Quatro
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Chiados de pássaros voando pelo céu podiam ser ouvidos pela manhã, alertando a todos que era hora de acordar. Heeseung abriu os olhos preguiçosamente, encontrando Sunghoon o abraçando de maneira amorosa. Docemente começou a acordá-lo.
"Hoon...?" Chamou baixinho. Em resposta, o mais velho recebeu um gemido lamentável. Pelo menos o platinado começou a acordar. "Acorde..."
"Já estou acordado..." Respondeu ainda com os olhos fechados.
"Vamos lá Hoon..." O rosado cutucou-o antes de se sentar na cama e se espreguiçar. Um bocejo longo e audível saindo por entre seus lábios.
"Uh só mais 5 minutinhos..." Choramingou. Sunghoon estava muito cansado, o conforto da cama o puxava para a terra do nunca. Quem sabe ele não encontrasse o Peter Pan? Parecia ser uma boa ideia.
Heeseung revirou os olhos quando viu uma baba nada agradável escorrer pela boca do marido. Juntando os quatro dedos da mão o mais velho acerta com pouca força a lateral do platinado.
"Ah!" Guinchou com dor. "Por que?" Choramingou. "Por que comigo Hee? O que eu te fiz? Isso doeu, sabe?!" Levou as mãos no local atingido.
"Não seja uma rainha do drama agora Hoon. Nem foi tão forte assim." Resmungou.
"Nem foi tão forte assim... Porque não foi com você!" Debateu imitando a voz do rosado.
"Seu dramático." Joga um travesseiro no mais novo. "E por sinal, você é um péssimo imitador. Ainda bem que passou longe de cursos artísticos como o teatro, e se eu fosse você, não faria isso de novo, só passaria ainda mais vergonha."
"Ei! Eu sou um ótimo imitador! Seria um dos melhores se fizesse teatro. Minhas artimanhas são incríveis, invencíveis!" Exclamou glorioso.
Heeseung sorriu torto para o outro, um tique nervoso passando pelo seu olho direito. "Sim, com certeza."
"O que há com esse sorriso estranho?"
"Nada demais pequeno Hoon. Apenas meu marido sendo incrível, invencível." Bateu palmas levemente.
"Pare com issooo" Ainda mais choroso se debateu na cama. "Sua ironia é completamente desanimadora." Sunghoon murchou na cama com um bico fofo nos lábios. "E o que você quer dizer com 'pequeno'? Eu tenho praticamente a sua altura, se não mais." Heeseung sorriu vitorioso com a cena. Era como uma criança no corpo de um adulto.
"Criança, certo, Sunghoon era como uma crian- Espere um minuto..."
Fleches do dia anterior começaram a inundar sua cabeça como grandes poças de água, lembrando-o claramente do que havia acontecido ontem.
"Espere!" Heeseung se vira bruscamente para o marido que pouco se encontrava acordado, assustando o mesmo. "E quanto ao Jungwon?!" Perguntou, preocupado.
Sunghoon sentou-se na cama como o mais velho havia feito há pouco tempo atrás.
"Acalme-se meu anjo, Jungwon está bem. Ele veio para casa ontem, mas você já estava dormindo."
"Ele está bem? Ele comeu alguma coisa depois que voltou? Sabe para onde ele foi? Por que não me acordou, Sunghoon?" O rosado fazia perguntas contínuas uma atrás da outra empurrando suavemente o outro para o lado.
"Tenha calma Hee, está tudo bem, ele está bem, não te acordei porque você precisava descansar um pouco." Balançou as mãos no ar para acalmar o mais velho com suas perguntas. "Já está tudo resolvido, conversei com ele ontem. Eu não sei para onde Jungwon foi, ele não me contou, mas o que importa é que ele está em casa bem e seguro."
Heeseung suspirou aliviado, dissipando toda a preocupação que de repente acumulou dentro de si.
"Menos mal." Suspirou. "Bem, então hoje eu e ele iremos ver a matrícula na escola e faremos algumas compras enquanto você vai trabalhar, tudo bem?" Pergunta ao mais novo que concordou tranquilamente.
Heeseung se aproxima do outro e deixa um beijo casto nos lábios de Sunghoon, logo se levantando para tomar um banho e fazer sua higiene matinal.
O platinado não demorou em ir atrás de Heeseung.
"Eu posso tomar banho com você hoje? Se não eu vou me atrasar... Sabe, talvez tenhamos acordado um pouco mais tarde do que o comum huh?" Coça a nuca sem jeito no parapeito da porta.
O rosado, que já estava tirando a camisa, olhou para o mais novo por cima do ombro, notando a figura envergonhada que ele era. Sorriu com ternura para o marido.
"Claro!"
Sunghoon começou a se despir vagarosamente, sem tirar os olhos do esposo.
Heeseung percebeu o olhar queimante do platinado em si e decidiu provocá-lo um pouco com isso. Não seria muito se ele o fizesse.
Se virando completamente para o mais alto ele acariciou suavemente o peitoral bem trabalhado de Sunghoon antes de deixar um beijo apaixonado nos lábios do outro.
"Hee... Assim eu não vou conseguir ir trabalhar hoje." O platinado tinha a voz rouca e profunda quando se separou do beijo, juntamente com os olhos brilhando de luxúria e desejo.
"Não estou fazendo nada demais, Hoon...." Retrucou o mais velho inocentemente tombando a cabeça para o lado enquanto seus olhinhos de bambi brilhavam para o marido. "Você que está pensando demais..."
"Errado, você está me provocando, e sabe muito bem sobre isso." Sunghoon coloca suas mãos na cintura do mais velho e os envolve em um abraço apertado. Heeseung apenas desliza seus braços ao redor de seus ombros largos em troca.
"Eu sei é?..."
"Não acho que seja uma boa ideia você me provocar dessa forma Heeseung-ssi."
