Capítulo 23 - Jogo #6: Quiz erótico

N/A: Salve, salve, minha gente. Chegay com joguinho novo 😏

Bora lá aprender?

Simbora.

------------------------------------------------------------------

❤️❤️❤️


O Jogo:

Sua parceira ficará parada na porta do quarto; você nua na cama e se tocando enquanto faz perguntas desafiadoras sobre suas preferências sexuais a outra. A cada acerto, um passo a frente de sua amada rumo ao seu encontro na cama; a cada erro um passo atrás. O jogo termina quando sua parceira finalmente chegar em você.

❤️❤️❤️


Encostada ao batente da porta do quarto, com os braços cruzados na altura dos seios, Sarah observa Juliette pregar fita crepe pelo chão do cômodo para fazer as demarcações do jogo daquela tarde de folga delas.

Só de pensar que por baixo do robe claro sua namorada não usa absolutamente nada, Sarah já soa frio.

Ó, joguinho perverso!

Ver Juliette nua na cama e lhe provocando, vai tirar seu foco para responder sabe lá quê perguntas ela têm em mente lhe fazer. E a loira desconfia que aquela é a intenção mesmo da sua namorada: tirar seu foco, ao invés, de testar seus conhecimentos.

- Você não acha que está deixando esses espaços entre uma marcação e outra muito pequeno? - Sarah se atenta para aquele detalhe.

- Não acho!

Já havia até o momento seis demarcações e Juliette já está fazendo a sétima.

- Pelo visto você quer testar bastante os meus conhecimentos a seu respeito não é?

- Mais é claro que quero! - a cardiologista lança por cima dos ombros um olhar seguido de um sorriso para a namorada. - Quero saber o quanto me conhece intimamente, doutora Andrade!

Juliette vê a namorada rir alto para logo em seguida, lhe retrucar toda confiante:

- Eu conheço tudo a seu respeito, linda!... Vou acertar todas as perguntas de primeira.

- Ah, é o que quero só vê! - rebate a morena se erguendo do chão e dando um passo a frente para fazer a oitava e última marcação.

- E verá!

Sarah está confiante de que será moleza, já que no seu entendimento, conhece Juliette muito bem. Sabe suas preferências e gostos mais íntimos.

- E se você não acertar, vai apanhar. - Juliette ameaça em tom brincalhão já se levantando do chão.

- Ah, é?!... - descruzando os braços, Sarah caminha lentamente até a namorada, seguindo exatamente o caminho traçado pelas demarcações feita por Juliette. - E se por acaso eu gostar de apanhar?

- Carolline!!

Da cama, Juliette pega o travesseiro e atira na direção da namorada, que com um ótimo reflexo apara o objeto no ar antes mesmo dele lhe acertar a face.

- Você não era dada a essas respostas, doutora Andrade.

Sarah faz seu costumeiro biquinho e exibindo um sorriso nada inocente o qual Juliette já se habituou a vê-la ostentar quando estão entre quatro paredes, pára diante da cardiologista.

- A culpa disto é sua. - com o dedo indicador, a loira aponta à namorada e atira na cama o travesseiro.

- Minha?

- Claro! Você com essa ideia de jogos sexuais criou esta Andrade, doutora Freire. Portanto, você é a culpada, sim!

É, talvez, ela tivesse um pouco de culpa. Ou não!

- Ou vai ver que esta Andrade... - Juliette se pronuncia, depositando ambas as mãos sobre os ombros da namorada. - Sempre esteve aí dentro, e eu só a trouxe à tona.

Exibindo uma expressão engraçada, Sarah segura Juliette pela cintura e a traz para juntar seu corpo ao dela.

- É uma boa teoria, mas que não lhe isenta da culpa. Sabe muito bem disso, não é? - indaga ao abraçá-la e deixar as mãos descansarem bem sobre a curvatura que precede suas nádegas.

- Que seja! Aceito a culpa então! - Juliette se rende e passando os braços pelo pescoço da namorada, lhe beija os lábios. Sarah faz menção de aprofundar o beijo, mas a morena se afasta de imediato para a frustração total da cirurgiã.

