amy; 16

Eu estava no mercado com o meu pai, viemos comprar besteiras.

- Hm. - falou. - E o seu amigo, Henry?

- O que tem ele?

Não falei mais com o Henry desde cedo e nem ele comigo. Quando eu acho que vamos dar certo, eu vou lá e estrago tudo.

Maravilha.

- Tem falado com ele? - quis saber. - Ele é aquele ator que sua mãe é apaixonado não é?

- Sim e sim. - falei. - Mas, no momento estamos meio brigados.

- E o que você fez?

- Pai! Me respeita. - pedi. - O que te faz achar que eu fiz algo? Eu sou um anjo.

- Sei, um anjo. - debochou rindo. -  Eu conheço a filha que tenho, Amy. Você sempre faz algo, sempre.

Olha o que meu pai pensa de mim meu deus.

- Primeiro, acho que não fiz nada de errado. - falei. - Acho que estamos namorando, mas no momento acho que não estamos.

Eu preciso conversar logo com o Henry, nunca sei como estamos.

- Mas ele pediu você em namoro?

- Basicamente isso. - falei. - Ele me levou na casa dos pais dele e me apresentou como namorada, ainda não tínhamos falado sobre isso. Desde então, não sei o que somos ainda.

- Mas você quer namorar com ele? - quis saber.

- Tem momentos que sim, momentos que não. - disse a ele. - Acho que estou com medo de, não sei, você sabe que eu nunca namorei, não sei se vai dar certo.

- Você namorou o Kevin. - meu pai lembrou.

- Estávamos na oitava série pai, e aquilo não pode ser considerado um namoro!

- Eu gostava do Kevin.

- Claro que gostava.

Depois de pegarmos tudo que queríamos, meu pai dirigiu de volta pra casa.
Olhei meu celular na esperança de ter alguma mensagem do Henry mas não tinha nenhuma. Eu sou orgulhosa, eu que não iria mandar algo, ele falou que não queria me ver então problema dele.

Quando meu pai estacionou na garagem de casa eu logo desci do carro, quero ir logo para o meu quatro pensar em um jeito do Ben me querer.

Tô brincando.

Entrei em casa e berrei no próprio momento.

- Nem fodendo! - gritei.

O Henry e minha mãe estavam sentados na sala de casa.

O Henry estava sentado na minha sala.

O que essa desgraça de homem está fazendo aqui?

- Voltou rápido, filha. - minha mão falou. - Eu falei que ela não iria demorar, Henry.

Ainda não acredito que ele está aqui. Que ele veio aqui sem falar nada. Imagina se eu estivesse toda feia, ele iria terminar algo que nem começamos.

Não consegui falar nada com eles. Eu estava gritando nem fodendo na minha mente diversas vezes e não sabia o que falar. Ouvi minha mãe dizendo que iria me deixar falar a sós com o Henry e saiu, fui então me sentar perto dele e tentar dizer algo.

- O que faz aqui? - perguntei.

- Hm, vim falar com você. - falou. - Como você está?

- Bem. - falei. - E por que você não avisou que viria?

- Quis fazer uma surpresa. - sorriu.

- Hm.

- Então, podemos decidir o que faremos da vida?

- Que direto. - falei. - E acho que podemos sim.

- O que você tem em mente? - quis saber. - O que vocês quiser eu topo!

- Que tentador. - pensei. - Eu tenho em mente um menage com o Ben, o que você acha?

- Ah, não! - ele riu. - Isso não. - falou. - Tem que ser algo que envolva nós dois.

- Droga. - lamentei. - Eu queria eu, você e o Ben juntos.

- Não vai dar, baby.

- Não me chama de baby. - pedi. - Eu fico fora de mim por que você exala prazer fazendo qualquer coisa.

- Qualquer coisa? - riu. - Amy, baby, falando sério agora, você quer namorar comigo ou não?

Merda.

- Isso é um pedido oficial?

Deus, eu tô nervosa.

- Se você aceitar, sim. - falou. - Se você enrolar como sempre faz, não.

- Eu nunca enrolo. - falei. - Que calunia, Henry.

- Você está enrolado, Amy.

- Certo, Henry. Eu aceito.

Dessa vez vai.

Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top