Capítulo 3 - Jogo #1: A fantasia
N/A: Salve, salve, meus amores! Olha eu aqui só para matar as saudades de vocês. Para quem não sabe, eu tô sumidinha da plataforma, porque estou estudando muito para o CNU, então para me dedicar totalmente aos estudos para essa prova de concurso, eu tive que abdicar por um tempo da escrita aqui.
Mas hoje resolvi atualizar só para matar as saudades daqui. Depois desta postagem, só retorno aqui após a prova em Agosto. Xero e aproveitem.
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O sexo instantâneo e a falta de espaço para transar, que garante uma proximidade ainda maior dos corpos.
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Enfim uns dias de descanso depois de meses atribulados onde trabalhar e trabalhar foram só o que Sarah mais fez, tanto no hospital como também na criação de seu livro. Inclusive, o livro tem tido uma boa vendagem, segundo Cínthia lhe contará há dois dias, quando se falaram por telefone.
Já estavam na segunda tiragem do exemplar, para surpresa da médica que achava que fosse ficar apenas na primeira e isso, porque os números de exemplares da primeira em sua visão já eram grandes o bastante para um livro voltado para o meio clínico.
"Não é qualquer livro e nem qualquer autora que o escreveu. Foi você, a doutora Andrade, uma das maiores e melhores médicas e palestrantes desse país, qual é Sweet?!", foi o que Cínthia disse em justificativa a surpresa de Sarah ao ouvir que os números de venda só subiam.
E a boa notícia sobre as vendagens estarem ótimas só veio para somar com o fato de estar com alguns dias de descanso para curtir com a esposa a tão ansiada viagem de lua de mel, que não tiveram depois do casamento.
Mais empolgada que Sarah com isso tudo está Juliette que não via a hora desse dia chegar para enfim viajar e aproveitar uns dias com a esposa.
Inclusive, a cardiologista está louca para conhecer Maceió com suas praias e o hotel que ficarão em Pajuçara, que segundo as fotos que vira é lindo.
Tinha sido uma escolha conjunta muita tranquila e fácil o destino da viagem, como costuma ser com elas na maioria das vezes. O lugar, hotel e tudo mais, foi decidido após Juliette explicar a agente de turismo: "queremos um lugar que possamos daqui uns anos ver nossas fotos e lembrar: 'poxa, ali foi um cantinho realmente especial, que vivi uma ocasião especial, à altura'.
Então lhes foi sugerido pela agente: Fernando de Noronha, Arraial do Cabo e Maceió. Segundo a mulher da agência de viagem esses três lugares se encaixam no desejo de Juliette e mais, possuem tudo o que uma lua de mel pede: um destino que te entregue uma hospedagem exclusiva, opções gastronômicas de alto nível e uma composição de cenário que te deixe lembrando o quanto a ocasião foi especial por ser vivida ali – e não em outro lugar do mundo.
E das três sugestões, o casal foi fisgado quase que instantaneamente por Maceió e suas lindas praias e passeios turísticos por pontos belíssimos.
Pelas fotos mostradas pela funcionária da agência, o casal chegou a conclusão de que Maceió é a combinação perfeita dos elementos citados pela agente. A capital de Alagoas conta com lindas opções de hospedagem; restaurantes e apoios de praia, com cardápios diversos; e uma natureza desmedida pelas forças divinas.
"Fizeram uma ótima escolha!", comenta a agente com um sorriso satisfeito e trocando um aperto de mão primeiro com Juliette e depois com Sarah após finalizar a venda do pacote de viagem para o casal de clientes. "Maceió é incrível! Vocês vão ver!... A cidade marca sua vida, como as cores que compõem Maceió marcam a figura do paraíso. Falo por experiência própria."
"Já estou empolgada desde já!", diz uma Juliette animada antes de se despedir da agente e sair com a esposa da agência de viagem já desejando que chegue logo o dia de viajar.
- Já, baby!! - diz a cardiologista à esposa ao chegar à sala onde Sarah está lhe aguardando já devidamente pronta.
Sempre a cardiologista é a que termina por último de ficar pronta. E cabe a Sarah a paciência de esperar! O lado bom dessa espera é que ela sempre vale a pena no fim das contas. Sua esposa sempre aparece linda, mesmo com a mais simples das roupas.
