Capítulo 40| Extra-cap
Diana
Depois de fazer as compras voltei para casa.
Quando entrei não vi Lorena na sala, peguei as compras e comecei a arrumar, fiquei um tempo na sala, que silêncio estranho? Já está na hora de Ryan acordar pensei, me levantei e fui à procura dela, quando estava indo para o quarto dela e vi a porta do escritório aberta
— Lorena!? — chamei, quando entrei vi as fotografias espalhadas na secretária dele — Aí não! — logo desci e fui para o carro.
O azar de Jorge começa hoje, fui para casa da amiga, eu já havia levado ela lá algumas vezes quando eu tinha que ir procurar um trabalho.
— Oi! — a amiga dela me abre a porta
— Oi... eu sou Diana, estou procurando Lorena?! Ela está aqui? — eu pergunto
— Não! Porque? E como conhece ela?
— Eu sou a irmã de Jorge! Mas não era suposto ninguém saber disso mas enfim
— Ela está bem? — ela pergunta
— Sim! — Eu acho..
— Eu acho que ela deve estar na casa da mãe dela...ela vai sempre lá para Ryan se habituar com a avó — ela diz, era óbvio, se eu descobrisse que o homem que eu amo me traiu eu logo correria para os braços da minha mãe
— Obrigada — eu saí correndo para casa.
Quando chegue liguei para ela mas não atendeu, então decidi ligar para Jorge
— Diz Diana
— Se eu fosse você não voltaria para Manhattam tão cedo
— Como assim?
— Eu tentei esconder as fotos mas Lorena estava procurando a chupeta de Ryan que você deixou no seu escritório e eu esqueci de tirar encontrou as fotos, está na casa da mãe e não atende o telefone
— Diana eu te implorei para você não mostrar
— Mas eu não mostrei, ela encontrou
— Deveria ter escondido ou QUEIMADO — ele grita
— Quem mandou enviar para mim
— O que eu faria? Deixaria no hotel? E porque mostrou? Ah Diana
— Eu não mostrei, e eu se fosse você não cometeria isso, além do mais os pais dela não vão deixar você voltar. O que você fez está errado, e você tem um filho, melhor se preparar para partilhar a guarda — desliguei o telefone na cara dele, era a primeira vez que eu sentia raiva do meu irmão, Lorena era a mulher mais especial até para mim, eu me dava de sortuda quando lembrasse que tinha uma cunhada de confiança, a quem eu poderia pedir conselhos e contar segredos, era como a irmã que nunca tive, e ele fazer isso com ela foi a coisa mais baixa que Jorge já fez em toda a sua vida.
Bati na porta da casa dos pais dela, e sim também conhecia, e a mãe abriu
— Boa noite, quem é você?
— Meu nome é Diana, eu sou amiga de Lorena, posso falar com ela?
— Ela não está disponível agora — Antes de eu dizer alguma coisa Lorena passa e se mantém calada
— Eu sinto muito Lorena, eu não queria que você soubesse desse jeito
— Diga a ele que nunca mais quero ver o rosto dele — ela diz seca e entra num dos cômodos
— Agora você pode ir por favor? — eu assenti com a cabeça e sai dali.
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