Capítulo 51
Meus amores... Eu sei que fiquei um mês desaparecida, mas.. eu não sabia como escrever um capitulo HOTTT, eu não sabia como havia de o escrever, eu escrevi este com muita vergonha, por soltar um pouco o meu lado digamos "pervertido". Para mim que sou mulher, não é fácil escrever umas linhas hot, porque não consigo soltar esse meu lado para escrever. Demorei 1 mês para escrever, fui de férias para tentar escrever alguma coisa e espero que tenha conseguido escrever uma coisa que seja do fosse agrado. Mas claro que por ter ficado um mês sem publicar, para vos compensar eu vou publicar dois hoje!!!! Desculpem pela demora a sério eu peço desculpa e espero que gostem do capitulo, peço que tentem entender que para mim não é fácil escrever este tipo de coisas...
-Gostas-te do cavalo? –Questiona o Axel ao entrar no quarto, pronto depois de um duche.
-Gostei sim, obrigada. –Agradeço. Sento-me no meu lado da cama, com as pernas cruzados e olho para ele envergonhada. Apesar dele não estar despido, é estranho estarmos assim a falar como duas pessoas normais, passamos a maior parte do tempo ou a discutir ou a falar mal, um com o outro.
-Ainda bem que gostas-te. –O Axel caminha até á cama, ao sentar-se encostado ás almofadas, com a perna esquerda dobrada até ao peito e a outra esticada e fica a olhar para o nada do quarto.
-Sabes que não precisavas de dar-me um cavalo, não sabes?! –Questiono.
-Ainda por cima, és mal agradecida. –Resmunga, ao revirar os olhos.
-Eu não estou a ser mal agradecida. –Respondo agressiva. –Eu só estou a dizer, que não precisavas de gastar dinheiro com cavalos, só para me surpreenderes. –Explico.
-Fica contente pelo menos! –Exclama.
-E quem disse, que eu não fiquei contente? –Questiono chateada.
Levanto-me da cama ao caminhar em direção ao sofá, esta amostra de homem tinha que estragar tudo, estraga sempre os ambientes onde conseguimos estar pelo menos, alguns minutos sem discutir! Sento-me no sofá, pego numa almofada e coloco contra o peito.
-Eu espero que não estejas a pensar, em dormir aí no sofá Ashley! –Exclama com arrogância.
-Eu não tenho sono, dorme tu se quiseres! –Exclamo irritada.
Estou a ver que hoje vai ser uma noite complicada, nós passamos umas boas horas ali no estábulo com os cavalos, a vê-los e agora que já estamos prontos para ir dormir, é que ele decide de vir discutir comigo! Alguém consegue entender este homem?! Eu não conseguia ver o que o Axel estava a fazer, o móvel da televisão estava a minha frente, mas pelo silêncio dele, eu acho que ele já estava a dormir, ele está muito calado, não diz nada melhor para mim, se o Axel for dormir primeiro que eu! Uma discucão a menos!
-Ashley! –Há! Parece que ele não dorme ainda. –Anda para a cama.
-Dorme tu, eu não tenho sono. –Respondo.
-Tens cinco segundos para vires te deitar, se não quem vai buscar-te aí sou eu! –Ameaça, ao elevar a voz dele para comigo. Sempre o mesmo, o homem que tem a mania que é o maior, o mais poderoso, só porque ameaça e o pior, é que isso passa a ser um divertimento para ele. –Um Ashley, o tempo está a contar. –Ele faz uma pausa de alguns segundos. –Dois –Mais uma pausa. –Três –Pausa. –Quatro Ashley, não queiras que vá buscar-te á força!