- Eita! O que foi?

- Temos um jogo pra fazer, doutora. - lembra a cardiologista se afastando da outra.

- Esse jogo é bem malvado viu.

Juliette apenas sorri enquanto se dirige até a janela do quarto para fechar as cortinas. Momentos depois, as mulheres já estão devidamente posicionadas em suas 'marcas'. Sarah na porta do quarto e Juliette deitada na cama já sem o robe.

- Posso apostar que está adorando o fato de que vai me provocar aí da cama.

O sorriso nada discreto que toma conta da face bonita da cardiologista é a mais escancarada confirmação para Sarah.

De fato Juliette está adorando aquilo mesmo. Na verdade, passou a apreciar bastante a tarefa de provocar sua namorada depois que começaram a fazer esses jogos. É divertido tirar a centrada e tímida doutora Andrade dos eixos entre quatro paredes. E de uns tempos para cá, se tornou mais fácil e divertido ainda.

- O que tem no papel? - curiosa, Sarah indaga ao ver Juliette puxar de dentro da gaveta da mesa de cabeceira, que fica do lado que ela dorme, um papel dobrado.

- Aqui estão anotadas as perguntas que farei a você.

A cardiologista fez uma lista com um total de 20 perguntas. Esperava não ser preciso usar todas. Na verdade, ela torcia para usar somente as oito da demarcação do quarto.

- Pronta pra começar o jogo?

- Na verdade não. Estou mesmo com vontade de deixar esse jogo para lá e me juntar a você aí na cama.

Olhar para ela linda e completamente nua na cama delas, está fazendo aflorar na loira o desejo de fazer amor com a namorada.

- Bem... - com uma das mãos Juliette joga para trás uns fios de cabelos que cobrem um lado de seu ombro. - Você pode se juntar a mim aqui... - bate no colchão e sorri. -... desde que acerte de primeira as oitos perguntas que farei, doutora.

- Ok! Então vamos lá. Comece a fazer logo essas perguntas!

Se é para começar, que comece de uma vez. Sarah tem pressa em se juntar a namorada na cama delas para completar aquele jogo com a melhor parte de todas: fazendo amor com Juliette!

- Como é a primeira pergunta então será bem fácil. - Juliette tem certeza que Sarah vai acertar. Até porque o que perguntará é algo que a loira tem por dever saber. - Onde foi a nossa primeira vez?

Sarah deixa um sorriso escapar, porque sabe com perfeição a resposta.

- Foi no seu apartamento depois que eu te pedir uma chance e você me dizer "sim".

Sua mente vai até as boas memórias daquele dia. Havia sido a primeira de muitas tardes maravilhosas e especiais, bem como as noites em que ela já vivenciou até aqui com Juliette.

- Muito bem. Pode andar uma casa, baby.

Assim ela o faz sem demora e estampando um sorriso de orelha a orelha.

Antes de fazer a próxima pergunta, Juliette anuncia que a partir dali não será mais essa facilidade toda. E ainda revela que Sarah não poderá tirar os olhos mais dela enquanto responde, porque agora a cardiologista vai iniciar a provocação.

- Esse jogo deveria ser chamado de Quiz tortura erótica.

A cardiologista cai na risada, sendo imitada pela loira.

- Não seja exagerada, doutora. - comenta após parar de rir. - Posso fazer a próxima pergunta?

Sarah consente com um balançar leve de cabeça.

- Qual é a minha posição sexual predileta?

- Uai! Logo de cara essa pergunta?

- Claro!... Vamos lá, doutora Andrade. Responda.

- Calma!... Preciso me concentrar.

- Concentrar, Sarah?!

- Sim!

Só que a loira logo descobre que se concentrar para lembrar da resposta é a tarefa mais complicada de se fazer, já que seus olhos acompanham cada movimento que Juliette faz com as mãos pelo corpo. A cardiologista desliza de maneira insinuante pelos seios, desce até a barriga e pela parte interna das coxas, para depois fazer o caminho inverso. E acompanhar vidrada todo a esse tour faz o pensamento da cirurgiã travar. Tudo o que ela se vê desejando é substituir as mãos da namorada pelas suas, ou melhor, por sua boca.

