Capítulo 8 - Jogo#5: Jogo do quente e frio
N/A: Salve, salve, minha gente!
Chegay com atualização!
Dias dos namorados e trago a vocês um novo jogo quente entre Juliette e Sarah.
Sim'bora ler.
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❤️❤️❤️
O jogo:
Provocar sensações de quente e frio na parceira enquanto lhe faz sexo oral.
Itens necessários para o jogo:
• Uma moeda;
• Uma xícara de chá quente;
• Um copo de água com pedras de gelo;
• Uma toalha de banho.
❤❤❤️
Uma ligação do Diretor do hospital acabou com o bom humor de Juliette e por consequência com o clima romântico do almoço especial que ela compartilhava com Sarah.
- Você tá tão séria. - Sarah pronunciou-se após alguns segundos de silêncio que tomou conta da cozinha. Havia usado de um tom de voz descontraído e esboçado até um leve sorriso em uma tentativa de amenizar o clima péssimo que ficou assim que contou a namorada sobre ter que ir trabalhar hoje, sendo que era sua folga e a dela. Uma folga que diga-se de passagem, elas já vinham ansiando que chegasse por cair justo em uma data especial.
- Eu estou mesmo. - rebateu se retirando da mesa e levando seu prato consigo até a pia.
Com um suspiro, Sarah ergueu os olhos para o teto da cozinha e pediu silenciosamente ajuda divina para reverter a enrascada que se meteu com a namorada. Tudo por culpa de Dílson e também de Viviane a quem Sarah não isenta apesar de o motivo da culpa da mulher, ter sido um imprevisto e imprevistos acontecem.
A médica loira se levantou da cadeira e com cautela foi se aproximando da namorada que lavava seu prato. Abraçou-a por trás, descansando o queixo no ombro de Juliette e ficando a encarar o perfil de seu rosto bonito e no momento bem zangado.
- Vai, Ju, não fica assim.
- E você quer que eu fique como?... É dia dos namorados, a gente vinha há dias se programando pra ter hoje uma noite especial... E você aceita o pedido do Dílson de cobrir a falta daquela pocahs ideias e pocah noção da Viviane.
Para desgosto total e absoluto de Juliette, sua substituta temporária acabou permanecendo em definitivo na equipe de Sarah a convite de Dílson após o término das férias da cardiologista.
- Pocahs ideias e pocah noção?! Ai, Juliette, você saí com cada uma, viu. - Sarah não conseguiu se conter do trocadilho feito pela namorada com o apelido da colega de trabalho e começou a rir.
- Ah, está achando engraçado é? Pois eu não estou achando a menor graça, visse. - virou-se e encarou a namorada com um olhar mortal, que teve o poder instantâneo de desmanchar o sorriso que Sarah ainda tinha.
- O Dílson não me deu escolha ou era "sim" ou "sim". - explicou-se após um breve silêncio.
Foi a vez da cardiologista suspirar e encarar o teto buscando paciência. Se pudesse esganava agora mesmo Dílson e Viviane, mais ainda a médica morena a quem passou a detestar com todo seu ser especialmente hoje.
- Essa Viviane também por que tinha que faltar justo hoje? Eu, hein, parece que fez de propósito!
- Foi um imprevisto. Ela precisou viajar com urgência para resolver um problema. - Sarah deu de ombros.
- Pois ela e esse tal problema que se lasquem pra lá.
- Olha... Rebelde sem causa. - brincou.
- Isso... faça bem graça da minha cara, faça.
- Tá bom... Tá bom! - ergueu as mãos em rendição. Melhor parar com as brincadeiras, porque já vinha cutucando demais a onça com vara curta.
- Seria muito bom é se a Viviane não voltasse mais.
- Deixa a Viviane pra lá, vai. - pediu, achando por bem encerrar o assunto sobre a outra mulher, para evita alongar aquela ciumeira toda da namorada. - Vamos falar dos planos que tínhamos pra noite, hum? - segurou em sua cintura.
- Claro. Os planos que você jogou pelo ralo porque não estará aqui? - alfinetou a cardiologista.
- Juliette, sério, eu já estou me sentindo péssima com essa situação e você batendo nessa tecla só faz com que me sinta pior ainda, tá bom?
