Capítulo 5: A perseguição por Anacostia
Estávamos olhando para o celular em cima da mesa. Tive que acorda-los e assim acordando toda equipe.
Marty: Para saber se estava morta deveria ter investigado.
Ana: Voltado a cena do crime.
Marty: Exato.
Liguei o celular após o Mcgee dar o sinal, esperamos e nenhuma ligação foi feita.
Mcgee: Estou rastreando as últimas ligações. Me dê um minuto, Ana.
Ana: Fiquei com medo de atender e ele me rastrear. Sei que o objetivo é acha-lo mas não quero um elemento surpresa dele. Essa casa deve ser um prejuízo.- analisando.
Gibbs: Barata não é, e eu teria que descontar do salário de alguém.
Mcgee: Encontrei, chefe. Se localiza no bairro Anacostia.
Peguei a minha arma e fomos atrás.
(...)
O local estava deserto, o que não era pra menos já que era de madrugada, exatamente três horas.
Ana: Parece que estou dentro de um filme de terror.
Marty: Sei bem como se sente.
Ana: Não acharia ruim as piadas do Dinozzo agora, só agora.
Gibbs: Onde McGee?
Mcgee: Perto do rio.
Ana: Uma pesca noturna?- perguntei. - Mcgee, algum sinal do Oliver?
McGee: Negativo, a empresa não se posicionou sobre ele.
Ana: E os hospitais?
Mcgee: O que tem?
Ana: Você checou se ele foi internado?
Mcgee: Não tive tempo.
Ana: Agora tem?
Mcgee: Estou fazendo o melhor que posso, Ana.
Ana: É exatamente por eu saber que você sabe fazer melhor que estou pedindo.
Gibbs: Anda logo com isso, Mcgee!
Corremos até o rio , essa correria demorou um pouco.
Ana: Minhas pernas estarão doendo amanhã.
Gibbs: Tem faltado aos treinos, é isso que ganha com a falta de responsabilidade.
Ana: Mas nada me impede de reclamar.
Estávamos avistando o rio. Mas não tinha ninguém, estava deserto.
Ana: Mcgee?
Mcgee: Esta a sua esquerda.
Olhei avistando uma lata de lixo.
Marty: É, ele escapou.- parando.
Ana: Me fazendo revirar uma lata de lixo...
Mcgee: Podia ser um esgoto.
Ana: Engraçadinho.- pondo as luvas. Abri e vasculho um pouco avistando um velho celular. Ligo e vejo as chamadas, faço a ligação e tocou o meu celular.- É só isso que - vendo no chão um relógio antigo. Me abaixo.
E de forma repentina escutei um tiro.
Ana: Protejam-se.
Nossa única proteção era a lata de lixo. Fomos atrás dela, mas recebo um tiro no ombro antes de me refugiar.
Coloco a mão no meu ferimento.
Gibbs: Mcgee, mande uma ambulância.
Ana: Eu vou ficar bem, não é tão sério.
Marty: Tem coragem e estupidez também.
O atirador continuou e Gibbs revidou. Enquanto isso, Marty pressionou o ferimento. Ele mostrava ansiedade e nervosismo.
Ana: Marty?
Marty: Caímos em uma armadilha. E ele poderia ter acertado se não tivesse se abaixado. Por pouco... tão pouco... - com as mãos trêmulas. - O que te chamou a atenção?
Ana: Eu encontrei isso...- mostrando o relógio.
Marty: Nos preocupamos com isso depois.
Os tiros cessaram no momento que Gibbs atirou por último.
Ana: Esta silencioso...
Marty: Estará morto?
Gibbs: Irei verificar.
Ana: É perigoso, ele pode estar tramando uma segunda armadilha.
Marty: Ela esta certa, agente Gibbs.
Ana: Vá com ele Marty.- o olhando.
Mcgee: Chefe, o Tony esta a caminho.
Gibbs: O assassino esta do outro lado do rio, encaminhe ao Dinozzo e peça para me encontrar lá. Marty, fique com ela. E Ana, aguente firme.
Leroy Jethro Gibbs
Na mata procuro por rastros do homicida, cálculo mais ou menos a distância do tiro que dei e onde ele estaria mais ou menos. Piso então em algo que a princípio pensei que era um galho, mas era uma arma , a arma do crime.
Gibbs:(Eu o acertei.)- afirmei. Peguei a arma e guardei. - Mas, para onde você foi?
Não poderia ter ido muito longe. Olho ao redor e um vulto correu na direção contrária de mim.
Gibbs: EI?- gritei, em seguida o segui.
Ele era rápido, mas era possível ver que pressionava o ferimento da bala na cintura. Não poderia atirar, precisava dele vivo.
O homicida cortou caminho me fazendo perde-lo de vista.
Gibbs: Mcgee?
McGee: O senhor o perdeu?
Gibbs: Ele entrou no meio do mato.
Parecia uma perseguição inútil. No entanto, meu celular tocou , era o Dinozzo.
Gibbs: Fala.
Dinozzo: Chefe, eu avistei um homem correndo de carro , ferido, acho que é nosso cara.
Gibbs: Deixou escapar?
Dinozzo: Pelo contrário, estou perseguindo ele como em Velozes e Furiosos!
Gibbs: Tome cuidado e mande as coordenadas para o Mcgee.
Dinozzo: Pode deixar!
Retorno avistando a ambulância socorrendo a agente Rossi. Ela teria que ser mandada para o hospital para tirar a bala em seu ombro.
Marty: E o assassino?
Gibbs: Dinozzo está atrás dele de carro.
Marty: Isso é estranho, ele sabia que viriamos.
Gibbs: Conseguiu prever nossos movimentos.
O homem se aproximou perguntando quem iria acompanhar a vítima. Olhei para o Gibbs de acordo, ele entrou na ambulância e eu liguei para o agente Mcgee.
Marty: A onde eles estão?
(...)
Anthony Dinozzo
A perseguição precisava terminar, de repente veio um carro a minha direita, olho avistando o agente Marty, o qual fez um sinal, ele ligou para mim e deixei no viva-voz.
Marty: O alvo esta ferido.
Tony: McGee me avisou e como está a agente Rossi?
Marty: Ficará bem, foi um tiro no ombro mas foi socorrida a tempo.
Tony: Quando eu colocar as mãos nele vou fazê-lo se arrepender!
Ele começou a fazer várias curvas aleatórias. Não conseguimos alcança-lo e o perdemos.
Bato irritado no volante do carro.
Saímos do carro olhando ao redor.
Marty: Essa perseguição ta ficando cansativa.
Tony: Ele me paga por me fazer acordar de madrugada e correr atrás dele!
Marty: O assassino?
Tony: O McGee!
O sol então começou a nascer.
Mcgee: Tony, a empresa de Colombo irá se pronunciar as 08:00 horas. Certamente terá inúmeros repórteres, isso irá dificultar a investigação.
Marty: Por outro lado, pode ser uma boa oportunidade para nos infiltrar e descobrir mais sobre Oliver Colombo.
Tony: Gostei da idéia.
Entramos no carro indo até a empresa de um dos empresários mais importante.
Continua...
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