Somente curiosidade

Enquanto eu jantava, ainda estava na dúvida se a deixaria subir ou não.

Tomei um banho e quando terminei faltava apenas poucos minutos para as nove. Sem eu perceber, fiquei ansioso esperando o interfone tocar.

A verdade é que se eu deixá-la entrar a verei de luzes acesas e assim poderei descobrir o que a faz tão diferente das outras, além de sua cor. É somente uma questão de curiosidade mesmo.

Exatamente às nove horas em ponto o interfone tocou. Olhei o aparelho e contrariado o tirei do gancho.

-Quem é? -Perguntei já sabendo ser ela.

-Sou eu a Becca, Thales.

-Vou abrir o portão. No entanto saiba que se subir, não haverá luzes apagadas. -Falei destravando o portão e devolvendo o aparelho ao gancho.

Mesmo querendo abrir logo a porta, esperei ela tocar a campainha.
Passaram-se mais de cinco minutos e nada.

Será que o elevador quebrou?

Abro a porta e dou de cara com ela parada em frente a porta. Linda! Trajando um macacão sex pra caralho e um lindo sorriso no rosto. Do mesmo jeitinho que eu vi na penumbra, agora com clareza.

Não falei nada, somente dei um passo atrás e a deixei entrar. Quando passou por mim, meus olhos foram de encontro aquele provocante decote.
Respirei fundo e passando a sua frente me sentei no sofá.

Claro que eu queria beijar aqueles lábios vermelhos e perfeitos. Porém primeiro iríamos conversar.

-Sente-se Rebeca.

-Obrigada! -Falou sentando-se e colocando a bolsa sobre a mesa de centro.

Cruzou as pernas e depois os braços. Deixando aqueles belos seios mais provocantes. Voltei meus olhos ao seus que me olhavam com desejo e perguntei:

-Posso saber porque não me ligou?

-Não imaginava que isso seria tão importante para você. -Fala em tom de deboche.

-Eu não disse que era importante. Porém, quando se diz que vai ligar e de bom tom fazê-lo. Ou não?

-Sério que você realmente pensa assim? Você nunca disse a uma mulher que ligaria e não ligou? -Me olhou em desafio.

Quem é essa mulher? Será alguma amiga querendo vingar alguma mulher que já transei?

-Eu não pensava assim. Eu mudei e agora acho que se falar é bom cumprir. -acho mesmo.

-Ok, recado anotado. Podemos dar uns amassos ou só me deixou subir para me dá um sermão?

Que porra de mulher é essa!
Vejo claramente que ela aguarda uma resposta.

-Podemos transar. Porém... Só se você me prometer não fugir enquanto eu estiver dormindo?

Puta que pariu! Acabei de convidá-la para dormir aqui, que merda eu estou fazendo?

-Então tenho que ir, não posso dormir aqui hoje. Se você não estiver ocupado eu volto amanhã? -Falou se levantando.

Ah mais não vai mesmo! Não depois que passei a semana toda querendo essa maluca.

Me levanto e seguro sua mão que já estava sobre a bolsa.

Para não ter que justificar minha mudança de atitude, a puxei para o beijo que eu já queria ter dado assim que eu a vi.

Sem resistência ela se entrega, nosso beijo é exigente e urgente. A abraço pela cintura trazendo ela para mais perto de mim, gemidos baixos saem de nossos lábios, ela está tão entregue quanto eu.
Me afasto olhando para ela.

-É melhor você ir, não quero estragar sua noite. -Falei provocando.

-Eu fico. No entanto tenho que ir antes das seis da manhã. Agora você decide.

-Você é casada? -Perguntei apreensivo.

-Não.

Respirei aliviado e continuei...

-Então por que tanto mistério?

-Não sei que mistério? Sempre quer saber da vida das mulheres que frequentam seu apartamento?

-Não.

-É o seguinte Thales. Podemos nos pegar à vontade, mas não estou a procura de romance.

-Nem eu. -Não mesmo.

-Ótimo, então o que estamos esperando. -Falou colando o corpo no meu.

Com aquela boca tentadora tão perto de mim. Eu liguei o foda-se e a beijei outra vez.

Com passos suaves, em quase uma dança, ela me conduziu para mais perto do sofá. Se afastou e com as mãos em meu peito, me fez sentar.
Sorrindo provocante, se sentou sobre mim colocando uma perna dobrada de cada lado das minhas pernas, me abraçou cruzando os braços atrás do meu pescoço e alisando meus cabelos ainda molhados, me beijou.

Beijos suaves, olho no olho, sorrisos, reboladas provocantes, carícias e gemidos. Assim ficamos sem nada dizer por mais de trinta minutos.
Não sei de onde vem tanto poder de sedução e na verdade nem sei se realmente quero saber.

De repente! Parou e saiu do meu colo.

-Tem algo que eu possa beber? -Perguntou desviando os olhos dos meus.

-Me desculpe! Tenho somente suco e água.

-Água por favor.

-Você jantou?

-Sim.

Me levantei duro e fui até a cozinha sendo seguido por ela.

-Tem certeza que não quer um suco?

-Tenho sim, obrigada!

