Capítulo 24 - Jogo #7: 7 Minutos de prazer

N/A: Salve, salve, minha gente. Chegay com a primeira atualização dessa fic no ano de 2022 😁

Bora de mais um jogo quente?

Então vem com as nossas doutoras 🔞🔥

------------------------------------------------------------------

❤️❤️❤️


O Jogo:

Com a parceira algemada, você terá sete deliciosos minutos para provocar e estimular a outra da forma que quiser, e ela não pode retribuir. Ao final do tempo, vocês trocam de posições e seguem o jogo por quantas rodadas quiserem (e aguentarem).

Itens necessários ao jogo:

• Algema;

• Relógio que faça contagem regressiva. Ou um celular com temporizador.

❤️❤️❤️

Depois de algumas semanas com folgas não coincidindo e de Sarah tendo que ir a Brasília visitar a mãe que acabou sendo hospitalizada e operada às pressas de apendicite, o casal de médicas enfim está tirando a noite de descanso juntas. Faz um friozinho gostoso e nada melhor que um joguinho sexual para esquentar o clima. E o de hoje tem tudo para ser quentura pura.

O local escolhido para a realização da brincadeira foi a sala. Antes, porém, de dar início ao jogo, elas tiram em uma melhor de três de par ou ímpar para saber quem será a primeira a provocar a parceira durante sete minutos. Pelo placar de 2x1, Sarah é a vencedora da disputa. Deste modo então, Juliette será a primeira a ficar algemada.

- Sexo com algemas é permitir entregar-se totalmente para o outro e deixá-lo controlar as sensações no corpo.

Sarah comenta enquanto Juliette está deitada de peito para cima no sofá de três lugares e a loira prende os pulsos da namorada.

- Sem contar que é algo que requer confiança. Até porque ninguém merece ficar desconfortável e o parceiro ou parceira não estar nem aí pra tu!

A cirurgiã assente em concordância. E no caso delas confiança há de sobra.

- Sabe uma curiosidade que descobri recentemente sobre algemas no sexo?

- Qual? - Sarah se acomoda na pontinha do sofá e ao lado do corpo de Juliette após ajeitar a almofada sob sua cabeça para lhe deixar mais confortável.

- Que elas viraram item de fetiche praticamente obrigatório para quem gosta do mercado erótico, com a criação dos sex shops e a sua popularização a partir dos anos 70.

- Não diga?! Sério? Onde leu isso?

- Em um artigo enquanto fazia a minha busca pelos jogos. Inclusive... - ela começa a rir ao se recordar que na mesma página, porém em um dos outros tópicos que tinha no site, leu um conto que na mesma hora a fez lembrar-se de certa conversa que rolou uma vez entre os amigos no hospital.

- Dá pra parar de rir e contar, Juliette.

- Espera. - pede ainda rindo. Leva mais alguns segundos até ela parar totalmente de rir e contar sobre ter lido um conto erótico no site que se pareceu muito com uma experiência sexual que ela vivenciou na cabine do banheiro de um avião uma vez.

- Ah, isso. - Sarah torce a boca. - Infelizmente, eu lembro do dia que compartilhou sobre essa experiência.

Elas estavam reunidas na sala dos médicos com os demais colegas. Estava para dar o final de turno e a equipe ainda estava repercutindo o caso de um cara que deu entrada no hospital com fratura no pênis. Segundo ele aquilo aconteceu por satisfazer uma fantasia sexual da esposa de transarem em um lugar inusitado que ele se negou a revelar.

Nisso Gilberto levanta uma questão, querendo saber dos colegas qual o lugar mais inusitado que eles já fizeram sexo. O homem foi o primeiro a revelar que seu lugar mais inusitado foi em um cinema na última sessão onde quase não havia ninguém.

- Veado, eu tô chocada contigo. - Kerline golpeia o braço do amigo que ri em seu habitual jeito escandaloso.

- Pois eu não estou. Gil é da bagaceira mesmo. - comenta Juliette rindo.

Depois de Gil foi a vez de Arthur que revelou que já transou sobre uma moto.

- Ah, moleque. Testando as duas máquinas é? - brinca Caio.

- Com certeza! Test driver nas duas. - faz um sinal de positivo para o anestesista.

- Vocês homens são tão ridículos, falando desse modo. - comenta Carla com uma careta.

Kerline revela que o lugar dela foi no banheiro de uma boate.

Fiuk no capô do carro.

- Outro que testou as duas máquinas. - brinca Caio que logo já emenda contando o seu: na escada de emergência do prédio dele depois de uma balada.

