Capítulo 6 - Jogo #3: Jogo da vontade

N/A: Salve, salve, minha gente!

Tô besta que a fic já passou de 1k de views. E que esteja tendo uma boa receptividade. Sinceramente, achei que poucas pessoas fossem comprar essa ideia doida quando resolvi adaptar essa fic para o shipper Sariette. Mas que bom que a história tenha agradado.

Só posso agradecer a vocês pela marca de mais de 1k e pelos votinhos que deixam. Valeuzão do fundo do ❤️

Agora, sim'bora aprender um novo jogo com essas duas.

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❤️❤️❤️

O jogo:

Provoque sua parceira até vocês ficarem muito excitadas e seus corpos se encontrarem loucos de tesão um pelo outro.

Itens necessários para o jogo:

• Uma cadeira com braços;

• Um lenço;

• Duas fronhas de travesseiro;

• Um licor ou bebida de sua vontade e gosto;

• Um copo pequeno de vidro.

❤ ❤ ❤️

De pé e sem esboçar qualquer movimento - pois este foi o "pedido" de Sarah - Juliette viu suas roupas serem tiradas pela namorada peça a peça, de maneira lenta e provocante, regada a muitos beijos e pequenas mordidas em 'locais estratégicos'. Completamente nua, a cardiologista de olhos castanhos foi instruída a sentar-se na cadeira posta próxima a cama.

Sarah retirou os óculos da namorada e vendou os olhos Juliette com um de seus lenços. Usando as fronhas amarrou seus pulsos um em cada braço da cadeira, de forma que as palmadas das mãos da cardiologista ficassem viradas para cima.

- Dessa vez quem não verá nada e só sentirá as coisas será você, Ju. - informou antes de lhe roubar um beijo rápido, aproveitando-se da proximidade delas após ter terminado de prender a namorada.

- Não vou ver e nem me mexer direito. - resmungou após o beijo que recebeu de surpresa da namorada. - O lado ruim disso é não poder te ver tirando a roupa, ou pior ainda, não ser quem vai tirar sua roupa.

Não tinha nada mais prazeroso para Juliette do que se deliciar assistindo Sarah despir-se das roupas. Ela adorava isso! E adorava mais ainda, quando ela própria era a responsável por livrar a amada das roupas de maneira lenta, como a própria Sarah havia feito com ela minutos atrás.

- Tenta imaginar então. - sugeriu a loira antes de roubar outro beijo da namorada.

- É o que me resta fazer. - seus lábios se espicharam em um bico que fez Sarah rir sem que a cardiologista visse. - Me diz... Você já está tirando alguma peça de roupa?

- Vou começar agora pela blusa. - contou.

Ela tirou a peça e só para começar a provocação na namorada, segurou na ponta do tecido da blusa e ficou deslizando de maneira superficial a peça pelo rosto de Juliette, de modo que, a mesma roçasse suavemente por sua face, proporcionando a cardiologista sentir o perfume de Sarah impregnado na peça de algodão.

A loira viu um sorriso surgir nos lábios da namorada, demonstrando que estava apreciando o que lhe fazia.

- Agora vou tirar o short. - anunciou após jogar a blusa sobre a cama.

Ao tirar o short, ela repetiu a provocação de passar de maneira superficial e suave a peça pelo rosto do namorada. Depois ainda fez o mesmo com as peças íntimas, ficando completamente nua diante da cardiologista, que infelizmente não podia se deleitar com a imagem dela nua.

- Queria estar te olhando nesse momento!

- Mas ainda não pode. Só mais lá para frente da brincadeira.

Suspirou a outra mulher. Já que não podia ver a namorada, ela tentava imagina-la desprovida das roupas. Enquanto isso Sarah foi até o criado-mudo e apanhou a garrafa com o licor de menta que havia deixado ali. Despejou um pouco de quantidade do líquido verde dentro do pequeno copo de vidro e com a dose da bebida em uma das mãos, voltou novamente para perto de Juliette que apenas ouvia os movimentos de sua namorada pelo quarto e tentava supor o que ela estivesse fazendo.

