Um

Era uma manhã fria e sombria quando os Pleiadianos chegaram à Terra. Suas naves pairavam no céu, emitindo uma luz brilhante que hipnotizava a todos que as viam. Eu, aos 16 anos, fiquei maravilhada com a chegada desses seres de outro planeta. Eles se apresentaram como seres pacíficos, que vieram para ajudar a humanidade a evoluir.

Inicialmente, as pessoas ficaram animadas com a ideia de ter contato com seres de outro planeta. Parecia algo saído de um filme de ficção científica, algo que só víamos nos cinemas. No entanto, à medida que os dias passavam, ficou claro que os Pleiadianos tinham intenções muito mais sombrias.

Minha família foi uma das primeiras a ser capturada pelos Pleiadianos, apenas eu consegui fugir. Levaram minha família e outros humanos para um centro de detenção, onde começaram a injetar nano chips em seus corpos. Esses chips eram incrivelmente avançados, capazes de controlar suas mentes e emoções.

Eu fiquei sozinha, lutando para manter minha mente sã em meio ao caos que se instalou em minha família, mou fazer o possível para destruí-los, assim como destruíram minha vida levando meu irmãozinho, minha mãe e meu pai.

Foi então que decidi me rebelar contra os Pleiadianos. Criei um grupo de resistência, formado por outros humanos que, como eu, não queriam se submeter ao controle dos extraterrestres. Entre nós, eu era conhecida como Mitra, um codinome que escolhi em homenagem à deusa da amizade e da lealdade, porém meu verdadeiro meu nome é Alicia Fleming.
Mitra era conhecida como a líder dos rebeldes, uma guerreira destemida que lutava contra a dominação dos pleiadianos sobre a Terra. Sua identidade era um mistério, coberta por um capuz que escondia seu rosto, mas seu símbolo, um emoji piscando um olho com um sorriso travesso, era reconhecido em todo o universo.

Seleto, por outro lado, era o temido capitão das tropas estelares pleiadianas, encarregado de capturar Mitra e acabar com a resistência humana. Ele era habilidoso, estratégico e impiedoso, determinado a cumprir sua missão a qualquer custo.

A batalha entre Mitra e Seleto durava há anos, um jogo de gato e rato que mantinha um suspense no ar. Mitra sabotava as naves pleiadianas, cortava as comunicações e desafiava as autoridades com sua coragem e astúcia. Seleto perseguia-a incansavelmente, determinado a calar a rebelde e restaurar a ordem e o controle a qual os pleiadiano estão acostumados.

Mas por trás da fachada de bravura e determinação, havia segredos que nenhum dos dois ousava compartilhar. Mitra escondia o nome sua família com unhas e dentes, na intenção que assim estariam seguros onde quer que estivessem. Ela sabia que, se soubessem o nome de sua, com certeza seriam usados como reféns para forçá-la a se render.

Enquanto isso, Seleto guardava um peso em seu coração - a solidão de ser o líder das tropas estelares, sem ninguém com quem compartilhar suas angústias e dúvidas. Ele ansiava por encontrar um adversário à altura, alguém que desafiasse sua inteligência e coragem, alguém como Mitra. Ele não sabia de onde saiu essa tal Mitra, e muito menos como era seu rosto, devido ao capuz que Mitra utilizava em suas aparições, depois de capturar todas as Mitras ao redor do planeta, só restava uma certeza, ela usava uma identidade falsa para proteger sua família, porque uma vez que Seleto soubesse quem eram seus familiares, os usaria para que Mitra se entregasse.

- Temos que descobrir sua verdadeira identidade, assim usaremos sua família para a mesma se entregar.
Disse Seleto ao Comandante adjunto e também amigo Philipus.

- Para uma garota humana até que ela é muito esperta.
Respondeu Philipus.
Seleto cerrou os punhos nas laterais do corpo, relaxando logo em seguida.

- Quanto transtorno! O último grupo rebelde e não conseguimos ao mesmo saber qual é a verdadeira identidade de sua líder.
Disse Seleto, taciturno.

- Nesse ponto de fato nossa tecnologia de nada tem nos ajudado. Disse Philipus em resposta.

Mitra

Rick é amigo de Mitra e nutre um sentimento por ela, Mitra percebe os sentimentos de Rick, mas sempre usa de desculpas para si mesma dizendo que o mundo está um caos, por isso não há tempo para se apaixonar, sua amiga Jessica, diz para Mitra aproveitar um pouco a mais da vida.

- Que vida? Nós não vivemos, apenas sobrevivemos Jess. Respondeu já irritada, devido Jessica sempre bater na mesma tecla com Mitra, principalmente a respeito de dar uma chance a Rick.

- Tá bom, não está mais aqui quem falou.
Jessica disse conformada.

- Sairemos em mais uma missão? Disse Rick ultrapassando a cortina improvisada, das câmaras subterrâneas onde os grupos da resistência se escondiam.

