Capítulo 12-Novo conhecido
Desde já peço desculpas, se tiver algum erro pelo troca de nomes, do protagonista masculino.
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Duas em ponto, já estava na minha hora de ir embora e ninguém me seguraria aqui. Meus pés já estavam doendo e meu corpo pedindo pela minha cama. Voltei para o bar, onde Ethan estava, e minha surpresa foi ver Brad, sentado ali.
—Você ainda tá aqui?.—perguntei e ele virou o rosto, sorrindo para mim.
—Claro, eu disse que ficaria.—sorrir corada.
—Já tá de saída, raposinha?.—Ethan perguntou.
—Sim, precisa de mais alguma coisa?.
—Ah não, pode ir. Até amanhã.—sorriu e se afastou.
—Então? Quer comer alguma coisa comigo? Deve tá morta de fome.—perguntou e meu estômago roncou.
A última vez que comi foi algumas horas atrás, comi rapidamente e voltei correndo, para atender. O pior é que lá encima, não tinha muito atendimento e eu fiquei mais parada perto do bar, do que atendendo. E eu não entendia o porquê, do Logan me querer lá. Já que eu não estava atendendo quase ninguém.
—Por que eu sairia para comer, com quem não conheço?.—perguntei com um sorriso divertido nos lábios, e ele riu.
—Tem razão, o certo é passar seu número. Para conversarmos e depois sairmos, que tal? Eu sei ser cavalheiro.—riu e me juntei a ele.
—Ou você vem aqui mais duas vezes, e depois te passo meu número, que tal?.
—Mas você estará no ambiente de trabalho, acho que não conversaria muito comigo.—deu de ombros.
Ele tem um ponto.
—Sabe, tem uma lanchonete aqui perto, poderíamos ir lá, a pé. Não entraria no seu carro, nem que me pagasse.—avisei.
—E como sabe que eu tenho carro?.—arqueou as sobrancelhas.
—Ah por favor, pela sua vestimenta. Você tem um pai rico, que tem deu carro do ano, por entrar na faculdade de medicina, certo?.—sorrir e ele me olhou espantado.
—Garota, você me assusta.—riu.
—Eu sei, então vai querer ir a pé? Ou é rico demais para andar?.—zombei.
—Querida, por você eu andaria cem quilômetros.—brincou e eu rir.—Vamos, eu te espero na entrada da boate.—se levantou.
—Irei só pegar minhas coisas e podemos ir.—falei e ele concordou.
—Então, me fale sobre você. Me parece ser uma garota bem interessante.—sorriu pondo os cotovelos sobre a mesa.
—Bom, eu nasci em San Francisco, e minha vida não tem muita coisa. Cresci lá, estudei e vim para cá.—dei de ombros.
Eu não daria informações sobre minha vida a ele. Quanto menos eu falava sobre mim, melhor era.
—Qual é, aposto que não é só isso.—sorriu, parecendo realmente interessado em mim.—O que você gostava de fazer lá?.
—Eu gostava de ir a praia, Santa Cruz, era uma hora e alguns minutos de carro, mas valia muito a pena.—sorrir com a lembrança.—Gostava de surfar, apesar de ser desastre e nunca conseguir aguentar, mais que uma onda.
—Consigo imaginar você em cima de uma, prancha de surfer. Caindo várias vezes.—brincou e eu rir.—Eu também gostava de surfar, tinha um grande sonho de ser surfista profissional.
—E por que não seguiu seu sonho?.
—Meu pai, não queria. Sempre colocou na minha cabeça, desde pequeno. Que a medicina seria o melhor pra mim. E quando pensei em impor minha palavra, ele ameaçou em me deserdar.
—Nossa, isso é horrível.—fiz careta e ele suspirou.
—Sim..., então tive que deixar esse sonho de lado.—mexeu nos cabelos.—Mas não vamos falar disso, não quero que me ache dramático.—sorriu.
—Não te acharia dramático por isso.—suspirei.
—Sabe, você é a única pessoa que me disse isso. O resto fala que é drama, que eu deveria ficar feliz, por fazer medicina. Meus amigos dizem que era um sonho tolo.
—Talvez você precise de amigos novos. Que te apóiem e que não dizem que, seu sonho era tolo.—dei de ombros.—Ser surfista é uma profissão muito boa, e não tem nada de errado você querê-la.
—Obrigada Charlie, ouvir isso me deixou contente. Em sabe que meu sonho não é um fracasso.—sorriu grato e eu retribui o gesto.—Foi uma ótima escolha ter vindo com você, geralmente as conversas entre meus amigos, é farra.—revirou os olhos.
—Bom, você é diferente deles. Isso te torna especial.—sorrir.—Eu gostei bastante da sua companhia e me surpreendi com você. Achei que seria um daqueles caras mesquinhos.
—Não julgaria, se eu me olhasse, também pensaria.—falou e rimos.—Mas, que bom que você pôde me conhecer, um pouco. E mudar de ideia.
—Também acho bom.—sorrir e ele olhou nos meus olhos, parecendo encantado.—É..., eu preciso ir. Estudo amanhã e preciso descansar.
—Claro, eu entendo.—sorriu.—Quer que eu te leve?.
—Ah não, eu pego um táxi.—mexi na bolsa para pegar o dinheiro.
—O que tá fazendo?.
—Pegando o dinheiro...
—Eu que te convidei, eu pago.—tirou a carteira do bolso e fez gesto para a garçonete.