-Olha Axel! –Levanto-me do sofá irritada e caminho em direção á cama mais uma vez, em passos compridos. Paro no fundo da cama e cruzo os braços ,ao olhar para ele. O Axel ainda mantinha a mesma posição dele, apenas mantinha os olhos fechados, como se ele estivesse a dormir. –Apesar de eu não ter uma vida rica como a tua, eu nunca fui e nunca serei mal agradecida! Eu já te agradeci pelo cavalo, foi a melhor prenda que me poderiam oferecer, o que só estou a dizer é que não precisavas de me comprar um cavalo, foste gastar dinheiro por minha causa e eu sinto-me mal por isso! Já me chega ter que viver á tua custa, não precisas de me comprar cavalos, só porque é o meu animal favorito! –Explico com calma. O Axel abre os olhos e olha para mim durante alguns segundos. O Axel e eu ficamos alguns segundos calados, a olhar um para o outro, ele não dizia nada e eu também não sabia, o que havia de dizer. –Aprende a conhecer-me, antes de julgares!
Desvio o meu olhar do dele e caminho até ao meu lado da cama. Puxo o lençol branco para trás e deito-me de barriga para baixo, ao ficar de costas para o Axel. Era tão bom, que ele já estivesse a dormir, mas infelizmente eu conseguia sentir o olhar dele sobre mim e isso estava a deixar-me bastante desconfortável! As luzes do quarto começam a diminuir e aos poucos e poucos, apagam-se totalmente. Apesar de não estar com sono, sei que sair da cama agora, vai haver discucão entre mim e o Axel por isso, eu acho que vou manter-me aqui deitada, a ver se pelo menos o sono aparece a qualquer momento!
Sinto o corpo do Axel a mexer-me na cama, eu só espero que ele não se aproxime de mim Assusto-me, ao sentir os dedos dele pelas minhas costas a baixo, através da minha camisola de cetim bege, o que é que ele está a fazer?
-Cheiras bem. –Sussurra perto do meu ouvido. Um arrepio passa pelo meu corpo todo, naquele exato momento onde eu sinto os lábios dele, pela minha nuca e a descer pelas minhas costas.
-Axel... –Sussurro o nome dele, com uma certa dificuldade. –O que é que estás a fazer? –Questiono num sussurro.
-Apenas deixa-te levar.
Viro-me toda de barriga para cima, para impedir o Axel de continuar o que estava a fazer, mas parece que a sorte não estava mesmo do meu lado! O Axel sem esperar nem mais um segundo, coloca cada braço dele em cada lado da minha cara e deita-se por cima de mim, mas sem me magoar! O Axel mantinha a cara dele tão próxima á minha, aquele olhar dele sério, penetrante, que brilhava com a luz da lua, que entrava no quarto
-Axel... –Sussurro baixinho o nome dele.
-Esquece tudo o que existe á nossa volta, deixa-te só levar –Murmura, ao esfregar a testa dele na minha.
O Axel sem deixar qualquer tempo para pensar em tais palavras, ele leva os lábios dele até aos meus e beija-me calmamente. Fico estática a olhar para os olhos dele fechados, sem saber se devia de o acompanhar nisto ou se devia de o impedir. Eu sei que o nosso casamento, é só na base de uma mentira, eu não o amo, eu estou presa a ele sem escolhas e por mais que a minha cabeça diga que isto é errado, eu não percebo porque razão então, o meu coração diz que "sim". Os beijos dele eram viciosos, era estranho sentir os lábios dele nos meus sabendo que estamos numa situação não lá muito boa, mas continuava a ser um vicio, só não sei se isso era bom ou não!
O Axel desce os beijos dele pelo meu pescoço, ao tocar nos meus ombros com os lábios e sinto os dedos dele, a baixar a alça da minha camisola. Olho para baixo, ao ter o olhar dele sobre o meu e solto um pequeno gemido, ao sentir os lábios dele a descer pelo meu braço. Eu não sei se isto estava certo ou não, isto ia contra os meus princípios, mas eu não conseguia afasta-lo de mim, não dava, era impossível! O Axel baixa a outra alça do meu pijama, ao mesmo tempo que esfregava a cara dele pelo meu corpo, era arrepiante a maneira sensual e carinhosa, como ele fazia as coisas! O Axel olha para mim e eu olho para ele envergonhada. Apesar de eu ser virgem, eu tinha o meu corpo a arder por dentro, parecia que eu tinha uma vontade enorme dentro de mim, de querer o toque dele no meu corpo, de sentir o toque dele como se isso fosse uma necessidade ardente!
