Cap. 15

— Olha só, quem está sabendo como se portar como demônio sexual.

Eu tomei um susto da porra! Mas bem, era meu pai. Ele está sempre me supervisionando para saber se estou fazendo meu trabalho direitinho. E bem, admito, eu até gosto de ver ele...digamos que sua beleza é...nossa senhora. Espera, eu acabei de usar um termo cristão?

— Hm...olha, sabe, eu...não resisti. Final de semana na praia, com os amigos, nós todos muito animados.

— Imagino. — Ele se jogou na cama de casal, e por sorte ninguém acordou. — Relaxe, não acordarei ninguém. E ai? Como está sua mãe? Ainda tem aqueles seios fantásticos?

— Mas o que?!

— Relaxe, eu sou seu pai...não deveria estar achando estranho eu falar sobre sua mãe. Ela tinha um belo corpo quando era mais nova, era idêntico ao seu, mas ela tinha mais peitos. Eram grandes, arrebitados...ela sempre andava sem sutiã, e esses eram os dias mais felizes da minha vida. Ela chegava praticamente semi nua no meu apartamento. Era só arrancar aquela blusinha...

— Céus, me poupe, não quero saber como minha mãe era. Isso é da intimidade dela. — Eu fiz uma careta, e me sentei na beirada da cama, vendo ele se aproximar de mim aos poucos. Aquilo me gelou completamente, porque bem, ele não tinha vergonha. Encarava meus olhos como um felino, e aqueles olhos dele, penetravam com força na alma. — seu gosto é tão bom quanto o dela?

— Quê?! — que merda de pergunta é essa? — Você é meu pai, não deveria me perguntar isso.

— E eu também sou o quê, bebê?

— Hm...faz sentido. Não sei, pergunte a um dos garotos.

— Não vai me deixar provar, é?

Arregalei os olhos, e fui surpreendida por uma lambida, que começou de meu decote e foi até as proximidades de minha nuca. Puta que pariu, o que ele pensa estar fazendo?

— É-É melhor você parar. Eles podem acordar a qualquer segundo.

— Como queira. Mas saiba que você tem a pele bem docinha, tome cuidado. Seu irmão mais novo gosta desse tipo de gosto.

— Me- — Ele simplesmente sumiu.

Naquele mesmo dia, eu fui embora com meus amigos, e segui para a casa da minha prima, para presenciar mais dos chifres que ela levava do namorado. Eu ainda não acredito que ele a traiu, e o pior, a culpa foi minha. Não...não foi. Porque ele a traía antes de me conhecer. Neguei com a cabeça, afastando esses tipos de pensamento, e já entrei dentro de casa, caminhando devagar para as escadas. Mas acabei tomando um pequeno susto ao ver que minha prima e o tal namorado estavam se beijando de forma lasciva em cima do sofá.

— Ei...tem quartos lá em cima. — dei uma risada falsa, parecendo sem graça.

Minha prima deu um pulo.

— Você voltou! Achei que fosse demorar mais.

— Não. Bem, continuem. Até a hora do jantar.

As bochechas de minha prima ficaram bem coradas, e eu apenas subi as escadas, rumando silenciosamente para o meu quarto, onde entrei e já joguei minhas malas em qualquer canto. Só que nem tive tempo de respirar. O espelho já tinha um chamado de ajuda, e eu apenas me joguei na cama, e me teletransportei para o lugar indicado.

Parece que finalmente descobri para que vim a esse mundo.

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