amy; 24






Enquanto ele ria, eu surtava.

Como que eu faço pra dar para esse homem, continuar andando e viva?

Sem chance, não tem como.

Claro que eu nunca tinha visto o pau dele mas tudo indica que é enorme já que ele é todo grande e ele exala isso de enorme grandeza em tudo.

E as montagens que existe no google obviamente devem ser parecidas, no máximo idênticas.

- Tá, mas você tem lubrificante né?

Ele tem que ter.

- Meu deus! - ele riu mais ainda. - Claro que não, Amy. Por que eu teria?

- Você não tem dó das mulheres que você transa não? - perguntei. - Ou melhor, transava?

- Não tem necessidade, eu acho.

- Bom, se não tinha com elas terá que ter comigo! - eu já me sinto toda rasgada. - Sério, com certeza seu pau não é nada pequeno e muito menos fino, então sim, um tubo de lubrificante inteiro!

Eu não vou conseguir, meu deus.

- Você acha que as preliminares serve pra que?

- E você acha que só isso vai adiantar? - perguntei. - Tenha dó de mim meu bem, eu não tenho estruturas.

- Claro que tem, Amy. - ele falou. - Só se você for virgem ai sim seria algo complicado.

- Eu não sou, mas do mesmo jeito eu sinto que vou ser arrombada!

- Por que você vai!

- Por que você falou do seu pau?

Esse homem está passando a ser tudo na minha vida só que eu já quero matar ele.

- Por que não? - deu de ombro. - Você que me tocou enquanto eu dormia.

- E não me arrependo!

- É claro que não. - ele sorriu. - Mas ok, compramos um lubrificante já que você quer tanto e, transamos.

- Por que você é tão prestativo?

- Hm. - sorriu. - Não sei, eu tenho que ser né.

- É.

- Mas agora tenta dormir um pouco. - ele falou e se esticou para desligar a luz do abajur. - Eu ainda quero te levar pra almoçar com meus pais. - ele me puxou para junto dele mais uma vez e beijou minha cabeça. - Enquanto você ainda pode andar, é claro.

Ele me abraçou forte e eu dei um tapa em seu ombro, quero poder andar por muito, muito tempo. Onde eu fui me meter?

- Vai dormir, Henry.

Eu me deitei de costas na cama e ele se aconchegou junto a mim, deitando sua cabeça em meu peito.

- Pode me acariciar enquanto eu durmo? - enquanto ria ele pegou uma de minhas mãos e colocou em seu rosto. - Nenhum lugar impróprio, ok?

- Eu te odeio, Henry.

Ele beijou minha mão ainda rindo e apesar de tudo ele era incrível e divertido. Droga, ele é maravilhoso. Eu ainda fiquei fazendo carinho em seu rosto e cabelo até que ele dormisse só que depois de um tempo ele levantou o rosto e beijou meus lábios.

- Tenta dormir um pouco, querida.

Ele me puxou para o seu peito e depois de um tempo finalmente consegui dormir.

;;;

Acordei meio dia em ponto.

Henry não estava na cama, então me levantei e fui me arrumar e me trocar. Eu não sabia que horas iríamos almoçar com seus pais, então eu teria que passar em casa para estar vestida à altura já que não tenho nada na Jennifer que seja vestivel para estar usando na presença dos pais do meu namorado.

Quando eu desci, Henry estava na sala com o Kal, os dois sentados no sofá enquanto olhavam para televisão. Ele disse que já estava indo me chamar.

- Dormiu bem? - quis saber.

- Não tenho do que reclamar.

Ele disse que seus pais tinham cancelado o almoço mas que nos esperaria para o jantar. Falei que teria que passar em casa para me trocar e ele concordou.

- O que você vai querer comer? - ele perguntou e se levantou do sofá, beijou meu rosto e passou por mim indo até a cozinha e eu fui atrás. - Eu faço pra ti.

- Eu não sei. - dei de ombro. - Qualquer coisa.

Depois dele ter me alimentando decidimos ir até a minha casa para eu me trocar. Estava esperando ele voltar de lá de cima enquanto observava o Kal me olhar, ainda acho que ele vai me amar. Henry voltou com dois capacetes na mão.

- Meu deus! - falei. - Nós vamos de moto?

Sim, nós fomos de moto. Estar montada na moto dele, sentada atrás dele e me segurando nele foi uma das melhores experiências que eu tive na minha vida.

Mais uma vez: muito obrigada deus!

Meus pais estavam em casa é claro e principalmente a fã fanática do Henry.

- Que prazer, querido! - ela falou enquanto o abraçava e beijava seu rosto. - Demorou a voltar.

Eu revirei meus olhos é claro, minha mãe só me mata de vergonha. Ela tem sorte do Henry ser muito gentil, muita sorte. Meu pai diferente da minha mãe, é normal e não liga muito para essas coisas.

Depois da minha mãe largar ele nós subimos até meu quarto para decidir o que eu iria vestir.

