Capítulo 12- O Basilisco e Tom Riddle

Rony havia acertado Lockhart mais uma vez, fazendo com que o mesmo desmaiar, víamos por uma brecha entre as pedras.

— O que eu faço agora?— Rony pergunta
— Espere aqui e tente tirar um pouco dessas pedras para podermos passar— Harry diz
— Vamos procurar Gina— falo

Voltamos a seguir até o final calados, até que encontrarmos uma espécie de fechadura redonda com sete serpentes.

— Como abrir?— pergunto
— Eu vou tentar— diz olhando

Harry havia pronunciado algo nessa língua estranha de cobras, no qual eu ainda não havia me acostumado é cada vez mais que eu o via falar desse jeito, se tornava mais estranho ainda. Uma serpente surgiu e passou a atravessar cada uma das setes serpentes que haviam e então revelando a câmara secreta.

Harry me ajudou a entrar e olhamos em nossa volta o lugar aterrorizante que estávamos.

Corremos até o fim ao perceber que havia alguém deitado no chão e quando vimos, estavamos parados no fim de uma câmara muito comprida e mal iluminada. Altas colunas de pedra entrelaçadas com cobras em relevo sustentavam um teto que se perdia na escuridão, projetando longas sombras negras na luz estranha e esverdeada que iluminava o lugar.

Me ajoelhou ao lado de Gina que estava desacordado.

— Gina? Não pode morrer!— Harry dizia— acorda por-favor?— pedia

Logo senti que havia alguém nos observando. Me viro rapidamente puxando as vestes de Harry. Havia um garoto andando em nossa direção, alto de cabelos negros.

— Ela não vai acordar— diz
— Não me diga que ela?— pergunto
— Tom— Harry o chama— Tom Riddle, como assim ela não vai acordar?— pergunta

Então esse era o Tom Riddle, dono do diário. Ele estava apagado logo atrás de nós e reparo que suas roupas, eram o mesmo uniforme no qual eu estava usando agora.

— Você é um fantasma?— Harry pergunta
— Uma lembrança— responde— preservada aqui por cinquenta anos.
— Harry— o chamo— ela está gelada.
— Tom, por-favor você tem que nos ajudar. Tem um basilisco— o vejo se levantar e me viro— me da a minha varinha Tom...

Eu continuava ao lado da Gina que aparentemente não parecia nada bem.

— A gente tem que ir— Harry diz o apressando— temos que salva-lá.
— Acho que não será possível Harry. Enquanto Gina fica mais fraca, eu fico mais forte é Harry, foi Gina Weasley que abriu a camara secreta.
— Não...

Tom Riddle havia começado a contar sua historinha de como conseguiu usá-la para fazer todos os ocorridos, inclusive sobre as gravuras nas paredes da escola com sangue.

— Já chega!— grito e aponto a minha varinha para o mesmo— Estupefaça!— grito mais sou atacar a antes
— Estupore!

Eu sentia como se estivesse dormindo, mas não conseguia ver nada. Eu ouvia algumas vozes e poderia jurar que uma dela era a de Harry.

Enquanto tentava abrir meus olhos, observo que já não estava mais sozinha e muito menos naquela câmara sem iluminação alguma.

— Eles ficaram bem, foi uma tremenda coragem.
— Isso foi totalmente inconsciente.
— Eu acho que ela está acordando— ouço uma voz próxima

Abro meus olhos devagar me dando conta da onde estava. Haviam algumas coisas em minha frente nos quais a princípio as ignorei.

— Querida? Consegue me ouvir?— concordo balançando a cabeça— como se sente?— pergunta

Madame Pomfrey, estava me analisando, enquanto eu ainda tentava me recomendar do que havia acontecido comigo.

— Eu não sei— respondo
— Serena?— ouço a voz de meu pai
— Papai?— o chamo

O vejo se sentar ao meu lado e seguro sua mão. Pela primeira vez eu o vi com uma aparecia preocupada o que me fez sentir desapontada comigo mesma.

— O que aconteceu?— pergunto
— Você foi atacada por Tom Riddle na Câmara secreta— professor Dumbledore responde a minha pergunta

E assim lembro de tudo o que havia acontecido, eu havia tentando atacar o Tom Riddle, mas ele me atacou primeiro com o "Estupore".

— Harry? Aonde ele está?— pergunto preocupada— a Gina? Ela está bem?
— Não se preocupe com eles— Dumbledore diz— garanto que eles estão muito bem e esperando para falar com você.
— Eles estão aqui?— pergunto
— Sim estão— confirma e me sinto aliviada, Harry havia conseguido— mas antes eu queria conversar com você sobre o ocorrido.
— Eu peço desculpas pelo o transtorno que causamos— falo
— Não fique preocupada, eu irei rever essas questões, mas antes eu queria te parabenizar— olho para meu pai surpresa— parabenizar pela coragem que teve em ajudar seu irmão e mesmo sabendo que poderia trazer graves consequências, você foi e fez o que deveríamos ter feito— me encolho envergonhada
— Eu apenas acompanhei meu irmão, não queria que ele fosse sozinho enfrentar o que quer que tivesse dentro daquela Câmara— respondo
— Bom, depois conversaremos mais. Eu acho melhor deixar você e seu pai a sós.

O vejo sair junto de madame Pomfrey. Me viro com dificuldade sobre a cama, sentindo meu corpo doer.

— Aí...— resmungo
— Está tudo bem?— meu pai pergunta
— Eu acho que sim— respondo
– Serena o que faço com você?— sinto minha expressão mudar e um meu lábio inferior ser escondido— não faça essa cara Serena.
— Me desculpa?— pergunto
— Eu fiquei tão preocupado quando vi que você não estava na sala e perguntei a seus amigos se tinham te visto e todos disseram que não.
— Eu não queria que ficasse preocupado, mas...— suspiro— eu fui ajudar Harry e Rony resgatarem a Gina, já que o Lockhart não passava apenas de um farsante.
— Nunca mais faço isso comigo?— pede e apenas concordo— quero ouvir você Serena.
— Sim papai— me levanto e passo meus braços em volta de seu pescoço— eu não vou fazer mais isso.
— Quanto mais o tempo passa eu acredito que você se torna muito parecida com alguém que conheci— diz
— Eu tenho certeza que no meu lugar ela teria feito o mesmo.
— E fez— responde— meu medo é que você se aprofunde muito mais nas loucuras de Potter.
— O senhor sabe que eu não poderei evitar algumas coisas, ele é meu irmão
— Estou começando a acreditar nisso. Potter sempre tem um jeito de se meter aonde não é chamado.
— Não consigo entender o porquê o senhor não gosta dele— o questiono
— Serena— sua mão acaricia meu rosto— não vamos entrar nesse assunto. Você precisa descansar. Amanhã provavelmente você já poderá voltar.
— Papai a quanto tempo estou aqui?— pergunto
— Já faz um dia que você esteve desacordada— responde
— Isso é sério?— o encaro assustada
— Sim, eu voltarei depois para ficar com você, mas antes deixarei seus amigos um pouco com você— o vejo sair e Harry no mesmo instante entrar
















bom dia, boa tarde e boa noite pessoas.

na real, de todos as partes dessa história a que eu mais estou ansiosa para escrever é na Ordem da Fênix.

espero que tenham gostado.

Até a próxima ♥️⚔

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