- Você precisa responder, amor.

Juliette tem um sorriso satisfeito por ver a cara abobalhada de Sarah que é impagável. Seus olhos parecem devorar a cardiologista e a morena está adorando aquele poder que possuí sobre as reações de sua namorada.

- Se eu ao menos conseguisse lembrar qual é a resposta seria bom. Mas você não está me deixando fazer is... Ô, céus! - um gemido acompanha logo após essa sua exclamação quando Sarah vê a namorada levar o dedo indicador da mão direita a boca e sugá-lo de maneira erótica e sensual. - Isso não se faz, Juliette!

- A resposta, Sarah! - a cardiologista cobra outra vez.

A loira respira fundo e solta a primeira coisa que lhe vem a cabeça.

- De lado!

Para sua sorte, é a resposta certa.

- Mais um passo a frente, bebê!

Juliette pode ver Sarah soltar um suspiro de alívio pelo acerto na resposta. Aquela altura do jogo, a loira já até transpira. Tanto que resolve tirar a blusa de manga curta, ficando só de sutiã e shorts.

- Calor, doutora?!

- Não faz ideia do quanto. - se abana com as mãos a loira após prender os cabelos em um coque.

Juliette ri, apreciando a visão da namorada sem a blusa.

A próxima pergunta foi sobre "Quais são as partes favoritas da cardiologista no corpo de Sarah", a loira acerta a resposta, até porque, se ela erra esta seria imperdoável, já que sua namorada por diversas vezes já deixou explícita que tem em sua nuca e nádegas as suas predileções.

Em seguida Sarah também acerta a pergunta sobre a cor predileta de lingerie de Juliette.

A cada acerto, a loira vai sentindo uma excitação maior com a proximidade que está da cama e do fim do jogo. Não é que ela esteja desaprovando a brincadeira, pelo contrário, está adorando. O 'problema' é ser espectadora da namorada se tocando, quando na verdade ela quer estar lá junto com Juliette, ou melhor, sendo a que toca cada pedacinho de seu corpo não somente com as mãos, mas também com a boca.

- Onde é o meu lugar favorito para fazer sexo?

- E você tem um, é?

A forma engraçada com a qual Sarah a encara após a pergunta rende uma risada alta em Juliette.

- Claro! - a cardiologista admite ainda rindo.

- Pois nunca me disse isso. - rebate com as mãos na cintura.

- Sarah se você puxar pela memória em quais lugares nós mais transamos desde que estamos morando juntas, vai ver que nem é preciso que eu tenha lhe dito isso.

A loira busca em suas lembranças quais foram os lugares que elas mais transaram ao longo desse tempo em que já vivem juntas, mas pensar enquanto assiste sua namorada 'brincando' com os dedos em sua própria intimidade, está sendo impossível para Sarah.

- Ei, pode abrir os olhos, amor. - Juliette chama a atenção de Sarah quando vê a namorada fechá-los.

- Fica humanamente difícil pra eu pensar vendo você se tocar.

- Esta é a graça, doutora Andrade. Olhos abertos!

- Ah, caceta!

De olhos abertos e encarando Juliette, Sarah procura se concentrar, mesmo a tarefa sendo quase uma missão impossível, já que a visão que ela tem de Juliette lá na cama lhe desconcentra totalmente. Mas Sarah se força a buscar concentração.

Há três lugares específicos em que elas fazem sexo no apartamento com frequência: sofá da sala, a cama e no chuveiro!

Misericórdia!, Pensa a loira ao ver Juliette penetrar dois dedos dentro de si enquanto sua outra mão acaricia o seio direito. Foco na resposta, Sarah!

Tentando voltar ao foco de seu raciocínio, a loira pondera que só poderia ser um daqueles três lugares que ela lembrou. E levando em conta, a frequência com a qual a cama muita das vezes é palco das sessões de sexo delas, a cirurgiã aposta naquele lugar.

- A cama!