- Tá linda! - elogia Sarah com um sorriso bobo ao passear os olhos pela esposa da cabeça aos pés. Juliette está usando um look bem despojado composto por: cropped listrado, tênis e calça moletom.
- Obrigada, baby! - agradece, dando um sorriso e uma piscadinha de olho para a outra. - E você também não fica atrás, doutora!
Sarah usa uma calça jeans de lavagem clara, sapatilha e uma camisa de botões na cor azul bebê. No topo da cabeça óculos de sol.
- Obrigada, linda!
- Cadê as malas? - Juliette estranha a ausência das bagagens perto do sofá.
- Ah! Já levei para o carro enquanto você estava terminando. - revela a cirurgiã se levantando do sofá. - Vamos, Bento! - assovia, chamando o cão para lhe pôr a guia.
Antes de irem para o aeroporto, o casal passará na casa de Rodolffo para deixar o "filho de quatro patas" aos cuidados do outro médico. Sarah pretendia deixar o cão em um hotel para cachorros enquanto estivessem fora, já que sua amiga Kerline com quem poderia deixar Bento, não era lá fã de ficar de "babá de cachorro". Só que Rodolffo ao saber disso por Juliette se voluntariou para ficar com Bento, posto que adora o cão e não teria problema em ficar com ele.
De início, Sarah hesitou em concordar com a proposta da esposa de deixarem o cão com Rodolffo, mas acabou sendo convencida pela esposa no final.
- Levou todas as coisinhas dele, Sarah?
Juliette fez questão de arrumar uma pequena malinha para Bento com suas vasilhas de água e ração, a manta para cobrir o cão, brinquedos, a almofada na qual Bento não dorme sem e seu protetor solar para quando for passear.
- Sim, linda! Estão no carro também, junto com o pacote da ração! Ainda acho um exagero tudo aquilo, mas enfim. - ri, balançando a cabeça a cirurgiã enquanto segue para a porta empunhando a guia já presa a coleira de Bento.
Ontem a noite a cirurgiã se divertiu vendo a esposa fazer a mala de Bento. A seu vê achou um exagero aquilo tudo posto pela amada, já que seria pouquíssimos dias que ficariam fora, mas que foi divertido assistir a esposa toda empenhada, fazendo também uma mala para o cão delas como se fossem passar semanas fora, isso foi e bem.
- Não é nada! - retruca a cardiologista. - E tu devia ter me esperado pra gente descer com essas coisas juntas.
- Pedi ao porteiro e ele me ajudou. - conta já saindo do apartamento e sendo seguida pela esposa logo atrás.
Em questão de minutos já estão dentro do carro, saindo do prédio com Sarah ao volante do veículo e uma falante Juliette no banco do carona.
A sorte é que a casa de Rodolffo fica no rumo do aeroporto e não na contramão senão, seria um estresse pelo trânsito caótico da cidade.
E durante o percurso, Sarah foi só risada ouvindo Juliette "rezar a cartilha" para Bento sobre se comportar na ausência delas e não fazer tolices na casa do "tio piruca".
- Tu só sabe rir, né Sarah?! - a cardiologista lança um olhar a esposa ao volante enquanto estão paradas no semáforo. Bastava dobrar a esquina e andar por mais cem metros para chegar ao prédio de Rodolffo.
- Porque é muito engraçado você falando com ele. Além do mais, você sabe que ele não entendeu nada dessa meia dúzia de recomendações que fez, né?
- Ele entende sim. Tu que pensa que não.
- Ok!
A cirurgiã sorri, balançando a cabeça em negativa. Não vai teimar com sua esposa, porque sempre perda a batalha com ela mesmo!
***
O check in foi tranquilo e enquanto esperavam a chamada do voo, o casal aproveitou para tomar um cafézinho e conversar, repassando os planos sobre os lugares que iriam conhecer e os passeios que fariam. Inclusive, alguns estavam inclusos no pacote de viagem que fecharam, mas havia outros que fariam por fora.
Vinte minutos depois estavam acomodadas cada qual em sua poltrona, colocando os cintos de segurança após o aviso do capitão de que a aeronave iria levantar voo em instantes.
- Droga! Esqueci de comprar os chicletes. - lamenta Sarah ao revirar sua bolsa de mão à procura da goma de mascar e não encontrá-la. - Já sei que vai dizer que só não esqueço a cabeça, porque ela está pregada no pescoço. - lança um olhar à esposa ao seu lado, que suspira e balança a cabeça em concordância.