"É mesmo Sunghoon-ssi? Senão o que? O que você fará?" Bicou novamente os lábios do mais novo, provocativamente.
"Tudo bem, foi você quem pediu por isso." Sorriu fechando a porta com uma paixão ardente recém-descoberta e a trancou.
A primeira coisa que ele fez foi bater Heeseung contra a parede, reivindicando seus lábios vorazmente.
Seus corpos se encaixavam perfeitamente, a fricção entre eles era enriquecedora. E os olhos cheios de luxúria de Heeseung eram irresistíveis para o mais novo, quase como um vício querer o rosado somente para si.
As mãos calejadas do mais alto apalparam absolutamente toda parte do corpo de Heeseung, como suas bochechas, ombros, costas, coxas, em todos os lugares que você possa imaginar. E em todas as partes a pele de Heeseung era impecavelmente macia, suave ao toque, uma imperfeição sequer era aparente.
Ambos suspiravam os nomes um do outro uma, duas, três vezes até que eles calassem seus sons com um beijo profundo.
"Pule." Sunghoon ordenou contra os lábios do mais velho. O rosado logo fez o que lhe foi pedido, sentindo como o platinado deslizou as mãos por baixo de suas nádegas para apoiá-lo. E em um passo sincronizado suas coxas fortes envolverem a cintura do mais novo firmemente.
Sunghoon mantia as costas do outro contra a parede, e os braços de Heeseung se esgueiravam ao redor do pescoço do mais alto. Ambos se beijaram como nunca antes. Era como se aquele dia fosse o último deles, e aquele beijo valia como suas despedidas, era apaixonante e amoroso.
Com o rosado seguro em seus braços, Sunghoon se virou lentamente, sentando Heeseung no balcão. Eles continuaram se beijando desesperadamente pelo contato um do outro, as mãos do platinado vagando sem limites. Os dedos de Sunghoon desciam pelo o outro corpo, atrapalhados com a calça de pijama do Pooh de Heeseung.
Ele nem esperava pelo consentimento do mais velho, sabia que já o tinha. Com uma onda repentina de calor, as calças foram arrancadas, e Heeseung gritou com o contato repentino com o balcão frio. E sabe, entre as diversas músicas compostas pelo esposo, a melodia que ele mais gostava eram os belos sons como esses que ressoavam dele. Ao mesmo tempo que o deixava nas nuvens como um tranquilizante, faziam também com que o platinado ansiasse desesperadamente por mais.
Sunghoon olhava para a vista à sua frente, era enlouquecedora. O rosto de Heeseung embriagado de beijos, seus quadris se contorcendo, sua ereção que se aproximava, os dedos se apertando ao redor da borda do balcão. Havia uma pequena mancha escura em sua boxe, e Sunghoon sentiu-se expirar, apalpou a protuberância vestida, seus dedos acariciando-a suavemente.
Ele sorriu para Heeseung, sua língua serpenteando entre os finos lábios brilhantes para lambê-los. Ele deslizou a boxe para baixo, deixando-a cair no chão com um baque suave.
Deus, Sunghoon desmaiou, não, ele pifou, entrou em combustão, seu sistema havia dado curto circuito, não funcionava corretamente, falhou em raciocinar e se viu como um irracional ambulante. Não importa quantas vezes ele o via assim, Heeseung sempre parecia tão atraente aos seus olhos.
Definitivamente, Heeseung seria a sua morte.
Heeseung riu com a reação do mais novo.
Usando dois dedos fortes para levantar o queixo de Sunghoon, trouxe o outro para um beijo. Ele empurrou sua língua, traçando as linhas de seus dentes enquanto explorava as cavernas de sua boca. Estava tão quente e úmido lá, que Sunghoon tinha certeza de que ele estaria babando agora.
Quando quebrou o beijo, Sunghoon tirou suas próprias roupas até que apenas sua boxe ficasse. No entanto, ele tinha um plano. Ele manteria Heeseung esperando, ele não pretendia revelar todo o seu comprimento até que estivesse pronto para adentrá-lo no mesmo.
O que acarretou no platinado recebendo um descontentamento vindo de Heeseung, que ficou claramente desapontado quando Sunghoon esqueceu de remover a última peça de roupa que separava seus corpos nus.
No entanto, no momento em que algo molhado deslizou em torno do pênis de Heeseung, ele imediatamente esqueceu tudo sobre os boxers negligenciados, soltando um gemido quando sentiu sua ponta vazando pré-sêmen na boca de Sunghoon.
A língua do mais novo brincava com sua fenda, e outro gemido escapou de Heeseung. Seus quadris se contorcem ainda mais quando o platinado desceu, levando a coisa toda em sua boca. Tomado por completo em sua garganta, Sunghoon gemeu em torno dele. Heeseung estremeceu, o som enviando fortes vibrações direto para seu cérebro. Seu primeiro instinto foi agarrar Sunghoon pelos cabelos, batendo-se ainda mais na garganta molhada do mais novo.
Sunghoon inalou, manobrando sua boca de tal forma que fez Heeseung chegar ao clímax imediatamente. O mais novo liberou o pênis com um estalo satisfatório, o sêmen pingando do canto da boca e descendo pela garganta. O gosto era um pouco salgado, mas era incrivelmente doce no final.
Heeseung ofegou sem fôlego, seus dedos se curvando ainda mais forte nas bordas do balcão. Ele entreabriu um olho para ver o sorriso triunfante de Sunghoon. Mal tendo a chance de regular sua respiração, quando sentiu ser puxado, praticamente arrastado para fora do balcão com um grito abafado.
Sunghoon o virou, pressionando sua cabeça na pia, alinhando-o com segurança embaixo da torneira. Ele pressionou sua protuberância vestida entre as nádegas de Heeseung, empurrando-se secamente sobre o rosado.