Juliette quis bater em sua namorada ao ouvir sua resposta. Não, acredito que ela errou isso! Apesar de adorar fazer na cama aquele não é seu lugar preferido.

- Resposta errada, Sarah.

- Ah, não acredito, Juliette!

A loira leva as mãos a cabeça em desespero.

- Eu é que não acredito que errou essa. - reclama. - Vai ter que voltar uma casa. - a cardiologista avisa nada contente.

Sarah faz o que a namorada diz contrariada e insatisfeita enquanto cobra de Juliette a resposta certa.

- No chuveiro, Carolline. Eu já te confessei por sei lá quantas vezes que aquele lugar virou o meu lugar preferido.

Apesar de o local não ter lá o seu devido conforto, ser pequeno, demandar certo malabarismo e não ser 'palco' tão frequente das sessões de sexo delas quanto já foi a cama e o sofá. Ainda assim, Juliette tem sua predileção pelo sexo no chuveiro.

Sentir a água quente escorrendo entre seus corpos enquanto transam é uma sensação incrível. O calor da água ajuda a aliviar a tensão do corpo, acalmar a rigidez e relaxar músculos e articulações.

Só depois que ela menciona, que Sarah consegue se recordar.

- Merda! - xinga, deslizando os dedos de uma mão pela testa. - Mas também como eu vou lembrar se você fica aí me provocando. Fico desconcentrada assim, caceta.

Juliette não se contém e cai na risada.

- Você está adorando isso, né?

- Se eu disse que "não", estarei mentindo. - ri. - Mas que fiquei de observação que eu detestei que errou a resposta.

- Ah, mas não detestou mais que eu. E só pra avisar... A gente vai fazer uma versão minha desse jogo. Aí, você vai ver só o que é bom, doutora Juliette Freire.

- Uau, vou adorar isso!

A cardiologista pode quase apostar que sentirá a mesma dificuldade de Sarah em se concentrar, mas valeria a pena ser sabatinada por Sarah enquanto seus olhos são agraciados pela visão da namorada nua na cama delas lhe provocando ao ficar se tocando.

- Próxima pergunta, sua doida. - a loira balança a cabeça e sorri da resposta da namorada.

- De todas as coisas que você faz comigo sexualmente, o que me excita mais?

- Essa aí, você me pegou. - Sarah puxa de leve a orelha em uma mania que quase sempre significa, que não sabe o que dizer.

E realmente ela não sabe!

Juliette sempre lhe diz que adora e se excita com a maioria das coisas que faz nela. Mas pelo visto há uma em especial e que Sarah não consegue se recordar no momento. E com Juliette usando suas provocações lá da cama, pior ainda que ela não consegue se concentrar para lembrar.

- Vamos, amor. - cobra a cardiologista após certo tempo de Sarah em silêncio. - Vou começar a estipular um tempo pra responder. Você tem demorado nas respostas.

- Espera... lembrei! - só torcia para estar certa. Tinha que estar! - Uma vez você disse que roçar a ponta da língua nos seus mamilos e depois soprar neles é uma das coisa que mais gosta que eu faça.

Juliette aperta os lábios para conter o sorriso por Sarah ter acertado a resposta.

- Olha, ela lembrou.

Por um momento, Juliette achou que Sarah fosse errar a resposta, mas ainda bem que ela acertou.

- Ainda bem!

- Pode dar um passo a frente, doutora.

- Me restam quatro perguntas de novo para chegar aí em você.

- Só espero que não erre mais.

- A intenção é essa se você não fizer pergunta difícil.

- Depende do que você acha difícil. As perguntas não estão difíceis assim, amor.

Realmente, elas não estão. O que causa a dificuldade é a provocação. Aquilo está tirando a percepção e o foco de Sarah para pensar com atenção na resposta.

- Posso fazer a próxima?

- Deve!

- Em que momento do dia eu prefiro transar?

Um leve arquear de sobrancelha e o tão costumeiro biquinho, foram o bastante para arrancar de Juliette uma gargalhada.

- Isso aí é pegadinha sua, né?

Ainda rindo, a morena nega ao balançar o dedo indicador.

