Último Capítulo
Eryx Fioravante
Cheguei na ala oeste , próxima do telhado.
Eryx:(Onde esta esse helicóptero?)- me perguntei.
A porta se abriu e para a minha surpresa era Fox. Toquei minha cintura mas me recordei que eu estava desarmado.
Eryx: Ele escolheu dessa forma.
Débora: Não, você escolheu assim. Você matou meu irmão e agora o matou.
Eryx: Quem o assassinou foi Masato Sato, não tenho nada haver com isso.
Débora: VOCÊ O ATRAIU PARA UMA ARMADILHA!- irritada gritou. E apontou sua arma para contra mim.
Eryx: Não fez diferente com suas vítimas e não poupou minha irmã, que direito você acha que tem?- questionei. - Não sei como você entrou aqui, nem como passou pelo NCIS e o FBI, mas, se me matar, será só mais um na sua lista para prende-la.
Em silêncio ficou.
Eryx: Esta com medo de ser presa?
Débora: Não diga bobagens, alguma vez recuei?
Eryx: Então, por que não atira?- perguntei. - Se quer saber a culpa foi de seu namoradinho. Un leader debole.
Débora Martinez
Sua risada me irritava, meu sangue fervia com suas provocações. Ria como um psicopata, tocou levemente seus dedos na testa e logo parou.
Eryx: Os mais espertos vencem.
Débora: É verdade que você o derrotou de forma covarde. Nunca teria conseguido sem a ajuda de Masato Sato.- falei. - Mas, na sua própria força, mostrou ser fraco.
Eryx: Eu sou um estrategista minha querida.
Débora: Não, não melhor do que eu. É verdade, eu anseio muito sua morte ao tirar tudo de mim.
Eryx: Não sabia que a Fox era sentimental, até achei que seu romance era só para ter vantagens com Carlos. Dinheiro, fama de criminosa, carro, formas de ostentar.
Respirei com muita dificuldade.
Débora: Eu disse que sou mais esperta do que você.-com um leve sorriso o irritando.
Tony: Mãos pra cima, Eryx!- entrando DiNozzo com Gibbs e Fornell.
Eryx: O quê?
Anthony DiNozzo
O a gente Fornell se aproximou com Gibbs , o algemou. Acusando das provas que tínhamos e para zombar, Fornell contou a traição de Sato o irritando.
Num piscar de olhos o corpo de Débora perde o equilíbrio e antes de cair no chão, a seguro, estava desacordada, a deitei cuidadosamente e verifiquei se havia sido baleada.
Fornell: Tony, o que foi?
Tony: Débora, o que houve?- verificando não havia uma bala sequer. -(A menos...)- Toco sua testa, estava ardendo em febre, mais uma vez, como eu temia. - (Por favor, não fique doente...)
(...)
Eryx e Sato foram colocados nas viaturas, o corpo de Carlos foi levado ao necrotério e Débora encaminhada ao hospital.
Gibbs: Como ela esta?- perguntou ao chegar no hospital.
Tony: Esta com febre emocional e... ela entrou em estado de coma...
Em silêncio ficou mas preocupado.
Tony: Ele poderia ter usado o colete.
Gibbs: O orgulho dele é maior, não podemos culpa-lo, nem sempre saímos com um também.
Tony: Com a morte de Carlos e de Blake, ela praticamente não tem forças chefe.
Gibbs: Ela tem, só precisa descansar para se recuperar. Iremos aguardar seu despertar, tenho esperança de que Débora vai sair dessa.
Tony:(Tomara...)
Dois meses se passaram, e nenhum sinal de melhoras sobre a Martinez, todos nós esperávamos angustiados o médico ligar dizendo que ela havia despertado.
E no silêncio da manhã, o telefone tocou, era do hospital tendo informações sobre ela. Infelizmente as informações não eram boas.
Débora havia desaparecido, deixando apenas em seu travesseiro o cordão de seu irmão e desde então não se teve mais notícias.
A procuramos incansavelmente, mas era como procurar uma agulha num palheiro.
Ziva: Acha que ela esta bem?- perguntou a agente David em sua mesa.
Mcgee: Eu não sei... os médicos acreditam que não... ela estava muito fraca para poder andar sozinha...
Ziva: Eu tenho medo.
Tony: Não precisa ter medo, ela sabe se cuidar.
Ziva: O problema é que não consigo dormir sem saber sua localização.