O Axel olha para a minha camisola e volta a olhar para mim outra vez. Eu já sabia o que aquele olhar queria dizer, mas eu não conseguia dizer nada, parecia que eu tinha perdido a fala. Ele coloca as mãos dele, em cada lado da minha camisola e levanta-a aos poucos. Sento-me na cama, para que o Axel possa tirar a camisola do pijama e ele a sobe ao mesmo tempo, que aproveitava para deslizar os dedos dele pelo meu corpo a fora. Sinto as minhas bochechas a ficarem quentes de vergonha, mas mesmo assim o Axel não se importou e continuava a apreciar o meu corpo, com um desejo enorme nos olhos. Aqueles olhinhos brilhavam, junto com o luar maravilhoso que entrava pelo quarto. O Axel manda a minha camisola, para qualquer lado do quarto e coloca as mãos dele nas minhas costas, ao tocar na parte de trás do meu sutiã.
-Axel... –O chamo num sussurro, ao chama-lo á atenção.
-Hei... –O Axel coloca as duas mãos dele, na minha cara. –Não precisas de ter vergonha de mim, nós somos casados, já estamos habituados a um ao outro. –Argumenta, ao esfregar o dedo dele na minha bochecha. –Ashley, já pensas-te que se calhar é isto que ambos estamos a precisar, para parar com as discuções e até mesmo, começar-mos a dar-nos como um casal normal? Vamos dar uma oportunidade a nós os dois.
O Axel não esperou nem dois segundos e já tinha atacado os meus lábios. Com calma, sem força e com carinho! Ele coloca mais uma vez, a mão dele na parte de trás do meu sutiã e o desaperta devagar. O Axel tira o sutiã do meu corpo, sem olhar para mim e eu fico agradecida por isso. Mesmo que ele não esteja a olhar para o meu corpo, eu sentia-me envergonha, por sentir o meu peito a tocar contra o peito dele.
Estava a estranhar, a maneira em como ele estava a tratar-me, mas eu estava a gostar de sentir este lado carinhoso e não possessivo ou mandão! Por minha própria iniciativa, levo as minhas mãos até á camisola dele e a começo a levantar devagar. Olho meio discreta para o peito descoberto e sinto as minhas bochechas, a ficarem quentes de vergonha. O Axel não deixa sequer pensar em dizer qualquer coisa e ataca mais uma vez os meus lábios. O Axel coloca o peso do corpo dele contra o meu e ambos caímos na cama. Ele tinha o corpo quente, eu sentia o corpo dele a ferver, enquanto eu passava a minha mão pelas costas e por aqueles braços musculados. O Axel estava excitado e parecia que este momento, era como se fosse de ouro, ele aproveitava cada bocadinho deste momento, como se fosse único!
O Axel passa o braço dele pelas minhas costas e puxa-me para cima, ao deixar o meu corpo deitar-se sobre o dele. Eu estava totalmente entregue a ele, á alma dele, ao corpo dele, eu não conseguia parar de o beijar e muito menos, de manter o corpo dele afastado do meu corpo! Eu estava em brasa, eu sentia o meu corpo em chamas, parecia fogo! Eu não sei o que se passava comigo, o que se passava com o meu corpo, parecia que eu não conseguia afastar essas chamas, que subia pelo meu corpo a fora!
-Tu deixas-me completamente louco e confuso. –Confessa num sussurro.
-Mais do que já és?! –Questiono seriamente.
-Sim. –Ele colocou a mão dele na minha cintura e subia e descia.
O Axel volta a atacar os meus lábios mais uma vez, deu-me um beijo ardente, meu corpo tremia por querer mais e mais, algures na minha mente gritava "eu quero mais", eu só podia estar louca ao ponto de querer que isto aconteça comigo e com ele! Eu estava com medo do que poderia vir a acontecer, daqui para a frente! O Axel deitou-me na cama cuidadosamente, ao ficar por cima de mim mais uma vez, eu sentia que ele estava a ficar duro por baixo de mim, era simplesmente estranho para mim e para nós os dois, o que estava prestes a acontecer aqui. Eu estava completamente entregue aos encantos dele, que nem sequer conseguia afasta-lo, o que nós estamos a fazer é errado, porque entre nós os dois não existe amor, tudo não passa de uma falsidade conjunta!
