Capítulo 10 - Jogo #7 (último) - Striptease
N/A: Salve, salve, minha gente!
Chegay com um clássico dos jogos.
Sim'bora ler!
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❤️❤️❤️
Tirar lentamente a roupa para a parceira é uma forma genial de excitá-la; é como lhe dar um presente, que ela deseja abrir rapidamente, e obrigá-la a esperar para curti-lo.
❤❤❤️
De pijamas, sentada na cama, Sarah era pura expectativa e ansiedade para ver logo sua namorada cruzar a porta do quarto para lhe proporcionar um striptease.
Sorriu em divertimento ao lembrar do quão empolgada Juliette parecia logo mais cedo pelo jogo. Ela era maluca mesmo, mas Sarah era loucamente apaixonada por ela. Tanto que por Juliette cedeu àquela história toda de fazer jogos sexuais. E a verdade, é que não se arrependia disso. Se arrependia sim, de não ter cedido antes, logo quando ela propôs. Essa coisa de jogos tornou a relação delas mais forte e intensa. O sexo melhorou muito mais.
Tudo aquilo fortificou ainda mais a química, o amor e a paixão delas!
Se antes em Sarah pudesse haver ainda algum resquício de dúvida por menor que fosse, que Juliette e ela eram perfeitas juntas. Agora, depois de toda essa aventura erótica que viveram ao longo desses jogos todos que fizeram durante esses últimos meses, não havia mais quaisquer resquícios de dúvida. Só havia para Sarah a convicção de que JUNTAS ela e a namorada eram MAIS DO QUE PERFEITAS!
- Quanta demora. - suspirou em sinal de agonia.
Pelas suas contas estava a espera de sua namorada há quase uma hora já. Só para fazer suspense e não ser apressada por Sarah de dez em dez minutos, Juliette preferiu se arrumar no quarto de hóspedes, o que não foi visto com bons olhos pela médica loira.
- Vamos, Ju! - resmungou, apertando as mãos em impaciência. Queria logo vê-la e começar aquele jogo. Tentou supor que roupa ela teria optado para a ocasião, só que não tinha qualquer ideia. E parando para pensar a peça que ela escolhesse, ficaria perfeita. Tudo nela ficava perfeito mesmo. - Aparece logo!
No quarto ao lado, Juliette se encontrava naquele instante dando os últimos retoques em seu look composto por um maxi blazer azul marinho, de mangas compridas e bem ajustado, e mini saia cintura alta, que marcava bem seus glúteos e o quadril. Por dentro do conjunto social, uma camisa de alfaiataria na cor branca e um conjunto de lingerie provocante. Compondo ainda o visual: uma bota preta cano longo de tecido e salto agulha; uma maquiagem sensual com a boca destacada em um vermelho vívido, e cabelos presos num coque que seria desmontado durante o striptease.
Uma última checada em seu visual no enorme espelho preso na parede e ela sorriu, aprovando com satisfação o resultado. A "ocasião" pedia uma produção caprichada e foi o que fez... Caprichou! Havia ficado sensual e sexy, sem ser vulgar. Sua namorada, certamente ia aprovar o que via. Agora era sair daquele quarto, chegar lá no outro e fazer seu show para Sarah.
- Okay! Estamos prontas pra arrassar! - piscou ao seu reflexo no espelho, apanhando de cima da cômoda ao lado, sua taça e tomando em um gole só todo o vinho. Durante todo o "processo" de se arrumar, ela vinha bebendo umas tacinhas para deixá-la mais leve e relaxada para o "grande momento", que por sinal chegou. - Vamos lá, Juliette!
Tamborilando os dedos em sua coxa, Sarah já estava quase se rendendo a vontade de levantar daquela cama e ir bater na porta do quarto de hóspedes para saber se Juliette ainda ia demorar mais, quando ouviu a voz da namorada do lado de fora do quarto.
- Sarah desliga a luz do quarto e deixa só os abajures ligados.