- Não deu pra esperar chegar no apartamento, não Caio?

- Deu não, moço. - ri para Arthur.

Carla é cobrada para ser a próxima a falar. A loirinha reluta, mas acaba contando que o dela foi na praia.

E então é a vez de Juliette que revela o seu.

- Na cabine do banheiro de um avião. - conta, lançando um discreto olhar na direção de sua chefe a quem flagra lhe encarando, mas logo em seguida Sarah desvia o olhar de volta para a revista que parecia ler. Se ao menos sua chefe teimosa baixasse a guarda com ela e lhe desse uma chance, adoraria ter de novo essa experiência, mas agora com ela. Porém Sarah sempre a repele como se a cardiologista tivesse algum tipo de doença contagiosa.

- Juliette, sua safadinha! - Kerline atira uma bola de papel na colega.

- Eu já sabia disso!! - Gil conta se gabando. Por ser melhor amigo da cardiologista, ele sabe a maioria dos segredos da amiga, só não sabe o principal deles: o sentimento que a cardiologista nutre pela chefe de ambos.

- Claro, sendo amigo dela é óbvio que devia saber, né veado? - Kerline rebate.

- Exato, mona. - bate palmas, arrancando risadas dos outros médicos pelo seu jeito espalhafatoso.

- Mas conta aqui pra gente foi com homem ou mulher, Ju?

Ela não era obrigada a contar, até porque não era dada a ficar contando suas intimidades assim em público, mas só para provocar sua chefe e fazê-la ver o que está perdendo, a cardiologista satisfez a curiosidade de Ker e dos demais que ali estão.

- Mulher. Larissa era o nome dela. Uma loira linda de morrer. - seus olhos vão de relance em Sarah que está de cenho franzido e a atenção na revista. Mas Juliette pode quase apostar que a chefe está mais que atenta em cada palavra que diz, por isso mesmo não se faz de rogada em dar detalhes. - Ela e eu éramos colegas da turma de especialização e tínhamos um rolo. Estávamos indo junto com mais quatro colegas participar de um simpósio em Fortaleza. Aí, em determinado momento do voou, ela foi ao banheiro e disse para eu esperar uns minutos e ir também. Lá eu fui e acabou rolando sexo e foi tudo de bom.

A cardiologista nota de relance sua chefe apertar as bordas da revista com uma força exagerada e quase quis rir.

- Dizem que sexo em alta altitude intensifica a experiência sexual e aumenta a euforia Isso procede, Ju?

- Olha, Arthur não senti diferença, não. Mas que foi boa a experiência, foi visse.

- Adoro essas cachorrada. - comenta Gil aos risos.

- Bom, agora só falta você, Sarah. - Kerline cutuca a amiga.

A cirurgiã ergue os olhos da revista e se depara com vários pares de olhos dirigidos a ela.

- Minha vez de quê? - banca a dissimulada.

- Não se faz de desentendida que você bem estava ouvindo tudo o que conversávamos aqui. Vai conta pra gente onde foi o lugar mais inusitado que já transou?

- Deu o horário de vocês e o meu. - diz após olhar em seu relógio. - Estão dispensados. - a loira se levanta e sai rápido da sala sem dar margem para contestações.

- Valeu a tentativa, Ker. Mas até parece que a chefe ia responder. - comenta Arthur.

- Eu lembro de alguém ter ficado com ciúmes quando eu contei sobre a Larissa. - Juliette alfineta a namorada.

- Eu não fiquei com ciúmes, linda. - com uma careta, Sarah rebate quase que de imediato. Na verdade, o sentimento na época foi outro. Raiva e inveja. - Mas admito que... Sente inveja dessa Larissa.

- Inveja, Sarah?

De tantos sentimentos possíveis, inveja foi o último que passou pela cabeça de Juliette que Sarah tivesse sentido na época.

A loira assente, pensando no quão sortuda aquela tal de Larissa tinha sido. Agora a sortuda é a cirurgiã que tem Juliette para si e compartilhando as melhores experiências sexuais de sua vida com ela.

- Nunca te contei isso, mas... - Sarah se inclina um pouco para frente ficando com o rosto mais próximo ao de Juliette. E em um sussurro, continua sua fala: - Por dias fiquei pensando no que contou. Não faz ideia do quanto desejei ter estado no lugar dessa Larissa e transado com você no banheiro do avião.

A desenvoltura com a qual ela revelou aquilo deixou Juliette boquiaberta.

