mãos dele ou de qualquer outro filho da puta não tocam em você.

Vanessa: Entenda uma coisa, mulher também não gosta de homem rodado e muito menos oferecido.

Cobra: Que porra você tá falando?

Vanessa: Nenhum homem pode tocar em mim, mais você pode foder qualquer mulher que quiseres nè? — pergunta com deboche.

Cobra: Tu dá doida Vanessa? Eu não Tou fodendo com mais ninguém além de você sua doida.

Vanessa: Não me enrola que eu não sou os teus Beck. Tu acha que não vi quando a Bia entrou na boca e só saiu de lá duas horas depois.

Cobra: Quando você sai da minha casa eu voltei a dormir, depois o Th me ligou para me ir ter com ela pra fazermos uns corres... Quando voltei fui direito para casa tomar banho e vim para o baile. Eu não transei com ninguém minha Preta.

Espero que ela argumente, espero totalmente isso. O fato de que ela não faz me acalma como nada mais faria.

Vanessa:  Eu não me importo. — Diz olhando para o lado.

Cobra: certo. — Eu zombo — ficas linda quando tas com ciúmes. — puxa ela pra perto de mim, enfio a minha mão nos seus lindos cachos.

Caralho! Perdi 50% da minha postura de bandido mal.

Aperto minha mão em seu cabelo e puxo seus lábios a uma polegada de distância dos meus.

Cobra: Vamos pra minha casa. — Digo enquanto beijo o seu pescoço.

Vanessa: Eu não posso Cobra, minha mãe tá em casa hoje. E se verem contigo de novo agora que esse povo vão ir dizer pra ela que estou a foder com o dono do morro.

Cobra: Foda-se o que esses bandos de fofoqueiras falam sobre nós. — Falo Enganchando suas pernas de volta a minha  cintura, ela agarra meus pulsos e os ancora acima da minha cabeça. A minha  mão corre seus quadris para cima lentamente.

Eu  beijo com o tipo de reverência que faz ela deslizar pela parede.

Eu me afasto,  seus olhos examinam o lado do meu rosto, eu acaricio a sua bochecha eu vacilo com a ternura. Seus lábios se estreitam em linha reta antes de plantar um beijo delicado ali.

Cobra: Eu o teria matado. Por colocar as mãos em você, o teria matado bem ali.

Vanessa: Você já acabou com ele Cobra.

Aperto a sua bunda em minhas mãos. Eu odeio que ela tenha esse poder sobre mim.

Ataco sua boca com a minha. Meu polegar golpeia o lado de seu pescoço, revelando no caminho como sua pulsação fica selvagem sob meu toque. Eu a levanto e gemo quando ela abre suas pernas esbeltas para me permitir onde nós dois sabemos que eu preciso estar.

Meu pau está dolorosamente duro, e eu o aperto contra o seu centro suave enquanto mordisco seu lábio. Seu gemido é necessitado.

Deslizando os dedos no meu cabelo. Seu aperto fica mais forte em volta dos meus cabelos grossos enquanto ela aprofunda nosso beijo. Nós dois lutamos desesperadamente para ter a vantagem, e diabos se ela não está vencendo. Eu estou consumido pelo desejo de tê-la. Empurro contra ela, ansioso para vê-la desmoronar novamente por minha causa. A menina má perde o controle e balança comigo em antecipação de sua liberação. Eu puxo uma mão de sua bunda perfeita para agarrar seus peitos empinados através da blusa.

Cobra: Eu vou te foder, — eu rosno, meus dentes mordendo seu lábio, depois o queixo. Ela grita quando eu mordo sua garganta. Eu movo minha boca para perto da orelha e mordisco a pele ali também. — Eu vou te foder bem aqui nesse beco contra essa parede.

Ela choraminga, minhas palavras enviando-a ao limite. Seu corpo se estilhaça com um orgasmo.

Eu deslizo minha mão entre nós e encontro sua calcinha. Molhada. Encharcada. Ela está tão quente para mim, ela está fazendo uma bagunça. Isso me deixa louco. Eu tiro sua calcinha para o lado, e um som sufocado escapa dela.

Vanessa: Cobr eu isso não é... eu estou nós não podemos transar aqui.

Eu arranco meu cinto, depois abro minha calça. Ela está ofegante e se contorcendo, mas não tentando fugir. Quando eu libero meu pau grosso e dolorido, e o esfrego contra seu clitóris, ela dá um pulo em meus braços.

Cobra: Então me diga não, — eu imploro, minha boca um sussurro sobre a dela.

Vanessa: Cobra... — ela geme. — Não, por favor. — Seus lamentos são carentes. Ela diz o que seu coração grita para ela.

Cobra: Não volte atrás agora, pequena, — eu ameaço, meus dentes beliscando seu lábio inchado.

Seus dedos esfregam meu couro cabeludo e ela assente, mas sussurra as palavras:

Vanessa:  Não, nós não podemos.

Cobra: Claro que podemos, — eu rosno. — E nós vamos.

Eu beijo sua boca para abafar seus gritos enquanto deslizo minha ponta para sua abertura apertada e a empalo com um rápido impulso violento.

Porra, minha doce pequena bruxinha é tão apertada.

Sua boceta sufoca meu pau. É a boceta dela que é a sádica, não

eu. Ela é a única me sufocando neste momento, e tudo o que eu posso fazer é deixá-la me matar lentamente com prazer. Ela é a melhor coisa na qual eu já afundei meu pau.

Vanessa: Ai! — ela grita, seus dedos puxando meu cabelo.

É lindo, a batalha do que o coração dela implora e o corpo dita.

Eu lentamente puxo para fora, em seguida, enfio meu pau dentro dela novamente. Um gemido alto e feio sai dela, então eu a silencio com outro beijo.

Eu a fodo forte e rápido, beijando sua boca perfeita.

Vanessa: Cobra, — ela grita o meu nome. — Oh, Deus.

Seu aperto no meu cabelo diminui e ela desliza suas palmas para os lados do meu pescoço. Ela relaxa um pouco, e meu peito enche com orgulho que ela confia em mim para cuidar dela. Eu balanço meus quadris dentro ela, certificando-me de esfregar contra seu clitóris sensível com cada impulso. Sua boceta está pingando de seu último orgasmo, dando-me toda a lubrificação que eu preciso para deslizar para dentro e para fora facilmente. Ela vai de tentando se afastar, a se agarrar em mim como se eu fosse um bote salva-vidas.

Vanessa: Cobra...

Cobra: Tão perfeita, — eu suspiro contra sua boca. — Tão minha.

Seu corpo treme e estremece, mas sei que ela não gozará assim. Então eu a fodo forte e gostoso. Em breve, eu levarei horas extraindo prazer dela.

Eu mostrarei a ela meu reino. Ela será minha rainha.

Eu solto um grunhido quando minhas bolas se contraem com o meu orgasmo.

Na hora que eu estava tira o meu pau dentro da sua buceta, vejo que os foguete fora soltos estão a invadir o morro.

Porra, logo agora.

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Feliz ano novo meus amores 🥳❣️

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