- Sim, sairemos Rick, dessa vez não iremos destruir nada desses malditos pleiadianos, vamos apenas obter alimentos e água potável.
Respondeu Mitra, espalmando as mãos com força sobre a mesa na qual a mesma já havia feito inúmeros esboços de ataques, e alguns desenhos como hobby . Talvez até por isso suas estratégias eram bem sucedidas, pois sempre eram bem planejadas antes.

Durante a madrugada, Mitra com seu capuz cobrindo boa parte de seu rosto, se encontra em um depósito. Mitra já arrasta uma embalagem grande de arroz, estava encurvada, quando por trás das prateleiras viu passar dois pés, suas botas eram diferentes, por isso sabia que não se tratava de alguém de sua equipe.
E agora o que faço? pensou.
Fechou os olhos dizendo a si mesma - Pense, pense, pense Mitra.
Quando de repente se sentiu presa por mãos fortes, uma tampava sua boca, outra a segurou pela cintura, a carregando para trás de vários barris que estavam ali próximo.
-Xiii... Fique quieta. disse aos sussurros seu captor.
Quando ele afrouxou as mãos, Mitra pode olhar de soslaio e constatar de se tratava de Rick.
- Olhe. Rick sussurrou novamente. Mitra então pode contatar que o dono da bota se tratava de um pleiadiano pessoalmente alí quando se era muito difícil de vê-los ao vivo assim executando tarefas, pois geralmente usavam seus escravos, os humanos, e era juntos uma cena muito estranha, ele estava com uma humana, e ambos também estavam pegando comida. Era fácil constatar se tratar de um pleiadiano por causa das características únicas de sua raça, todos pleiadianos tinha cabelos loiros, olhos azuis, pele muito branca e bem altos. somente a fisionomia e bio tipo físico que era diferente uns dos outros, a garota era humana com certeza, cabelos pretos, olhos castanhos.

Mitra não entendeu nada. Mitra olhava para Rick e Rick devolvia o olhar ambos sem entenderem nada, quando de repente o pleiadiano beijou a garota humana na boca. Mitra tomou um susto, dando um pequeno salto para trás, fazendo barulho nos barris. O pleiadiano e a garota humana correram sem ao menos constatar do que se tratava o barulho que Mitra fez sem querer. Rick a apoiou no momento do susto.
- O que foi aquilo, Rick? disse Mitra.
- Também não sei. Rick respondeu taciturno.

Ambos, Rick e Mitra tinham o coração acelerado pelo medo.

- Vamos sair daqui, antes que ele volte com reforço, todos já estão no furgão, pegamos mantimentos e água suficientes. -Disse Rick, levantando-se e estendendo a mão para Mitra na intenção de puxá-la, a mesma aceitou a ajuda, dando-lhe um sorriso amigável.

Ao retornarem ao abrigo subterrâneo. Mitra refletiu bastante sobre aquela situação inusitada que presenciaram no depósito com o pleiadiano e a garota humana, chegou à conclusão que os pleiadianos estão usando os humanos de todas as formas possíveis, como marionetes, escravos, e concluiu que o pleiadiano do depósito usava as mulheres como escravas sexuais também.

- Como podem, Jess? Dizem ser amigos, que vão salvar a humanidade. Que nada! Vão nos dominar, e fazer conosco igual com elas que já estão dominadas por esses nano Chips. -Disse Mitra com a voz entrecortada, abafada querendo chorar.

- Não fique assim, amiga. Disse Jess , sufocando seu choro, abraçando Mitra.

Mitra em um salto de levantou da cama onde ambas estavam sentadas abraçadas, e disse.

- Eles não vão vencer! Vou enviar um recado gravado a esses pleiadianos de uma figa!

- Mas Mitra, é arriscado! agora?
Respondeu Jess, assustada. Mas tinha em mente que por isso a amiga era chamada de Mitra, A Rebelde.

- Temos, o melhor TI do planeta! não temos? Falou divertida pois de repente ele era o último, fechando uma das mãos e batendo contra o peito enquanto falava.

Rick, adentrou a cortina improvisada e disse.
- Ouvi falar meu nome, o que querem?
- Eu vou mandar um recado mal criado para o comandante desses pleiadianos.

Rick com seu celular, em tecnologia humana, que para os pleiadianos era ultrapassada, gravou o tal vídeo.

Mitra com o capuz escondendo parte do rosto, apontando o dedo em direção à câmera do celular disse.
- Comandante Seleto dos pleiadianos! exclamou - 05 anos já era o suficiente para Mitra ter descoberto o nome do comandante, nunca o vira, não sabia como era, embora soubesse das características únicas da raça, mas sabia seu nome. - Isso não vai ficar assim, vocês não vão usar nós garotas humanas como suas escravas sexuais! Despejou de uma vez.
E ainda completou.
- Eu vou acabar com você, Seleto!
Neste momento, Rick formatou o vídeo dando foco à boca de Mitra dizendo essa última frase.

Ao passar o vídeo para o notebook, acessar as redes pleiadianas. Rick, em um clique enviou o vídeo.

Uma enorme nave pairava sobre toda a Flórida, era possível ver de todos os lugares, e era alí em alguma área subterrânea de Laguna Beach onde Mitra havia gravado aquele vídeo.