- Uau!... Isso foi... surpreendente, doutora Andrade! - a morena está passada e ao mesmo tempo em estado de graça com o que ouve da namorada. Quanta mudança da Sarah de agora, para a Sarah do começo da relação delas. - Bom... podemos realizar seu desejo com certo tempo de atraso, qualquer dia desses se quiser. O que acha? - a cardiologista propõe sem a menor cerimônia e exibindo um sorriso nada inocente.

- Acho que é uma loucura que eu vou adorar cometer com você!

A gargalhada alta que Juliette deixa escapar logo em seguida, soa como música para os ouvidos de Sarah.

Não há no mundo outro som melhor que aquele. Assim como, não há cheiro melhor que o dela. E nem mulher mais fantástica que aquela deitada em seu sofá, usando uma curta camisola de seda.

Juliette é o seu mundo!

Com ela e sua dose extra de loucura, Sarah se sente outra. Uma outra não tão louca como a cardiologista, mas corajosa como não era antes da morena entrar em sua vida.

Juliette extraí de si o melhor. Faz da cirurgiã melhor! E Sarah é infinitamente feliz por ter uma mulher como Juliette ao seu lado.

A loira se lembra das alianças guardadas em seu armário no hospital trancado com chave. Ainda não havia aparecido a oportunidade perfeita para fazer aquele pedido, mas ela encontrará o momento certo. Quem sabe no último jogo delas! Até porque precisa casar o quanto antes com aquela mulher que trouxe alegria e sentido para sua vida.

- Pois temos que arranjar um dia qualquer para cometer essa loucura, baby!

- É, temos! - Sarah desliza de maneira carinhosa as costas de uma das mãos pelo rosto bonito da namorada.

Em outros tempos, ela diria que realizar aquela louca fantasia sexual seria improvável. No entanto os tempos mudaram. Ela mudou! E aquela fantasia, certamente irá se realizar, pois tem quase certeza de que Juliette vai se incumbir de dar um jeito naquilo. E Sarah ficará na torcida para este dia chegar. Será algo incrível. Até porque tudo com sua namorada é incrível!

- Mas vemos isso em outro momento... Agora temos um jogo ou não?

- Sim, claro, o jogo! Mas antes... Posso te pedir uma coisa?

- Claro, linda.

- Daquela vez você não respondeu a pergunta da Ker. Pode responder agora pra mim, qual foi o lugar mais...

- Em cima de uma mesa... com você. - conta sem esperar pelo término da pergunta da namorada.

Juliette arregala os olhos.

- Sério? - a cardiologista não esconde o sorriso bobo.

- Muito. Antes, eu era muito tradicional no sexo. Você mudou meus hábitos, doutora.

Não somente os hábitos, mas ela e sua vida toda sofreu uma metamorfose de um jeito maravilhoso, como não imaginou que seria possível.

- Isso é bom?

- É maravilhoso, doutora Freire. - pisca um olho para a namorada antes de lhe beijar os lábios de maneira rápida e se virar para apanhar da mesinha de centro o celular para programar o aparelho afim de tocar dali a sete minutos.

Juliette a observa se sentindo ir ao céu e voltar bem devagar feito uma pluma com aquelas revelações todas feitas pela namorada. Sarah é uma caixa de surpresa. SUA linda caixa de surpresa!

- Pronta?

- Mais que pronta, baby!

Assim que escuta tal resposta, Sarah dá start no cronômetro, devolvendo logo em seguida o celular ao lugar onde estava antes.

- Você sabia... - a cirurgiã se pronuncia, indo se acomodar no outro extremo sofá, de frente para Juliette, que franze a testa sem entender o motivo pelo qual sua namorada se afasta. Já ia contestar a este respeito quando Sarah retoma a fala: -, que todos os nossos órgãos têm um ponto correspondente no pé, inclusive os genitais? - indaga a loira após ajeitar os pés da namorada sobre uma almofada que posiciona sobre suas coxas.

- Já li algo a respeito certa vez. Pés são sensíveis e ricos em terminações nervosas.

- Exato!

- E você pelo visto vai me fazer uma massagem?

Sua namorada é a mestre das massagens. Se um dia ela abrisse um negócio neste ramo, seria sucesso puro, já que têm mãos incríveis para tal. Mãos de fada!

Sarah deixa a pergunta de Juliette sem resposta e com seus hábeis dedos inicia os trabalhos massageando devagar o pé direito da cardiologista. Porém não demora quase nada para a loira mostrar a namorada que a massagem de hoje será MUITO diferente de todas as outras que já lhe fez, quando seus dedos são substituídas pelo toque macio de seus lábios combinado com a língua.

- Uau!

