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NOTAS

oi oi seres de luz, como é que tá a vida?

essa é minha última semana de férias e eu tô quase pulando de uma ponte. finalmente o terceirão e eu não sei se rio pq tá acabando ou se choro pq dps tem faculdade... desespero bate na porta.

Enfim, boa leitura. ❤️

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CATARINA

[ 🗓 ] Sexta, 14 de Outubro de 2022.
[📍] Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, Brasil.

- Para, João - falo assim que sinto seus lábios em meu pescoço.

Eu estava tentando estudar um caso de cirurgia que uma ex-amiga da faculdade que trabalha no Hospital Samaritano me pediu ajuda. Mas João tava acordado há uma hora e há uma hora ele tem me exigido atenção.

- João Victor - o repreendo segurando seu cabelo. - Eu tô ocupada.

- E eu quero passar um tempo contigo - diz abafado no meu pescoço. - Tenho que ir pro CT daqui à pouco.

- Eu tô de folga hoje. - falo enquanto leio o relatório do paciente.

O cara sofreu um acidente escalando o Monte Roraima, na tríplice fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana. Machucou a perna e foi trago as presas de helicóptero pro Rio à pedido da família.

O estado dele é grave e a os pais estão em um impasse com a esposa pois querem que amputem a perna dilacerada e a mulher não, ela quer outra alternativa. É uma situação difícil, mas não impossível. Os pais querem a saída mais "fácil", só querem manter o filho vivo. Mas a mulher diz que isso acabaria com a vida dele, já que ele é um homem extremamente ativo e metido a atleta.

- Isso parece chato, preta - fala com a mão em meus ombros.

- É interessante... - digo distraída. Coloco o papel sobre a escrivaninha do quarto dele e me viro para olhá-lo. - As vezes eu sinto falta de trabalhar no hospital. Das cirurgias, da correria, dos pacientes... Trabalhar no clube é bom, mas sei lá, sinto falta.

- Não tá mais c-curtindo trabalhar no CT, né? - perguntou e eu pensei um pouco mordendo o lábio. Afirmei com a cabeça. - eu meio que já tinha percebido i-isso.

- Tá tão na cara assim? - pergunto apreensiva.

- Só pra quem t-te conhece b-bem. - diz.

- Será que foi por isso que o Braz mandou ficar mais no trabalho interno? - indago e ele dá de ombros.

- T-talvez.

- Sei lá, acho que talvez eu tenha errado - divago.

- Errado em q-que?

- Quando eu estagiava lá pra faculdade, eu meio que queria sentir a emoção de estar em campo também, sabe? Junto com os auxiliares, a equipe técnica e tudo mais. - falo sorrindo. - Mas no fundo, talvez eu só quisesse ser mulher de jogador mesmo. - suspiro e ele me olha, começando a sorrir de canto.

- Bom, a-agora você é. - pega minha mão e beija antes de me puxar pra cima e me guiar até a cama.

- Conheço esse olhar, João Gomes. - digo apontando do dedo no seu nariz. Ele me joga na cama e depois coloca uma perna de cada lado da minha cintura.

- Por favor? - pede com uma cara tão fofa que eu juro que parece um santo.

Santo João Gomes do pau oco.

- Não, duas vezes essa semana já, cara. E é sempre a maior meleira. - faço careta lembrando. - Sempre tenho que tomar banho depois. - reclamo e ele revira os olhos se inclinando pra me beijar.

Pense num beijo gostoso que esse garoto tem. A pegada que vale por mil e que só no beijo me deixa molhada por ele.

- Vamo, preta, por favor - murmura mordendo minha orelha e eu me arrepio toda.

- Me chamar assim é golpe baixo.

- Eu sei.

- Você não presta, João Victor. - falo de olhos fechados quando ele chupa meu lóbulo. - Tá, tá, tá bom.

- Ótimo. - se afasta sorrindo vitorioso.

- Mas não vale deixar cair na minha cara, tô falando sério - digo e ele me encara com tédio depois de tirar a camisa.

- Sem graça t-também.

- Tarado. - digo rindo.

Ele me ajuda a tirar a minha blusa e depois o sutiã. João olha pros meus peitos como se fossem duas bolas de ouro da Fifa e isso me deixa muito excitada. Sorrio pois sei que ele me deseja e me quer tanto quanto eu sinto ambos sentimentos por ele.

Ele tira a bermuda e a cueca, deixando seu pau duro bem na minha cara. Salivo enquanto passo o polegar pela cabeça roxeada e depois coloco minha língua para lamber o pré-gozo que sai dali. João geme e eu enfio na boca para lubrificar e deixar do jeito que ele gosta.