- Gostei do seu quarto. - foi o que ele disse depois de se jogar na minha cama. - Combina com você.

Meu quarto é normal. Não tem nada demais, apenas alguns pôsteres de bandas e fotos colodas na parede.

- O que você acha que eu devo vestir? - perguntei enquanto entrava no meu closet. - Vem aqui. - chamei.

Henry veio e se encostou no batente da porta.

- Acho que você deveria vestir uma lingerie bonita e sexy. - ele falou me olhando. - Ah tá, para o jantar na casa dos meus pais. - ele riu. - Eu não sei querida, não é nada de mais.

- Seus pais são pessoas incríveis. - falei. - Tenho que me vestir incrivelmente e você já comprou lubrificante amado? - perguntei. - Eu já falei que...

- O meu pau pode ser não ser nada do que você acha sabia?

- Eu não acredito em você! - falei. - Você exala isso de pau grande, sério.

- Por deus! - ele riu. - Não quero que você fique decepcionada.

- Eu vou é ficar traumatizada. - eu ri. - Brincadeira, ou não.

Eu me aproximei dele e beijei seus lábios, suas mãos foram para minha cintura e as apertou.

- Usa uma mini-saia ou sei lá. - falou. - Eu iria gostar.

- Você é um safado! - acusei enquanto ria.

- Não disse que não era.

- Não estou reclamando.

- Nem eu.

;;;

O jantar com os país do Henry foi incrível.

Eles foram incríveis, como sempre. Não tenho o que reclamar e só tenho que agradecer por eles gostarem de mim e ser totalmente  verdadeiros, acredito eu.

Quando saímos da casa de seus pais, Henry decidiu ir a uma loja de conveniência pois iria comprar um lubrificante.


Sério?

- É sério isso, Henry? - perguntei enquanto descia a moto quando ele estacionou no estabelecimento. - Eu estava brincando!

- Não estava nada! - falou abafado por causa do capacete e quando ele finalmente tirou, consegui ouvi-lo normalmente. - Você não estava brincando, querida. Eu te conheço o suficiente pra saber quando você está mentindo.

- Calúnia.

Talvez eu não estivesse brincando, mas talvez eu estivesse sim. Isso é o maior auge da minha vida.

- Então, lubrificante né. - ele riu. - Você sabe que não precisamos né?

- Você só faz isso pra me irritar ne? - perguntei. - Sério, é pra me irritar ne Henry?

- Eu não falei nada demais. - ele colocou o capacete no guidão da moto e se levantou. - Então, você já pode ir lá pegar e eu te espero aqui.

- O que? - perguntei. - Tá de brincadeira ne?

- Não. - falou. - Você disse que queria, não eu. É claro que é você quem irá comprar e também imagina se alguém tira uma foto minha segurando um tubo de lubrificante, iria pegar mal ne?

- Iria pegar mal nada!

Eu tenho certeza que ele só faz pra irritar, eu tenho.

- Então, baby, pode ir lá. - ele sorriu enquanto dizia e me virou para a frente da loja. - Aproveita que está vazio, assim você não ficará tão envergonhada!

- Eu te odeio. - falei. - Sério.

- Sei. - ele riu e beijou minha bochecha. - Vai logo, está ficando tarde e...

Eu joguei meu capacete nele e sai bufando. Tenho que pensar positivo por que darei para esse homem e provavelmente será fácil. E tenho que me lembrar que ele é maravilhoso e que merece o mundo apesar de, eu odia-lo ele é um gostoso que merece todo meu ódio, amor e carinho.

Onde que eu acho lubrificante nesse lugar?

Perguntar eu não iria, teria que me virar e quando entrei no corredor certo meu celular tocou e eu atendi sem olhar.

- Fala que talvez eu esteja ouvindo.

- Já achou? - era o Henry. - Jurava que era só pegar, pagar e sair.

- Henry, você não me estressa. - falei. - Eu já estou indo, saco.

- Que estresse é esse meu amor? - perguntou e eu sentia que ele estava sorrindo. - Tivemos um dia calmo, tranquilo, o que foi que aconteceu minha vida?

- Eu nasci, eu acho. - falei e respirei fundo. - Eu já estou indo, você vai querer algo?

Fui então até o caixa que infelizmente era o de uma senhorazinha de idade. Meu deus, por que está me fazendo passar por isso?

- Acho que não. - falou. - Vou te fazer uma massagem, pra você relaxar pois você está muito estressada.

- Por que será né, bem? Por que será?

- Só vem logo, Amy. - falou rindo.

- Ai amado, agora eu já estou indo. - falei. - E ainda é uma senhorazinha, ela vai me julgar muito para provavelmente o marido senhorzinho dela.

- Todo mundo transa, você sabe ne?

- Eu vou desligar, a gente se vê daqui a pouco.

- Está bem.

Esse homem me tira do sério e me deixa doida, muito doida. Como eu já imaginava, a senhora me olhou com uma cara muito espantada e julgadora. Me desculpe minha senhora, eu não deveria estar passando por isso. Quando voltei para o Henry ele me olhava de braços cruzados e ria.