Heeseung mal podia dizer o quão grande Sunghoon era, mesmo depois de muito já terem feito isso inúmeras vezes desde que se conheceram na adolescência, ele nunca se cansava, ficava animado e cheio de expectativa, mesmo com o passar dos anos.
Fazer sexo com a mesma pessoa por um longo período de tempo nunca era chato. E se isso aconteceu com alguém, bem, essa pessoa não tinha Park Sunghoon como parceiro, não é mesmo?
Sunghoon causava isso nele, nunca havia o desapontado. A sensualidade deles envelheceu como um bom vinho, mais enriquecedor, doce e satisfatório com o tempo.
"Hoonie, por favor, não me provoque mais..." Sua respiração tremeu, a voz irregular e trêmula. Sentia como seu membro ganhava vida novamente. "Por favor, coloque logo."
"Eu disse para você que não era uma boa ideia me provocar." Aproximando seus lábios do ouvido do rosado, Sunghoon sussurrou com sua voz rouca, causando arrepios pela espinha do mesmo. "Mas como sou bonzinho, e claro, como você também pediu tão gentilmente, farei isso por você meu bem." Sunghoon sorriu, batendo suavemente em uma das nádegas de Heeseung, deixando um aperto ali. Pensava calmamente. "Talvez eu devesse provocá-lo um pouco mais, como minha vingança por seu comportamento de antes, o quê acha?..."
"Não, por favo- ahh." Fora cortado bruscamente com as mãos do marido que de repente foram em torno do seu membro.
Os movimentos do mais novo de vai e vem eram leves enquanto afundava seu rosto e lábios no pescoço exposto do bronzeado, sem deixar também de movimentar seu quadril atrás do mais velho, fazendo Heeseung sentir toda a sua distribuição excitante.
Heeseung gemeu baixinho.
"S-Sunghoon... Ahh..." Fecha os olhos, apenas gemendo e sentindo Sunghoon o estimular novamente enquanto o masturbava.
"Hmn... Você sabe que eu adoro te ouvir gemer, certo?" Fala de modo sensual, dando uma lambida no pescoço do rosado em seguida.
"Hoon..." Heeseung praticamente podia sentir lágrimas frustradas começando a vazar de seus olhos pela falta de atenção que ele estava recebendo do marido. Era certo que pouco antes ele se gloriasse em vitória por ter conseguido fazer Park Sunghoon, rei dos sentimentos frios, agir como uma criança, mas agora, se sentia tão derrotado.
Sunghoon apenas sorriu, satisfazendo-o com pequenos beijos em sua espinha, até sua clavícula. Ele suga a pele do pescoço para induzir algumas marcas, sentindo uma estranha onda de possessividade passar por ele.
"Meu lindo bambi." Sussurra rispidamente enquanto olhava para o rosto do outro, notando suas bochechas molhadas com lágrimas. "Tudo meu."
Sunghoon é um otário para aqueles lábios finos e olhos lacrimejantes e ele suspira internamente porque ele sabe que Heeseung usa isso a seu favor.
"Hoonie, por favor."
Carente.
Sunghoon cessa seus movimentos.
"Está bem, está bem." Ele responde suavemente, pressionando um beijo na testa do rosado.
Colocando seus dedos nos lábios de Heeseung, ele espera pelo outro ansiosamente os tomar para dentro de sua boca, lubrificando-os.
Sunghoon arrasta seus dedos para o buraco de Heeseung, pressionando um dedo lentamente no mesmo, fazendo o rosado gemer e choramingar abaixo dele, seu rosto se contorcendo de prazer. Os pequenos ruídos descarados vão direto para o pênis negligenciado de Sunghoon.
Um segundo dedo se seguiu imediatamente e Sunghoon fez questão de separá-los, fazendo Heeseung gemer alto e empurrar seus quadris para trás.
"Argh! Droga Hoon... Me beije!" Explode de repente enquanto pede para ser beijado por seu marido.
"Claro." Ele dá um bufo divertido na boca de Heeseung enquanto traça a boca de seu amante com a língua. É lento e lânguido, e perfeito. Apaixonantemente doce, mas à beira do desespero.
Quando Heeseung começa a balançar seus quadris levemente, perseguindo os movimentos dos dedos, ele sente como Sunghoon desliza para fora de si. Deixando Heeseung se sentir sozinho e com frio.
Prestes a protestar e implorar por mais atenção, algo mais cutucou a entrada de seu buraco. Era grande, não apenas longo, mas grosso. Heeseung quase se empurrou de imediato para ele.
No entanto, ele não teve tempo para pensar antes que fosse impiedosamente golpeado pelo mais novo, quase o fazendo gritar.
Ele sentiu uma mão sobre sua boca, e mordeu os dedos de Sunghoon, possivelmente forte o suficiente para tirar algumas gotas de sangue. Mas, a mão nunca se retraiu. Dessa vez, lágrimas de prazer começaram a escorrer dos olhos de Heeseung enquanto o pênis de Sunghoon o esticava mais do que nunca. O platinado se absteve em se mexer, deixando com que o outro se acostumasse com ele.
"Eu amo ouvi-lo gemer, realmente o amo Hee, mas tente se manter baixo, Jungwon pode nos escutar..."
Sunghoon tinha razão. O rosado apenas assente com a cabeça lentamente. Não conseguia imaginar como Jungwon se comportaria se ouvir eles em um momento tão íntimo como aquele, o mais jovem com certeza surtaria e provavelmente não voltaria a encará-los novamente...
Então o pênis dentro dele começou a se mover, atingindo o feixe perfeito de nervos perfeitamente, e dada a reação de Heeseung, Sunghoon sabia que era seu ponto ideal. Ele sorriu, planejando tirar tantas vantagens disso. Ele brincou no início, fazendo golpes curtos de borboleta, então puxou completamente. Ele beijou a espinha de Heeseung, então bateu de volta em seu ponto ideal.