- Pronta para começarmos? - Sarah se ajoelhou diante da amada.

- Acho que sim!... Você não vai judiar de mim tanto assim na provocação, não é amor?

Juliette não ouviu resposta verbal alguma apenas o leve ruído anasalado de um sorriso um tanto maldoso vindo de sua bela namorada.

- Sarah?! - insistiu em um tom manhoso.

- Quietinha que eu vou começar a brincadeira. - se absteve de responder a pergunta da namorada.

Mergulhando as pontas dos dedos indicador e médio no líquido do copo, Sarah os tocou na pele de Juliette, bem na região da clavícula, ouvindo a mulher soltar um suspiro baixo. De maneira lenta, a loira foi deslizando os dedos pela extensão toda da clavícula da namorada, deixando um rastro molhado de licor de menta, que no instante seguinte a médica já tratava de 'limpar' ao passar a língua por ele.

- Oh, céus! - gemeu Juliette.

Sarah ainda repetiu esse processo de molhar a pele da namorada e lamber logo em seguida, em outras partes do corpo de Juliette como: pescoço, mandíbula, braços e vale entre os seios. A cardiologista era só suspiros e gemidos baixos a cada toque aveludado da língua de Sarah em sua pele arrepiada.

O intuito desse jogo era o mesmo do anterior: provocar. E Juliette não tinha certeza se teria tanto auto-controle como sua namorada teve no jogo passado, para não se render a vontade de ir para o sexo tão rapidamente com ela.

- O que está achando até agora?

- Que se você continuar me provocando assim, eu não aguentarei por muito tempo.

- Mas já?! Eu só estou no começo da brincadeira ainda.

- Santo Deus!

Se aquilo era só o começo, ela não queria pensar no grau que aquelas provocações estariam mais para frente.

Sarah molhou os dedos novamente no licor e ordenou a Juliette que abrisse a boca. Sem fazer contestações e como uma serva bem obediente, a cardiologista assim o fez, lambendo-lhe e sugando-lhe os dedos quando Sarah 'pediu' assim que os pôs dentro de sua boca.

O gosto ardido do licor causou uma agradável sensação ao paladar de Juliette. Só não foi mais agradável que a sensação sentida por Sarah ao ter seus dedos sugados de maneira sensual e intensa pela namorada. Isso arrepiou a cirurgiã inteira.

Ficando de pé, a mulher tornou a mergulhar mais uma vez seus dedos na bebida verde, para espalhar o líquido sobre um de seus seios e o ofereceu a Juliette. A cardiologista as cegas aceitou de muito bom grado a oferta, lambendo o seio para depois sugar o mamilo por várias vezes, fazendo Sarah gemer e gemer, agarrada aos cabelos da amada que se a tinham seguros por uma das mãos da loira. Depois foi a vez do outro seio dela ganhar o mesmo tratamento. Quando Sarah se afastou a muito custo diga-se de passagem, pondo fim as deliciosas carícias que a amada lhe fazia, ouviu Juliette reclamar e pedir que lhe deixasse fazer mais. E, apesar, de seu pedido e da vontade em concedê-lo, Sarah lhe negou um bis, deixando Juliette na vontade.

- Isso não é legal da sua parte, Sarah!

A médica loira não rebateu apenas voltou a se agachar e explorar o corpo de sua namorada com as pontas dos dedos, mas sem usar o licor desta vez e contando agora com o auxílio da boca. Rosto, ombros, pescoço, seios, barriga, parte interna das coxas, por todas estas partes seus dedos e a boca passaram em provocação, arrepiando a pele de Juliette e lhe deixando mais e mais excitada.

- Por que parou? - a cardiologista se desesperou, quando em determinado momento, Sarah cessou o tour pelo corpo dela. Estava sendo tão excitante ter aqueles dedos e a boca mágica passeando por ela.

- Você já vai saber. - Sarah sussurrou toda enigmática e desferindo uma leve mordida no queixo da amada.

