Minha melhor loucura
Quando ela saiu da cama tentando não me acordar, a puxei de volta lhe dando um beijo. As incertezas de quando irei vê-la novamente me incomodaram profundamente.
Enquanto ela tomava banho eu fazia minha higiene matinal. Depois de um beijo com gosto de quero mais a saudade já me consumia.
A levei até a porta e antes de fazer o que eu faria, pensei duas vezes e nas duas eu não tive dúvidas.
-Tome, leve com você, entre quando quiser, se não quiser ficar em meu quarto eu peço a Ruth que arrume o outro. -Falei lhe entregando a chave da porta e do portão.
-Tem certeza disso? -Perguntou me olhando nos olhos, parecendo esperar eu vacilar.
-Se somente teremos vinte um dias, eu adoraria passar todos eles com você, sobre isso eu tenho certeza Rebeca.
Ela contínua a me encarar, na certa pensando em minha proposta.
-Eu aceito, separe uma gaveta pra mim. -Falou me dando um beijo e saindo balançando as chaves.
Espero neste período saber mais sobre ela e principalmente descobrir um jeito dela permanecer comigo.
Sei que tudo está indo rápido demais, porém dona Helena, minha amada mãe, sempre dizia que quando sentimos algo assim e para não deixar escapar, por ser algo tão raro.
Mesmo Becca não dizendo como se sente, eu percebo no seu toque e no seu jeito de me olhar.
Quando Ruth chegou pedi que mandasse fazer uma cópia da chave, que eu passaria na hora do almoço para pegar.
Pedi também que separasse um espaço no closet e no banheiro para Becca, pior que não sei o que ela trará.
Cheguei na empresa sorrindo e minha alegria contagiou até mesmo Thiago.
Entreguei flores para Júlia em agradecimento e um cheque com o valor maior que o combinado. Essa menina vale ouro mesmo.
Meu sorriso ficou maior quando às quatro de tarde Becca me enviou uma mensagem, dizendo que estava indo deixar umas coisinhas dela lá em casa e que tentaria chegar antes dás oito, para jantarmos juntos.
Nem mesmo o mau humor do meu pai foi capaz de tirar o sorriso em meu rosto.
Na volta pra casa, fiquei me questionando em como eu deveria me comportar.
Comprei flores, bombom e até um vinho. Mesmo eu não bebendo, sei que ela gosta.
Também tenho que saber se ela tem preferências para o jantar e combinar com Ruth para o deixar pronto, agora para dois.
Entrei em casa sorrindo e já calculando quanto tempo ela iria demorar.
Botei o vinho na cozinha e fui para o quarto.
Quando abri a porta tive a melhor das surpresas.
Ela estava deitada seminua, comendo frutas e bebendo champanhe.
Me olhou com desejo e levantando somente de calcinha veio em minha direção. Esqueci as boas maneiras e jogando as flores na cama a puxei para um beijo.
Ela se enrosco em minha cintura, aumentando assim o meu desejo.
Com ela assim, retirei o champanhe e as frutas e me deliciem em seu corpo negro que me fascina.
Na hora do banho encontrei a banheira cheia e meu short junto à toalha, um gesto simples que me aqueceu a alma, sorrindo ela fez uma trança em meus cabelos. No banho pegou a esponja, limpando todo o meu corpo me deixando louco outra vez.
Com ela de quatro na banheira, entrei com força, tentando inutilmente controlar seu rebolado com as mãos em sua cintura, senti seu corpo vibrar ao mesmo momento que o meu, sorrindo ofegante deixei beijos em sua costa que se arrepiava em cada beijo meu.
Ruth deixou salada verde e frango grelhado para o jantar, além de ter abastecido a geladeira.
Jantamos, vimos tv, conversamos e finalmente dormimos.
De manhã eu saí primeiro e tentando saber mais sobre ela ofereci carona, ela agradeceu e disse que Adriano iria buscá-la. Me explicou que Adriano era o outro motorista e segurança, nesse caso o cara negro da madrugada.
Por um momento quase resolvi segui-la. Porém depois não achei correto e segui para a empresa sorrindo e ouvindo música.
À noite em casa, cheguei primeiro, deixei os bombons sobre a bancada da cozinha e fui rever um balancetes. Sei que logo teria problemas com meu pai, pois suas retiradas estavam acima do combinado outra vez.
Ela chegou com uma carinha de cansada. Preparei nosso banho e na banheira massageie sua costa e depois os lindos pés. Não sei qual o meu problema com os pés dela, nunca tive fetiche com pés, porém os dela e outra história. Controlei meu tesão, porque por essa noite achei que ela gostaria de descansar.