Com demasiada urgência e obediência, ela pulou da cama e atendeu ao pedido da namorada no instante seguinte. E já de volta a cama com as pernas cruzadas em posição de ioga, avisou de que tinha feito o que lhe foi pedido.
- A cadeira já está aí?
Tinha lido em um artigo da internet, o qual pegou algumas dicas para o que faria em instantes, que a cadeira no striptease era um item indispensável. Desse modo, pediu a Sarah para trazer uma da cozinha para o quarto.
- Sim. Já está aqui como pediu antes de ir se arrumar. - confirmou Sarah olhando para o objeto posto no centro do quarto.
Será que aquilo era para ela se acomodar ou era para sua namorada usar?
- Vamos, Ju, entra. Eu quero ver você. - a ansiedade e a curiosidade já corroíam Sarah até os ossos.
- Um segundo. - resmungou, mexendo em seu celular em busca da playlist de 3 músicas que montou para seu striptease.
Segundo seu "guia" da internet o recomendável era esse número de músicas, mais do que isso torna a brincadeira cansativa já.
Antes de colocar para tocar a Playlist, Juliette respirou fundo e se propôs a chutar para longe qualquer nervosismo. Era o momento de trazer à tona seu lado mais sexy e desinibido para enlouquecer sua namorada, algo não tão difícil assim dela conseguir.
- Vamos lá!
Sentada agora na cama com as costas apoiadas ao encosto do móvel e as pernas esticadas, Sarah viu a porta se abrir devagar e chegou a engolir em seco assim que vislumbrou sua namorada. Juliette estava linda e a médica loira se viu mais apaixonada ainda pela cardiologista, se é que isso era possível.
Ela entrou e fechou a porta atrás de si. Depositando o celular sobre o rack da TV após dar play na música, Juliette seguiu ao som dos primeiros acordes de Mania de Você, andando em direção ao centro do quarto em uma caminhada de gato, um pé na frente do outro com confiança e fazendo questão de manter contato visual com Sarah, enquanto lhe exibia uma expressão sexy.
De cabeça erguida, ombros para trás, peito para frente e uma mão no quadril, ela parou bem diante da cadeira posta há poucos metros da cama em uma pose de modelo. Ainda sem quebrar o contato visual, começou a dançar bem devagar ao ritmo da música de Rita Lee ao mesmo tempo que suas mãos já trabalhavam em abrir devagar os dois botões de seu blazer.
Meu bem, você me dá água na boca
Vestindo fantasia, tirando a roupa...
Com um sorriso, Sarah balançou a cabeça concordando plenamente com os versos cantados por Juliette enquanto se despia da primeira peça de roupa.
O blazer foi atirado pela cardiologista na direção de Sarah assim que havia se livrado da peça. A loira apanhou o blazer no ar e levou a peça embolada até o nariz, sentindo o perfume impregnado da namorada no blazer.
Um sorriso sexy e um olhar cheio de malícia, e Juliette partia agora para abrir os botões da blusa sempre movendo seu corpo no ritmo da música. A blusa branca de tecido macio logo já não estava mais em seu corpo, deixando em evidência seu sutiã meia taça na cor azul escuro.
- Ei, esse é novo?! - observou Sarah aprovando a peça bonita em sua namorada.
Juliette apenas assentiu e atirou a blusa para Sarah. Tinha comprado a lingerie dias atrás exclusivamente para a ocasião.
Sem a blusa, ela desfez o coque que prendia seus cabelos, fazendo suas compridas madeixas castanhas caírem em cascata sobre seus ombros lhe dando um ar mais sedutor ainda.
- Uau, doutora! - murmurou Sarah antes de deixar escapar um longo suspiro, que fez sua namorada até sorrir.
A médica loira estava adorando aquilo tudo. Juliette estava lhe surpreendendo positivamente. Mas também quando que ela não lhe surpreendia. Ela era uma caixinha de surpresas e Sarah a amava mais que tudo!
