Felicidade plena.

-Thales meu amor, acho que vou aceitar sua pressa em se casar. Ou casamos logo ou somente depois que nosso bebê nascer. Não quero me casar com um barrigão. -Falei fazendo Thales quase engasgar, meu pai paralisar e minha mãe sorrir.

-Você.você pode repetir isso aí? -pediu Thales gaguejando um pouco.

-Você vai ser papai meu amor. -repeti sorrindo.

-Quando soube? Porque me escondeu? Podemos casar este mês ainda? Você está passando bem? Será...

-Respira homem. Uma pergunta por vez. -aconselhei dando um beijinho em seus lábios.

Os olhos dele brilhavam como eu nunca tinha visto antes e um sorriso bobo destacava-se em seu rosto.

-Garota, você não tem jeito mesmo. Faz tudo diferente do que te ensinamos. -diz meu pai passando a mão na barba inexistente, mas sem conseguir esconder o brilho dos seus olhos.

-Não se preocupe sogrão, vamos casar antes desta barriguinha linda denunciar que aqui dentro tem o fruto perfeito do nosso amor. -adiantou Thales passando a mão em minha barriga ainda chapada.

-Parabéns meus filhos! Finalmente serei avó. -falou mamãe se levantando para nós abraçar em seguida.

-Obrigado sogra-mãe. Prometo a vocês que farei minha mulher muito feliz.

-Isso se ela não te enlouquecer antes meu filho. -Resmunga papai.

-Não está feliz papai? -Questinei sorrindo.

-É claro que estou minha princesa. Acho que foi somente o choque Inicial. -se levantou e nos abraçando completou. -Que nunca falte amor nesta família que vocês estão iniciando. Que o companheirismo e respeito esteja sempre presente.

Depois de ser quase endeusada por Thales. Respondi suas perguntas anteriores.

-Soube no mesmo dia que você me contou sobre a chantagem de seu pai. Não quis te contar antes, por que julguei ser muito para sua mente naquele dia e depois por medo de você não aceitar seguir com o nosso plano. Podemos casar assim que for possível resolver a papelada. Porém, gostaria de uma cerimônia simples e intima e por último. Eu estou muito bem e temos consulta semana que vem.

-Meu Deus Becca. Quando penso não ser possível, eu te amo ainda mais. Obrigado minha deusa, por me tornar em meio a tempestade o homem mais feliz desse planeta. -discursou me enchendo de beijinhos.

No fim da tarde nos despedimos dos meus pais, que somente me permitiram partir depois de Thales praticamente jurar que ia ficar em meu apartamento comigo.

Em mim uma felicidade se fazia presente. Era bom ver nos olhos do meu amor que ele também estava feliz com a notícia. Estava sendo complicado guardá-la e agora quero curtir tudo que este sagrado e abençoado momento pode trazer para nós.

THALES

Dirigi para a casa dela com um sorriso no rosto. O tempo inteiro agradecia a Deus por ter me abençoado com o privilégio de ter conhecido e me apaixonado tão loucamente por Becca.

Eu estava me sentindo um bobo. Entretanto, mesmo assim eu não conseguia desmanchar meu sorriso e nem mesmo tentava fazê-lo.

Assim que entramos. Ela me entregou umas chaves e me convidou para morar com ela. Convite este que aceitei sem pestanejar e beijei faminto seus lábios em agradecimento.

Pegando ela no colo. A levei para nosso quarto. Lá fora o sol se despedia lentamente.

A deitei cuidadosamente sobre a cama e me livrei da minha camisa e do vestido dela.

Beijo sua barriga e descanso minha cabeça sobre ela. Enquanto suas mãos me fazem carinho em meus cabelos,  lágrimas de completa alegria escapa dos meus olhos.

-Bebezinho, papai já te ama tanto. Papai ama tanto sua mamãe também que chego a ter medo de não saber lidar com tamanho sentimento. -declarei emocionado.

-Você sabe meu amor. Nós aprendemos rápido. Em tão pouco tempo nos tornamos parceiros e cúmplices. Eu te amo.

Ao olhar para seus olhos. Encontrei a mesma emoção que continha nos meus.
Me afastei de seu ventre para beijar seus lábios doces.

Com admiração desci meus lábios pare seu pescoço e a apressadinha. Praticamente me empurrou para seus seios. Sorri e me afastei. Deixando em seus olhos indagação. Me coloquei novamente de pé, para assim tirar meu short e sunga. O sorriso em seus lábios foi trocado por uma mordidinha carregada de luxúria quando seus olhos foram de encontro a minha rigidez. Ela ameaçou se levantar e eu com o indicador sinalisei que não.