- Ainda bem que... - começa Juliette já abrindo sua bolsa de mão. - Para a tua sorte, tu tens uma esposa prevenida contigo, visse?! Senão... Toma! - estende o pacote de chiclete da marca e sabor que Sarah sempre compra quando vai pegar um voo, por conta do desconforto que sente no ouvido quando a aeronave decola e pousa. Mascar chiclete é uma forma eficaz de minimizar a dor para Sarah, já que tal ato possibilita uma massagem nos músculos ao redor do ouvido, liberando a pressão na tuba de Eustáquio, um canal que conecta os ouvidos à cavidade nasal e para a garganta.
- Obrigada, linda! - agradece a cirurgiã antes de dar um beijo na esposa. - Não sei o que seria de mim sem você. - cochicha para a amada.
- Eu sei... Nada, bebê! - retruca a cardiologista, piscando um olho para a esposa quando esta lhe encara após se afastar um pouco.
- Convencida!
- Tô mentido, por acaso, Carolline?! - há um sorriso malvado em seus lábios pintados de rosa.
- Me chamando de Carolline, é óbvio que não sou louca de desmentir. - comenta em tom brincalhão a cirurgiã rindo e fazendo a esposa rir.
- Sarah... Sarah... - resmunga a cardiologista antes de puxar delicadamente o rosto da amada para junto do seu e ambas trocarem um beijo, que é interrompido segundos depois pelo ruído de um pigarro que as duas mulheres escutam.
- Sim?? - indaga a mais velha não muito contente com a interrupção.
- Desculpem-me. - pede a funcionária do avião sem jeito. - É que quero saber se já estão com os cintos.
- Estamos, sim. - confirma Juliette, segurando o riso pela cara insatisfeita da esposa. A conhece o suficiente para saber que a interrupção não foi nada apreciada pela cirurgiã.
- Ok. - a moça sorri para Juliette. - Vocês querem alguma coisa? Se quiserem, eu posso trazer depois, assim que a aeronave decolar.
- Não. Quando quisermos, a gente chama. Pode ir. - Sarah toma a dianteira da resposta, e com isso, atraí a atenção da funcionária que parecia hipnotizada pela cardiologista.
- Cla-claro. Com licença.
A funcionária vai se embora apressada, feito um coelho assustado.
- Nossa, baby! Porque essa hostilidade com a moça? - Juliette indaga, segurando o riso.
- Porque não gosto de ser interrompida, você sabe disso. Além do mais, muito sem noção essa mulher. Não tá vendo que a gente tá ocupada. Podia ter pulado a nossa poltrona.
- Ela tá fazendo o trabalho dela, Sarah.
- E o trabalho dela incluí ficar olhando para você como se estivesse hipnotizada?
Agora, a cardiologista não consegue segurar o riso.
- Qual foi a graça?! - emburra Sarah.
- Tu, com esse ciúmes.
- Não tô com ciúmes.
- Ah, Sarah! É mentira.
Ciente de que entrar naquela batalha será perda de tempo, a cirurgiã admite:
- Tá, um pouco.
Juliette sorri e em seguida beija o rosto da amada.
- Viu só como é?!
- Como é o quê? - confusa Sarah encara a esposa.
- Que me sinto quando essas assanhadas ficam de olho cumprido pra tu.
- Ai, Juliette! - resmunga com um sorriso enquanto balança a cabeça.
***
- Vou ao banheiro! - Juliette diz, tirando o cinto de segurança algum tempinho depois da aeronave terminar a decolagem.
- Tá bom! - Sarah responde com a atenção voltada ao livro que acaba de abrir.
Vendo que a esposa não lhe olhou, Juliette se inclina para perto dela e com a boca próxima a orelha de Sarah, sussurra:
- Quero você em alguns minutos lá comigo para matar aquela sua curiosidade de sexo nas alturas.
A cardiologista se afasta um pouco para vê a reação da amada e se deleita com a expressão da esposa ante o que ouvira. Os olhos de Sarah se arregalaram, a boca se abriu e seu queixo caiu.
- Não demora, baby! - sussurra a cardiologista segurando o queixo da esposa até fechar sua boca. Em seguida se levanta da poltrona com um sorriso sem vergonha e segue rumo ao banheiro, deixando uma Sarah em choque.