-Ah... –Geme baixinho, por entre o nosso beijo.
O Axel beija o meu pescoço, ao mesmo tempo que apertava o meu peito do meu lado esquerdo. O Axel distribui-o pequenos beijos pelo meu pescoço, ao começar a descer pelo meu peito e sem conseguir evitar, solto um gemido ao sentir a boca dele no bico do meu peito. A língua quente dele acariciava o bico do meu peito, eu sentia o meu corpo em chamas, eu nunca tive uma sensação assim tão tão boa! O Axel passa para o outro peito, ao repetir o meu ritual, ao mesmo tempo que apertava a minha cintura, com a outra mão dele. O Axel afasta-se do meu corpo de repente, ao tirar os calções dele e ao mesmo tempo que tirava os boxers. Olho para o corpo dele nu e via-se que ele estava excitado. O membro dele era enorme, isso tudo não vai entrar dentro de mim, tenho a certeza absoluta Desvio o meu olhar do membro dele, no mesmo segundo que sinto as minhas bochechas a ficarem quentes de vergonha! Ouço um riso pequeno, vindo da parte dele.
-Não precisas de ter medo ou vergonha Ash –Volto o meu olhar para ele, ao ver que ele chamou-me de "Ash" mais uma vez. A maneira em como ele me chamava, ficava diferente dita por ele, não sei explicar ficava carinhosa, era como se aquelas três letras, já tivessem saído da boca dele á mais tempo.
O Axel cobre o meu corpo com o corpo dele, ele volta a beijar-me mais uma vez e aos poucos, sinto a mão dele a tocar na minha intimidade. O Axel passava os dedos dele devagar pela minha intimidade, como se ele quisesse descobrir alguma coisa, ele aproveitava para passar o dedo em cada canto da minha intimidade. Eu sentia cada vez mais, as chamas a crescerem dentro de mim, eu estava completamente em chamas
Assusto-me ao sentir o membro dele nas minhas pernas, ele segura com a mão dele e começa a passar pela minha intimidade, ao fazer-me gemer alto. Eu não conseguia ficar calada muito tempo, eu precisava de abrir o que estava dentro do meu corpo, eu precisava de tirar estas chamas ardentes dentro do meu corpo! O Axel coloca o membro dele, na entrada da minha intimidade e levanta o olhar dele até mim. Era como se ele tivesse lido os meus pensamentos!
-Tem calma, relaxa –Sussurra, ao dar-me um beijo rápido.
O Axel entra devagar dentro de mim, ao mesmo tempo que pedia para ter calma e que relaxa-se. O Axel beija-me com carinho e colocava mais um pouco dentro de mim. Com os movimentos dele a penetrar-me para baixo e para cima, eu sentia que o membro dele tinha acabado de partir a minha "barreira da virgindade". O Axel fica imóvel dentro de mim, para que eu pudesse adaptar-me com o tamanho, eu sentia uma dor meio fina e aguda e não conseguia segurar mais, as minhas lágrimas. Era incomodável esta dor aguda que eu sentia, mas eu queria que ela parasse a todo o custo! Sinto as mão do Axel a limpar as minhas lágrimas, olho para ele e o mesmo esfrega o nariz dele no meu.
-Queres que eu pare?! –Questiona ao olhar para mim, com um ar preocupado.
-Não. –Agora que já começamos, vamos até ao fim, não vou ficar aqui assim com estas chamas!
-Vou mexer-me Ash –Murmura baixinho. –Relaxa, só doí no inicio. –Informa.
Confirmo com a cabeça e começo a sentir os movimentos lentos dele. Eu gemia alto, ao sentir uma dor na minha intimidade, que aos poucos fica menos desconfortável. O Axel beija-me, ao mesmo tempo que acariciava o meu corpo. Ele movimentava-se para frente e para trás e aquela dor aos poucos, já nem sequer existia! Tudo começou a ser apenas prazer, eu sentia que estava excitada até demais e acho que ele acabou por perceber isso.