A expressão tacirtuna da morena se desfez diante da fala séria da amada.
- Ai, desculpa, amor! - abraçou a namorada e beijou seu ombro, bem em cima da tatuagem em espiral que Sarah possuía naquela região. - Acho que é a TPM já dando sinal.
Seu humor ficava horrível a níveis gritantes nesse período! Tanto que qualquer A mau dito já virava motivo de briga para ela.
- Se é assim...Vou já caçar na dispensa um chocolatinho pra adoçar a sua vida.
Juliette riu e desferiu um tapa de leve na bunda da namorada.
- Ai, Sarah, só tu mesmo pra me levar da irritação ao riso em segundos. - ainda rindo Juliette encarou a namorada e ganhou dela um beijo nos lábios.
- Assim sorrindo fica bem melhor. - detestava e quase sempre não sabia como lidar direito com a versão irritada e ciumenta de Juliette. - Agora sobre os nossos planos...
- Vamos ter que cancelar e deixar pra outro dia, amor. - com uma cara triste sentenciou, interrompendo Sarah.
- Não, nem pensar. - ela não pretendia abrir mão da comemoração delas que envolvia um novo jogo. - Dílson me fez estragar a nossa noite, mas ainda temos a tarde inteira pra aproveitar.
- A tarde? - franziu a testa em desconfiança.
- Sim!... Vamos fazer da nossa tarde, a nossa noite, Juliette.
❤️❤️❤️
As cortinas estavam fechadas e os abajures acessos a meia luz; um aroma floral intenso e sensual do incenso super-afrodisíaco Dama-da-noite tomava conta do quarto; pétalas de rosas espalhadas pelo chão e algumas pela cama; e uma música erótica instrumental ecoando da pequena caixa de som bluetooth.
Tudo pronto!
Tudo perfeito para o momento!
Era hora de começar.
Mas antes...
Com uma moeda na mão, Sarah e Juliette tiraram no "cara ou coroa" quem faria a brincadeira em quem. A médica mais velha acabou por ser a vencedora na disputa.
- Eu não tenho mesmo sorte no "cara ou coroa". Nunca venço. Impressionante! - reclamou Juliette de maneira divertida, fazendo sua namorada esboçar um sorriso.
- Olha pelo lado bom, Ju, quem vai ganhar o doce prazer de sentir o jogo será você! - Sarah passou os braços pelos ombros da cardiologista, trazendo-a para junto de seu corpo.
Juliette sorriu mais. Sua namorada tinha razão. Ela seria a contemplada para aquele jogo, que lá atrás sugeriu que fosse o primeiro da lista.
- Além do mais será como minha retribuição a você pelo oral que me fez no jogo passado. Jogo esse que por sinal a mocinha me enganou direitinho, me fazendo acreditar a princípio que a nossa transa aquele dia tinha sido um sonho, né sua danada.
- Sério que ainda não superou isso, Sarah? - sorrindo e agarrada a cintura de Sarah, Juliette se aproveitou da proximidade entre elas para beijar o pescoço da namorada. Recordou-se da cara de abobalhada que a médica loira fez quando naquele mesmo dia pós jogo da surpresa, revelou a ela que o sonho que achava ter sido real, na verdade foi algo bem real e não um sonho.
- Já, sim. Mas isso não muda o fato de que você me enganou.
- E vai dizer que não gostou da razão pela qual foi enganada, doutora?
- Gostar, eu gostei, claro. Na verdade, super gostei. Você e essa sua boca foram incríveis aquela madrugada.
- Bom... Agora é a sua vez e da sua boca linda, serem incríveis comigo, doutora Andrade.
- Vamos trabalhar no nosso melhor para isso, doutora Freire. - sussurrou antes de juntar seus lábios aos macios de Juliette.
O contato de início suave e lento não demorou a ganhar intensidade a partir do momento que Juliette abriu um pouco a boca em um convite para que Sarah fizesse contato com a sua língua. E foi exatamente o que a loira fez, deslizando a língua em um movimento suave ao redor da língua de Juliette, lhe fazendo gemer baixo.