A cirurgiã fica acompanhando com o olhar a esposa até a cardiologista entrar no banheiro. Assim que a outra some do seu campo de visão, Sarah se recosta à poltrona tentando se recuperar do que ouviu. Se questiona então, se de fato, a esposa está falando sério.
Uma nova olhada rápida na direção onde Juliette está e Sarah segue no impasse se é sério que é para ela ir ao encontro da amada.
Racionalizando por uns segundos e conhecendo a esposa como conhece, a cirurgiã pode apostar tudo o que tem e também não tem que Juliette está falando MUITO sério sobre ir lá com ela. E, algo lhe diz que, caso não vá, os dias de descanso não serão nada agradáveis para a cirurgiã.
Em vista disto, ela se levanta da poltrona depois de alguns minutos em que deixou de espaço desde a ida de Juliette. Tudo para não chamar a atenção da tripulação ou das comissárias. Seguindo pelo mesmo percurso feito pela esposa, Sarah não deixa de sorrir discretamente pelo que estão prestes a fazer.
No passado quando ainda não estavam juntas e tomou conhecimento da aventura sexual de Juliette em um banheiro de avião, Sarah ficou por semanas desejando e se imaginando no lugar da outra mulher que transou com a cardiologista. A fantasia lhe tirou o sono por inúmeras noites.
E quando começaram a se relacionar romanticamente, ficou ainda maior o desejo de proporcionar uma segunda experiência à amada de transa assim, com o intuito de, primeiro, apagar dela a sua experiência anterior e, segundo, ter essa experiência com Juliette.
No entanto sempre fora um desejo que achou que seria apenas isto... Um desejo! Algo muito longínquo de vir a se concretizar. Porém quando Juliette o mencionou no último último jogo sexual da rodada anterior que fizeram, Sarah soube... Não seria mais um desejo longínquo. Ele iria acontecer mais cedo ou mais tarde! No caso, mais cedo que ela esperava!
Uma batida leve na porta e o chamado pelo nome da esposa. Dois segundos depois, Sarah já está sendo puxada pela camisa de botões para dentro da cabine do banheiro. O click da porta sendo travada atrás de si, foi um som que despertou sentimentos dúbios de receio e arrojo.
Receio pelo fato de estarem prestes a cometer uma infração, já que se forem pegas em flagrante ali estarão infringindo o artigo 233 do Código Penal, que enquadra fazer sexo em avião, como ato obsceno em lugar público.
Mas, em contrapartida, há o sentimento de arrojo, ousadia e audácia que estão ligados à adrenalina e ao perigo envolvido por transar em um local em que podem ser pegas.
- Demorou! - comenta Juliette abraçando a esposa pela cintura.
- É que fiquei na dúvida se realmente estava falando sério.
- Tu sabe que não costumo brincar com essas coisas, Sarah.
- Pois é. E também tive que deixar passar uns instantes para não chamar a atenção das pessoas. - sorri sem jeito.
Aquela seria uma das maiores, quiçá senão a maior das loucuras que já cometeu na vida e tudo "culpa" de sua esposa maluca. Juliette parece ter o dom de lhe fazer sair "da casinha" e embarcar em suas loucuras, as quais Sarah jamais teria coragem de embarcar e, cometer com qualquer outra pessoa antes da cardiologista aparecer em sua vida.
- A gente não tem muito tempo, tu sabe! - sussurra a cardiologista com sua boca a milímetros da boca da esposa.
- E a gente tá prestes a cometer algo ilegal, você sabe também, né?! - rebate a cirurgiã.
O sorriso escapando no canto dos lábios da cardiologista foi um indício para Sarah de que a esposa pouco estava se importando com o fato mencionado por ela. E o que Juliette disse na sequência só confirmou sua desconfiança e de quebra, encheu o coração de Sarah de uma euforia que só Juliette é capaz de despertar.
- Prefiro pensar que estou prestes a satisfazer a fantasia sexual da minha mulher e a minha de transar nas alturas com o amor da minha vida.
- Isso foi um golpe baixo, doutora!
As duas sorriem para logo em seguida se beijarem com fome e desejo após Sarah segurar a nuca de Juliette e unir suas bocas.
Dane-se, se é um crime caso sejam pegas. Talvez a grande "graça" de realizar aquela fantasia além da satisfação sexual por aquela experiência (inédita para Sarah), seja o fato de, talvez, serem vistas. A adrenalina causada por fazer algo perigoso causa uma euforia e um desejo a mais. E tanto Sarah quanto Juliette estão unidas nisso.