Heeseung logo sentiu-se vindo novamente, saliva se misturando com suas lágrimas. Mas, Sunghoon não parou por aí. Ele continuou batendo no orgasmo de Heeseung, até mesmo no seu próprio. Ele pressionou implacavelmente contra sua próstata, todo o caminho até que Heeseung quase desabou contra a pia. Então, e só então, ele se retirou.
Após cerca de cinco minutos recuperando o fôlego, Sunghoon perguntou. "Você está bem?"
"Sim..." Heeseung se afundou contra Sunghoon, deslizando seu buraco escorregadio sobre o pênis de Sunghoon novamente. "Ainda não estou cansado, não estou cansado, quero mais." Balbuciou, mal se aguentando de pé.
"Heh, mas você mal consegue ficar de pé." Ele sorriu dando um beijo no nariz de Heeseung.
"Mas eu quero Hoon..." As costas do rosado eram pressionadas contra seu peito. O ângulo só o ajudava a ir mais fundo enquanto Heeseung se esfrega nele, fazendo-o ter espasmos e se contorcer em seu aperto.
"Tem certeza?" Sunghoon questiona cuidadoso enquanto observava o mais velho. Ficou profundamente satisfeito quando o rubor se espalhava como fogo pelas bochechas de Heeseung e deixava suas orelhas vermelhas brilhantes.
Heeseung engole nervosamente e Sunghoon mostra os dentes em um sorriso aberto com suas fofas presas à vista. "Sim... N-Não sabemos quando teremos essa oportunidade novamente..."
"Tudo bem. Você me convenceu." Sunghoon sussurra, sua voz caindo consideravelmente. Ele agarrou os quadris de Heeseung suavemente e o virou, pegando-o novamente no colo.
Heeseung envolveu suas pernas ao redor da cintura de Sunghoon, saltando algumas vezes para se ajustar com o mais novo enquanto ele o centralizava sobre seu pênis.
"Você é incrível Hee..." Sussurrou, em seguida tomou os lábios do esposo em um beijo sensual, lascivo e cheio de desejo.
Heeseung passou os braços pelo pescoço de Sunghoon, aprofundando o beijo.
Sunghoon pensou em um plano rápido. Iria superestimular Heeseung.
O platinado então pegou o pescoço de Heeseung entre os dentes, mordendo e sugando marcas em sua pele. Ele era tudo menos gentil. Uma mão se abaixou para masturbar o pênis de Heeseung mais uma vez, enquanto a outra correu até seu peito para puxar com força um de seus mamilos.
Ele observou como as pernas de Heeseung tremeram ao seu redor. Sem aviso, ele empurra para frente continuamente, o pênis angulado direto para a próstata do mais velho. Heeseung tentava conter seus gemidos, que estavam quase se tornando como gritos.
Suas nádegas apertavam firmemente ao redor do pênis de Sunghoon. Embora, o platinado não lhe dê tempo para se recuperar. Ele empurra seus quadris e fode Heeseung com força, as mãos segurando firme em sua cintura.
"Ah, Hoon... Isso é tão bom~" Heeseung canta. Seu corpo excessivamente sensível.
Sunghoon move suas mãos ao redor da cintura de Heeseung ainda mais firmemente, seu pênis o penetrando cada vez mais fundo. "Hmm."
"Ah, é demais, é demais," O rosado continua a expirar, a voz rouca e fora do tom.
Sunghoon também geme e seus olhos se fecham. Ele pode sentir o calor crescendo na boca do estômago, arrastando-o cada vez mais perto da beira do seu segundo orgasmo.
Heeseung choraminga em prazer, encontrando desesperadamente os fios macios do cabelo platinado do outro para agarrar. A outra mão volta à boca em um esforço para abafar os gritos intermináveis que escapam de seus lábios.
"É demais Hoon, eu não posso-"
"Sim, você pode." Sunghoon murmura encorajadoramente contra a pele do pescoço de Heeseung.
O corpo sensível de Heeseung se aperta ao redor dele e ele faz uma pausa, então estremece. Ele morde o ombro de Heeseung enquanto goza, em comparação o outro solta um som baixo de canto e goza novamente, sua liberação quente cobrindo seu estômago. A mão que está puxando o cabelo de Sunghoon puxa com tanta força que dói.
Sunghoon se move lentamente para dentro do box ainda com o outro em seus braços. Cavalgava as ondas de prazer até que ele não aguentasse mais. O platinado gentilmente se retira para fora do mesmo, colocando-o em pé no chão. O rosado se sente desmoronar completamente contra o peitoral de Sunghoon quando suas pernas falham.
Sua respiração estava pesada e rápida, mas ele ainda estava sorrindo. "Eu te amo meu gelinho gostoso... Eu realmente te amo Hoon."
Sunghoon sorriu. "Eu também meu amor... Eu também te amo." O beija apaixonadamente.
Ele tinha conseguido um homem e tanto, não tinha? Este homem era tudo o que ele tinha sonhado. Ele nunca poderia machucá-lo, iria valorizar e cuidar de Lee Heeseung para o resto de sua vida.
"Acho que nós realmente precisamos de um banho agora." Heeseung aponta quando sente um líquido pegajoso escorrer por suas pernas.
Sunghoon sorriu divertido quando também nota a situação do outro. "Sim, eu vejo."
Logo os dois começaram a se banhar normalmente, trocando apenas mãos bobas aqui e ali, juntamente com algumas carícias leves. Aproveitavam aquele momento só deles.
Assim que Heeseung acabou de tomar banho antes de Sunghoon, ele se secou e se vestiu rapidamente.
"Irei fazer o café da manhã. E é melhor andar logo ou vai se atrasar, Hoonie." Manda um beijinho no ar para Sunghoon e sai do banheiro. "Ah, e acorda o Won para mim?" Pede antes de sair do quarto.