Mcgee: Se Carlos estivesse vivo...
Tony: Teria sido diferente, certamente.
Mcgee: Foi como levar duas flechas no peito de uma vez.
Não podia discordar.
Os corpos de Blake e Carlos foram enterrados no cemitério, como heróis. Mas, ela não apareceu depois, Gibbs ia direto no cemitério e perguntava sobre ela mas ninguém sabia sobre sua pessoa.
A casa dos Martínez estava abandonada, as coisas permaneciam no lugar, ela não havia pisado lá.
Nem mesmo Mcgee conseguiu informações com Alex , o homem não sabia de seu paradeiro.
Jimmy Palmer
Tínhamos mais um corpo e a Abby analisava as digitais deixadas. Dentro do tempo de sumiço da Fox, várias mulheres de sua faxietaria apareceram aqui com as suas características descritas.
Meu coração se apertava mas ao ver os corpos me aliviava saber que não era ela.
Leroy Jethro Gibbs
Encarava o cordão me perguntando tal comportamento mais uma vez.
Tony: Chefe?
Olho para ele.
Tony: Pode ser que ela não queira ser encontrada.
Ziva: É um jeito otimista de ver as coisas.
Mcgee: Dada as circunstâncias de que ela não estava apta.
Eu apenas queria um sinal de que ela estava bem e pedia isso várias noites e dias. Meus pesadelos sobre Fox voltavam as vezes, aquela mesma cena e outras na noite do confronto entre Fox e DiNozzo.
Gibbs: O que temos?- guardando o cordão.
Ziva: Nosso homem é Sayed Mullah, 37 anos, dono de uma empresa grande da Meca.
Tony: Se encontra no momento no Afeganistão, acreditamos que foi ao encontro de Ahmad, um de seus clientes preferidos e que esta contrabandeando mulheres, crianças e armas ilegais.
Fomos chamados por Leon para a sala de comunicação da agência do NCIS. Ao entrarmos na sala ele nos encarou.
Leon: Não podem ir todos nessa missão.
Gibbs: Certamente, mas a Ziva deve ir a qualquer custo.
Leon: Não irei protestar. Mas Sayed tem informantes aqui nos EUA e preciso que fique.
Gibbs: E quem pretende enviar ao Afeganistão?
Leon: O agente DiNozzo e a agente David.
Tony: Ela é um perigo.
Ziva: Bobagem.
Leon: Não se preocupe, temos uma mulher para te acompanhar e que te espera lá.
Tony: Uma mulher?- animado. - É bonita?
Leon da uma leve risada e mostrou a video chamada na tela. Cabelos castanhos, olhos castanhos escuros, pele clara com vestes mulçumanas.
Gibbs: Olá, Débora.
Débora: Agente Gibbs, Ziva, Mcgee, DiNozzo. Estarei aguardando vocês aqui no aeroporto.
Ziva: Temos muito o que conversar.
Débora: Certamente, mas não espere que eu pise em solo americano. Isso não vai acontecer.
Gibbs: Falaremos sobre isso depois. Eu só quero saber se está apta para essa missão.
Débora: Sim.
Ziva: O que sabe?
Débora:Sayed tem um vôo de retorno para Meca em duas semanas, mas até o caçador tem seu predador. Acredito que esta sendo caçado e se não o pegarmos alguém irá.
Leon: O vôo esta pronto, devem se retirar de imediato.
De acordo saíram. Olhei para ela que conversava com alguém e logo voltou a me olhar.
Débora: Obrigada pelo enterro dos dois.
Gibbs: Era o mínimo que eu poderia fazer.
Débora: Fez muito mais agente Gibbs, quando meu irmão era pequeno queria ser como o senhor, ele dizia que se não fosse fuzileiro seria um agente. Tinha respeito.
Gibbs: Foi por isso que deixou o cordão?
Débora: Ele esta onde deveria estar.
Gibbs: Ele te pertence.
Negou. A aceitação era uma muralha que precisava ser derrubada.
Gibbs: Cuide deles e se cuide.
Apenas concordou e terminamos a ligação. Olhei para o cordão e me retirei.
Gibbs:(Meus pedidos foram atendidos, ela esta bem. Embora seu ranço pelos EUA continue, Débora não recusou nossa ajuda.)- dando uma leve risada. -(Você não mudou totalmente Fox.)
Estava ansioso para ver o final dessa investigação.
Fim
Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top