As coisas que ele me faz passar.

- Nem fala nada. - falei enquanto pegava o capacete que ele me estendia.

- Eu não ia falar nada, baby.

;;;

- E o papai chegou!

Kal pulou no Henry para receber carinho todo feliz, eles se amam muito. São muito melhores amigos e Henry o trata como um bebê mesmo o Kal sendo enorme. Ele está certíssimo, eu faria o mesmo. Meus pais não gostam muito de animais então eu nunca tive nenhum, só que eu sou muito apaixonada por aqueles que são dóceis. O Kal é incrível, claro, mas não nos damos muito bem.

- E eu vou comer. - falei fechando a porta atrás de mim.

Eu comi modestamente na casa dos pais do Henry, tudo estava muito bom e eu amei. Mas, agora eu estou sentindo fome.

- E olha que ela praticamente acabou de comer, Kal.

Ouvi Henry dizer ao seu cachorro que latiu em resposta. Será que eles se falam todos os dias? E melhor, o Kal é muito inteligente por que ele entende e responde o Henry.

- Eu estou em fase de crescimento, ok. - falei da cozinha, enquanto abria a geladeira e tentava achar algo de bom pra comer. - Henry, por que você não tem um leite com achocolatado ou sei lá?

- Eu tenho leite. - ele falou enquanto caminhava até o sofá com seu companheiro ao lado. - Achocolatado não.

- Eu queria chocolate. - bufei, e fui me sentar juntamente com ele. - Tudo bem, eu supero.

- É só você comprar da próxima vez, baby. Nós fomos ontem ao mercado, por que não pegou? - falou. -  É só comprar e deixar aqui pra quando você quiser.

Eu não ia deixar coisas na casa dele, isso é rápido demais.

- Nem. - dei de ombro. - Tudo ok.

Henry estava fazendo carinho na barriga do Kal quando meu celular tocou e eu tirei do bolso para atender, era a minha mãe.

- Oi mãe, o que foi?

- Oi querida, como está o Henry? - quis saber. - Ele se alimentou hoje?

- Ele está perfeitamente bem. - falei. - Por que?

- E ele se alimentou hoje? Bebeu água?

- Sim, mãe. - ri. - Por que?

- Só pra saber, Amy. - falou. - E você? Já vai dar nove, vai vir pra casa?

- Hm, não sei. - falei. - Acho que vou pra casa sim, se não o Henry vai enjoar de mim muito rápido.

- Provavelmente. - Henry falou. - Mas, você vai dormir aqui, não é?

- Eu dormiria. - minha mãe voltou a falar. - Sério, eu dormiria muito e muito, só que pra não dormir se é que você me entende.

- Mãe... - respirei fundo. - Você é incrível mas se contenha um pouco tá?

- Mas eu não falei nada demais!

- Está bem, eu amo você e amanhã vou pra casa. - me despedi. - Não esqueça que meu pai, seu marido, que você é casada há quase vinte anos é seu marido e você o ama muito e apenas ele.

- Você acaba com os meus sonhos, Amy! - ela se lamentou. - Me deixa viver um pouco!

- E eu deixo, tchau mãe.

- Tchau!

Eu acho que minha mãe pensa que é uma adolescente apaixonada por seu ídolo e que vive apenas para ele e por ele. E eu sinto muito pelo Henry.

- Eu sinto por você, Henry. - falei. - A minha mãe te adora.

- E isso não é bom? - ele sorriu. - Eu gosto dela, é uma boa pessoa.

- Todo carinho é bom, mas ela te idólatra e eu sinto que é um pouco minha culpa já que eu gosto de você e do seu trabalho e falava sobre isso sempre. - falei. - Não que seja ruim ela gostar de você, só é estranho por que namoramos agora e acho que as vezes ela esquece disso. - dei de ombro. - Ela te vê como Henry Cavill o ator, não Henry Cavill o genro dela.

- Eu sou as duas coisas.

- E você acha que eu não sei, amado?

- Enfim, querida. - ele aproveitou que o Kal desceu do sofá para checar pra perto de mim. - Eu gosto da sua mãe como sogra e como minha fã e está tudo bem, todo carinho é bem vindo. - falou. - Agora, vá ler as instruções do seu lubrificante que eu vou tomar um banho.

Ele me beijou rapidamente e não tive tempo de bater nele já que ele se levantou e saiu andando rindo.

- Você quem quis comprar! - falei.

- Mas foi você que comprou! - ele ainda ria enquanto subia as escadas para o andar de cima.

- Por que você pediu! - praticamente gritei. - Você me tira do sério, Henry!

- Não querida. - ele parou no final de escada. - Você pediu e você quem comprou, eu não te obriguei.

- Nem fodendo!

Ai que ódio desse homem gostoso e maravilhoso, onde fui me meter?

- Tranca a porta e sobe logo, ok?

- Tá bom, tá bom. - falei e me levantei do sofá. - Já vou.

- Te espero.


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