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lembrete: só comentem à respeito da história e do capítulo NADA de números, letras do alfabeto ou apenas emojis. vamo evitar que o wattpad exclua a história, lovies.
Boa leitura.💛
[ ... ]
CATARINA
[ 🗓 ] Sábado, 01 de Outubro de 2022.
[📍] Maracanã , Rio de Janeiro, Brasil.
Flamengo x Bragantino.
Rodada 29 do Brasileirão.
Nem nos meus piores sonhos eu imaginei o jogo com Bragantino iria ser tão intenso assim. Depois do pênalti que o Gabriel perdeu, parece que ele ficou mais puto. Já dei duas chamadas nele por conta do meu lado torcedora puta de ódio. Eu tinha que aprender a me controlar.
- Fica calma, Catarina - João sussurra, eu o ignoro, minha atenção totalmente focada no campo.
- Fica calma um caralho, João Victor - digo. Ele nem tava jogando, esse puto tava aqui de metido só pra encher minha paciência.
- Não precisa falar assim também, né? - diz baixo e eu olho pra ele. Eita como tá doído, puta que pariu. Suspiro.
- Desculpa, tá? Só tô nervosa - digo e beijo a bochecha dele.
- Por que não me beija na boca?
- Porque eu tô trabalhando - digo.
Ele fica em silêncio novamente e eu volto a prestar atenção no jogo.
- Porra, pegar cartão no fim do primeiro tempo é foda - passo a mão no rosto. É por isso que eu detesto esse Daronco, oh juiz insuportável.
O primeiro tempo acaba e eu me divido entre manter os jogadores hidratados, cuidar dos que estavam com câimbra e tentar acalmar os ânimos dos nervosinhos. Tô começando a achar que essa equipe precisa de um terapeuta.
- Gente, vocês tão surtando atoa - fala para Pedro e Gabriel.
- Vai me dizer que você não tá vendo a porra do Daronco roubar essa merda, não?
- Gabi, a questão não é essa - falo. - a questão é que ele tá implicando e vocês tão caindo na dele, porra vão jogar e mostrem que são melhores que isso, vocês já tão ganhando, já.
- A Doutora tá certa - Dorival entra na rodinha. - tão caindo no jogo dele e ele só quer levantar um vermelho pra vocês.
- CBF me paga por ainda deixar esse cara apitar qualquer jogo - resmunga bebendo água. Pego as fitas para colocar na coxa de Arrasca.
- Como é que vocês tão em duas finais e tão levanto sufoco do Bragantino, meu Deus? - pergunto alto e eles riem. Tudo dodói da cabeça.
Converso um pouco com Pedro e dou à ele o gás que precisa pra entrar dentro do campo e macetar o time rival. As vezes, eles só precisam levar um empurrãozinho por simplesmente esquecer que já chegaram lá e conseguiram. Foi só uma injeçãozinha de ânimo pra fazer ele acordar.
No segundo tempo Dorival substitui Thiago por Cebolinha, na intenção de levar o time mais pra frente.
Mas ai parece que hoje os deuses do futebol não estavam ao nosso lado. Vidal derrubou Ramires dentro da área e o Daronco, decidido a cavar a cova do flamengo, foi lá e deu pênalti.
Dito e feito. Apesar de Santos ser um paredão, o jogador cobrou perfeitamente.
As vinte e um, meu menino Pedro recebe a bola direto dos pés de Cebola e manda direto no gol. Vejo a festa ao meu redor, mas fico quietinha na minha. Costumo manter minhas superstições; o jogo não tinha acabado, o RB podia muito bem conseguir virar.
Vi Pedro fazer seu segundo gol. Mais grito, mais comoção. Esbocei um sorriso e ele veio até mim e me abraçou e beijou minha testa.
- Tá ligada que tú é muito pé quente, né? - fala rindo e voltando para o campo.
Era bom participar de tudo assim de novo. Era boa a sensação de ter aquilo que eu lutei tanto pra conseguir. Era meu sonho de pequenininha ver esse time jogar de pertinho assim e agora não só vejo, como sou a médica que cuida deles.
[...]
[📍] Paris 06 , Rio de Janeiro, Brasil.
Depois do jogo.
- não acredito que me convenceu à isso, João Victor - sussurro brava apertando seus ombros.
- é pra lembrar da nossa primeira vez. - sorri de lado e eu jogo a cabeça pra trás cheia de tesão. Minhas mãos sobem dos seus ombros para o seu pescoço e assim que ele coloca minha calcinha de lado e começa a me esfregar com os dedos, contenho os gemidos. Meu polegar bate em seu lábio e eu me atrevo à dizer: - com esse sorriso de canto eu fico doida pra dar pra você.
O camisa trinta e cinco me olha com fogo nos olhos e puxa meu quadril pra baixo e eu desço gostoso por seu pau completamente babado. Suas mãos vão para minha cintura e guiam meus movimentos de maneira lenta e gostosa.
