73º DIA
73º DIA - 30/12/2017
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Leitura de Hoje:
MATEUS CAPÍTULO 15 VERSÍCULO 01 ao 20
LEVÍTICO CAPÍTULO 24
LEVÍTICO CAPÍTULO 25
ECLESIASTES CAPÍTULO 01 VERSÍCULOS 01 ao 11
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MATEUS CAPÍTULO 15
VERSÍCULOS 01 ao 20
Jesus e a tradição dos judeus
1 - Então alguns fariseus e alguns mestres da Lei vieram de Jerusalém para falar com Jesus e lhe perguntaram:
2— Por que é que os seus discípulos comem sem lavar as mãos, desobedecendo assim aos ensinamentos que recebemos dos antigos?
3 - Jesus respondeu:— E por que é que vocês desobedecem ao mandamento de Deus e seguem os seus próprios ensinamentos?
4 - Pois Deus disse: "Respeite o seu pai e a sua mãe!" E disse também: "Que seja morto aquele que amaldiçoar o seu pai ou a sua mãe!"
5 - Mas vocês ensinam que, se alguém tem alguma coisa que poderia usar para ajudar os seus pais, em sinal de respeito, mas diz: "Eu dediquei isto a Deus",
6 - então não precisa ajudar os seus pais. Assim vocês desprezam a mensagem de Deus para seguir os seus próprios ensinamentos.
7 - Hipócritas! Isaías estava certo quando disse a respeito de vocês o seguinte:
8 - "Deus disse: Este povo com a sua boca diz que me respeita, mas na verdade o seu coração está longe de mim.
9 - A adoração deste povo é inútil, pois eles ensinam leis humanas como se fossem meus mandamentos."
Jesus fala sobre a impureza
10 - Jesus chamou a multidão e disse:— Escutem e entendam!
11 - Não é o que entra pela boca que faz com que alguém fique impuro. Pelo contrário, o que sai da boca é que pode tornar a pessoa impura.
12 - Então os discípulos chegaram perto dele e disseram:— Sabe que os fariseus ficaram escandalizados com o que o senhor disse?
13 - Jesus respondeu:— Toda planta que o meu Pai, que está no céu, não plantou será arrancada.
14 - Não se preocupem com os fariseus. São guias cegos. E, quando um cego guia outro, os dois acabam caindo num buraco.
15 - Então Pedro pediu:— Explique para nós aquilo que o senhor disse antes.
16 - Jesus disse: — Vocês também ainda não entenderam?
17 - O que entra pela boca vai para o estômago e depois sai do corpo.
18 - Mas o que sai da boca vem do coração. É isso que faz com que a pessoa fique impura.
19 - Porque é do coração que vêm os maus pensamentos, os crimes de morte, os adultérios, as imoralidades sexuais, os roubos, as mentiras e as calúnias.
20 - São essas coisas que fazem com que alguém fique impuro. Mas comer sem lavar as mãos não torna ninguém impuro.
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LEVÍTICO CAPÍTULO 24
O candelabro
1 - O Senhor Deus disse a Moisés o seguinte:
2— Diga aos israelitas que lhe tragam o melhor azeite, para manter sempre aceso o candelabro que está na Tenda Sagrada.
3 - Todas as tardes Arão acenderá o candelabro e o manterá aceso a noite toda, ali na presença de Deus, o Senhor, do lado de fora da cortina que fica em frente da arca da aliança. Essa lei deverá ser obedecida por vocês e pelos seus descendentes para sempre.
4 - Arão cuidará dos pavios das lamparinas do candelabro de ouro puro, para que fiquem sempre acesas na presença do Senhor.
O pão sagrado
5 - Doze pães, cada um pesando dois quilos, deverão ser feitos da melhor farinha
6 - e postos na mesa de ouro puro que fica na presença de Deus, o Senhor. Os pães deverão ser arrumados em duas pilhas, seis pães em cada pilha.
7 - Em cima das duas pilhas será colocado incenso puro para lembrar que todos os pães são oferecidos ao Senhor como oferta de alimento.