- É, sim, pra eu errar. Não se faz uma coisa dessas. Você não tem pena da sua pobre namorada?

- Desde quando você virou dramática assim, Sarah?

Juliette mal consegue parar de rir.

- Desde que você passou a ser má comigo. Pode fazer outra pergunta, bora, Juliette.

- Oxente! Que outra pergunta? Tá doida?! Você que não cuide de responder e acertar, ou do contrário, vai voltar uma casa no jogo.

- Céus! - a loira passa as mãos pelo rosto. - Você quer me enlouquecer.

- Responde logo, amor. Assim como você, eu quero que acerte e venha se juntar a mim.

- Pois não parece. - cruza os braços.

- Vamos, doutora Andrade. Sem birra. Não é tão difícil assim a pergunta.

Sarah suspira. Como não há outra opção senão responder e torcer para ser de maneira correta, ou então terá que voltar um passo, algo que não quer ver acontecendo. A loira se dá por vencida em tentar responder, pois já está na ânsia de liquidar aquele jogo e pular para a parte mais divertida.

- Tic... Tac... Baby!

Sarah se recorda em como Juliette e ela não tem um momento específico do dia para fazer sexo. Algumas vezes fazem pela manhã quando não chegam tão cansadas do trabalho. Outras vezes a tarde, quando acordam. E nas folgas fazem a noite. Portanto, não há um momento exato do dia. Por isso a dúvida de Sarah.

- A noite, vai! - arrisca sem qualquer certeza.

- Que droga, Sarah! De tarde, depois que a gente acorda.

A cardiologista não acredita que a namorada tenha errado essa também.

- Ah, merda! Também como é que eu ia saber essa se a gente não tem um horário específico pra isso?... Tem dias que a gente faz de manhã, tem outros que fazemos a tarde ou a noite, Juliette.

- Nem vou discutir com você isso. Volta um passo.

Nada contente, Sarah recua um passo.

- Mais atenção, doutora Andrade.

- Com você nua aí, fica difícil. E, ainda por cima, você faz uma pergunta que eu não sei a resposta, pior ainda.

- Oxe! Mas reclama, meu pai do céu!

- A próxima pergunta, vai, por favor! - cobra Sarah com as mãos na cintura.

A questão seguinte que diz respeito a preferência de Juliette sobre "Ficar por cima ou por baixo", Sarah acerta: por baixo. Em seguida, ela também acerta quanto a transa mais especial para Juliette até hoje, no caso é a primeira delas. Esta, por sinal, também é a mais especial para Sarah. A sexta pergunta e a sétima, a loira também acerta sem dificuldade.

- Se acertar esta próxima pergunta é fim de jogo.

- Sem pergunta difícil, linda.

Como aquela altura juliette também já quer o fim do jogo, então escolhe uma pergunta que no seu entender é BEM fácil.

- Qual a fantasia que eu já te contei que quero que façamos?

- Fantasia?

- Sim! Essa é moleza, Sarah, pelo amor de Deus. Tem pouco tempo que eu te contei. Inclusive, foi durante um jogo dessa nossa segunda rodada de brincadeiras.

A cardiologista dá a dica para facilitar mais ainda o lado da namorada.

- Contou em um jogo... - Sarah sussurra mais para si mesma do que propriamente para Juliette. Mentalmente, vai buscando em qual jogo a namorada pode ter contado aquilo.

No jogo de dados não deve ter sido. O dos sabores menos ainda, assim como o dos brinquedos e do quente e frio. Então ela se recorda do jogo "a carta mandou" e sorri, porque foi nesse que ela contou sobre sua fantasia.

- Uma rapidinha dentro do carro no caminho para o trabalho.

Nem bem Juliette confirma o acerto de Sarah e a loira já se atira sobre ela na cama.

- Eu vou acertar tudo de uma vez, não é? - fingindo uma seriedade que está longe de ter, Juliette bate de leve com a mão fechada no ombro de Sarah.

- Se não fosse você me provocando e algumas pegadinhas em forma de pergunta, eu teria mesmo acertado tudo de uma vez. - ela rebate antes de roubar um beijo de Juliette.