Em seu "palco" improvisado, Juliette foi dando seu show e a julgar pelas reações de sua namorada até agora, a cardiologista deduziu que estava indo muito bem, pois Sarah estava vidrada em cada ação e movimento seu.
A segunda música começou. A introdução com acordes de guitarra ganhou logo a companhia dos sons da bateria. Era a canção Luxúria de Isabella Taviani.
Movendo seus quadris para cima e para baixo e usando as mãos para acariciar os próprios quadris e a barriga, Juliette dançava sob o olhar cada vez mais intenso e atento de Sarah. A loira estava em estado de transe. Sequer piscava para não perder um movimento que fosse de Juliette.
Alguns balanços de quadris a mais e a cardiologista se virou de costas para a namorada. Era hora de se desfazer da saia. Com lentidão, ela foi descendo o pequeno zíper lateral da mini saia. Em seguida curvando-se um pouco para a frente, direcionou sua bunda para Sarah, e deslizou a peça azul por suas pernas bem devagar até a mini saia cair amontoada em seus pés no chão.
- Porra, Juliette! - deixou escapar em gemido ao ver o quão minúscula era a calcinha fio dental na parte de trás.
Por cima dos ombros a morena sorriu ao lançar um olhar a namorada. Chutando a mini saia para o lado, a cardiologista se virou outra vez de frente para encontrar a namorada de boca aberta e com os olhos verdes vidrados nela.
Sarah estava se sentindo no sétimo paraíso com a visão maravilhosa de Juliette naquele conjunto escuro de lingerie e botas de cano longo.
- Você é a coisa mais linda e perfeita que eu já vi! - declarou com um sorriso abobalhado, se colocando de joelhos na cama.
Sua namorada sem dúvida alguma é aquele tipo de mulher cuja beleza é tão extraordinária que fica até difícil descrever em palavras.
Um piscar de olho seguido de uma mordida no canto dos lábios foram a resposta de Juliette ao elogio. Sem perder o foco do jogo, ela voltou a se movimentar, andando para ambos os lados da cadeira, pressionando-se contra o encosto do móvel ao mesmo tempo em que seguia se movendo para cima e para baixo; acariciando seu corpo e sempre mantendo o contato visual com Sarah.
Então ela veio para frente da cadeira, depositando o pé direito sobre o assento do móvel. Deslizou as mãos pela perna coberta pela bota de tecido. Pode ver os olhos de Sarah acompanharem o movimento de suas mãos sem ao menos piscar.
Com lentidão, ia rolando para baixo o tecido da bota até tirá-la e jogá-la no chão. Repetiu o mesmo processo com o outro lado da bota, ficando para deleite de Sarah com ambas as pernas nuas enquanto usava apenas sutiã e calcinha.
Um jogar de cabelos e ela se afastou um passo da cadeira sem perder o ritmo da dança. Levando as mãos as costas, abriu o fecho do sutiã, mas não o tirou. Segurando com ambas as mãos a peça sobre os seios, a morena virou-se para mostrar suas costas nuas a Sarah, que aquela altura já estava louca de desejo por Juliette com aquela brincadeira toda.
E ao som da voz poderosa de Annie Lennox cantando os primeiros versos de I Put A Spell on You, terceira e última música, Juliette tirou o sutiã e jogou a peça escura em um canto do quarto.
Cobrindo os seios com ambas as mãos, ela virou-se lentamente para ficar de frente para Sarah. Rebolando sensualmente e de maneira lenta, bem ao ritmo da batida da canção, retirou primeiro uma de suas mãos de cima do seio.
- A outra, agora. - pediu Sarah num tom baixo, mas que foi perfeitamente ouvido Iara.
- Eu não ouvi um "por favor, meu amor". - provocou.
- Por favor, meu amor.
A cardiologista sorriu e prontamente satisfez o pedido de sua namorada no segundo seguinte. Retirou a outra mão de cima do seio, descobrindo-o e deixando Sarah vislumbrar seus montes nús.