Pra ser sincera, sempre odiei boquetes. Parece uma coisa muito mais íntima e pessoal do que o sexo em si. Mas com João não, com ele é diferente. Eu gosto de fazer, me excita fazer. As reações que ele tem, o modo com fica manhoso quando eu deixo seu pau todo babado e faço garganta profunda. Ou até mesmo seu olhar de pura luxúria quando me vê engasgando com ele. Com ele tudo é bom.

- Che-chega. - pede sem fôlego, segurando minha cabeça e eu o retiro da boca, começando apenas a movimentar com a minha mão.

Tava do jeitinho certo pra fazer o que ele realmente queria.

João se inclina mais pra trás e eu seguro meus peitos esperando ansiosamente que ele se encaixe em mim. Olho pra ele quando se enfia entre meus peitos e sorrio ao ver ele abrir a boca.

- Ca-caralho. - geme e eu aperto um dos meus bicos, aumentando ainda mais meu tesão.

- Nós temos uns quinze minutos antes de você ter que sair, acho melhor agilizar. - falo e vejo ele abrir os olhos.

João mexe os quadris de trás pra frente esfregando seu pau no vão dos meus peitos. Até que ele remove minhas mãos e começa a segurar ele mesmo, beliscando de uma maneira gostosa que me faz gemer alto.

A sensação da pele com pele é gostosa pra caralho. O barulho molhadinho do pau dele me faz querer gritar, juntamente com seus gemidos baixos e delicioso.

Ele solta meus seios e abre o vão para cuspir no próprio membro enquanto me olha cheio de luxúria. Depois volta a enfiar e então sei que está prestes a goza.

A veia em seu pescoço fica mais grossa e seu aperto se torna mais áspero. Seu movimento é rápido e meio desleixado; os olhos se fecham com força e seus lábios carnudos e rosados se abrem mas não emitem som algum.

Jatos de porra encontram meus seios, meu pescoço, meu queixo e meus lábios. Fecho os olhos sorrindo e passo a língua por eles, sentindo seu gosto e volta a abrir quando ele se deita ao meu lado.

- Você disse que não ia gozar no meu rosto.

- De-desculpa. - me olha com olhos baixos de exaustão.

- Tenho que tomar banho agora. - reclamo, me levantando, mas ele me impede.

- Po-posso te ajudar com i-isso? - pergunta meio tímido e eu assinto com cenho franzido.

Esperei de tudo, mesmo que ele fosse vir abocanhar meu seios e começar a chupar tão avidamente quando uma criança faminta.

- João - gemo segurando sua cabeça, meio chocada. - Cara, qual teu problema com meus peitos?

- Sãos go-gostosos. - diz com a boca cheia de um deles. - Eu po-poderia passar o dia todo chupando, Kitkat.

- Mas não vai sair nada, mano. - rio acariciando seu cabelo negro. Até que ele ficava fofo fazendo isso.

Ele só deu de ombros e continuou lá.

[...]

- Eita que eu chamei a Flávia e veio a tropa toda. - falo assim que tiro a vista do meu celular e olho para porta aberta do meu mais novo apartamento.

- Já ouviu dizer que gente gostosa só anda em bando? - Gabriel pergunta vindo até mim com Dandara nos braços e eu reviro os olhos quando ele beija o topo da minha cabeça. Logo atrás dele vejo Flávia com Gabi no braço, Arrasca, Pedro e meu moreno.

- E então, gostaram? - pergunto ansiosa.

Eu ainda não tinha batido o martelo oficialmente, mas tava muito inclinada à aceitar. Eu podia ter simplesmente comprado uma casa no mesmo condomínio em que Gabriel, João e Pedro moram, mas eu prefiro apartamentos, sempre preferi. Daí quando eu vi essa cobertura linda e que tem vista pro Pão de Açúcar, simplesmente me apaixonei.

- Tem a sua cara. - Flávia fala analisando. - E até que é pertinho da casa da mãe.

- Exatamente, a localização é perfeita. - digo. - Talvez eu tenha que mudar a decoração uma pouco, sumir com todos esse branco e jogar um preto, mas acho que encontrei meu cantinho.

- Achei que ia morar com o João - Pedro fala e eu o olho.

- Cedo demais - simplesmente respondo e sinto os braços do meu namorado ao redor de mim.

- Tô o-orgulhoso de você, pretinha - diz sorrindo e bejja minha bochecha.

- Brigada, moreno.

- Tem piscina - Arrasca comenta sorrindo com malícia.

- Já tô sentindo cheiro de festa - Gabi fala e logo recebe um olhar afiado de Flávia. - Festa de família, é claro.

- Só se for mesmo - reviro os olhos rindo.

- Vai se mudar quando? - meu primo pergunta.

- Depois que voltarmos de São Paulo.

- Rápido assim? - minha irmã indaga e eu dou de ombros.

- Achei que até demorou. - divago. - Mas e ai, o jantar é por conta de quem? - pergunto e todo mundo me encara. - Sério?