Philipus, era quem estava de plantão esta madrugada, ele e Seleto como comandantes revezavam a cada 24 horas, mas dessa vez tinha que compartilhar aquela situação toda com Seleto.

- Comandante Seleto! -Disse Philipus batendo continência.
-Assista a esse vídeo de Mitra, a rebelde, não compreendi ao certo o que ela quis dizer.

Ao assistir o vídeo, a última parte foi focada nos lábios de Mitra. Era nítido que se tratava dos lábios belos de uma mulher bem jovem. Seleto ficou pensativo, sendo trazido à realidade por Philipus.

- Viu comandante Seleto, essa parte na qual ela fala sobre escravas sexuais? Do que ela está falando?

Seleto já desconfiava muito bem do que se tratava, mas tinha receio que a situação se espalhasse, fugisse ao controle e ocorressem mais casos, mas sabia que o amigo era tão centrado e responsável quanto ele mesmo se julgava ser.

- Existem casos isolados de relacionamento entre pleiadianos e humanos.
Seleto, despejou de uma vez, taciturno.

A reação de Philipus foi de espanto.
- Como pode ser? Os humanos são de uma raça inferior! São como se fossem nossos animais de estimação.

- Também não entendo, Philipus.

De fato eram seres extremamente evoluídos. Seleto sabia ser capaz de domar qualquer situação, e iria fazer de tudo para capturar aquela que já o atrapalhava a 5 anos, no entanto ficava por demais curioso como uma humana tão jovem, pois pelos traços de seus lábios no vídeo ele já notara ser evidente se tratar apenas de uma garota. Então não deixaria barato, em seu íntimo dizia já ser hora de acabar com essa brincadeira. Os pleiadianos eram seres muito cultos, dotados de sentimentos extremamente nobres para com todos os seres vivos do universo, porém podia-se dizer que Seleto já até nutria um certo ódio por Mitra.

Mitra estava desolada naquela madrugada, madrugada essa que parecia não acabar nunca, deitada na cama revirava para todos os lados. Ela caminhava pelas ruas da cidade, quando de repente percebeu estar sendo perseguida, começou a correr, virou a esquina e entrou em uma viela, já ofegante se deparou com uma rua sem saída, se deparando assim com aquele ser tão alto, muito branco e loiro, sim era um pleiadiano, só não era possível ver seu rosto, mas seu coração acelerado deixava nítido que ela estava encurralada, começou a gritar.
- Fique longe de mim! Fique longe de mim!
De repente ela foi acordada, se tratava de um pesadelo. Rick a havia acordado.
- Calma Mitra, calma. - disse Rick a tranquilizando.

O dia já estava amanhecendo. Mitra queria encontrar uma forma de capturar o comandante dos pleiadianos, e tentar obrigá-lo a libertar pelo menos algumas das pessoas, ou conseguir encontrar seus pais e seu irmão. Sabia que esse seria um desafio muito ousado, mas estava disposta a tentar. Ela tinha uma carta na manga, uma arma pleiadiana, o destino a favoreceu de alguma forma, quando seus pais foram levados, ela conseguiu ferir um dos pleiadianos, e o mesmo recuou com seu grupo, deixando para trás sua arma. Mitra , outrora chamava-se Alicia, fugiu para a mata, se refugiando entre em câmaras subterrâneas, e arrastou a arma consigo. Arma essa altamente sofisticada, sendo a única capaz de tirar a vida de um pleiadiano. Armas humanas os machucava, a ponto de fazerem- nos recuar as vezes, mas nunca matarem-nos, e o poder de regeneração dos mesmos era incrível, de uma hora para outra, machucados simples se regeneravam no mesmo instante.

Mitra estava sentada em sua mesa improvisada, fazendo os rascunhos de sua invasão na nave.
- Na área 12 haverá um abastecimento da nave matriz. disse Mitra, inciando a explicação de seu plano para seu grupo.

Os locais em toda a cidade haviam sido modificados, onde já havia sofrido grande influência dos extraterrestres, já estavam ganhando novos nomes, estavam ganhando um ar mais sofisticado e moderno. As pessoas, mesmo já com implantação dos nano Chips continuavam em suas casas, trabalhando em seus empregos, e seguiam a vida, porém todos com o propósito de se ajudarem mutuamente, ninguém tinha ou era mais que o outro. Os sentimentos humanos que levavam à luxúria, paixões, raiva, ódio, amor tinham sido aplicados, controlados. E se algum humano percebesse que entre eles existiam outros humanos ainda sem os nano chips , imediatamente os entregariam aos pleiadianos.

- Irei me misturar aos grupos que irão entrar para abastecer a nave matriz.

Rick retrucou, atônito.
- Não, Mitra! Isso é loucura!

- Vai dar certo! - Insistiu Mitra, encarando a todos. - Vou me esconder dentro de uma das caixas maiores, lá colocarei meu capuz, e prepararei a arma, e sairei de lá com o comandante como refém. - concluiu.

- Como eu faço para tirar essa ideia louca de sua cabeça? indagou Rick.