—Não precisa.—cocei a nuca.
—Eu faço questão.—sorriu.
—Ao todo, ficou quarenta dólares.—a garçonete falou e ele retirou as notas do bolso.
—Podemos ir agora.—se levantou e eu fiz o mesmo.—Sabe que não precisa de táxi, né? Eu posso deixá-la.
—Não quero ser um incomodo. Você já pagou algo pra mim.—falei e saímos para fora.
—Não é incomodo e eu faço questão da sua companhia. Garanto que não sou nenhum pervertido, e não vou te fazer nenhum mal.—garantiu.—Deixa eu levá-la, não é bom ficar esperando um táxi, principalmente a essa hora. A rua tá deserta.
Ele tinha razão, a rua estava deserta, era de madrugada. Então todos estavam em suas casas.
—Ok, você me convenceu. Mas não tente nenhuma gracinha, hein?.—avisei e ele levou as mãos para o ar.
—Não vou tentar nada, prometo.—sorriu.—Só precisamos voltar à boate, para eu pegar meu carro. E podemos ir.
Concordei e caminhamos de volta para a boate. E tinha algumas pessoas do lado de fora. Certamente ela só fecharia às quatro, era o horário máximo permitido.
—Fique aqui, irei pegar o carro.—pediu e eu acenei com a cabeça.
Ele se afastou e eu me escorei em uma parede que tinha ali.
—Fazendo novos amigos, huh?.—assustei-me ao ouvir a voz de Logan.
Olhei para o lado, um pouco mais a frente, estava um pouco escuro, então não dava para vê-lo bem. Vi apenas sua silhueta, e algo como um cigarro sendo levado a sua boca.
—Talvez.—respondi curta, voltando me encostar na parede.
—Ele parece ser bene suo tipo. Playboy, con grana, cavalheiro, que te leva para casa. E faz amoré con você, apaixonadamente.—zombou.
—Você não sabe nada,sobre meu tipo.—retruquei ríspida.—Pelo menos,ele não é um idiota.
Ouvi seus passos,e sua imagem apetecer mais, com a luz. E agora ele estava mais próximo.
—Você nem o conhece e já o defende.—me olhou sério.—Acha mesmo que essa gentileza toda, no esconde reais intenções?.
—O que quer dizer com isso?.
—Quero dizer que ele só tá sendo gentil, Para te comer.—ele foi direto e eu o olhei abismada.
—Nem todos como você!.—retruquei e ele revirou os olhos.
—Charlotte, para de ser burra! Honestamente para una ragazza, tão determinada, você é muito inocente!.—jogou o cigarro no chão e pisou encima.—O nome dele é Brad Valden, vinte e três anos, figlio de uno dos grandes magnatas do país e responsável por casas de orgias.
—Casas de orgia...?
—É, casas de orgias. Brand é dono de algumas delas, leva ragazze para lá. Ele sempre começa con una história triste, sobre uno sonho de sufista, e blá blá blá e às ragazze compadecem con isso, e transam com ele.—olho para trás dele,e vejo um carro se aproximando, suponho que seja Brad.—Você quer ir con ele?.
—Charlie, vamos!.—gritou dentro do carro.
—Charlie?.—Logan repetiu entre os dentes.—Você mandou ele te chamar pelo suo apelido?.
—Todos me chamam assim...
—Charlie! Tá esperando o que? Vamos!.—gritou mais uma vez.
Logan cerrou os olhos e virou às costas, indo em direção o carroe eu arregalei os olhos. O que iria fazer?. O vi se agachar, perante a janela aberta, e conversar algo com Brad. Inclinei um pouco a cabeça para o lado, vendo Brad de olhou arregaladose acenando com a cabeça várias vezes, rapidamente. Então, Logan se ergueu batendo no teto do carro que deu partida rapidamente.
Mas que raios?.
—Pra onde ele foi?.—perguntei, indo até Logan que virou-se pra mim.
—Foi embora!.—respondeu ríspido e passou por mim.
—Ótimo, você fez eu perder minha carona.—bufei.
—Melhor do que perder sua dignidade.—retrucou.
—Merda, onde acharei um táxi hora dessas?.—peguei meu celular, entrando em pânico.
—Joshua, desça aqui.—o olhei e ele estava com o celular na orelha.
Decidi ignorá-lo e procurar algum Uber disponível no aplicativo, mas todos estavam indisponíveis. Ótimo!.
—O que deseja, Sr. Vacchiano?.—o homem alto perguntou, assim que se aproximou dele.
—Quero que leve ela para a WSU.—olhei rapidamente e Logan se referia à mim.
—O que...?.—tentei falar, mas fui cortada por ele.
—Ignore qualquer ataque de estresse da parte dela. Ela é una coisinha muito difícil de lidar.—debochou e eu revirei os olhos.
—Eu não preciso da sua ajuda.—retruquei.
—No estou perguntando se você precisa, você irá entrar naquele carro. Se for preciso Io te arrasto até lá!.—ameaçou e eu cerrei os olhos.—Podem ir.—passou por Joshua.
—Vamos, senhorita?.—Joshua perguntou simpático e eu bufei.
Eu não tinha outra alternativa, a não ser aceitar. Pelo menos eu não precisaria, aturar sua presença.
Ragazze(garotas)
Figlio (filho)
Con(com)
Amoré (amor)
Una(uma)
Lembrando que sempre irei pôr os significados das palavras, no final de cada capítulo.
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