8 - Todos os sábados, para sempre, o Grande Sacerdote colocará os pães em ordem na mesa, na presença de Deus, o Senhor. Esses pães representam a aliança eterna dos israelitas com o Senhor
9 - e pertencerão para sempre aos sacerdotes, que são descendentes de Arão. Os pães são muito sagrados, pois são uma oferta de alimento dada ao Senhor; por isso os sacerdotes os comerão num lugar sagrado.
Pecado e castigo
10-11 - Havia entre os israelitas um homem que era filho de um egípcio casado com uma mulher israelita. Ela se chamava Selomite e era filha de Dibri, da tribo de Dã. Certo dia no acampamento, numa briga com um israelita, esse homem blasfemou contra o nome de Deus, o Senhor, e o amaldiçoou. Levaram o homem a Moisés
12 - e o deixaram preso até que o Senhor dissesse o que deviam fazer.
13 - O Senhor Deus disse a Moisés:
14— Leve esse homem para fora do acampamento. As pessoas que o ouviram blasfemar contra mim colocarão as mãos na cabeça dele, e depois o povo todo o matará a pedradas.
15 - E diga ao povo: "Quem amaldiçoar o seu Deus pagará por esse pecado
16 - e será morto a pedradas por todo o povo. Não importa que seja israelita ou um estrangeiro que mora no meio de vocês; quem blasfemar contra o nome do Senhor Deus será morto.
17— "Aquele que matar uma pessoa será morto.
18 - Quem matar um animal doméstico de outra pessoa dará ao dono outro animal do mesmo valor, um animal pelo outro.
19 - Se alguém ferir outra pessoa, farão com ele a mesma coisa que ele fez:
20 - quebradura por quebradura, olho por olho, dente por dente. Ele será ferido do mesmo jeito que feriu o outro.
21 - Quem matar um animal doméstico de outra pessoa dará ao dono outro animal. Quem matar uma pessoa será morto.
22 - A lei é a mesma para os estrangeiros que moram no meio de vocês e para os israelitas. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês."
23 - Então Moisés disse tudo isso aos israelitas. Aí eles pegaram o homem que havia amaldiçoado o nome de Deus e o levaram para fora do acampamento. E ali o mataram a pedradas. Assim, eles fizeram aquilo que o Senhor havia ordenado a Moisés.
LEVÍTICO CAPÍTULO 25
O Sétimo Ano
1 - O Senhor Deus falou com Moisés no monte Sinai
2 - e mandou que ele desse ao povo de Israel as seguintes leis: Quando vocês entrarem na terra que o Senhor Deus lhes vai dar, deixem que de sete em sete anos a terra descanse, em honra do Senhor.
3 - Durante seis anos semeiem os seus campos, podem as parreiras e colham as uvas.
4 - Mas o sétimo ano será um ano de descanso sagrado para a terra, um descanso dedicado a Deus, o Senhor. Nesse ano ninguém semeará o seu campo, nem podará as suas parreiras.
5 - Ninguém colherá o trigo que crescer por si mesmo, nem podará as parreiras, nem colherá as uvas. Será um ano de descanso completo para a terra.
6 - Os campos não serão semeados, mas mesmo assim produzirão o bastante para alimentar todos os israelitas, os seus escravos e as suas escravas, os seus empregados, os estrangeiros que vivem no meio do povo
7 - e também os animais domésticos e os animais selvagens. Tudo o que a terra produzir servirá de alimento.
O Ano da Libertação
8 - Contem sete semanas de anos, isto é, sete anos vezes sete, o que dá um total de quarenta e nove anos.
9 - Então, no dia dez do sétimo mês, que é o Dia do Perdão, mandem um homem tocar trombeta por todo o país.
10 - Pois esse ano, que vem depois de cada quarenta e nove anos, é o ano sagrado da libertação, em que vocês anunciarão liberdade a todos os moradores do país. Nesse ano todos os que tiverem sido vendidos como escravos voltarão livres para as suas famílias, e todos os campos que tiverem sido vendidos voltarão a pertencer ao primeiro dono.
11 - Nesse ano ninguém semeará os seus campos, nem colherá o trigo que crescer por si mesmo, nem podará as parreiras, nem colherá as uvas,
12 - pois o Ano da Libertação é sagrado para o povo, e nele todos se alimentarão somente daquilo que a terra produzir por si mesma.