- Não faz, não irá tirar ideia alguma. -Disse Jess.

- Alguma vez já decepcionei vocês? - Perguntou Mitra, e a mesma respondeu logo em seguida. - Nunca decepcionei, e não será agora que irei fazê-lo! -Batendo uma das mãos do peito, de pé em posição autoritária.

A multidão ensandecida gritava em uníssono.
- Mitra, Mitra, Mitra !!!!

E essa sorria satisfeita.

Mais uma noite chegou, tão comum e monótona como as outras, se não fosse por se tratar da noite que antecedia a da tentativa idiota de Mitra invadir a nave matriz, pelo menos era isso que Rick pensava, se tratar de uma tentativa idiota. Rick queria fazê-la desistir.
Rick invadiu de uma vez a cortina improvisada, que o levava direto até onde Mitra estava deitada para dormir. - Não vai a lugar algum. -Disse Rick.

Mitra num salto se sentou na cama, tentando se situar. Respondeu. - Como assim, Rick?

- Mitra, eu te amo! -Disse de uma vez. - Não posso perdê-la. -Essa última parte saiu quase inaudível.

- Eu vou assim mesmo, Rick. -Disse decidida. Eu sinto muito. - Concluiu cabisbaixa.

Rick retirou do bolso uma foto, a entregando.
- Mitra, leve essa foto para sempre se lembrar de mim.
- Cruzes, parece até que vou morar lá na nave matriz com esses pleiadianos. - Mitra respondeu divertida.

No restante da noite, Mitra demorou um pouco a dormir e usou essas horas para refletir sobre o que Rick dissera, sobre amá-la, até então ela pensava ser amá-la como irmã, como amiga, preferia acreditar assim. Rick era até bonito, mais alto do que ela cerca de uns 5 cm , se ela tinha 1,65 cm ele devia ter uns 1,70 cm, cabelos castanhos, olhos esverdeados, era um caucasiano normal.

É quem sabe um dia. Mitra se pegou pensando.

Sacudiu a cabeça apertando os olhos em sinal de recusa e foi dormir.

O dia 'D' , colocar o plano em ação era prioridade para Mitra, mas antes de tudo, resolveu ir até o laboratório. Havia em suas câmaras subterrâneas uma área reservada para tudo que fosse referente à ciência, sim um laboratório mesmo que improvisado, mas um laboratório. Era lá onde parte do grupo estava trabalhando tentando descobrir uma forma de reverter os nano chip, ou desativá-los. Mitra, foi até lá no intuito de recomendá-los a nunca parar com as pesquisas, pois em seu íntimo sabia do risco iminente de nunca mais voltar, e também queria saber como estavam o andamento das mesmas. Mitra foi informada então que como reverter ainda não foi descoberto.

- Senhorita Mitra. - Disse um dos cientistas. -Ainda não descobrimos uma reversão, mas temos algo inovador.

Mitra, com os braços cruzados e uma das mãos pousadas no queixo, ouvia atenciosamente.

O cientista jovem concluiu. - Bem... mediante as amostras de sangue que conseguimos dos transformados. - Eram assim chamado vulgarmente as pessoas com nono Chips. - Temos um novo experimento, uma vacina, ela só serve para quem não tem o nano chip.

- Continue. Disse Mitra interessada.

-Se você estiver com nossa vacina na corrente sanguínea, e te injetarem os nano Chips, eles são desativados antes de fazer efeito em seu corpo. - Respondeu o cientista jovem Owen Müller, seu nome.

- Consegue para mim duas amostras dessa vacina? - Perguntou Mitra.

- Sim, senhorita, consigo. - Respondeu Owen. - Mas não é totalmente eficaz, e não sabemos os efeitos colaterais. - Completou preocupado.

Rapidamente Owen foi até uma prateleira, abriu uma pequena caixa, pegou duas seringas já contendo um líquido em seu interior, e disse.
- É só injetar em qualquer parte de seu corpo.

Mitra tinha em sua mente a ideia de levar consigo na ida até a nave matriz. Caso algo desse errado, não exitaria em auto aplicar o conteúdo da seringa.

A tarde daquele grande dia fatídico chegou, hora da execução do plano de invasão. Foi levada por seu grupo, no furgão, mas quis ser deixada a uma certa distância, não queria que seu grupo corresse perigo e não aceitou que ninguém fosse com ela nessa missão, Mitra era muito teimosa, uma parte do caminho andou sozinha, usando roupas típicas dos Transformados, que haviam sido roubadas em outro momento, e com uma bolsa tira colo, seus lisos e longos cabelos negros voavam ao vento, seus olhos de um castanho amendoado, estavam cerrados demonstrando um certo ódio, os pelos estavam eriçados em sua pele devido ao vento gelado, embora fosse uma pele caucasiana, estava bronzeada pelo sol que se permitia pegar ainda mesmo que correndo risco de ser vista pelos drones, Mitra era sim muito ousada, para uma jovem de 21 anos, que tinha tudo para ter medo,ela era corajosa.