Pondo-se de pé de novo, a loira aproximou-se de costas para Juliette e encaixando-se sobre o braço da cadeira, montou na mão da namorada. Proibindo-lhe de fazer qualquer movimento com a mão ou os dedos, Sarah começou a mover o quadril para frente e para trás sobre a palma da mão de Juliette, esfregando seu sexo nela, enquanto que com os dedos de uma mão estimulava a cardiologista ao esfrega-los sobre sua intimidade já encharcada de tesão e com a outra mão massageava os próprios seios.

- Pode abrindo as pernas, Juliette. Nada de fecha-las. - ralhou Sarah em tom divertido quando após já estar provocando a namorada com os dedos por alguns instantes, ela fechou as pernas, prendendo a mão de Sarah.

- Sarah... - gemeu o nome da namorada.

Ela queria se soltar daquelas amarras em seus pulsos. Arrancar aquele lenço que cobria seus olhos e cair na cama com Sarah.

- Abre, Ju!

Ela atendeu ao 'pedido', permitindo que a namorada retomasse os movimentos circulares que fazia com os dedos sobre seu clitóris enquanto Sarah continuava a mover o quadril sobre a palma da mão da morena, deixando escapar gemidos roucos a cada movimento qua fazia.

- Você me deixa louca quando geme assim, Sarah.

O tom dos gemidos dela eram uma coisa excitante e altamente provocante. A música perfeita para seus ouvidos!

Sob protesto de Juliette, Sarah em determinado momento interrompeu por uns segundos o que fazia para mudar de braço da cadeira. Agora se encaixando de frente para Juliette, ela retomou os movimentos de vai e vem com o quadril sobre a palma da outra mão da namorada.  A sensação era avassaladora. Um prazer indescritível que vinha em um caracol insano.

Os gemidos das duas mulheres àquela altura da brincadeira, já se misturavam e entoavam um pouco mais alto pelo quarto.

- Céus! Acho que você está pegando pesado comigo. - reclamou Juliette, deixando escapar um rouco gemido ao sentir os dedos da amada deslizando por seu sexo já extremamente excitado.

- Não estou não! - negou a cirurgiã, mas ciente de que era o contrário. Estava pegando pesado com a namorada, só que a cardiologista também "judiou" dela no jogo passado e agora a loira só estava revidando. E o fato de o jogo exigir que fosse feita bastante provocação a parceira, contribuía para a loira ir um pouquinho além na "judiação". - O jogo é assim, Ju. - rebateu, saindo de cima da mão de Juliette.

- Por que parou? O que pretende fazer?

Sem dizer nada Sarah se pôs outra vez ajoelhada entre as pernas da namorada. Com ambas as mãos, trouxe o quadril de Juliette para que ficasse mais próximo da beira da cadeira. E antes que a morena fizesse alguma pergunta ou disse qualquer outra coisa, Sarah acariciou a parte interna das coxas da namorada com a ponta dos dedos enquanto distribuía beijos pelo local até alcançar sua virilha, onde deslizou a língua.

- Adoro quando usa sua língua. - resmungou Juliette antes de deslizar a língua pelos lábios.

A loira sorriu, lançando um olhar ao rosto afogueado da namorada, para depois concentrar sua atenção ao centro entre as pernas de Juliette. Primeiro usou os dedos, depois a boca, para então usar ambos. Enquanto que com a boca trabalhava em proporcionar prazer ora lambendo ora sugando o clitóris da cardiologista, com os dois dedos que havia penetrado na mulher, fazia movimentos suaves de vaivém.

- Mais rápido! - pediu a cardiologista.

- Não!

- Sarah!

- E nada de gozar ainda.

- Você tá de sacanagem comigo?!

- Não!

- Céus! - gemeu em frustração dupla. Uma pela negativa e outra por puxar os pulsos na intenção de se soltar, mas sem obter sucesso. - Você só sabe dizer "não"?

- Não!

A outra mulher riu.