- a gente tem que ir mais rápido, vão perceber que a gente tá transando - falo enquanto ele tá com a cabeça pra trás e os fechados com força. Contraio minha buteca ponho minha mão sobre a boca, vendo ele franzir o cenho e abrir os lábios.
Puxo seu inferior com dentes enquanto aumento a velocidade das sentas. João espalma suas duas mãos na minha bunda e me olha do mesmo jeitinho que olha pro time rival quando tá jogando.
João Victor meu marrento...
- Não adianta mais fazer pose - digo mordendo sua orelha e ouço-o suspirar pesado. - Perdeu a postura, Pitbull? - gasto rindo e ouço ele soltar um xingamento baixinho.
- Levanta - diz firme e eu choramingo. - Faz o que eu tô mandando, Catarina.
- Calma, já tô indo. - falo e saio de cima dele. Solto um gemido baixo quando seu pau saiu de mim. Me sinto vazia agora.
Ele levanta e me pega pelo pulso, encostando minhas duas mãos nas paredes brancas do banheiro. Olho por cima do ombro quando ele levanta meu vestido, reda a calcinha de lado e enfia fundo dentro de mim. Uma de suas mãos tapa minha boca, a outra está em minha cintura e eu estou quase perdendo o controle com a nova posição.
Me surpreendo quando um tapa é deixando na minha nádega direita. Certeza que nesse momento eu fiquei ainda mais molhada. A mão pesada de João vai deixar uma marca enorme na minha bunda.
- Parece que quer perdeu a postura foi você, Doutora Catarina - diz no meu ouvido. Fecho os olhos por alguns segundos.
- Acaba logo com isso, moreno - peço. - fode logo sua pretinha, para de me torturar.
Escuto seu riso antes da mão que antes estava sobre minha boca, segura meu pescoço e me inclinar mais para trás enquanto me fodia enlouquecidamente. Eu me sentia melada, toda a lubrificação escondendo por minhas coxas. O peito de João grudado em minhas costas e eu me apoiei ali por já estar muito fraca.
- é melhor se acostumar com isso - diz depois que gozamos. Ele já está vestido e organizado e eu estou uma bagunça ainda me recuperando. - não vou sair mais de dentro de você.
João se ajoelha e analisa os lábios sensíveis da minha buceta, passando o dedo por ela. Ele faz bico e eu olho pra ele sem entender.
- quê? - pergunto depois que ele arruma minha calcinha e desce meu vestido.
- Tá vermelhinha, cara - arregalo os olhos. O que? - muito sensível, hoje não rola mais. - ele parece... triste?
- tú não cansa não, garoto? - pergunto e ele dá de ombros vindo me beijar.
- temos que fazer valer o tempo perdido, Kitkat.
Lavo minhas mãos antes de sair do banheiro e confiro se meu cabelo está no lugar.
Assim que chegamos à mesa, João coloca a mão na base da minha coluna e puxa a cadeira pra eu sentar ao lado de Flávia, que me olhou estranho.
- Tá bem, irmã?
- Acho que sim. - murmuro.
- Você tá pálida, Kitkat - Gabriel comenta e então o olhar de todos os jogadores na mesa se volta pra mim.
Deus do céu, eu vou morrer.
- Ela passou mau, mas já tá melhor, né? - pergunta João com a mão no meu ombro. Pego o copo de água minha frente e bebo pra cessar o nervosismo.
- Geralmente eu ficava assim quando tava grávida.
E lá vai a água fazer o caminho errado de novo. Eu simplesmente tenho problemas com engasgo e a galera vive em função de me assustar assim.
Olho pra Flávia depois de respirar fundo.
- Eu não tô grávida. - falo convicta.
- Grávida? - Pedro indaga da ponta da mesa e então todos começam a cochichar. - Tá grávida, Catarina?!
- Eu não tô grávida, inferno - digo olhando pra ele, que olha pra João.
- Engravidou minha prima, seu judas moreno?! - diz puto batendo na mesa.
- Fala com ele direito!
- Isso, Kitkat, defende o pai dos teus filhos - é a voz de Diego Alves.
- Filhos? - Everton me olha. - São gêmeos?
- Só podem tá de sacanagem com a minha cara. - esfrego minhas mãos no rosto. - Eu não tô grávida gente.
- E passou mau porque?
- Deve ter sigo algo que ela comeu - João se antecipa.
- Engraçado que eu também dizia isso - Flávia ri e eu olho pra ele com ódio.
- Dá pra você calar a sua boca?! - peço puta e ela me olha com medo.
Respiro fundo e afundo na cadeira querendo me enfiar na verdade em um buraco e nunca mais sair.
Eu só passo vergonha nessa minha vida.
[...]
[ 🗓 ] Sábado, 03 de Outubro de 2022.
[📍] Ninho do Urubu, Rio de Janeiro, Brasil.