Finalmente se misturou aos outros trabalhadores, sem nada conversar com nenhum deles para não perceberem que ela não se tratava de uma transformada. Haviam algumas naves alí para serem abastecidas com caixas de alimentos, estavam acorrentadas e com cadeados, mas logo visualizou um senhor, contendo um molho de chaves em seu cinto. - Alguma daquelas chaves devia servir. -pensou.
Sem muito pensar, simulou ter tropeçado para cima do homem, o homem a amparou, ao fingir estar tonta, retirou a trava que prendia o molho de chaves no cinto, e o escondeu em sua bolsa tira colo.
- Já estou bem. - Disse se afastando do homem.

Alguns pleiadianos que estavam alí por perto com armas a amedrontavam, mas era ou tudo ou nada.
Foi com todo esforço puxando uma das caixas grandes para dentro de uma das naves recolhedoras enquanto um dos Transformados empurrava, quando a caixa estava totalmente dentro da nave, Mitra se abaixou por trás da caixa e alí mesmo ficou. Até que ouviu o comando vindo de um dos pleiadianos que estava do lado de fora da nave.

- Essa está completa! Pode partir! Certamente o comando foi para o que a estava pilotando. Fechou a nave com ela dentro na parte de trás. Seu coração enregelou, estava tão acelerado, que conseguia ouví-lo em seus próprios ouvidos. Tinha pouco tempo para agir, colocar o capuz, ficar com a arma em punho e entrar em uma das caixas. E foi o que fez, testou uma das chaves no primeiro cadeado, e acertou de cara. - Definitivamente, o destino estava a seu favor. Pensou.

Rapidamente, sentiu um baque, e um som de metal com metal, a nave havia pousado na nave matriz. Escutou o som de conversas, as caixas finalmente estavam sendo descarregadas.

Mitra se absteve a ficar quieta até perceber que já não havia burburinho nenhum. Saiu da caixa sorrateiramente, estava escuro no local, exceto pela luz vinda das estrelas e da lua cheia que adentrava por algumas janelas enormes no teto e nas laterais, era uma espécie de depósito, talvez temporário, foi tateando e com auxílio da pouca luminosidade da noite, até onde achava ser a porta, essa porta deu acesso a um extenso corredor de cor prata puxando para chumbo, não tinha ninguém no momento. Mitra, corria risco extremo, porém estava segura por estar de posse da arma pleiadiana. Andou até o fim do enorme corredor, dava para se perder naquele local, virou à esquerda, onde pode visualizar uma outra enorme porta, esta estava travada, ficou parada pensando em como entrar, até que a mesma se abriu acionada por um ser do outro lado, sim era uma pleiadiano, frente a frente, bem de perto, ela com a arma apontada para o mesmo, invadiu o local, que se tratava de uma espécie de refeitório, haviam vários pleiadianos ali tando do sexo masculino como do sexo feminino, sentados fazendo suas refeições.

- Eu quero o comandante Seleto! exclamou Mitra, rendendo o pleiadiano que encontrou na porta, o mesmo estava com as mãos para cima na altura dos ombros em sinal de rendição.

Phillipus o comandante adjunto estava presente no refeitório, e através de um ponto em seu ouvido, falou sussurrando.
- Seleto, desça agora, temos uma surpresa, Mitra, a Rebelde está aqui, ela é ousada o suficiente. Ou seria abusada a palavra?
Phillipus estava a uma distância considerável de Mitra, por isso ela não percebeu.
Mitra deu uma boa olhada ao redor, para fazer reconhecimento da área, viu que alí se encontravam alguns pleiadianos que pareciam soldados, estavam a posto, eretos e locais estratégicos, porém nada faziam, pois Mitra se valia de ter um refém, sob ameaça de uma arma altamente mortal tanto para humanos como para pleiadianos.

De repente, se ouviu uma voz a ecoar atrás de si.

- Armas desativar! Era Seleto, que com essa ordem desativava todas as armas de tecnologia pleiadiana, sem exceção. - Ouvi dizer que você me quer humana ?

Mitra naquele momento se deu conta do que havia acontecido, é claro que esses pleiadianos com tecnologia avançada teriam uma carta da manga. Mitra estava com o coração aos pulos, parecia que ia sair pela boca, tremia toda dos pés à cabeça, seu primeiro impulso foi acertar o pleiadiano refém com a arma, afim de derrubá-lo é mesmo ele sendo forte e alto, Mitra obteve êxito, ao derrubá-lo agora, restava correr em alguma direção, seu senso de esperteza a fez correr na direção de Seleto, pois só havia ele alí , enquanto do lado oposto haviam vários pleiadianos, inclusive uns que se tratavam de soldados, acreditava ela.

Mitra ainda mantinha seu capuz, seu rosto ainda não era visível a ninguém alí presente.

Desferiu toda velocidade possível, ao se aproximar de Seleto, deslizou por entre suas pernas, de modo perspicaz, mas Seleto conseguiu segurar em seu capuz, o arrancando, deixando em evidência o enorme cabelo negro liso à mostra, em movimento devido Mitra estar correndo.