Aquela altura da brincadeira, Juliette não sabia o que era o pior ali: não ver sua namorada, não poder tocá-la ou não ceder ao gozo. Já se sentia no limite da excitação e com o tensão a mil, louca para ir para cama com Sarah. E apesar de não deixar transparecer, a loira também já estava louca pelo mesmo. E por isso mesmo que ela resolveu pôr fim naquela "tortura" toda. Aproximando sua boca do ouvido de Juliette, lhe sussurrou:

- Você já quer ir para cama agora, Ju?

Agora?? Ela já a queria ir faz tempo! E bota tempo nisso!

- Sim. Mais que tudo, amor!

A loira se pós de pé e desamarrou as fronhas dos pulsos da namorada. Foi a própria Juliette quem retirou a venda dos olhos e atirou-a num canto qualquer do quarto. Agarrando Sarah pela cintura, caiu na cama com ela por cima de si.

- Você foi bem malvada comigo, Sarah. - comentou sob a amada e sentindo quando uma das mãos dela foram deslizando por sua barriga até alcançar o meio destas pernas.

- Mas você bem que gostou, que eu sei.

- É... - gemeu ao sentir os dedos da namorada lhe penetrarem e retomarem os.movimentos de vaivém que faziam poucos instantes atrás. - Gostei, mas você podia ter pego um pouco mais leve. Oh, céus!... Não sei como tive auto-controle suficiente pra aguentar... tudo o que fez sem acabar com a brincadeira... antes de chegarmos a essa parte.

Suas mãos agarram o rosto de Sarah e o trouxeram para junto do seu até que seus lábios se unissem em um beijo quente em todos os sentidos, com sua língua se enroscando na de sua namorada enquanto os dedos dela se moviam mais rápidos dentro ela.

- Quero mudar de posição, Sarah! - sussurrou ao separar os lábios da amada.

- Qual você quer?

- De conchinha!

Atendendo ao pedido de Juliette, Sarah saiu de cima dela para se acomodar atrás da mesma que havia adotado a posição de lado. Assim enquanto a médica loira voltava a penetrar a namorada com os dedos, também passou a ser penetrada por Juliette que levou uma das mãos atrás de si e entre elas. Aquela posição não podia ser das mais confortáveis para Juliette que estava na frente, mas ainda sim ela adorava aquela posição. Principalmente pelo fato de lhe proporcionar ouvir bem rente a sua orelha os suspiros misturados com gemidos de prazer que Sarah deixava escapar. Os sons emitida pela namorada eram como um combustível a mais para sua excitação e prazer.

- Mais forte. Mais rápido, Sarah! - pediu já sentindo a proximidade do seu limite.

A outra mulher fez como pedido. Poucas investidas mais foram necessárias para Juliette alcançar o clímax gemendo alto o nome de Sarah. Alguns minutos depois foi a vez da loira encontrar sua própria libertação em um orgasmo que a fez gemer roucamente bem rente a orelha de Juliette.

Por quase um minuto inteiro, elas ficaram caladas, respirando de forma desregulada e com o coração batendo descompassado. Foi Sarah que tomou a iniciativa da fala. 

- Esses jogos são teste pra cardíaco. - sorriu escondendo o rosto nas madeixas castanhas da namorada. - Ainda bem que não tenho problemas de coração, senão já teríamos ficado no primeiro jogo que fizemos.

A risada alta de Juliette tomou conta do quarto e enchendo de satisfação os ouvidos de Sarah. Ela adorava o som da risada da namorada. Era contagiante além de bastante agradável de ouvir.

- E só estamos no terceiro jogo.

E foram até agora três experiências espetaculares!

- Só espero conseguir chegar ao final dessa lista sem antes enfartar subitamente no meio de um desses jogos.

- Qualquer coisa... - Juliette se virou, ficando de frente para a namorada. - Você tem sua cardiologista particular pra te socorrer.

- Amém!

Novamente a risada de Juliette tomou conta do ambiente junto com o sorriso mais contido de Sarah.

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