Como não havia muito tempo para se demorar ali, então logo a mão de Sarah já estava invadindo a calça moletom da esposa para descobrir que a amada está sem a parte de baixo da lingerie.
- Sem calcinha, doutora? - Sarah indaga após interromper o beijo por conta de sua descoberta da ausência da lingerie da esposa.
- Quis facilitar sua vida.
- Você já tinha em mente fazer isso aqui não é?
Se bem conhecia sua esposa, Juliette já devia ter arquitetado tudo até mesmo o look que facilitava o momento e a falta da calcinha.
- Desde o momento que compramos as passagens. - revela a cardiologista com um piscar de olhos e um sorriso sacana escapando do canto dos lábios.
- Muita audácia sua... - diz Sarah empurrando com delicadeza a esposa e direção a pia com pedra de mármore. - Andar por aí sem calcinha.
A cardiologista ri.
- Oxe! E quem vai saber disso? Só se me passarem a mão. E quem faria isso além de você?
- Ninguém. Porque se alguém ousasse fazer isso na minha frente, ficaria sem a mão pelo abuso.
Sarah beija a esposa e logo em seguida a faz virar se costas para si e passam a se olhar pelo espelho que há sobre o balcão da pia.
Com pressa, a cirurgiã baixa a calça moletom da esposa até as coxas e logo em seguida abre o botão de sua própria calça, descendo também até às coxas juntamente com a calcinha.
Logo Sarah já está atrás da esposa se esfregando nela enquanto uma de suas mãos se encontra entre as pernas da amada. Ela toca os grandes lábios, utilizando todo o comprimento do dedo, intercalado com apenas a ponta dele, em movimentos retos e circulares, sempre de forma sensual e com cuidado para não pressionar com mais força do que precisa.
Pelo espelho, Sarah assiste Juliette dar sinais em reação ao toque, como, por exemplo, movimentos do corpo, gemidos. E tudo isso se acentua quando usa as próprias mãos nas suas para direcionar ao clitóris.
Experimentando diferentes combinações de velocidade, pressão e movimentos, Sarah incita a esposa o bastante até penetra-la com um dedo.
Localizando o ponto G dela, a cirurgiã então utiliza mais uma vez os movimentos circulares, alguns toques repetitivos curtos, explorando mais uma vez as combinações que os dedos podem oferecer.
Mais uma vez, atenta aos sinais, ela assiste pelo espelho as reações da esposa. Os olhos fechados, a boca entreaberta, deixando escapar ruídos baixos a cada movimento que Sarah faz com o dedo para dentro e para fora da cardiologista, que aquela altura já está com os quadris ditando o ritmo das mãos de Sarah ao se movimentar junto com ela.
Nesse momento a cirurgiã intensifica seus movimentos e sabe que não pode para-los até que cheguem ao final para não quebrar o clímax delas.
- Abre os olhos. - pede em tom de ordem em determinado momento Sarah. - Quero você olhando pra mim quando chegar ao orgasmo, linda.
Sem demora Juliette atende o pedido da esposa. Os olhos cor de chocolate encontram os verdes cheio de luxúria e tesão e as sensações no corpo de ambas ganham um grau ainda maior.
- Isso!
- Não pára, amor!
Ao perceber que a esposa está quase chegando no momento do orgasmo, Sarah toca o ponto G da amada e com a outra mão esfrega a ponta dos dedos no clitóris da esposa. Isso faz aumentar ainda mais a excitação da cardiologista que em segundos chega ao clímax. Para não deixar um grito, Juliette leva a mão a própria boca abafando o som de satisfação pelo orgasmos alcançado. Rente ao seu ouvido ela escuto o gemido da esposa ao chegar ao gozo segundos após ao da cardiologista.
- Isso foi...
- Incrível! - completa Sarah com o rosto descansando sobre as costas da esposa.
A cirurgiã se questiona se o tempo e o espaço não fossem tão limitados o quão maiores as coisas não seriam.
- Precisamos voltar ou vão desconfiar.
- Eu sei. Vamos lá!
Em questão de segundos o casal se recompõe e antes de saírem da cabide do banheiro, Juliette sussurra para a esposa:
- Adorei a experiência! Na nossa volta pra casa tem mais, baby!
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É isso, amores. Até Agosto.
Um xero pra vocês.
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