Mitra correu para o mesmo local do qual tinha vindo, refez o caminho de volta aos galopes, já tentando encontrar a vacina revirando sua bolsa, os pleiadianos eram ligeiros, Mitra não sabe se por serem evoluídos ou por serem altos, mas sabia que seria alcançada em breve. Entrou no grande salão de volta, aplicou a injeção em sua coxa, por cima da calça jeans mesmo, e alí mesmo antes que retirasse a seringa com a agulha injetada em sua pele, Mitra desmaiou.

Sentia uma dor de cabeça imensa, seus olhos estavam pesados para serem abertos de uma vez, se sentia fraca demais, sua coxa doía muito, tinha flesh de memória, sabia de seu intuito alí, porém não lembrava de seus amigos, e a localização dos mesmos. Mesmo que conseguisse fugir não saberia voltar, não tinha a mínima ideia para onde ou para o que voltar.

Ela abriu os olhos lentamente, ouviu uma voz distante falar.
- Comandante Seleto, ela está acordando.

Comandante Seleto...Ao relembrar o ocorrido dentro da nave , Mitra sentiu seu coração enregelar no mesmo instante, seu corpo liberou adrenalina, ela tremia em todo seu corpo, ao tentar se levantar, notou-se atada, pelos punhos na lateral de seu corpo e pelo pés, estava deitada numa superfície fria, em decúbito dorsal, ao abrir os olhos lentamente, embora ainda com a visão turva, visualizar um ser a olhando face a face por cima, sua visão foi clareando pouco a pouco, e lá estava o pleiadiano a encarando, a altura do mesmo era notável, esbelto, se inclinava sobre Mitra para olhá-la profundamente nos olhos, nesse momento Mitra não pôde deixar de notar que os olhos do mesmo eram extremamente azuis, seus cabelos eram compridos, diferente dos outros pleiadianos que eram curtos, era em um tom loiro muito claro, a pele era extremamente branca e totalmente livre de manchas ou imperfeições, como era típico dos humanos se vistos de muito perto, seus lábios eram de um tom rosado muito claro, suas vestes eram alvas, parecia um ser angelical, Mitra nunca viu em toda sua vida, um ser tão belo como Seleto.

Mediante a afirmação do outro pleiadiano ao lado, que vestia um jaleco médico.
- Comandante Seleto, o que faremos agora?

Nesse instante não havia dúvida, Mitra sabia que aquele pleiadiano tão belo que a encarava de tão perto e a olhava tão profundo se tratava com certeza de Seleto, seu maior inimigo.

- Poderíamos aplicar os nano Chips como em todos os outros humanos. Disse Seleto, taciturno. -Mas quero fazer alguns testes nela antes. - deu um sorriso de lado.- A final ela é Mitra, a rebelde, que por 5 anos, conseguiu burlar a nós e nossa tecnologia.

Nesse momento ele olhou em toda a extensão do corpo de Mitra, ainda em decúbito dorsal sobre a mesa cirúrgica fria.

Mitra se deu conta de que estava apenas em suas vestes íntimas. Seleto, circulou a mesa cirúrgica, parando próximo às suas coxas nuas, esticou uma das mãos até a marca de onde havia sido aplicado a vacina, a agulha havia sido removida, mas estava vermelho no local. Seleto tocou em sua coxa, espalmando a região.

- Quero descobrir o que havia naquela seringa. - Disse Seleto ao tocá-la na marca vermelha da coxa.
Ao toque de Seleto, todos os pelos do corpo de Mitra se eriçaram , seu corpo liberou mais adrenalina, seu coração acelerou mais ainda. Seleto, notou as finas penugens douradas darem sinal de vida, as íris de Seleto se abriram, seu corpo reagiu estranho, sentindo uma leve fisgada abaixo de seu ventre, Seleto puxou imediatamente a mão, virou-se de costas, saiu, dizendo.
- Levem-na até minha sala em 30 minutos!

Mitra estava tão assustada que não ousou dizer uma sequer palavra na presença dos pleiadianos. Era inteligente o bastante, e já havia percebido que o local onde estava se tratava de um laboratório, avaliou em todas as direções que foi possível visualizar... E sim! definitivamente era um laboratório, e sabia ser ela o rato branco da vez, o medo tomou conta de suas entranhas, havia um nó em sua garganta.

Pouco tempo depois, adentrou no laboratório, dois pleiadianos , pareciam ser soldados, suas vestes também eram brancas, porém militares, os punhos e tornozelos de Mitra foram soltos por Nireve, esse era o nome do cientista, estavam marcados por estarem apertados nas fivelas da mesa cirúrgica, os soldados a levantaram bruscamente, Nireve colocou nela rapidamente um roupão hospitalar, os soldados a algemaram, com as mãos para trás, afinal, Mitra era considerada perigosa.

