Epílogo

O despertador tocou. Junto com o som do despertador, uma mensagem foi enviada.  Era uma mensagem de Jenifer Joana Theos, esposa do Dr. Theos, convidando os Stones para o funeral do Dr. Theos que ocorreria naquela tarde. O dinheiro pagou a liberdade do filho do médico, mas não pagou a crise depressiva e posterior  pela qual o jovem passou. Crise esta que o levou a ceifar a própria vida. O pobre médico da cidade não suportou a perda, a sua decepção resultou em uma parada cardíaca que o levou a expirar. O enterro era naquele exato dia. O arqueólogo respondeu que não poderia comparecer à cerimônia devido à sua agenda cheia e agradeceu casualmente o convite.

      O homem exausto se dirigia até o banheiro de pijama com uma disposição terrível. Escovou os dentes, lavou a sua face, desceu as escadas que ligavam o seu quarto e o banheiro ao restante da casa e foi para a sala de jantar para fazer o café da manhã. Alimentou-se, banhou-se e ficou pronto para o trabalho. Saiu do banheiro com uma calça jeans e um moletom cinza com o logotipo do Museu de História Humana de Barrymore (MHHB) escrito em amarelo, pegou sua pasta com uma alça que se apoiava nos ombros e foi até porta que dava passagem para a rua.

       A residência Stone havia mudado. Havia passado por uma reforma devido a boa situação financeira pela qual os moradores da casa passavam. Era quase que inteiramente amarela e estava ampliada devido à reformas. No geral, o aspecto da moradia indicava boa condição econômica.

        O arqueólogo pegou a sua bicicleta que estava presa em uma árvore no quintal de casa. Pedalou através das ruas de seu bairro. Um túnel de árvores com folhas marrons anunciavam o outono.

    O arqueólogo chegou na avenida principal da cidade, onde haviam edifícios que variavam de um a cinco metros de altura. Dirigiu pela ciclovia  até chegar ao museu. Havia os dizeres no alto do edifício: “Museu de História Humana de Barrymore”. Adentrou no edifício e se dirigiu até a sala da diretora e proprietária do Museu. Uma mulher estava em sua cadeira giratória virada de costas lendo os documentos que a garantiam o monopólio da instituição.

–Desculpe senhora, o meu despertador deve ter atrasado.–Disse ele sarcástico.

A diretora se virou para o arqueólogo. Era Melanie Stone. Havia sido comprovado à justiça que o direito à propriedade do Museu era de sua mãe.

–Está cinco minutos atrasado, Sr. Stone. Acredito que não haja nenhuma justificativa para a sua aparente falta de competência. –Disse ela com um sorriso irônico. –Ah princípio, como estão indo os volumes?

–Estão quase prontos.

–Ótimo! Pegue esta chave. Sabe o que precisa ser feito. Livre-se do passado. Ele é perigoso para nós. –Disse seriamente. –Eu desliguei as câmaras. Ninguém irá desconfiar de nós. Livre-se daquilo. Se livre do nosso passada infeliz.

Mark assentiu a se retirou da sala da diretoria do Museu. Desceu a escada subterrânea antes de passar coma a cabeça erguida pelo túnel até chegar ao novo complexo. Aproximou-se da caixa de vidro que continua o anel de Mosa. Inseriu a chava no cadeado e girou. Abriu a caixa cultural m cuidado e de lá retirou o anel. Analisou fixamente e sem emoção nenhuma o anel, afinal, não o porquê de se apreciar lixo. Fechou cadeira então a caixa e vidro e colocou o anel no bolso antes de se retirar do complexo.

FIM!



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