As mãos da cardiologista que estavam no quadril de Sarah, foram movendo-se pelas suas costas, alcançaram seu rosto e pararam em seus cabelos enquanto se deixava levar pelas excitantes sensações que sua namorada conseguia lhe proporcionar através do seu beijo.
Em um ato provocante, Sarah "pegou" a língua da cardiologista bem leve com a sua, para depois suga-la. Em resposta sentiu Juliette puxar seu cabelo com uma das mãos enquanto a outra lhe apertava a nuca. Ela gemeu e a morena lhe acompanhou na ação.
Os barulhos característicos de beijos se misturavam ao som da trilha sonora instrumental escolhida a dedo. A velocidade do beijo variava entre algo mais rápido por segundos e depois mais lentos, em uma doce e maravilhosa tortura. A duração do beijo se estendeu por mais uns instantes até Sarah finalizá-lo com pequenos selinhos.
- Adoro quando você me beija até quase tirar o meu ar. - havia um sorriso de pura satisfação em seus lábios ao dizer aquilo de olhos ainda fechados e respiração ofegante.
- Eu sei. - suas mãos seguraram o rosto da cardiologista com carinho por alguns segundos antes de descerem até seus ombros, massageando-os de leve. - Agora... Vamos te livrar... - a loira se deteve nas palavras ao avistar por cima dos ombros da amada o grande presente que lhe deu pela manhã, encarando-lhe com sua cara de bonachão. Droga! Não ia conseguir dar continuidade ao que tinha para fazer, tendo o olhar daquele bichinho sobre elas.
- Sarah o que houve? - Juliette estranhou a abrupta inércia da namorada.
- Espera! Preciso fazer um negócio antes de continuarmos.
- Fazer o quê? Onde você vai, Sarah?
A cardiologista viu a namorada se afastar dela, para contornar a cama e ir até o urso de pelúcia gigante que havia lhe dado de presente do dia dos namorados aquela manhã. O bicho de cor bege, que carrega um coração marrom onde se lê com letras brancas: Te amo mais que chocolate, é a coisa mais linda e fofa.
Sarah virou o bicho de pelúcia com a cara para a parede e Juliette ficou sem entender nada.
- Por que fez isso com ele?
- Eu não ia conseguir fazer safadeza com ele me olhando com sua cara fofa. - explicou, voltando para perto da namorada.
Juliette não se conteve e caiu na gargalhada com as palavras que ouviu.
- Não ri, é sério, Ju!
Por mais que ela tentasse não rir, era impossível. Só sua namorada mesmo para se sentir incomodada com o olhar de um urso de pelúcia.
- Vai dizer que você não se incomoda?
- Nenhum pouco! - balançou a cabeça ainda ostentando um sorriso e passando os braços em torno da cintura da médica loira, que naquele instante parava a sua frente.
- Esqueci que você é desavergonhada.
- Totalmente desavergonhada. - afirmou dando um beijo em Sarah que riu.
- Sério que você gostou mesmo dessa coisa imensa e macia que eu te dei de presente? Porque se não gostou, eu posso comprar outra coisa.
- Ai, meu Deus! Sarah... Eu amei o seu presente. Quantas vezes vou ter que repetir isso pra você se convencer?
Ela havia ficado encantada e até emocionada quando saiu do banho naquela manhã e deu de cara com aquela coisa fofa sentada sobre a cama. O urso enorme de 130cm era lindo e macio, que Juliette poderia muito bem fazer de colchão, caso precisasse.
- Ele é tão lindo. - ela lançou um olhar para o bichinho que estava de costas para elas. - Foi o melhor presente que eu já ganhei.
- Desde os seus cinco anos, né?
Elas riram e trocaram um beijo.
- De verdade... Eu amei, Sarah.
A loira tinha visto o quão apaixonada a namorada ficou olhando para o urso quando parou no semáforo em frente a vitrine de uma loja semana passada. Juliette chegou a lhe confidenciar que nunca teve um daqueles. No dia seguinte Sarah foi na loja e comprou o urso, mas pediu para deixarem guardado lá até hoje, quando cedo foi busca-lo.
- Que bom.
- Agora, chega de conversa. Você e eu temos um jogo a fazer. Portanto, acho bom você retomar de onde parou antes de ir virar o Coco de cara pra parede.
- Coco? Mas ele nem é branco!