13 - No Ano da Libertação todas as terras que tiverem sido vendidas voltarão a pertencer ao primeiro dono.
14 - Na venda ou na compra de terras, não explorem os outros.
15-16 - O preço será calculado na base do Ano da Libertação; pois o que se vende não são, de fato, as terras, mas as colheitas que elas produzem. Portanto, o comprador descontará do preço o número de colheitas desde o último Ano da Libertação; e o vendedor calculará o preço na base dos anos de colheita que ainda faltam até o seguinte Ano da Libertação. Se ainda forem muitos anos, o preço subirá; se forem poucos, o preço baixará.
17 - Que ninguém explore os outros; que todos temam a Deus, pois ele é o Senhor, nosso Deus.
A questão do Sétimo Ano
18 - Obedeçam a todas as leis e mandamentos de Deus para que vivam em segurança na terra que vai ser de vocês.
19 - Ela produzirá as suas colheitas, haverá bastante comida para todos, e todos viverão em segurança.
20 - Mas alguém é capaz de perguntar como é que haverá comida durante o sétimo ano, quando ninguém vai semear nem fazer a colheita.
21 - A resposta é que Deus abençoará a terra, e no sexto ano ela produzirá colheitas que serão suficientes para três anos.
22 - Quando vocês semearem os seus campos no oitavo ano, estarão comendo daquilo que colheram no sexto ano, e haverá bastante para comerem até a colheita do nono ano.
Leis a respeito de propriedades
23 - A terra é de Deus; portanto, ela não será para sempre daquele que a comprar. Deus é o dono dela, e para ele nós somos estrangeiros que moram por um pouco de tempo na terra dele.
24 - Assim, quando um terreno for vendido, o seu antigo dono será o primeiro a ter o direito de tornar a comprá-lo.
25 - Se um israelita ficar pobre e precisar vender uma parte das suas terras, o seu parente mais chegado deve tornar a comprar o que ele vendeu.
26 - Mas, se ele não tiver um parente que compre as terras, é possível que mais tarde ele mesmo fique rico outra vez, podendo assim tornar a comprar o terreno que vendeu.
27 - Ele descontará o valor das colheitas que o terreno tiver produzido desde o último Ano da Libertação e calculará o preço a pagar, tendo como base os anos de colheita que ainda faltarem até o seguinte Ano da Libertação. E assim ele será novamente o dono do terreno.
28 - Mas, se ele não tiver o suficiente para tornar a comprar o terreno, então este ficará pertencendo ao comprador até o seguinte Ano da Libertação. Nesse ano o terreno voltará a pertencer ao primeiro dono.
29 - Se um homem vender uma casa que fica numa cidade protegida por muralhas, ele terá o direito de tornar a comprar a casa até um ano depois da venda.
30 - Mas, se dentro de um ano ele não comprá-la, então ela pertencerá ao comprador e aos seus descendentes para sempre. Nem mesmo no Ano da Libertação a casa voltará a ser do primeiro dono.
31 - Porém as casas que ficam em cidades sem muralhas são como os terrenos; o primeiro dono tem o direito de tornar a comprar a casa, e no Ano da Libertação ela volta a ser do primeiro dono.
32 - Os levitas têm sempre o direito de tornar a comprar as suas casas que ficam nas cidades onde moram.
33 - Mas, se um levita vender a sua casa numa dessas cidades e não tornar a comprá-la, então no Ano da Libertação a casa volta a ser dele; pois as casas das cidades onde os levitas moram serão sua propriedade permanente no meio do povo de Israel.
34 - Mas os campos em volta das cidades onde os levitas moram não podem ser vendidos; eles pertencem aos levitas para sempre.
Leis a respeito dos pobres
35 - Se um israelita que mora perto de você ficar pobre e não puder sustentar-se, então você tem o dever de tomar conta dele. Ajude-o como se ele fosse um estrangeiro que mora no meio do povo, a fim de que ele continue a morar perto de você.
36 - Não cobre juros sobre o dinheiro que você lhe emprestar. Respeite a ordem de Deus para que esse homem continue a morar perto de você.
37 - Não cobre juros sobre o que você lhe emprestar, nem tire lucro dos alimentos que você lhe vender.