Juliette deixa escapar ao ver Sarah deslizar a língua molhada pelo dorso de seu pé, deixando eriçado instantaneamente os pêlos de seu corpo. A cardiologista observa o olhar de Sarah buscar pelo seu logo em seguida. Há um brilho diferente naqueles orbes verdes. O brilho do desejo, da luxúria, do tesão.

- Isso foi diferente e muito bom.

A cirurgiã sorri satisfeita pela aprovação escancarada que vê na face de sua namorada. Ainda recebe dela um largo sorriso antes de voltar sua atenção ao pé de Juliette, pois o tempo para fazer o que quer, é curto. Sendo assim, ela não pode desperdiçar um segundo sequer desses preciosos sete minutos que têm.

Então, ela beija, mordisca e lambe o dorso e a sola dos pés da namorada. Depois parte para os dedos. Desliza a língua por eles, fazendo movimentos circulares sem esquecer de lamber os vãos entre os mesmos, porque é sabido que aquelas áreas fazem parte de uma zona extremamente sensível.

- Céus! Como isso é bom! - se contorce de prazer no sofá a cardiologista.

Nem nos seus mais loucos devaneios sexuais, Juliette imaginou que a combinação boca, língua e pés seria tão perfeita para elevar o tesão à potência máxima. Ela sentia um calor lhe subir pelas entranhas e um desejo louco. Algo surreal.

Ainda há tempo para Sarah sugar cada dedo de Juliette, imitando movimentos como se estivesse lhe fazendo sexo oral, desencadeando uma das melhores e mais excitante sensações. Pena que o ruído sonoro do celular, alertando que os sete minutos de Sarah se encerram naquele instante, põe fim a rodada para frustração da cardiologista.

- Não!... Quero mais. - choraminga a morena.

- Mas o tempo acabou.

- Se eu soubesse que sete minutos passavam tão rápido, teria arredondado a brincadeira para dez.

Sarah sorri e enquanto solta Juliette, questiona a amada sobre ter aprovado sua massagem diferente.

- Aprovadíssimo, amor!... Foi incrivelmente excitante.

A loira fica mais que satisfeita de ouvir aquilo.

- Agora é a minha vez de abusar de você durante sete minutos. - Juliette toma a algema das mãos da namorada após ela ter lhe soltado. - E já pode se livrar da blusa e se sentar ali na poltrona sem braço.

Sem objeções Sarah faz o que Juliette 'pede', ficando apenas com o shorts e um sutiã cinza. Com a namorada devidamente sentada onde indicou, Juliette diz a Sarah para colocar os braço para trás da poltrona e prende seus pulsos.

- Ficou muito apertado assim?

- Um pouco, mas está suportável.

- Se começar a machucar me avisa.

- Tudo bem!

Sob o olhar de Sarah, Juliette vai até a mesinha, pega o celular da namorada e vem se acomodar montada no colo da cirurgiã após subir um pouco a camisola, o que faz a outra mulher engolir em seco.

Sarah nem imagina, mas sua amada tem traçado na cabeça um 'roteiro' muito bem bolado para pôr em ação e enlouquecê-la.

Juliette pesquisou ontem na internet algumas maneiras e locais os quais excitar a namorada, além dos que já sabe que ela gosta. Acabou por encontrar em um site um guia super interessante falando sobre as diversas áreas erógenas do corpo feminino, que são altamente "excitáveis". E com base neste guia, a cardiologista traçou seu próprio caminho em algumas etapas. Se chegará ao final delas vai depender do quanto Sarah aguentará suas provocações e, vice e versa.

- Posso começar?

- Sim.

A morena aciona o cronômetro e deixa o celular descansando no chão, bem ao lado do seu pé e o de Sarah. Hora de pôr em prática o que elaborou.

Etapa 1 - Estimule desde o cabelo.

Pode soar estranho, mas o couro cabeludo é uma das áreas erógenas que levam à plena satisfação e por consequência à excitação. E sabendo disto, Juliette inicia seu jogo de excitação, deslizando ambas as mãos de maneira lenta, pelos cabelos de Sarah enquanto não tira os olhos um instante de seu rosto bonito. Por seguidas vezes, ela desliza da altura da testa da outra mulher até a base de sua nuca, sendo que ora são as pontas de seus dedos que acariciam o couro cabeludo de Sarah, ora são suas unhas que o arranham de modo a não machucar, e sim causar uma boa sensação.

- Isso está sendo muito bom. - com um sorriso de canto e àquela altura de olhos fechados, Sarah resmunga, apreciando aquele carinho. É uma mistura de sensações de relaxamento com excitação.