Saíram daquela sala fria, Mitra pensou que o frio passaria, mas no corredor era mais frio ainda, tremia de frio e de medo, batendo o queixo, e com os lábios já arroxeados. Caminharam por um corredor acizentado , chegaram até um elevador, dentro do elevador era tudo da cor prata, era metálico, subiram até o 10° andar da nave. Sim! a nave era imensa, Mitra pode constatar, devido a quantidade de andares. Ela estava perplexa, e por um instante, talvez tenha desejado conviver pacifimente com aqueles seres extremamente evoluídos. Mas sacudiu a cabeça, em sinal de recusa, utilizando-se da memória falha que restou, lembrou-se do mal que os pleiadianos haviam feito a sua família, seu irmãozinho sorrindo para ela em suas lembranças, então seu coração encheu-se de ódio, sua família fora tirada dela é não poderia perdoar.

Mitra foi tirada do transe, pela voz metálica do elevador, dizendo.

- 10° andar.

Foi empurrada para fora do elevador.
- Ande! Disse um dos soldados.
saiu direto para um corredor totalmente diferente do anterior que era de uma cor escura, esse era totalmente branco, tudo era branco, e haviam janelas enormes que poderia ser visto a que altura estavam se fosse até a beirada, ou se olhasse para cima poderia ser visto o céu, estava de dia, o céu estava azul. Mitra era muito observadora, talvez por isso fosse muito inteligente, já notava que nesse corredor haviam várias portas, talvez fossem quartos, talvez salas, talvez ambos, ainda não sabia, mas descobriria.

Chegaram até uma das portas, o soldado acionou uma espécie de interfone, mas era mais sofisticado que isso.

-Pronto! - A voz do outro lado já era familiar a Mitra, seu coração enregelou, seu corpo respondeu liberando adrenalina fazendo seus batimentos acelerarem, sentia um burburinho se revirando em seu estômago, e um nó em sua garganta.

Mitra, está aqui comandante Seleto. A trouxemos. Disse um dos soldados.

A porta se abriu.

Entraram de uma vez, o ambiente era espaçoso e todo branco, com uma enorme janela de fora a fora, havia uma porta que dava acesso a outro cômodo, mas Mitra não sabia do que se tratava, talvez um quarto, os aposentos de Seleto, ainda era cedo para deduzir, e talvez nunca soubesse.

Iria morrer mesmo nos tais experimentos. pensou.

Seleto estava sentado atrás de sua mesa, com as mãos pousadas sobre a mesma, estava sério.

- Tirem as algemas. - Ordenou, taciturno. - Saiam, quero ficar sozinho com a humana. - Concluiu.

Assim fizeram, ficaram na porta pelo lado de fora em posição de guarda, um de cada lado.

Seleto estalou os dedos e a porta de fechou automaticamente.

Mitra estava ali com apenas duas roupas íntimas, e o roupão médico cobrindo seu corpo, pés descalços, com os braços cruzados em volta de sim, como se tentasse abraçar a si mesma, tremia de frio, pois todos os ambientes lá eram muito frios, olhava assustada para aquele a quem causava ódio a 5 anos, ela era pequena e aparentava ser frágil.

Se não fosse frágil em outro momento, pelo menos ali estava em tal situação, fraca, com fome e com sede.

- Fale-me sobre você humana! Disse Seleto, em tom autoritário.

- Não tenho nada a dizer! Retrucou Mitra, abaixando a cabeça e apertando mais suas mãos ao redor do corpo.

- Ora, ora... Estou aqui, Mitra, a rebelde. Disse levantando-se, saindo de trás da mesa e indo na direção de Mitra caminhando devagar como em um serpentear.
- Ou será que devo chamá-la de Alícia Fleming? Despejou de uma vez, com ar debochado, já próximo a circulando e a olhando no topo de sua cabeça.- Filha de Joseph e Tina Fleming, irmã de Josh Flaming. - concluiu, vitorioso.

Uma vez tendo visível o rosto de qualquer humano, devido à alta tecnologia pleiadiana, então era possível identificar quem nome completo , familiares, antecedentes e todas as demais informações.

Mitra, ou melhor, Alicia havia sido desmascarada, se antes temia em sofrer nas mãos dos pleiadianos, não se comparava a agora que teme que sua família sofra por culpa dela.

- Seu monstro ! Deixe minha família em paz! Disse com a voz embargada, pulando contra Seleto o chocando contra a parede, o segurava pelo colarinho o olhando com lágrimas de ódio nos olhos cerrados o olhava de baixo a cima devido à gritante diferença de altura, se perante os humanos já não era considerada alta, então entre os pleiadianos que eram uma raça alta por natureza.

Enquanto Alicia o pressionando na parede, seu roupão médico desamarrou as finas fitas de tecidos e se abriu, deixando em evidência seu corpo de pele levemente dourada, seus seios fartos e rijos a mostra no soutien de renda, o abdômen negativo reto, Seleto olhou mais a baixo e pode constatar sua calcinha de renda.

Seleto ao sentir seu corpo novamente estranho, uma pressão pulsante abaixo de seu ventre, ele sabia muito bem do que se tratava. E de uma vez, segurou nos punhos de Alicia. -Já chega humana! A fazendo soltar seu colarinho, empurrando-a para longe, a mesma caiu sentada no meio do salão.