Sunghoon afirmou, acabando de tomar seu próprio banho. Se vestiu com suas roupas formais de sempre e foi até o quarto do filho, batendo de leve na porta.
O mais velho esperou por alguns minutos. Não houve resposta, então bateu mais forte.
"Jungwon, está na hora de acordar." Sunghoon às vezes se perguntava se era mesmo necessário acordar o mais novo cedo, mas lembrava de que a disciplina tinha que ser mantida, e acordar cedo fazia bem para a saúde. E o mais importante, as refeições tinham que ser feitas regularmente e em família.
"Huh... Está bem, já estou indo..." O mais novo respondeu, porém ainda parecia estar dormindo.
"Estamos te esperando lá em baixo para tomar café, não demore." Sunghoon proferiu antes de descer as escadas e se dirigir para a cozinha.
Heeseung que estava terminando de colocar as coisas na mesa, notou a presença do marido.
"E aí, ele acordou?" Questionou enquanto sentou-se à mesa.
"Sim, disse que já estava vindo." O platinado respondeu enquanto se sentava à mesa como o rosado. "Hee... Eu queria te pedir uma coisa."
"E o que seria?" Pergunta descontraído, enquanto comia calmamente.
"Eu queria que você fosse mais firme com o Jungwon. Heeseung, ele precisa nos respeitar, ou nós perderemos totalmente o controle sobre ele." Suspira. "Ontem eu tive uma conversa séria com ele... E talvez eu tenha lhe posto algumas regras..."
"Regras? Park Sunghoon o que você quer dizer com regras? Por Deus, ele é apenas uma criança! Não tem como impor regras para ele! Fora que não estamos em posição para isso, Jungwon sequer está conosco por uma semana!" Gritou indignado.
"Em todo caso Heeseung! Ele ainda precisa nos respeitar." Exclama em um sussurro. "Isso não está certo, e você sabe disso."
O rosado nada responde ao mais novo, apenas desvia o olhar irritado e continua a comer.
"Isso é muito sério Heeseung. Você sabe tão bem quanto eu o quanto eu quis adotar uma criança para ser nosso filho, e nós escolhemos Jungwon para tal. Mesmo quando soubemos que ele não nos aceitava por nossa orientação sexual." Ditou firme. "Nós tínhamos conversado antes sobre isso, Hee, e combinamos em ter pulso firme com Jungwon... Mas você não está sendo firme com ele." Declarou.
"Eu estou tentando, Hoon, estou tentando o máximo que consigo da minha forma. Você sabe muito bem que não consigo ser como você. Minha... Mãe sempre dizia isso antes de me expulsar de casa, sempre dizia que eu era muito sentimental."
"Hee... Eu estou falando para ser firme não para não demonstrar sentimentos com ele. Apenas não quero que Jungwon te ofenda e que você deixe por isso mesmo. Ele precisa nos respeitar, mesmo que ele aceite que somos seus pais ou não."
"Eu vou conseguir o respeito dele da minha forma, Sunghoon. Não como alguém que só dita regras e que só sabe ser firme, mas sim como alguém que demonstra carinho até nas horas mais difíceis."
"Você está querendo dizer que eu não sei ser carinhoso? Por acaso te faltou carinho e atenção para você durante todos esses anos em que estamos juntos Heeseung?" Franziu as sobrancelhas impaciente.
"Não estou falando isso, Sunghoon..."
"Mas foi exatamente isso o que você deu a entender." Levantou-se da mesa estressado. "Tchau, estou indo trabalhar." O platinado se despediu, saindo da cozinha.
"Ei, Hoon! Me espere! Não foi o que eu quis dizer, por favor, me espere..." Heeseung se levantou às pressas da mesa, caminhando a passos longos atrás do mais novo. Quando o alcançou, Heesung o abraçou por trás, enterrando o rosto nas costas largas de Sunghoon. "Me desculpe Hoon... Eu apenas não sei como agir... Eu estou tentando, fazendo o melhor que posso, me desculpe..." Sua voz saiu chorosa.
Sunghoon suspirou, virando-se e ficando de frente para o esposo.
"Heeseung..." Abraçou forte o outro, sussurrando em seu ouvido. "Ei... Eu estou aqui, viu? Para você e para sempre." Beijou ternamente os lábios macios do rosado. "Me desculpe... Eu também peguei pesado com você."
"Não, tudo bem, você está certo..." Heeseung deixou cair algumas lágrimas. "É que... Eu apenas não sei como agir corretamente, Hoon, eu não sei mais o que fazer... Eu quero me aproximar dele, mas ele não me deixa..."
"Meu anjo, em primeiro lugar você tem que conquistar o respeito dele. E só depois seu carinho. Heeseung, a gente só ama quem a gente respeita e admira, se você continuar deixando ele fazer e falar o que quiser as coisas só tendem a piorar, e assim Jungwon nunca te deixará se aproximar dele."
"Eu sei disso... Eu irei tentar Hoon..." Abaixou a cabeça.
"E eu sei que você irá conseguir." Deu um selinho demorado no amado e se despediu.
Heeseung ficou observando-o ir embora, seu próprio corpo, sorrindo tristemente.
"Eu também espero que eu consiga Hoon..."
...
Enquanto isso, em algum lugar um pouco mais ao norte de onde ficava a casa de Sunghoon e Heeseung, Choi Beomgyu estava na casa da mãe há alguns bons minutos, vendo seu irmão distraído no sofá, pensativo. O pequeno ainda não havia percebido a sua presença.
"Cansei!" Esbravejou de repente, já estava farto de esperar que o irmão o notasse.
Jay deu um pequeno pulinho no sofá ao ouvir a voz estrondosa do outro.
"Hyung! Desde quando você está parado aí?! Você me assustou." Colocou a mão dramaticamente no peito enquanto suspirava.