- Não é tú que é Doutora? - Giorgian fala.

- E vocês são jogadores valiosíssimos, então me poupem. - reclamo quando fazemos caminho para sair do apartamento.

[...]

Saio do banheiro com a intenção de ligar para Gabriel, já que a pergunta que eu queria fazer não dava para ser feita em público. Depois que saímos do meu apartamento, fomos em restaurante de comida oriental que Gabriel conhecia, eu não curto muito comida crua mas simplesmente me apaixonei pelos sushi hot's e comi quase vinte e cinco peças. Mas, em compensação, a conta foi cara pra caralho, minha sorte foi que a gente rachou e ficou um valor significativo pra cada um.

Entro no closet ouvindo a ligação chamar e penduro ele entre a orelha e meu ombro.

- Fala. - diz Gabriel assim que me atende minha ligação.

- Deixa eu te perguntar um negócio - falo enquanto procurava um pijama pra vestir. - A casa de Búzios ainda funciona? - indago.

- Claro, pô. A chave tá comigo ainda.

- Tem como me emprestar? - peço gentilmente enquanto puxo uma calcinha da minha gaveta. - Quero passar o fim de semana com o João lá.

- Vai dá né, bonita? - pergunta rindo e eu sinto meu rosto ficar vermelho.

- Não é da sua conta, metido - falo irritada. - Passo pra pegar a chave amanhã cedo.

- Beleza. - concorda. - Tá usando camisinha, né? Não tô pronto pra ser tio ainda.

- Boa noite, Gabriel. - falo já cansada e desligo. Termino de me vestir e saio do closet após desligar a luz.

Quando saio do meu quarto, desço as escadas e lembro que João tá na sala jogando videogame. Tá meio coisadinho comigo porque Pedro e Gabriel resolveram desenterrar umas histórias minhas que ele não curtiu muito. Por isso fiquei a fim de levar ele pra casa de praia em Búzios.

A casa na verdade é do Gerson, mas desde que ele foi embora pra jogar na França, quem usa é a gente. Sei que Gabriel leva suas peguetes pra lá, assim como Arrasca e o time todo também.

É a primeira vez que eu vou pegar a chave e eu já estou doida de ansiedade. Aquela casa é perfeita e a vista de frente por mar é de tirar o fôlego. Tenho certeza que João vai gostar.

- Pit? - chamo ele assim que chego na sala. Minha mãe já está dormindo, assim como Flávia e as crianças e Pedro tomou vergonha na cara e resolveu dormir na casa dele hoje. A luz da sala tá apagada e só a TV ilumina o ambiente.

Me sento ao lado de João, mas imediatamente já me coloco atrás dele com as mãos em seus ombros.

- Gosta de praia, né? - pergunto fazendo massagem em seus ombros.

- C-claro.

- Quer ir pra búzios comigo depois do jogo amanhã?

- Ma-mas não vai ser mu-muito tarde? - me olha de relance.

- Talvez, mas eu juro que você vai amar. - deixo um beijinho em sua nuca.

- Então, po-pode ser.

Continuo fazendo massagem em seus ombros e espalhados beijos por ali enquanto vejo ele jogar uma partida de fifa atrás de outra.

- Vamo deitar? - pergunto mordendo a pontinha da sua orelha, ele se esquiva de mim.

- Fa-faz isso n-não, Ca-Catarina. - reclama e eu rio do jeitinho que ele fala.

- Como sua médica eu exijo que você vá pra cama, já passou da hora de atleta dormir.

- Ih, ala. Q-quem vê jura q-que quer dormir. - balança com a cabeça rindo.

- Vamo, mor - faço carinho na sua nuca. - Eu deixo você mamar. - falo no seu ouvido mesmo que ninguém além de nós fosse ouvir.

Ele pausa o jogo e se vira para me olhar.

- Tá fa-fa-falando sério? - concordo. - Ma-mas você nunca de-de-deixa.

- Agora eu vou deixar, só quero dormir e não quero ir sozinha.

Ele me olha por mais alguns segundos e depois levanta e começa a desligar as coisas.

Subimos juntos pro meu quarto e eu tranco a porta depois de entrar. João fecha as portas da varanda e liga o ar. Me deito e espero que ele venha se deitar comigo depois de desligar a luz.

Abaixo a alça da minha blusa expondo meu seio e logo ele tem seus lábios ao redor do meu mamilo. Suspiro baixo não acostumada com a sensação. Olho pra ele e passo o dedo por sua testa sorrindo da forma fofa que ele fica enquanto faz isso. Não tem perversidade, nem nada sexual envolvido, é apenas fofo de uma maneira que eu não consigo explicar.

[...]

boatos de que a fic tá acabando... 🥺

o que vocês esperam para o final desse casalzinho lindo que virou meu xodó? 🫶

love, succs.

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