Alicia chorava copiosamente, enquanto a mesma ficava alí cabisbaixa, apoiada em seus braços totalmente flexionados, a longa cabeleireira negra espalhados pelo piso do salão, jogada para frente de seu rosto.

Seleto a olhava sem esboçar nenhuma reação. Os pleiadianos eram nulos de emoções, e segundo eles , esse era o motivo do sucesso de sua nação.

Seleto precionou o ponto em sua orelha e disse. - Nireve, começaremos os testes hoje mesmo, estou farto dessa humana. Ainda acrescentou com rancor na voz. - Mitra, a rebelde.

Alicia, mas uma vez sendo ousada disse, gritando com a voz embargada. - Eu estou com fome, sede, frio! Será que em toda sua superioridade de pleiadiano não é capaz de notar isso?

- Aaarghhh! Gruinhu Seleto já irritado. - Soldados, levem-na!

A porta que dava para o corredor se abriu, os soldados entraram, a pegaram pelos braços a levantando do chão, colocaram suas mãos para trás e a algemaram.

Ela ficou com tanto ódio de Seleto, já estava numa pior mesmo, morreria em um laboratório, sendo objeto de experiências, com fome, sede e frio, não tinha mais nada a perder mesmo, a raça humana estava perdida mesmo, então resolveu descarregar em Seleto, todos seu ódio de vez, dizer tudo que sempre quis.

- Você é um infeliz, filho da mãe! - Xingou. Vou te pegar de jeito, seu pleiadiano de uma figa! - Completou, se debatendo ao ser carregada corredor a fora.

Alicia, já estava de volta ao local onde sabia que seria o ambiente de sua tortura, no laboratório. Foi colocada novamente na mesa cirúrgica, as fivelas foram postas em seus punhos e tornozelos por Nireve. O mesmo foi até a bancada, pegou uma seringa, foi até a direção de Alicia, injetou em seu pescoço, fazendo-a apagar no mesmo instante em um sono profundo.

Cerca de 1 hora após Alicia ser entorpecida, Seleto foi até o laboratório, iria trocar o plantão com Phillipus em breve, mas não queria perder Alicia de vista. Seleto, queria mesmo que inconscientemente saber tudo sobre aquela que perturbara seu juízo por 5 anos, queria saber seus segredos, medos, fraquezas, e ainda não se cansava de olhar para aqueles enormes cabelos negros.

Em seu planeta não existem cabelos escuros, as pleiadianas são altas, loiras, de uma pele branca perfeita, olhos azuiz, porém todas iguais. Já Alicia, era pequena, chegava ser delicada, pelo queimada pelo sol, olhos castanhos amendoados. Não que Seleto tivesse algum interesse, não... não... Ele jurava para si mesmo ser de uma raça superior.

-Estou apenas curioso. Disse sussurrando, pensando alto.

- Como é que disse, comandante?
Indagou Nireve.

- Nada não, apenas pensei alto. - Respondeu taciturno.

Seleto estava de pé em um dos cantos do laboratório, sempre sério, estava de braços cruzados.

Nireve, estava sentado em uma das bancadas, com óculos de proteção, com uma pipeta na mão colocando algum conteúdo de teste dentro de tubos de ensaio.

- Tenho o resultado do conteúdo da seringa que a humana aplicou em si mesma. - Disse sem parar o que estava fazendo.

O olhar de Seleto, logo se acendeu.
- Sim, e do que se trata? - Questionou curioso.

- É uma vacina! Mas a humana, teve uma perda considerável da memória. - Respondeu Nireve, dessa vez olhando de soslaio para o canto onde Seleto se encontra.
- E tem mais continuou. - Acessei a memória dela com os eletrodos enquanto ela dormia, o local onde se encontram os rebeldes, ela não lembra e nem sequer encontrei quem são.

- Maldita! - Seleto exclamou , dando um soco em um balcão próximo. - E o que sugere então? - concluiu indagando.

- Bem, sugiro, não injetarmos os nano Chips , pois não sabemos ainda ao certo quais efeitos causarão, se a perderemos de vez ou se vamos recuperar essa memória perdida.

- Perder de vez como? Seleto questionou taciturno, com os braços cruzados, é uma das mãos pousando no queixo.

- Ah, pode ser desde a morte da humana, até a perca de toda memória mesmo. - Nireve respondeu sem dar importância.

No momento que Nireve concluiu o coração de Seleto enregelou,ele mesmo não entendeu porque.

- E só para concluir comandante Seleto, sugiro monitorar as memórias e os sonhos o tempo todo, pois pode ser temporário, e podemos encontrar pistas em sonhos.

Seleto assentiu com a cabeça ainda na mesma posição anterior.

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OLÁ, MEUS HUMANOS FAVORITOS! ME DIGAM O QUE ESTÃO ACHANDO DE " MEU MUNDO". ESTOU MUITO ANIMADA! E SÃO VOCÊS QUE ME ANIMAM E INCENTIVAM.

OBRIGADA!

DEIXEM SEUS COMENTÁRIOS E ESTRELINHAS. BJSSS!!!

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