Juliette aproxima os lábios da orelha da namorada e após uma lambida naquela área, lhe sussurra em tom sensual:

- Isto é só uma preparação para desfrutar do que estar por vir, baby.

- Jesus!

A cardiologista ainda brinca com as pontas dos dedos pelo queixo da outra, o contorno de seu rosto, até o ruído sonoro mais vez lhes avisar que é hora de trocarem as posições.

Na terceira rodada, elas voltam ao sofá com Juliette deitada e algemada com os braços acima da cabeça. O 'alvo' de provocação de Sarah agora são as pernas da namorada. Alternando entre beijos, lambidas e mordidas de leve, ela parte do tornozelo até alcançar as coxas expostas ao erguer a camisola bonita que Juliette usa.

Já nas coxas, desliza os dedos de cima para baixo bem de leve, para em seguida massagear a parte interna delas com os polegares e usa outra vez a língua, com uma pressão firme.

A cada ação, Sarah faz questão de deixar clara toda sua vontade por Juliette. Fazendo-a sentir o quanto é desejada pela amada e despertando nela mais ainda o desejo pela loira.

Sarah ia subir com sua boca pelo corpo da namorada, quando o tempo acaba.

- Céus! O tempo termina sempre na melhor parte. - reclama Juliette.

Elas invertem os papéis, mas se mantêm no sofá com Juliette outra vez acomodada no colo da namorada, que está com os pulsos presos para trás das costas. Agora, a morena colocará em prática mais uma etapa de seu roteiro.

Etapa 2 - O poder dos beijos!

A boca "é cheia de terminações nervosas". Portanto, beijar é bem importante quando o negócio se trata de sexo e intimidade. Os lábios são poderosas zonas erógenas e a forma como se beija pode ser indicador do que estar por vir, por isso Juliette começa de forma progressiva e lenta. Brinca com a língua nos lábios de Sarah, os morde de maneira lenta e depois acaricia seu rosto enquanto salpica beijos estalados em sua boca deliciosa e se diverte com as tentativas frustradas da namorada em capturar seus lábios, para aprofundar o beijo.

- Juliette! - protesta a cirurgiã em frustração.

A morena se limita a sorrir. Está adorando provocar a outra. Mas para acabar com o desespero da namorada e satisfazer a vontade de ambas, Juliette por fim beija Sarah. Sua língua girando macio e abrindo caminho através da boca da namorada, que cede sem demora.

Com as mãos, a cardiologista faz carícias no cabelo da loira enquanto explora a boca e a língua de Sarah, com a sua, desfrutando de sensações boas.

De maneira involuntária e sem que percebesse, Juliette move o quadril, friccionando-o em uma das coxas da namorada enquanto se beijam. Mas eis que para a frustração do casal, o alarme do celular toca outra vez.

- Você tem razão o tempo acaba justo na melhor parte! - chia Sarah com a respiração ofegante.

Elas precisam de alguns segundos para se recuperarem antes de dar continuidade na brincadeira. E só depois de restabelecidas, Juliette solta Sarah e antes da loira prender a namorada, lhe faz um pedido:

- Vou precisar que tire a camisola. - seus lábios se esticam em um bico, seguido de um sorriso sacana.

- Você pretende acabar nessa rodada seguinte com o jogo, né Sarah?

- Não! - nega, sorrindo. - Ainda quero chegar a minha próxima rodada de provocação. E será nela que VOCÊ vai pedir o fim do jogo ao chamar meu nome três vezes. - ela bica os lábios da namorada. - Tirando a camisola, doutora.

Juliette fica encarando a namorada imaginando o que Sarah fará para lhe induzir a pedir pelo fim do jogo. A intenção velada da cardiologista é fazer com que Sarah peça pelo fim do jogo, não o contrário.

- Vamos, linda!

Ela se livra da peça de tecido macio e fica só de calcinha.

Deitada outra vez e com os braços novamente presos acima da cabeça, Juliette vê Sarah se acomodar ajoelhada entre suas pernas.

A loira concentra seus carinhos desta vez na barriga lisa da namorada, iniciando com toques suaves e beijos lentos, para então deslizar a língua pela extensão do baixo ventre. Sobe para circundar seu umbigo e vai subindo mais, pegando a 'rota' para seus seios.

Usando as mãos, ela as desliza pelos montes da outra SEM tocar em seus mamilos. Apenas, ocasionalmente, resvala os dedos por eles, só para atiçar Juliette mais ainda.

- Depois eu que sou a malvada que fica te torturando, né?

Aquele negócio dela só tocar com a mão de leve e não cair logo de boca em seus seios, que já imploram por serem provados, está sendo uma tortura para Juliette.