Abro a geladeira e lhe entrego uma garrafinha de água mineral e em seguida um copo. Ela dispensa o copo.

Assim que descartei a garrafa, fui agarrado por ela. Beijos exigentes e mais descontrolados foram seguidos de suas mãos ages, que rapidamente chegaram ao meu pau.

Gemi quando ela com destreza o acariciou e apertou. Tirei minhas mãos da sua bunda, que eu tão loucamente apertava e alisava. Com facilidade liberei seus seios, com bicos perfeitos e rijos.
Me abaixando um pouco, acariciei um e segurando o outro o coloquei em minha boca, passando lentamente a língua e depois mordiscando. Eu precisava senti-los em meus lábios.
Soltando um gemido alto, ela larga meu pau e segura minha cabeça exigindo mais. E eu estava pronto para atender tal exigência, com muito prazer.
Passo a mão por dentro de seu macacão e aperto sua bela bunda a trazendo pra mais perto de mim.

Eu quero estar dentro dela, eu preciso estar dentro dela.
Pego ela no colo e caminho com certa pressa para meu quarto.
Acendo as luzes e a coloco sentada na poltrona. Tiro suas sandálias e dou um suave beijo em seus pés. Ela tem pés lindos!

Ainda de joelhos tiro seu macacão sem precisar abrir o zíper e bufo ao ver que ela está sem calcinha. Em resposta, ela sorri tirando minha camisa e inclinando o corpo pra frente arreia meu short junto com a cueca, livre e duro a puxo para a ponta da poltrona, sinto sua entrada quente e pulsante na ponta do meu pau. Tenho que ser forte para não me entregar e entrar. Sua boca deixa a minha e esfomeado desço por seu pescoço até seus seios.

Com medo de não resistir me afasto e de costa para ela pego o preservativo e o visto. Ao me virar, fico hipnotizado com a visão dela com uma perna sobre o braço da poltrona, mordiscando um dedo e se alisando suavemente totalmente exposta para mim.
Ela tira o dedo da boca e leva ao seio, no mesmo instante que introduz um dedo em sua linda bucetinha.

Nem sei em que nível de rigidez meu pau se encontra, acho que ultrapassou a do aço.
Com o mesmo dedo que ela se masturbava ela me chama.

Me ajoelhado em sua frente, a puxo pelas coxas e as mantendo em meus braços. Erguendo-as, entro de uma só vez. Ah! Que delícia! Que encaixe perfeito!

Ela se segura nos braços da poltrona ficando quase deitada. Eu aumento as estocadas sempre trazendo sua bucetinha de encontro ao meu pau. Entro e saio mesmo, fazendo isso várias vezes e tentando me segurar o máximo possível.

Seus seios balançam, ela geme e eu urro. Ela tenta mover o corpo pro lado e morde os lábios fechando levemente os olhos, estremece e num grito de prazer aperta mais meu pau. Com estocadas bem curtas e rápidas me entrego seguindo ela. Ofegante, suado e sem forças, jogo meu corpo para frente e descanso sobre a barriga dela, ouvindo seu coração acelerado e recebendo os carinhos dela em meus cabelos.

Com os batimentos mais calmos. Me levanto e lhe estendo a mão. Entramos juntos no chuveiro.
De banho tomado coloco meu short e vou para cozinha procurar alguma coisa para comermos. Começo a fazer uma omelete e logo sou abraçado por trás e recebo um beijo em minha costa.

-Assim eu queimo tudo Becca. -Falei com naturalidade.

Ela me larga e sai da cozinha. E eu, me arrependo por ter falado.

Entro no quarto com os dois pratos na mão e quase os deixo cair no chão ao vê-la usando uma camisa minha listrada e no rosto o mais belo dos sorriso.

Porra! Essa mulher é gata demais!

Ainda sorrindo ela se aproxima. Ficando na ponta dos pés me dá um beijo na bochecha e tira os pratos das minhas mãos. Se senta no meio da cama cruzando as pernas em borboleta.

Me sento na ponta e pego meu prato.

-Hum! Que delícia! -Elogia com a boca cheia.

-Que bom que gostou.

-Por onde você andava homem? Além de lindo e gostoso, ainda sabe cozinhar.

-Está tão bom assim?

-Está divino.

Após nossa pequena refeição, ela lavou a pequena louça que estava na pia, abriu a geladeira e naturalmente nos serviu com o suco, pegando no armário os copos.

Depois fomos para a sala. Ela ligou a tv, deitando a cabeça no meu colo.

-Seu nome é mesmo Rebeca?

-É sim, tenho 26 anos, sou do signo de gêmeos e sou filha única.

Entendi o recado. Apenas continuei fazendo carinho em seus cabelos.

Muito sexo depois ela adormeceu.

Em nenhum momento me passou despercebido, que ela está sempre na defensiva e também gosta de estar no controle.

Essa mulher tem segredos que eu preciso desvendar. Mas é somente por curiosidade mesmo.

Antes dás cinco horas da manhã, o celular dela despertou e pulando da cama, se arrumou.

A levando até a porta, não resisti e perguntei:

-Quando te vejo novamente Rebeca?

                        🌸🌸🌸

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