"Eu já estou aqui há bastante tempo. Posso saber o que você tanto pensa para estar tão distraído e não me notar praticamente ao seu lado?" Se senta folgadamente ao lado do irmão no sofá, virando um pouco o corpo para ficar de frente para o outro. "Vamos, desembucha!"
"Bem, nossa mãe ainda não voltou desde que saiu de casa..."
"Que vadia!" Beomgyu exasperou-se. "Eu não entendo por que você ainda insiste em morar aqui Jongseong. Você já deve ter plena consciência de que ela deve estar com qualquer um homem por aí e esquece que tem um filho para cuidar em casa."
"Hyung, não fale assim, ela ainda é nossa mãe! Eu só estou preocupado porque ela geralmente liga quando não volta para casa... E desde ontem ela não o fez... Bem, quero dizer, faz mais de uma semana que não a vejo, hyung..."
"Espere, o que foi que você disse?" Perguntou se sentando em uma posição ereta rapidamente para poder encarar o mais novo.
"Eu disse que faz mais de uma semana que não a vejo, desde então ela não voltou para casa..." Desvia o olhar cansado. "Eu liguei para o trabalho dela, para os bares que ela geralmente frequenta, mas parece qur ninguém a viu também..."
"E você ficou aqui sozinho todo esse tempo? Por que você não foi lá para casa? Você só tem dezessete anos, não pode ficar sozinho!" Beomgyu pouco se importava com sua mãe. Jongseong era a pessoa que mais amava no mundo, e só de pensar que por irresponsabilidade daquele mulher estúpida o mais novo poderia ter passado por algum perigo sentiu seu ódio por sua genitora aumentar.
"Você sabe como nossa mãe age quando volta para casa, hyung... Se quando ela voltasse e não encontrasse ninguém, iria quebrar tudo... de novo."
"Isso é apenas mais um motivo pelo qual você não deveria ficar aqui. Vamos Jongseong, coloque algumas roupas em uma mochila e vamos para a casa do papai. Você não vai ficar aqui, não deixarei você aqui sozinho."
"Mas e se a nossa mãe voltar, hyung? Ela também não pode ficar sozinha!"
"Foda-se ela! Ela já é uma mulher adulta, dona de seu próprio nariz, é você quem não pode ficar sozinho aqui... Você é apenas um adolescente de dezessete anos e eu me preocupo com você..."
"..." Jay decide não responder ao irmão. Escolheu apenas abaixar a cabeça e ficar olhando para o chão.
"Vamos lá Jay, arrume suas coisas e vamos para casa. Quando ela aparecer, com certeza vai lá te procurar e aí a gente decide melhor o que fazer, tudo bem assim?" Pergunta apoiando uma mão no ombro do moreno de mechas loiras.
"...Tudo bem hyung. Apenas espere só um pouco, logo estarei de volta..." Mesmo a contragosto, Jay fez o que lhe foi mandado.
Pegou uma mochila e a encheu de roupas, pegando também um pequeno quadro que sempre levava consigo quando saía da casa da mãe. Era um pequeno quadro com uma foto de como eles eram antes da mãe cair nas tentações dos pecados, uma foto de sua família, todos estavam sorrindo, felizes.
Um tempo depois, Jay finalmente aparece de volta à sala, ganhando a atenção do irmão mais velho para si.
"Estou pronto hyung." Murmurou exausto, não era a primeira vez que isso acontecia.
"Então vamos." Beomgyu passa uma mão protetoramente pelos ombros do mais novo. Jay era seu bem mais precioso, e iria o proteger de tudo e de todos. "Deixaremos suas coisas na casa do papai e depois iremos sair um pouco."
"Hyung, não me trate como uma criança. Eu já tenho dezessete anos." Jay revira os olhos.
"Nada disso. Aos meus olhos você sempre será meu pequeno Jongseong."
Jay olhava para Beomgyu com desprezo mediante a sua fala. "Tem certeza que você tem a idade que tem? Você está parecendo um pai dizendo essas coisas." Exala zombeteiro.
"Ya! Park Jongseong, você consegue ser o pior quando quer sabe?!"
Entre diversas qualidades e defeitos, Jay ainda assim era um bom menino. Se preocupava com as pessoas que confiava ao seu redor, e os ajudava no que era preciso. Era uma pena que a mãe deles não reconhecesse isso no filho maravilhoso do qual ela tinha, mesmo com todos os esforços vindo do outro para conseguir tal feito.
...
O pequeno Jungwon estava em um quarto escuro. Lá fora uma forte chuva caía incondicionalmente.
O garoto sentia muito sono, mas o medo de dormir o assolava. E se ele viesse a seu quarto e o obrigasse de novo? Não, ele não podia deixar isso acontecer novamente... Por favor, de novo não...
O pavor de estar ali o assombrava, seguindo-o como uma sombra. Não queria estar ali, naquela casa, com ele... Estava com medo. O pequeno Jungwon precisava ir embora dali o quanto antes, aquele homem não poderia chegar perto de si. Ele não suportaria passar mais uma vez por aquilo.
Passos arrastados ecoavam pelo corredor, o menino fechou os olhos com força e se encolheu entre as cobertas para se proteger. Ouviu o ruído da porta de seu quarto sendo aberta, e aqueles mesmo passos do corredor foram se aproximando cada vez mais de sua cama.
Mãos grandes frias e ásperas de repente se encontravam em torno de seus tornozelos acariciando-os, subindo pela perna e finalmente parando em suas coxas roliças, onde apertou com vontade. O jovem não se mexia, seus olhos estavam fechados com ainda mais força, silenciosamente deixando escapar-lhes lágrimas grossas e quentes.
Uma súbita sensação de enjoo crescente enroscava-se em seu estômago.
De novo.