Indo aos pés de cama. Tirei sua calcinha e depois suas sandálias. Aproveitando para me lembrar se pesquisar se ela poderia continuar usando salto alto.
Me ajoelhado sobre a cama, trouxe seus pés aos meus lábios. Beijando e os masageando, escutei seu primeiro gemido quando passei os dentes e a língua em seus dedos. Nossos olhos quase nunca se deixavam e o amor era evidente em ambos.
Desci meus lábios trilhando sua pele aveludada, com beijos e carinhos demorados até chegar em seu centro. Que ansioso esperava por meu toque.
Ali o cheiro antes de rosa, agora somente o de amêndoas exalava junto o cheiro delicioso dela. Enebriado separei seus lábios e com a ponta da língua senti suavemente seu gosto inigualável. Suas mãos aplicavam agora pacientemente meus cabelos. Conforme eu ia me deliciando ela arranhava minha cabeça.
Sem pressa, introduzia minha língua e na saída prendia seu clitóris entre meus lábios, somente para me deliciar a outra vez. Com movimentos rotatórios da minha língua e deixando meu nariz rossar seu clitóris, senti seu corpo enrijecer para em seguida saciar minha sede. Seu gosto levemente salgados e doce me fizeram perder o controle. Exigindo mais, a chupei como o homem faminto por ela que sou. Eu não queria deixar bem uma gota para trás e assim ela novamente se entregou.
Quando afastei meus lábios e achei seus olhos, agora pequenos pelo prazer e seus lábios sendo mordido. Meu corpo recebeu uma descarga e eu gemi com essa visão magnífica.

Com seu adorável gosto em minha boca. Segurando meu peso em minhas mãos, fui em busca dos seus lábios. Seus dentes agora criaram em meu lábio inferior logo sede do para uma chupada deliciosa. Sua língua invadiu minha boca a procura de seu sabor e quando a minha ganhou espaço ela ficou exigente. Sua mão deixou meus cabelos e foi arranhando e alisando minha costa. Durante nosso beijo eu tentava ainda me controlar para não invadir ser corpo macio com brutalidade.

Sua perna direita me lançou e sem resistência deixei ela me levar de encontro ao seu centro quente, molhado e pulsante. A perna esquerda fez companhia e eu extremeci enquanto deslizava, sentindo suas paredes escorregadias me engolindo centímetro à centímetro.

Seu gemido abafou o meu quando eu já estava por inteiro dentro dela. Lentamente eu subia e descia e ela me enlouquecida com seu suave rebolado. Afastando nossas bocas para respirar abri os olhos e me perdi outra vez em seu olhar.
Olho no olho, respirações próximas e nossos corpos colados. Chamei seu nome rouco de desejo e quando o meu saiu por seus lábios com paixão, Eu vi que havia perdido a batalha. Ela me apertou e quando fraguejei, me virou e sem me tirar de dentro agora ela estava sobre mim. Rebolando e cavalgando ela sugava gulosa é somente diminuiu o ritmo quando seu corpo novamente se entregou ao nosso prazer. Jogada agora sobre mim ela me mastiga tomando para si até a última gota que vem de mim.

-Eu te amo mulher. -rugi, sem saber o que mais poderia ser dito.

-Eu também te amo meu homem. -retribuiu me dando beijinhos e controlando a respiração.

Ali! Com ela sobre meu corpo. Eu não tive dúvidas dê quê eu viveria todos os meus dias, para fazer de nós três as pessoas mais felizes desse planeta.

-Obrigado por não ter desistido de me amar. Obrigado por nos dar esse bebê.
Eu te amo de uma forma que não cabe no peito. -afirmei alisando eis cabelos e depois beijando sua testa.
*
Passei o nosso banho admirando seu ventre. Saber que ali está o fruto do nosso amor é pleno de uma forma quase inexplicável. A euforia me domina e como louco gargalho beijando de joelhos sua linda barriga.
*
Depois de alimentar meus amores, liguei para Thiago e este me disse que não demoraria a retornar. Insisti em saber de Grazi e ele apenas respondeu que estava cansado e queria descansar.
Liguei para Thomas e por seu tom de voz. Percebi que meu pai estava ao seu lado. Por isso me calei deixando para contar a novidade quando estivermos juntos na empresa.

Deixei Becca no escritório dela e no caminho ela mesma pediu a Ruth que viesse trabalhar conosco na cobertura.
Ruth não escondeu sua felicidade e foi logo dizendo que passaria na empresa para pegar as chaves e também iria mandar minhas roupas para lá. Becca marcou com ela na hora do almoço e decidiu que Ruth seria nossa governanta, por causa de sua idade e o fato dela fazer questão em não parar de trabalhar. Durante o percurso minha mente trabalhava. Eu precisava comprar uma casa para nosso bebê poder ter um quintal para brincar e logo divido-lo com os outros filhos que teríamos.
*
Em minha sala. Graças aos céus! Somente Thomas me aguardava.

                            🌸🌸🌸

🌹Vou viajar para Leopoldina na Quinta de manhã e volto segunda. Se eu conseguir escrevo. Vai depender do 4g abençoado😍😍.

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💋Beijos da Aline💋💋.

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