Eu olhava pro Braz sem muito certeza do que dizer. Mexi a caneta nervosamente entre os dedos e concordei.
- É, pode ser - digo dando de ombros. Tá que eu não tava super feliz com a nova ideia das minhas funções, mas enfim.
- Não me leva à mal Catarina, você sabe que eu te tenho como uma filha e isso é o que eu tô fazendo é pra sua proteção - encaro ele. Ah, tá bom, pelo amor de Deus.
Pra resumir a história: as últimas notícias sobre mim não foram lá muito boas pro clube. Minha imagem tá associada à ele e agora eu tô me ferrando por culpa da Choquei e do Gossip.
- Eu não tô demitindo você, só acho que é melhor manter trabalho interno pelo menos por um tempo.
- Isso eu já entendi. - murmuro.
- Trabalho interno e jogo importantes, como as duas finais. Por algum motivo estranho eles jogam melhor com você lá gritando. - rir e eu o acompanho.
- Já ouvir dizer que homem trabalha melhor com medo ou sendo bajulado? - pergunto encarando-o e ele nega. - Pois é, eu faço as duas funções. Bajulo todo mundo e depois ameaço que é pra ter equilíbrio, ai eles vão lá e ganham. - dou de ombros e me encosto na cadeira.
- Vou estender seu contrato até o Mundial.
- Faz isso. - aponto com a caneta pra ele, que sorri.
Depois que saí da sala do Braz, fui trocar uma ideia rápida com Tannure à respeito das sessões de terapia.
- Não sei não, Catarina. Isso é necessário mesmo? - arruma a armação dos óculos enquanto me olha apreensivo.
- Óbvio? - digo. - Quando eu tava em Portugal, atuando na linha de frente da pandemia, também não acreditava nisso. Achei que era frescura e desnecessário, mas o diretor do hospital nos obrigou à fazer pelo menos cinco sessões. - contei. - Depois disso eu passei a trabalhar melhor, com menos peso na consciência e sabendo respeitar meus limites. Quero que os meninos tenham isso também, até porque eles não tem problema apenas dentro de campo e muitas vezes a vida pessoal pode vir atrapalhar, entende? Se eles aprenderem a administrar as emoções e saúde mental, tenho certeza que a próxima temporada vai ser melhor do que a de 2019.
- Vou trabalhar nessa possibilidade. - diz e eu concordo já bem feliz.
[...]
- Será que você pode me dar atenção? - João chega por atrás. Não me abraçando, não envolvendo minha cintura, mas sim agarrando meus peitos desprovidos de qualquer proteção do sutiã.
- Quer atenção ou continuar com fome? - pergunto me afastando dele e indo mexer a panela no fogo.
Eu estava na casa dele fazendo o nosso jantar. Oficialmente não tínhamos nenhum compromisso, até porque "reatamos" há menos de uma semana. Tô começando a achar que quem vai ter que tomar atitude sou eu.
- Você sabe que a gente podia ter pedido comida.
- Não. - falo. - Pra quê gastar dinheiro com comida se você tem comida em casa que pode fazer? Isso é coisa de burguês safado.
- Eu sou um burguês safado. - fala e eu encaro ele.
- Você é um muleque mimado, isso sim - digo segurando seu queixo e selando nossos lábios.
- Mas você me ama.
- Sorte a sua. - murmuro. - Agora saí e me deixa terminar aqui. - falo mais ele não me escuta. Me viro novamente para apagar o fogo e ele me abraça por trás agarrando meus peitos novamente e apertando. Quanto fogo esse menino tem? Deus é mais. - Qual teu problema com meus peitos?
- Problema não, vida, solução. - beija meu ombro e belisca meus mamilos. Seguro o gemido e minhas pernas ficam bambas. - Tú gosta né?
- Para com isso, João Victor.
- Mas são bons de apertar, preta. - aperta de novo e eu gemo alto. - E você gosta.
- A comida vai queimar com esse tanto de fogo que tá saindo de ti.
- Tô fazendo nada de mais. - se afasta de mim finalmente. - Tá pronto?
- Tá, seu assanhado.
- Seu favorito. - ele sorri e eu o encaro. É, ele tem razão. É o meu assanhado favorito.
[...]
vazou João e Kitkat assim oh:
chegamos ao ponto que eu queria chegar, bora falar sobre eu inserir lactofilia na história:
Eu fui meio burra e me expressei mau ao dizer que haveria lactofilia... mas calma.
Lactofilia é o fetiche em mamar e ainda vai ter isso, todavia, com abordagem diferente. O que o João tem na fic se chama Mazofilia, que nada mais é, do que o fetiche por peitos (acho que deu pra perceber).
E isso vai fazer com que ele mame, porém sem o leite pois até agora eu não consegui encaixar na história e eu não curto muito simplesmente tacar as coisas do além sem nenhuma explicação. E como eu nunca vi nenhuma fic à respeito desse tema, eu me propus a fazer.
Enfim, é isso.
love, succs.
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