- A gente tem que aprender a ser má também. E eu aprendi com você.

Sarah sorri, desviando o olhar de Juliette para seus seios perfeitos e dando continuidade aos seus carinhos.

Com os polegares, Sarah vai fazendo movimentos circulares, variando a velocidade e a pressão nos mamilos de Juliette.

Então vêm os beijos... As leves sucções e mordidas suaves pelos seios... As lambidas pelas aréolas e por fim nos mamilos.

- Isso! - geme a cardiologista, jogando a cabeça mais para trás na almofada quando Sarah suga seu seio com mais vontade.

A loira sorri discretamente sem deixar decair o ritmo de suas sucções, que só vão aumentando a sensação de prazer, que já consome Juliette por dentro.

- Sah...

"Não implore ainda!"

O pior é que ela já está na iminência de pedir pelo fim do jogo aquela altura, mas o ruído do celular a impede a tempo.

- Salva pelo gongo! - brinca a cirurgiã.

Nunca aquelas palavras soam tão certeiras como naquele momento.

- Pra quem queria me fazer 'pedir' na próxima rodada, você quase põem esse plano por água abaixo agora, baby.

- Eu sei. E só por isto estou feliz pelo fim do tempo.

- Mas agora a rodada é minha.

Ela indica a poltrona outra vez para Sarah. Acomodada novamente em seu colo, agora só com sua micro calcinha, Juliette parte para outra etapa de seu roteiro.

Etapa 3: Os encantos que há nas orelhas e pescoço!

Um beijo ou lambida na orelha pode ser um estímulo sexual incrivelmente potente para alguns. Esta parte do corpo concentra uma grande quantidade de terminações nervosas. E é sabido por Juliette o quão sensível sua namorada é naquelas regiões. Deste modo, ela não vai negligenciar aqueles lugares em Sarah.

Aproximando seus lábios de uma das orelhas da namorada, a cardiologista respira suavemente perto dela. Ouve um suspiro fundo de Sarah em resposta.

Sorri.

Com a língua, brinca com o seu lóbulo da orelha enquanto acaricia sua nuca com a ponta dos dedos

- Você sabe que aí é um dos meus pontos fracos.

A cardiologista deixa escapar uma risadinha sem vergonha bem rente a orelha da namorada e isto só faz a cirurgiã se arrepiar mais.

Juliette beija sua orelha sempre tomando o cuidado de fazer os movimentos de maneira delicada e provocante, para atiçar o prazer de forma calma e sensual.

Das orelhas, ela desce para o pescoço e ombro, que são partes do corpo perfeita para dizer a parceira o quanto a deseja, segundo seu 'guia'. E foi exatamente isto que Juliette fez.

Com delicados e pequenos beijos, lambidelas discretas e mordidelas suaves, alternado com carícias nas orelhas, ela demonstra sem palavras seu explícito desejo pela namorada, além de atiçá-la em um grau, que agora quem se vê na iminência de pedir fim de jogo é a cirurgiã. Mas assim como foi com Juliette, o ruído sonoro do celular foi a salvação de Sarah.

- Céus! Se tivesse mais uns segundos, eu acho que corria o sério risco de sabotar meus planos de ter próxima rodada.

Ambas caem na risada desse comentário de Sarah.

Na sétima rodada da brincadeira em que Juliette é a algemada, elas retornam ao sofá.

- Segundo você... Eu vou pedir o fim do jogo nesta rodada?

- Vai! - Sarah afirma com convicção e sem titubear ao se sentar ao lado do corpo da namorada. - Chamará pelo meu nome por três vezes e será fim de jogo. E se não pedir é porque você tem um auto-controle de tirar o chapéu.

- Ou então porque o celular me salvou no último segundo.

- Isso não vai acontecer, linda.

Sarah tem um sorriso confiante e exibe uma cara sem vergonha que faz Juliette franzir a testa.

- Você está com uma cara muito... Sem vergonha para o meu gosto, doutora Andrade!

Aproximando o rosto mais da namorada, Sarah confidencia em um tom baixo:

- Talvez porque o que eu estou prestes a fazer... Seja sem vergonhice pura. - a loira bica os lábios da cardiologista que se abrem em surpresa pela resposta ouvida.

- Doutora Andrade... Doutora Andrade...

- Posso começar?

- Vá em frente! Mas eu não vou encerrar o jogo nesta rodada.

- É o que veremos, linda.

Sem tirar os olhos dos de Juliette, Sarah desce sua mão sobre o vale entre os seios bonitos da namorada.