- Oxe! O urso é meu e ponho o nome que bem entender. Anda, Sarah! O jogo.
- Tá. Onde foi que eu parei mesmo?
- Acho que você ia tirar a minha roupa.
- Isso mesmo. Vamos livrar você dessa roupa.
Entre sorrisos, novos beijos que se revezavam entre os lábios de Juliette e seus ombros, e algumas mordidas em lugares estratégicos, Sarah tirou uma a uma as peças de roupa da namorada. Assim que a cardiologista se encontrava nua por completo foi a vez de Sarah contar com a ajuda de Juliette para livrar-se apenas do short e da blusa que usava, ficando só com o conjunto de lingerie em renda, na cor verde, o qual tinha recebido de presente do dia dos namorados da cardiologista, juntamente com o exemplar de um livro recém lançado de seu autor preferido.
- Ficou perfeito em você o conjunto.
- Também achei. - afirmou a loira antes de puxar Juliette para junto de si outra vez e colar sua boca novamente a dela.
As mãos de Juliette se fecharam em um aperto na cintura de Sarah, para um segundo depois se insinuaram para baixo até pararem sobre a bunda da outra mulher e aperta-la, fazendo a loira soltar um gemido dentro de sua boca.
O novo beijo envolvente e quente acabou tendo seu fim poucos segundos depois por iniciativa novamente de Sarah, que logo em seguida foi empurrando com carinho Juliette até a cama, fazendo-a se deitar de barriga pra cima, e lhe instruindo a ficar com as pernas para fora do móvel.
Sarah se ajoelhou no chão, bem sobre a toalha dobrada, posta ali por ela momentos atrás, e colocou-se entre as pernas afastadas de sua namorada. Sob o olhar de Juliette que se mantinha apoiada aos cotovelos, a loira apanhou de cima da mesinha ao lado da cama, a xícara com chá quente e o copo com a água e gelo.
- Sabe o que acabei de lembrar?
- O quê?
Sarah lançou um rápido olhar a Juliette antes de colocar no chão, bem ao lado de seu joelho direito, o copo de água e mantendo seguro na mão livre a xícara de chá.
- A primeira vez que fez sexo oral em mim
A médica loira encarou a namorada com um sorriso tímido lhe escapando do canto dos lábios.
- Foi uma experiência altamente maravilhosa e surpreendente pra mim.
Descobrir pela primeira vez seu gosto delicioso e ainda vê-la se contorcer de prazer enquanto sua boca se desdobrava nas mais intensas carícias, foi o verdadeiro céu!
- Pra mim nem se fale.
Juliette mordeu de leve o lábio inferior e sorriu ao lembrar daquela primeira experiência delas. A cardiologista tinha ido as nuvens com a boca de Sarah lhe fazendo um sexo oral, que sem dúvida alguma foi o melhor que já recebeu na vida até então. Depois a agraciada com uma viagem magistral até o paraíso perfeito foi Sarah.
- Vamos lá, começar essa brincadeira pra valer.
Sarah bebericou uma dose pequena do chá quente. No segundo seguinte sua língua aquecida começava um lento e provocante passeio pela barriga lisa de Juliette arrancando-lhe baixos suspiros.
- Hum... Isso é bom!
- É? E só estou começando.
Outra dose pequena do líquido quente e a médica traçou círculos ao redor do umbigo de Juliette e pela extensão toda de seu ventre, sempre atenta com os olhos nas reações da namorada, porque não queria perder nada. Queria guardar e gravar na mente cada momento daquela tarde e daquele jogo.
Depois de uma terceira dose do chá, a médica mudou a temperatura da brincadeira enquanto Juliette deitava-se por completo na cama, já que ainda seguia apoiada sobre seus cotovelos. Após o gole de água gelada, Sarah novamente deslizou sua língua pela barriga da namorada e viu imediatamente a pele dela se arrepiar ante ao toque frio. Subiu por suas costelas até chegar próximo de um de seus seios, porém não o tocou porque se afastou para dar outro gole de água gelada, ouvindo os protestos de Juliette por isso.