Com passos lentos e movendo os quadris de modo estudado, Juliette caminhou até a cama, parando bem perto de Sarah. E só para provocar mais sua namorada, deu uma lenta voltinha perto dela e mais que depressa se afastou quando percebeu que Sarah ia lhe puxar.
- Juliette volta aqui! - choramingou a médica loira.
Negando com a cabeça, a cardiologista seguiu para frente da cadeira. Dançou mais um pouco com os dedos brincando com o elástico da micro calcinha, que por sinal era a última peça que restava em seu corpo.
Se aproximando novamente da cama, perguntou a namorada em tom provocante:
- Eu tiro ou você quer ter o prazer de me livrar desta última peça?
O desejo da loira por sua namorada que já era grande, alcançou níveis estelares com aquela pergunta. Precisava o quanto antes fazer amor com aquela sedutora e sexy mulher que se encontrava diante dela.
- Eu mesma tiro!
Em frações de segundos a minúscula peça já 'voava' para algum canto qualquer do quarto e Sarah agarrava Juliette pela cintura, trazendo-a para se acomodar sob seu corpo na cama.
- Eu vou guardar para sempre na minha cabeça esse striptease que me fez essa noite. - Sarah confessou enquanto seu polegar direito passeava por sobre os lábios cor de carmim de amada.
Nem em mil anos ia esquecer aquela noite... Aquele jogo!
- É o que espero mesmo.
- Você conseguiu me deixar mais apaixonada ainda por você depois de hoje, Ju.
Ela não teve sequer tempo para réplica, pois Sarah buscou sua boca com urgência em um beijo quente feito a pele dela que Juliette sentia sob a palma de suas mãos, que seguravam nos braços da médica loira.
A blusa de Sarah, bem como o short de seu pijama e a calcinha que usava por baixo da peça de dormir, foram tiradas em frações de segundos nos curtos intervalos dos beijos que trocavam.
Completamente nuas, Sarah se acomodou entre as pernas de Juliette deixando suas intimidades em contato direto. Buscando outra vez com ânsia os lábios de sua namorada, Sarah logo passou a mexer os quadris sobre a outra de modo que a fricção causada entre seus sexos lhes fizessem gemer de prazer uma dentro da boca da outra.
- Sabia que você me deixa louca?
- E você acha me deixa como também?
Seus olhos se encontraram. Verdes nos castanhos.
A dança erótica de seus corpos se seguiu e as duas mulheres se deixaram levar pela maravilha do prazer proporcionado pelo ato de amor delas. Gemidos, juras de amor, beijos e os movimentos mais acelerados de seus quadris acabaram levando as duas mulheres em poucos instantes a alcançarem o ponto alto do prazer.
Muitos minutos mais tarde...
Relaxadas na cama, entre os lençóis, o casal trocava pequenos e apaixonados beijos, além de delicados carinhos após o ator de amor.
- Agora só falta você me fazer um striptease, Sarah.
A médica loira não se aguentou e soltou uma sonora gargalhada que ecoou pelo quarto. Juliette que lhe desculpasse, mas aquilo não ia rolar da parte dela, não!
- Ju isso não tem a menor chance de acontecer.
Ela contou enquanto ainda ria.
- Por que não?
Ela ergueu a cabeça do ombro da outra e encarou a amada a espera de uma resposta satisfatória.
- Juliette... Eu não levo jeito pra algo desse tipo. Sem contar que vai ser ridículo.
- Eu não acho. - ela discordou no ato, mordendo os lábios ao fim de suas palavras. Depois prosseguiu, dizendo: - Na verdade, eu acho que será muito sexy, ver a doutora Sarah Andrade, uma das médicas mais renomados e sérias da cidade, que é chefe do turno da noite do Hospital Geral Gomes da Costa, me fazendo um striptease.
- Você não está falando sério, não é? - havia um sorriso nervoso em seus lábios só de cogitar a hipótese de Juliette estar levando aquela ideia a frente de verdade.