De maneira lenta, ela vai avançando com a mão para baixo, descendo e descendo até esbarrar no elástico da calcinha da outra. Só de provocação, passa reto, ignorando o ponto quente, sensível e pulsante em que já se encontra o centro entre as pernas dela, para ir tocar suas coxas pela segunda vez naquele jogo.

- Sarah... - Juliette chama em protesto.

- Primeiro chamado! - a loira conta, erguendo o dedo indicador da outra mão.

- Oxe! Esse já está valendo?

- Claro!

Sempre com os olhos fixos em Juliette para não perder nenhuma reação dela enquanto a toca, Sarah sobe sua mão até esbarrar outra vez no elástico da calcinha. Por cima da peça de renda, ela usa a ponta dos dedos para fazer alguns movimentos circulares leve pelo local.

- Isso é tortura.

Sem dizer nada em resposta, a loira leva sua mão a invadir a calcinha de Juliette. Os dedos hábeis deslizam entre os lábios vaginais, sentindo-os úmidos de excitação, e evitando ainda tocar o clitóris ou usar o dedo para fazer a penetração.

- Céus! - a morena geme, sentindo os dedos da amada brincando dentro de sua calcinha

- Pensei que ia me chamar pela segunda vez. - Sarah comenta, sorrindo.

- Bem que você queria.

- Ainda não!

Sarah esfrega ao redor dos lábios vaginais e vê Juliette se contorcer querendo que toque logo seu clitóris.

- Sarah... - aquela altura de olhos fechados, ela acaba, deixando escapar o nome da outra em um gemido e baixando as mãos para segurar o braço da namorada.

- Mãos pra cima! - alerta Sarah colocando os braços de Juliette de volta ao braço do sofá. - E só pra te lembrar... você acabou de fazer o segundo chamado! - sussurra a cirurgiã se inclinado um pouco para frente afim de ficar mais próxima do rosto da amada.

Juliette nem se dá o trabalho de reclamar ou contestar, já que Sarah satisfaz seu desejo escancarado e enfim toca seu clitóris com o polegar, alternando entre movimentos circulares, de baixo para cima, de cima para baixo e de um lado para o outro.

Sarah atiça mais ainda Juliette em um grau que a namorada chega a erguer o quadril do sofá, buscando por seu toque. Em certo momento, a loira julga que Juliette vai chamar seu nome, mas a cardiologista não o faz.

"Vamos, linda. Chame!"

Aquela altura a cirurgiã já anseia por seu chamado e o fim do jogo. Sua excitação já está enorme, tanto que já pode sentir o tecido fino de sua calcinha úmido.

Seus dedos seguem trabalhando entre as pernas de Juliette ao mesmo tempo em que sua boca brinca com um dos mamilos da cardiologista e isso em questão de segundos se torna insuportável para os limites da morena. Não há controle que se contenha diante daqueles estímulos todos.

- Sarah...

Terceiro chamado.

Fim de jogo!

Entre Sarah se livrar das poucas peças que vestia e da calcinha de Juliette, não levou mais do que quinze segundos.

- Você esqueceu de tirar a algema. - comenta a cardiologista estendendo os pulsos após ter sido livrado por Sarah da única peça que ainda vestia.

- Não esqueci. Você vai ficar com ela mesmo. - conta Sarah.

- O que?

- Você... vai... ficar... com ela. - repete pausadamente a loira para logo em seguida pedir que a namorada fique de quatro no sofá e com a cabeça apoiada no braço no móvel.

- Você não me deixará algemada a transa toda, né?

- Se bem me lembro, alguém me deixou algemada a transa toda uns jogos atrás.

- Ah, quer dizer que está me dando o troco, é Carolline?

- De quatro, doutora! - com um sorriso, Sarah repete o comando, ignorando a questão feita pela namorada.

- Tá, já vou ficar na posição. Oxe!

A morena se coloca de quatro no sofá na como Sarah havia pedido.

- Agora você vai esperar um instante apenas que eu já volto.

A loira acaba tendo uma ideia naquele momento para tornar a segunda parte do jogo delas mais interessante.

- Que? Aonde tu vai, Sarah, no momento desses? - Juliette vira o rosto para encarar confusa a namorada já de pé ao seu lado no sofá.

- Ao quarto pegar um negócio para... Como é que você diz mesmo? - a loira fingi pensar um instante com a mão no queixo. - Ah, lembrei! Para incrementar na brincadeira.

- Carolline o que é tu vai pegar no quarto?

A loira ri da curiosidade da outra.

- Uai! Você já vai saber. Não confia em mim, não?

- Claro que eu confio.

- Então, pronto. Já volto.