- Deixa de reclamar que não teve nenhuma pegadinha. - retruca a morena após o beijo.

- Teve sim. Aquela lá de: Em que momento do dia você prefere transar, foi pegadinha sua, Juliette.

- Não foi!

- Foi sim!

- Oxente! Por que em vez de perder tempo nessa discussão besta a gente não transa logo?

O questionamento da cardiologista fez Sarah baixar a cabeça, escondendo o rosto no vale entre os seios da namorada e começa a rir.

- Tá rindo de quê, peste? - a cardiologista dá um tapa leve no ombro na namorada.

- De quê? - questiona a loira erguendo o rosto e encarando a namorada ainda rindo. - Você ouviu o que disse?

- Ouvi muito bem. Oxe! A gente vai continuar nessa lerdeza de ficar de papinho é? Quero ação, mulher. Ande!

Mais uma vez Sarah ri.

- Ai, Juliette!... Bem direta você hein?!

- Sempre! E você sabe muito bem disso... Agora será que dá pra agir mais e falar menos, bebê?

A resposta de Sarah foi unir seus lábios aos da cardiologista em um beijo urgente, que me questão de segundos ascende o desejo de uma pela outra. A loira tem em mente a intenção de tocar cada parte do corpo da cardiologista que durante o jogo ela se tocou para provoca-la. E pretendia usar não só as mãos para isso, como também a boca. Aquela será sua pequena vingança por Juliette tê-la provocado momentos atrás a cada vez que lhe lançava uma pergunta.

Deste modo, os seios perfeitos foram provados. A barriga lisa foi beijada, assim como a tatuagem na altura das costelas e a região do baixo ventre. As coxas grossas foram lambidas em suas partes internas, bem como a virilha. E por fim sua intimidade, recebe os toques molhados da língua da loira, atiçando-a mais ainda.

- Sarah...

- Hum...

- Céus!... Por que ainda está vestida? Tira isso... - pede se referindo ao sutiã o qual sente sob seus dedos ao apertar o ombro da loira. - Tira tudo que ainda está usando.

A loira se ergue e em segundos já havia se livrado da peça de cima de sua lingerie e do shorts junto com a calcinha.

- Pronto, doutora! - a loira se põe de joelhos entre as pernas da namorada, que sorri.

- Bem melhor! - diz a cardiologista deslizando a ponta dos dedos de um dos pés pela barriga da loira.

Sarah agarra o pé de Juliette, beija o dorso dele para então deposita-lo sobre o colchão, deixando a perna da morena flexionada. Em seguida, a loira trança as pernas nas da outra ao colocar uma de suas por baixo da flexionada de Juliette e a outra por cima da perna estendida no colchão; deixando a vulva de ambas coladas.

- Ah, vamos dessa posição é?

- Vamos! - pisca Sarah antes de começar a mover-se devagar sobre a namorada de modo a massagear sua vulva contra a da outra, estimulando o clitóris de ambas.

Alternando entre mover de cima para baixo, de um lado para o outro, circular ou rebolando, seus movimentos vão arrancando gemidos altos de ambas em uma sinfonia perfeita.

- Isso, assim, amor. - diz Juliette antes de deslizar a língua pelos lábios para umedece-los. Uma de suas mãos busca pela de Sarah e entrelaça seus dedos aos dela enquanto seguem na dança erótica dos movimentos ritmados e sincronizados que fazem. Tão sincronizados quanto as batidas de seus corações, que no momento pulsam na mesma frequência, como uma música na batida perfeita.

- Tá gostoso demais, né?

- Si-sim...

Naquela posição levou mais alguns instantes para ambas chegarem ao orgasmos quase que juntas.

Sarah então desaba extasiada sobre o peito soado da namorada.

- E mais um jogo concluído. - Juliette murmura, deslizando as mãos pelas cabelos de Sarah após as mulheres passarem quase meio minuto inertes e em silêncio. - Agora só nos restam mais dois, sendo um deles seu striptease, doutora Andrade.

- Ah, não!... Nem me lembre disso!

Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top