No novo gole a médica aproveitou para apanhar com a boca uma pedra de gelo. Com o pequeno quadrado gelado preso entre os dentes e os lábios, Sarah deslizou-o de maneira lente, quase torturante, em torno do mamilo esquerdo do seio de Juliette três vezes antes de por fim desliza-lo sobre o mamilo já rígido.
- Céus, Sarah! - com as duas mãos Juliette agarrou os ombros da namorada.
Sarah seguiu com a pedra para o vale entre os seios de Juliette onde desenhou círculos antes de seguir até alcançar seu outro seio. Nele repetiu as mesmas ações que havia feito no esquerdo, arrancando novamente gemidos da cardiologista.
Trazendo a pedra de volta para o vale entre os seios, foi descendo com ela outra vez rumo à barriga de Juliette. Passou o gelo em torno do umbigo dela e seguiu descendo mais um pouco até chegar ao ventre.
Houveram mais outras duas trocadas de temperaturas, nas quais Sarah ainda passeou de maneira provocante com sua boca pela virilha e o lado interno das coxas de Juliette, tendo seus ouvidos sempre agraciados pelos gemidos cada vez mais audíveis da cardiologista.
Juliette não sabia decidir o que era melhor e mais prazeroso naquela brincadeira, se a sensação do quente ou a do frio em sua pele. A única certeza ali era de que ambas as temperaturas eram maravilhosas e estavam lhe deixando em um estado alto de excitação.
Depois de explorar e provocar sua namorada em algumas partes de seu corpo, era chegada a hora da melhor parte, a principal, a que àquela altura já clamava por ser tocada e a qual Sarah ansiava tocar: o centro entre as pernas dela.
Primeiro veio o toque quente com a língua molinha, deslizando suavemente por toda a extensão da vagina, a partir da base até o topo da fenda, arrancando um som gutural de Juliette. Essa reação dela provocou uma onda de arrepio pelo corpo todo de Sarah.
- Não pare! - pediu quando mais outra vez a língua de Sarah fez o movimento de descer e subir por sua intimidade já pulsante de prazer.
Nem se ela pedisse, Sarah ia parar também. Não agora! A loira beijou então toda a área e os grandes lábios como se estivesse depositando beijos na boca da namorada.
- Eu amo quando você faz isso.
Sarah sabia e por isso havia feito.
A temperatura mudou e no primeiro contato da língua gelada de Sarah, Juliette sentiu o efeito bombástico daquela brincadeira. O choque térmico foi arrepiante. Excitante. Explosivo.
- Céus! Isso é muito bom!
Com as mãos, Sarah afastou delicadamente as bordas dos grandes lábios e deslizou outra vez a língua por aquela área em um movimento ascendente até sua língua enfim alcançar o ponto mais sensível: o clitóris, o qual lambeu devagar para depois chupa-lo da mesma maneira e ir aumentando a intensidade e a pressão sobre ele de forma progressiva.
Sempre prestando atenção as reações de sua namorada, Sarah foi alternando a temperatura da brincadeira, e entre sucções quente e investidas frias de sua língua pelas carnes íntimas de Juliette, a médica loira ia arrancando da outra mulher gemidos mais intensos e altos misturados a suspiros do mais puro e escancarado prazer.
- Sarah... - o chamado rouco veio quando o conhecido caracol de sensações já havia tomado por completo o corpo de Juliette. Seu quadril aquela altura já se movia sozinho para frente e para trás e suas mãos se agarravam firmes ao cabelos de Sarah. - Eu preciso...
Não foi necessário que ela completasse sua fala e Sarah já lhe penetrava com dois dedos, arrancando-lhe um alto gemido, que chegou a preocupar Sarah por achar que tivesse sido rude demais em sua ação.
- Machuquei você, Ju?
- Não! - ela o tranquilizou. - Só continue, eu te imploro.
Foi com um sorriso que a médica loira atendeu ao pedido da amada e começou a movimentar os dedos em vaivém, entrando e saindo cada vez mais rápido e mais intensamente.
- Continua, eu vou gozar.
- Então goza pra mim, Ju. - pediu.
Não precisou de mais que alguns poucos instantes para Sarah sentir as tão conhecidas contrações internas de Juliette apertando seus dedos e um segundo depois, o grito alto indicando que ela acabava de atender ao pedido da namorada naquele exato instante.
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