- Estou! - confirmou sem hesitar. Na sequência, ela pediu: - Você faz um striptease pra mim, amor?
Usar aquele tom melodioso e manhoso era golpe baixo dela. Sabia que aquilo batia fundo em suas defesas. Geralmente, quando Juliette pedia algo a Sarah, usando esse tom e ainda por cima, chamando a namorada carinhosamente de amor, era quase humanamente difícil para Sarah negar algo à amada. Foi assim com o pedido dos jogos.
- Ju não faz assim. Sabe que quando me pede algo desse modo, torna a minha recusa difícil.
A morena sorriu feito uma garota travessa ciente de que estava prestes a dobrar sua namorada a lhe satisfazer tal fantasia. Seria o máximo vê-la lhe fazer um striptease com aquele seu charme mascarado por sua timidez.
- Por isso mesmo que estou pedindo assim. Vai, amor, por favor.
- Juliette, não!
- Sim, vai.
- Não!
- Por favor, Sarah. Você veste um daqueles seus conjuntos sociais, que eu adoro. Depois vai tirando cada peça para mim bem devagar até ficar só de lingerie. Em seguida, a gente faz amor bem gostoso. O que me diz?
Sarah abriu a boca surpresa com o roteiro montado pela namorada.
- Por acaso isso é alguma fantasia nova sua?
- Sim! - ela confirmou sem titubear e subindo seu corpo sobre o de Sarah. - Realiza pra mim essa fantasia, amor. Por favor!
Céus! Aquela mulher era sua perdição!
Ela era incapaz de lhe negar um pedido sequer. Mesmo sendo esse pedido algo que não lhe agrade muito. Mas por ela, para satisfazê-la e deixá-la feliz, era capaz de se submeter a fazer qualquer coisa, pois a amava acima de tudo. E satisfazer suas vontades, desejos ou fantasias sempre valeria a pena.
- Tá bem, Juliette. - aceitou e tocou o rosto dela com carinho. Desde que começaram aquele romance, a médica loira não sabia mais dizer "não" a cardiologista. No passado disse muitos "nãos", mas agora era incapaz disto. E quando o dizia era sem qualquer firmeza. - Eu realizo essa sua fantasia!
- De verdade, Sarah?
- Sim! Só não sei quando.
Juliette abriu um lindo sorriso e beijou Sarah diversas vezes na boca depois de ouvir sua confirmação de que ia satisfazer sua fantasia bolada ali no calor do momento.
Sarah sorriu pela reação da amada. Vê-la feliz passou a ser sua necessidade de vida.
Por anos a finco, fez Juliette sofrer, rejeitando-a pelo meds tolos quanto a diferença de idade delas e o fato de serem colegas de trabalho. Mas desde que iniciaram esse namoro secreto, Sarah se prometeu internamente fazê-la sempre feliz. Juliette só ia sorrir ao seu lado. Nada mais de decepções ou choros. Sua namorada só ia derramar alguma lágrima se esta fosse de felicidade e alegria. Por coisas ruins vindas da parte dela, a cardiologista não mais choraria. E Sarah tinha em mente seguir isso até o fim de sua vida, a qual pretendia passar ao lado dela, o seu grande amor!
- Eu vou cobrar esse striptease, viu?
- Sei que vai.
Sarah pretendia mesmo satisfazer a fantasia de Juliette, só que em um futuro distante se depender de si.
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Pessoal, como devem ter percebido no título do capítulo este aqui se trata do último jogo. E seria também o último capítulo, só que resolvi incluir mais um jogo aqui. Será como um jogo bônus e também o último capítulo de fato da fic. Mas antes que protestem ou fiquem tristes já antecipo logo que teremos "Jogos Sexuais 2".
Em breve, virá uma nova rodada de brincadeiras, minha gente 😁😁😁
Aguardem!
Até a próxima quarta com o último capítulo.
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