Ledo engano, antes de dormir ela subiu na cama de gatinho e tirando meu short passou a língua em minha barriga, fazendo meu pau se animar, subiu passando a língua em meu mamilo, e em minha boca brincou com a língua, desceu me arranhando, chupou a cabeça que pulsava, deslizou a língua no comprimento e finalmente me abocanhou me arrancando arrepios.
-Delícia! -falou passando a língua ao redor do meu pau. -Gostoso!
-Porra Becca! Para ou então vou gozar. -Avisei tentando me segurar.
-Não amor, você só vai gozar quando eu deixar.
Amor? Eu ouvi direito?
Sim. Foi assim que ela me chamou enquanto cavalgada falando:
-Vai amor, que gostoso amor.
Toda vez que eu ia perdendo o controle ela parava e sorria, já não aguentando a tortura implorei.
-Por favor meu amor.
Ela aumentou o ritmo e eu explodi quente dentro dela, sentindo seu corpo tremer e me apertar.
Ofegante ela saiu de mim e desceu limpando tudo com a língua. Não preciso nem falar que meu amigão renasceu e ela não se fez de rogada, se deitou ao meu lado e se abriu pra mim, suado invadi seu corpo molhado e olhando em seus olhos nos amamos lentamente.
No banho ela proibiu minha entrada justificando que assim não dormiríamos nunca, fui obrigado a concordar, porém somente até eu me lembrar que amanhã era sábado e eu nem ela iríamos trabalhar.
Foi com essa justificativa que quase vimos o dia clarear, quebrei todos os recordes quando sem forças, puxei ela para meus braços e dormi sorrindo.
O sábado foi tranquilo, e na hora do almoço perguntei:
-Você trabalha com o quê?
-Sou advogada.
-Nunca imaginei?
-Pensou que eu era estriper. - Perguntou debochando.
-Não vou mentir para você, não achei que era estriper, porém achei que você fazia algo de errado.
-Programa?
-Talvez. -Respondi arrependido por ser sincero.
-É mesmo amor? E quanto você pagaria por um programa comigo? -Falou, graças aos céus em tom de brincadeira.
Ouvir ela me chamar assim é sempre delicioso.
-Para ter você eu pagaria qualquer preço. -Respondi com sinceridade.
-Guarde seu dinheiro gato, você me tem inteirinha e de graça. -Respondeu vindo até mim.
À noite aproveitamos para descansar e combinar a semana, aproveitei e falei que eu malhava de segunda a sexta até às oito e que as vezes eu caminhava. Ela também.
Então perguntei se gostaria de ir comigo e ela aceitou feliz.
Me falou que come de tudo e sua cor preferida eram todas, que se formou no ano passado e que mudou de profissão, pois antes tinha o desejo de ter uma agência de marketing.
Seu olhar e o sorriso forçado me provaram que ela não gostava tanto da nova profissão. Entretanto, para não pressioná-la, achei melhor perguntar o motivo em um outro dia.
Confessei nunca ter trago uma mulher aqui e isso a deixou com os maiores dos sorrisos.
Me contou que nunca tinha namorado com um branco, e me questionei se esse era o motivo de não podermos continuar.
Ela negou, não com firmeza e logo tratou de mudar de assunto com o semblante triste.
Ri ao ver ela chorar com um filme romântico e aturei ela me zuar quando meus olhos encheram vendo A culpa é das estrelas.
Me jogou o travesseiro e correu. Demorei mas a encontrei escondida na área de serviço e fiz ela pedir clemência de tanto lhe fazer cócegas.
No domingo, foi meu tormento. Fomos juntos a um restaurante com música boa e a roupa dela me fez ter vontade de desistir.
Era um vestido colado branco que antes de sair já me encheu de ciúmes. O que me consolava era que ao menos ela botou calcinha, e agora nem sei se foi uma boa ideia.
No restaurante, ela atraia todos os olhares e eu marquei em cima demarcado meu lugar com beijos.
Somente percebi que ela havia notado quando já em casa...
-Não precisava ficar com ciúmes. -Fala me envolvendo pelo pescoço.
-Não era ciúmes, só estava cuidando do que é meu. -Falo devolvendo o beijo.
-Seu é?
-Sim, ao menos por enquanto.
Seus olhos entristecem, do mesmo jeito que meu coração, eu tento, porém não consigo esquecer que ela vai partir em breve. Tentando amenizar nossa dor, a beijo com fervor.
Fizemos amor na sala mesmo e com ela gemendo que é toda minha.
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