- Ai, peste! - sorrindo, exclama a cardiologista do tapa inesperado que a namorada desfere em sua bunda antes de seguir nua rumo ao quarto delas.

Mais de cinco minutos depois Sarah está de volta a sala com as mãos para trás, escondendo o que havia trago do quarto.

- Já estava quase indo atrás de tu, visse. - reclama a cardiologista que àquela altura tinha até se deitado no sofá e assim, saído da posição de quatro.

- É que tive que higienizar o que trouxe.

- E o que foi que tu trouxe aí, Sarah, que precisou ser higienizado? - a morena se senta no sofá estampando um olhar desconfiado.

- Isso!

A loira traz as mãos a frente deixando sua namorada vê que em umas delas está o vibrador de clitóris estilo batom e na outra o tubo de lubrificante.

- Sarah!!

A boca de Juliette se abre em surpresa, para depois de uns segundos surgir um sorriso em sua face.

- Sarah o quê? - riu a loira. - Já está mais do que na hora da gente testar isso, ou não?

- Acho! Até porque já demoramos demais. Ande, venha logo.

A médica loira balança a cabeça e ri da fala da namorada.

- Ai, Juliette! Olha, sem condições pra você. - comenta ainda rindo a loira enquanto vai se juntar a namorada no sofá.

A cardiologista volta a ficar na posição antes pedida por Sarah.

A loira se posta de joelhos no sofá bem atrás da namorada.

- Você chegou a ler o slogan da embalagem do vibrador?

- Não! O que dizia?

- Abriu, girou, Subiu ,Vibrou!

A cardiologista não se conteve e deixou que uma sonora gargalhada escapasse.

- Povo criativo viu?!

- Até demais!

Algumas palavras ainda foram trocadas por Juliette com sua namorada enquanto Sarah fazia uso do lubrificante, mas logo as palavras foram substituídas por gemidos da cardiologista quando sua namorada posicionou o vibrador sobre o clitóris e deixou o aparelho agir.

O material macio do brinquedo, que tem como intuito estimular regiões íntimas sensível ao toque como clitóris, foi proporcionando sensações inimagináveis em Juliette. Ainda mais que Sarah ora deixava o vibrador parado fazendo seu trabalho, ora fazia movimentos circulares com ele.

E com a mão que estava livre, a loira se revezava em massagear os mamilos da cardiologista para lhe proporcionar uma gama ainda maior de sensações enquanto se esfrega em sua pélvis.

- Cristo! - geme a cardiologista apoiando a testa sobre as mãos repousando ao braço do sofá ao sentir a intensidade da vibração aumentar.

- Goza pra mim, linda. - dando um beijo nas costas de Juliette, Sarah pede já sentindo que a namorada estava em seu limite.

Não tardou mais que alguns instantes para a cardiologista está acatando ao pedido da namorada. E mais alguns para Sarah chegar ao seu próprio orgasmo.

A sala caiu em um silêncio de quase meio minuto, para só então Sarah ser a primeira a se pronunciar.

- Mais um jogo encerrado com sucesso. - ela beija as costas de Juliette, que se encontrava deitada com Sarah sobre ela.

- Sim. E agora só resta o seu striptease, amor.

A cardiologista se encontra bastante ansiosa para aquele jogo. Contará desde hoje os dias para tal 'evento' que, provavelmente, ocorrerá na semana seguinte caso não haja imprevistos.

- Eu quero negociar isso, Ju.

- Oxe! Negociar? Como assim? - Juliette vira o rosto um pouco para olhar melhor a namorada atrás de si.

- Vamos fazer só mais um jogo antes do striptease?

Há coisa de alguns dias, a ideia de um jogo a mais vinha tomando conta da cabeça de Sarah.

- Tu tá querendo fugir do striptease, não é Sarah?

Se fosse para apostar, a cardiologista apostaria todas suas fichas em uma resposta positiva.

- Não!... Só preciso de mais um jogo para me preparar, linda. - explica a loira.

Sarah ainda não se sentia preparada para o jogo de striptease. Na verdade, nem sabe dizer se depois de mais um jogo estará, mas a única coisa que sabe e pode afirmar... É que precisa de mais um jogo.

Por mais que Juliette deseje avidamente pelo striptease como sendo o próximo jogo, não acha de todo mau mais um jogo. Desde que fosse SÓ mais um!

- Ok, doutora. Só mais um.

- Vamos chamar de jogo extra?

- Perfeito.

- E eu já tenho o jogo.

- Ah, é espertinha?! E qual é o jogo?

- Conto não. É surpresa, linda.

Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top