-Temos alguém excitada. –Sussurra, por entre o nosso beijo. Sinto as minhas bochechas a queimarem aos poucos de vergonha, decido não dizer nada e continuo a beija-lo, de maneira a que ele não conseguisse perceber o meu desconforto.
O Axel para de se mexer dentro de mim e sei exatamente, que ele estava prestes a ejacular. o Axel morde o meu lábio inferior devagar e num segundo, sinto ele a ejacular dentro de mim. Ele solta um gemido e caí sobre mim com cuidado, para não me magoar. Ele coloca a cabeça dele ao lado da minha e ficamos assim deitados durante alguns segundos, onde a única coisa que se ouvia era as nossas respirações de cansaço! Eu não acredito que acabei de fazer isto com ele o Axel levanta a cabeça dele e dá-me um beijo na testa, ao passar a mão dele pela minha cara suada.
-Isso foi ótimo. –Comenta, ao passar os lábios dele pela minha testa suada. Eu não digo nada, por estar completamente envergonhada. O Axel deita-se ao meu lado, puxa o lençol branco sobre nós e coloca o braço pelas minhas costas, ao puxar-me para cima do corpo dele. –Vamos tomar um banho? –Questiona, ao passar os dedos dele pelo meu braço.
-Hum... –Resmungo cansada. Eu estava cansada e só queria dormir, mas acho que isso não estava no dicionário dele, neste momento.
O Axel solta um pequeno riso, senta-se na cama e passa o braço dele, pelas minhas pernas nuas. Escondo a minha cara de vergonha na curva do pescoço dele, ao sentir o cheiro dele misturado com o de sexo. Passo o meu braço direito para a frente do meu corpo, para tentar esconde-lo do olhar do Axel. Ele está mais preocupado com o caminho até á casa-de-banho, do que a olhar para o meu corpo, mas mesmo assim sinto-me desconfortável, ao sentir o olhar dele sobre mim.
O Axel caminha até á casa de banho, entra e fecha a porta atrás de nós com o pé. Ele senta o meu corpo em cima da bancada gelada e solto um pequeno gemido, após sentir aquele frio da bancada sobre a minha pele. Fecho os olhos, ao tentar diminuir um pouco o dorido que sentia na minha intimidade. Abro os olhos e vejo o Axel completamente nu, a encher a banheira com água quente. O que é que acabou de passar ali naquele quarto, á poucos segundos atrás?! Ele pega num sais de banho, que estava em cima da prateleira e coloca dentro de água, ao mesmo tempo que vira o olhar até mim. Viro a cara para a janela envergonhada, por sentir o olhar dele sobre mim, o olhar dele tinha desejo, mas ao mesmo tempo tinha um olhar diferente, que não sabia bem o que era! Ouço os passos dele a virem até mim, olho para a frente e ele coloca-se ao meu lado, para pegar-me ao colo mais uma vez.
-Eu sei andar Axel –Sussurro baixinho envergonhada.
-Eu sei. –Responde.
O Axel coloca-me sentada dentro da banheira e um arrepio passa pelo meu corpo, ao sentir aquela água quente a tocar na minha pele. A água estava tão boa, parecia que eu era uma pena dentro dela Fecho os olhos e sinto o corpo do Axel atrás de mim. O Axel coloca o braço dele na minha cintura e puxa-me para trás, ao encostar o meu corpo junto ao dele. Fecho os olhos e coloco a cabeça no peito dele de cansaço. Ele utilizou uns sais de frutos vermelhos, cheirava tão bem, que parecia que o meu corpo estava tão, mas tão leve como uma pena! Abro um pouco os olhos, ao sentir a água a pingar pelo meu peito e via que era o Axel, que passava a esponja pelo meu corpo.
-Estás bem? –Questiona num sussurro.
-Sim. –Respondo, ao voltar a fechar os olhos de cansaço. O Axel dá-me um beijo na testa, ao continuar a lavar o meu corpo com a esponja.
Deixa um pequeno comentário por favor...
Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top