Sabia que seria a força, sem carinho, sem amor... sem seu consentimento... mais uma vez... forçado.
Mesmo tendo acabado de prometer a si mesmo que não deixaria isso acontecer, Jungwon sabia que não poderia fazer muito.
Ele era fraco. Um inútil.
Estava apavorado e tremia com o toque do homem sobre si. Era nojento, ele se sentia nojento.
O mais novo soluçou, sentiu suas partes de baixo sendo pressionadas pelas mãos frias do homem mais velho.
Seu corpo tremulava cada vez mais, assim como a cama abaixo de si. Era ele quem estava fazendo isso? Não sabia, eram tantos os sentimentos conflitantes que passavam por sua cabeça no momento que não conseguia decifrar os acontecimentos ao seu redor, a não ser pela presença daquele homem e os seus toques.
Jungwon se odiou ainda mais quando seu membro reagiu aquele maldito toque. Não estava certo, aquilo era errado... Não era para estar acontecendo... Não...
"Vamos, Won, eu sei que não está dormindo." Ouviu o homem sussurrar ao pé de seu ouvido, de forma lenta e sensual. "Olhe para mim, vamos..."
O mais novo não se mexeu, não conseguia, isso era errado.
"Eu mandei você olhar para mim!" O homem gritou, não tão alto como nas outras vezes - ele não queria acordar a vizinhança -, mas foi o suficiente para fazer o medo crescente do mais novo aumentar.
"P-Por favor, não..." Implora baixinho.
Estava escuro, mas a silhueta turva e sombria do homem eram as únicas coisas que o mais novo conseguia ver.
Jungwon sentiu-se sendo virado na cama de forma rápida e agressiva, enquanto via o outro puxando sua coberta para longe de si.
"Você sabe o que eu quero, por que insiste em me desobedecer?! Hein?!" O homem perguntou irritado enquanto rasgava o pijama do garoto.
O pequeno ainda continuava sem responder ao mais velho. Temia que se falasse algo errado o homem o puniria por isso.
Mesmo sem ouvir a resposta do outro, o homem sorriu cruelmente. Descia sua boca asquerosa lentamente pelo peito desnudo e mordia-lhe o pequeno mamilo do mais novo, fazendo-o sangrar. Com uma mão abria sua calça, e com a outra tapava a boca do garoto.
Quando se deu conta do cenário ao seu redor, um pânico começou a tomar conta de si.
Suas pequenas mãos agarravam o coxão abaixo de si desesperadamente. Jungwon queria gritar de dor, pedir por ajuda, por socorro, qualquer coisa... mas não conseguia, a mão suja do homem o impedia.
Não aguentava mais aquela situação. Teria que viver assim para sempre? Ninguém viria ao seu socorro? Já foram inúmeras vezes que havia se sentido preso em uma armadilha, como um coelho indefeso pego por homens traiçoeiros nas florestas deste mundo.
Ele viu como o homem desafivelava o cinto, retirando suas calças. Seus pequenos olhos se arregalaram, aterrorizados. "P-Por favor..." Pediu assustado. "Não..." Sua voz era quebradiça.
Estava enjaulado, não havia saída. Mas ele não queria que fosse assim. Queria viver livre, como uma criança normal, com sua infância normal.
Mas onde estava a luz no final de seu turno? Por que ninguém vem ao seu resgate? Por quanto tempo teria que suportar aquilo? Por que ninguém fazia nada? Onde estava a sua ajuda?
Certamente estava bem longe de si...
Reconheceu lamentavelmente o membro posicionado do homem em sua entrada, decidido a entrar nele. Jungwon começou a se debater ferozmente. Era inútil, ele sabia. Mas mesmo assim, queria lutar com todas as suas forças, queria impedir que aquilo acontecesse com ele novamente.
Mais grossas lágrimas escorriam por seu rosto pálido, seus olhos demonstrando todo o pavor que sentia e seu pequeno corpo debatia-se voluntariamente enquanto tentava afastar o monstro que mais uma vez o violava. Desejando que tudo aquilo parasse, que terminasse por ali.
Isso pareceu atiçar ainda mais a vontade do outro, que impulsionava o quadril incansávelmente para frente, se forçando a adentrar a cavidade apertada do mais novo.
Era opressor. Tudo à sua volta era opressor. Aquele homem o tocava e abusava de si sem pudor. Jungwon se viu incapaz de se mover para longe. Ele era fraco, sequer conseguia se mover em defesa.
"Não, não, por favor, não faça isso! Está doendo! Por favor, pare! Eu não quero isso!" Sua voz fofa infantil gritava em desespero. Suas lágrimas manchavam cada vez mais suas bochechas vermelhas e inchadas.
"Cale-se!" O homem gritou antes de esbofetear fortemente a bochecha do mais novo.
"Você é um menino muito mal Won..." Lambeu grotescamente sua bochecha, notando como o menino se contorcia aflito em seu aperto. "Ahh, meu pequeno malcriado. Você deveria respeitar os mais velhos Won. Por conta da sua desobediência, terei que colocá-lo no seu lugar." Sorriu maléfico.
"Pare! Não! Eu não quero isso, por favor, pare!" Jungwon sentia como o homem rudemente o estuprava sem se importar com as dilações e os traumas que estava causando no pequeno corpo. Suas estocadas eram dolorosas, rasgando seu interior sem piedade.
Sua bochecha ardia, seus olhos queimavam enquanto eram embaçados com as incessantes lágrimas. Ele sufocava soluços secos crucialmente.
"Não, não..."
"Jungwon?" Heeseung o chamou após bater algumas vezes na porta. Sem obter respostas, adentrou no quarto preocupado, encontrando o mais novo ainda dormindo. "Ei, Jungwon, acorde..." Toca em seu corpo de leve, querendo acordá-lo.