38 - É isso o que o Senhor, nosso Deus, nos manda fazer. Foi ele quem nos tirou do Egito para nos dar a terra de Canaã e para ser o nosso Deus.
Leis a respeito dos escravos
39 - Se um israelita que mora perto de você ficar tão pobre, que chegue a ponto de ter de se vender a você para ser seu escravo, não o faça trabalhar como escravo.
40 - Trate-o como se ele fosse um empregado ou um estrangeiro que mora com você. Ele trabalhará para você até o Ano da Libertação,
41 - e nesse ano ele e os seus filhos irão embora e voltarão para a sua própria família e para as terras dos seus antepassados.
42 - Os israelitas são escravos do Senhor Deus, que os tirou do Egito; eles não deverão ser vendidos como escravos.
43 - Portanto, não os trate com crueldade, mas respeite a ordem de Deus.
44 - Se precisarem de escravos ou escravas, vocês poderão comprá-los dos povos vizinhos do seu país.
45 - Também poderão comprar os filhos dos estrangeiros que moram no meio de vocês. Essas crianças que nascerem na terra de Israel poderão ser compradas como escravos,
46 - e os seus donos poderão deixá-los como herança aos filhos, a quem esses escravos deverão servir a vida inteira. Mas um israelita não pode ter outro israelita como escravo, nem pode tratá-lo com crueldade.
47 - Pode acontecer que um estrangeiro que vive no meio do povo fique rico e que um vizinho israelita fique pobre e se venda como escravo a esse estrangeiro ou a alguém da família dele.
48 - Nesse caso, depois de vendido, o israelita tem o direito de ser comprado de novo. Um irmão,
49 - um tio, um primo ou outro parente chegado poderá comprá-lo. Ou, se ganhar bastante dinheiro, ele mesmo poderá comprar a sua liberdade.
50 - Ele e o homem que o comprou combinarão o preço que deverá ser pago, de acordo com o número de anos desde o ano em que ele se vendeu até o seguinte Ano da Libertação. O cálculo será feito tendo como base o salário que um empregado recebe.
51 - Se ainda faltarem muitos anos até o Ano da Libertação, ele pagará uma parte maior do dinheiro que recebeu quando se vendeu;
52 - mas, se faltarem poucos anos, a parte será menor.
53 - O dono o tratará como se ele fosse um empregado que é contratado para trabalhar por ano. Não deixem que o dono o trate com crueldade.
54 - E, se o homem não for libertado por nenhum desses modos, então no seguinte Ano da Libertação ele e os seus filhos ficarão livres.
55 - Pois os israelitas são escravos de Deus, que os tirou do Egito. Ele é o Senhor, o Deus deles.
ECLESIASTES CAPÍTULO 01 VERSÍCULOS 01 ao 11
A vida é ilusão
1 - São estas as palavras do Sábio, que era filho de Davi e rei em Jerusalém.
2 - É ilusão, é ilusão, diz o Sábio. Tudo é ilusão.
3 - A gente gasta a vida trabalhando, se esforçando e afinal que vantagem leva em tudo isso?
4 - Pessoas nascem, pessoas morrem, mas o mundo continua sempre o mesmo.
5 - O sol continua a nascer, e a se pôr, e volta ao seu lugar para começar tudo outra vez.
6 - O vento sopra para o sul, depois para o norte, dá voltas e mais voltas e acaba no mesmo lugar.
7 - Todos os rios correm para o mar, porém o mar não fica cheio. A água volta para onde nascem os rios, e tudo começa outra vez.
8 - Todas as coisas levam a gente ao cansaço — um cansaço tão grande, que nem dá para contar. Os nossos olhos não se cansam de ver, nem os nossos ouvidos, de ouvir.
9 - O que aconteceu antes vai acontecer outra vez. O que foi feito antes será feito novamente. Não há nada de novo neste mundo.
10 - Será que existe alguma coisa de que a gente possa dizer: "Veja! Isto nunca aconteceu no mundo"? Não! Tudo já aconteceu antes, bem antes de nós nascermos.
11 - Ninguém lembra do que aconteceu no passado; quem vier depois das coisas que vão acontecer no futuro também não vai lembrar delas.
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