"Não!" Em um solavanco o azulado acordou assustado, sentando-se na cama rapidamente. Respirava irregularmente com medo enquanto seus olhos percorriam pelo quarto."Não me toque, saia daqui, some daqui, não me toque, eu não quero isso!" O pequeno chorava, enquanto proferia essas palavras com um profundo ódio.
"J-Jungwon, o que aconteceu? O que foi? Por que está chorando?" O mais alto estava preocupado.
Sabia muito bem que havia prometido a Sunghoon que não deixaria Jungwon falar com ele daquela forma, mas que tentaria ser mais duro com o mais novo. Mas esse não era o momento. Poxa, ele estava chorando! Lógico que não se importava com esses detalhes agora!
A respiração de Jungwon foi se tornando cada vez mais ofegante, enquanto tentava controlar suas lágrimas.
"Foi só um sonho, apenas um sonho. Ele não está aqui. Ele não está aqui." Repetia mentalmente, como um mantra para si mesmo. Olhou para o rosado ao seu lado, só agora percebendo a presença de Heeseung em seu quarto. "Me deixa em paz, sai daqui, me deixa... Eu não quero nenhum viado maldito perto de mim... SOME DA MINHA FRENTE!" Gritou rudemente para o mais velho.
Heeseung se afastou um pouco chateado, mas não parou de olhar para o menino de fios azulados, notando como os olhos deste pareciam terrivelmente vermelhos e inchados. Suas lágrimas ainda escorriam descontroladamente por seu rosto.
"Jungwon... Você está bem?"
O pequeno tentava controlar sua respiração.
"A partir de agora, nada de adjetivos pejorativos como, bicha, boiola ou viado."
"Não machuque Heeseung com sua indiferença e palavras mordazes."
Jungwon de repente, lembrou-se das palavras de Sunghoon, quando teve aquela chatice de conversa com o platinado. Se tratasse aquele rosado intrometido desrespeitosamente iria causar problemas para si mesmo, e isso ele não poderia permitir. Queria sua liberdade, então ele precisava garanti-la.
"Apenas me deixe sozinho, por favor..."
"Você tem certeza? Você está mesmo bem Jungwon?"
"Sim, apenas me deixe um tempo sozinho, por favor... É só isso que te peço."
"...Tudo bem." Mesmo a contragosto, Heeseung caminha até a porta do quarto. "Só... se arrume e vá comer algo, vamos sair daqui a pouco, ok?" Fala docemente, por fim saindo do quarto e fechando a porta atrás de si logo em seguida.
Quando Heeseung saiu de seu quarto, Jungwon respira profundamente. Se livrando de qualquer lembrança traiçoeira que passe por sua cabeça.
Seus pés o dirigiam para o banheiro, ele precisava tomar um bom banho para poder esfriar a cabeça.
Após terminar de se despir, se olhou no espelho, sentindo-se nojento quando o fez. Isso era repugnante, seu corpo era repugnante.
Grandes cicatrizes desagradáveis marcavam partes de seu corpo.
Ombro, cintura, bíceps, clavículas...
Fora que outras contusões já muito tempo curadas ainda eram de alguma forma visíveis, umas maiores, outras menores. As marcas estavam por todo o seu corpo.
Aquele homem havia o molestado e o violado de diversas formas diferentes quando era mais novo. Seus toques eram repugnantes quando deslizavam por partes dele onde ninguém jamais havia tocado e nem deveriam tocar. Ele até mesmo havia brincado com seu psicológico.
Ele o destruiu, por dentro e por fora.
Ligando o chuveiro, Jungwon deixou com que a água quente percorresse por seu corpo. Pegou uma esponja com sabão e começou a esfregar em si, aumentando a pressão e a velocidade quando fleches de mãos frias fantasmas o tocando passavam sem parar em sua cabeça.
E não importa quantas vezes ele esfregasse, ou por mais dolorosa e vermelha que sua pele ficasse, a sensação daquele homem o tocando e o agarrando não saia de si.
O formigamento em seu corpo aumentou, lhe deixando em pânico. Ele estava com medo, assustado, não queria passar por aquilo novamente de maneira alguma.
Jungwon sentiu-se como um lixo. Com repulsa de si mesmo. Tudo o que havia restado de seu corpo era uma casca vazia.
Enquanto a água continuava a cair por seu corpo, o azulado se lembrava das palavras de Sunghoon. Malditas regras impostas pelo platinado. Mas o melhor que ele podia fazer era segui-lás e esperar. Quando chegasse o dia da visita da assistente social eles iriam ver do que ele era capaz de fazer.
Lembrou-se também da discussão que teve com Heeseung, sentiu vontade de voar no pescoço daquele rosado maldito. Era culpa dele por precisar seguir essas regras estúpidas, mas precisava ser paciente.
Terminado seu banho, Jungwon se vestiu e desceu em seguida para a cozinha.
Além de tudo ainda seria obrigado a sair na rua com um gay... Isso só podia ser um pesadelo.
Continua...
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Oie meus amores~
Trouxe mais esse capítulo para vocês, espero que gostem.. Confesso que recebi receosa em escrever, principalmente por causa das cenas +18... Mas, eu realmente espero que você goste...
Hm, habilidades capacitadas, e como saber, provas, atividades, trabalhos. Então, caso a história demore para ser atualizada eu realmente sinto muito. Mas não se preocupem não deixarei de atualizar-lá!! Farei o meu melhor para que de tudo certo, tanto para mim, quanto para vcs meus leitores.
Os comentários e o apoio de vcs me incentivaram muito msm a continuar com essa história, eu realmente estou surpresa com isso, não esperava. Mas fico eternamente grata por cada um de vcs que tem acompanhado~
E mais!! Vcs aí q tbm estão na escola, não deixe de estudar pessoal, vão e corram atrás de seus sonhos!! Estarei torcendo por vcs~
Até a próxima!! <3
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