Strangers pt 1 - Tabitha Galavan

Primeiro Imagine com a Tabitha, o próximo acho que vai ser um estilo do Bruce Wayne com o Jerome.
Espero que gostem.

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S/n p.o.v
– Por que logo ela? – Eu dizia com lágrimas nos olhos. – Bárbara Kean? Sério, Tabitha? Bárbara Kean?
– S/n. – Tabitha se levantou tentando se aproximar, mas eu recuei.
– Não dirija uma palavra a mim! – Eu saí do quarto, em direção a sala, onde Theo e os maníacos estavam.
– S/n. – Cumprimentou Theo com um sorriso falso, me fazendo revirar os olhos.
– Bárbara Kean! – A loira se virou para mim com um sorriso cínico no rosto. Eu dei um soco em seu rosto, fazendo um pouco de sangue cair do canto de sua boca.
– Wow! – Riu Jerome, achando tudo isso divertido. Claro que ele acha, ele é Jerome Valeska.
– Galavan. Eu estou indo embora! Passar bem.
Antes mesmo de alguém responder eu saí em direção ao elevador. Tabitha me seguiu, tentando falar comigo, mas eu ignorei.
Como eu pude?! Como eu pude me apaixonar?! Céus eu era a Serial Killer
mais procurada do país. Mas infelizmente aquela tigresa me enfeitiçou. Naquela mesma noite eu saí de Gotham. E agora, depois de quase dois anos, eu voltava para Gotham City.
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Tempos atuais

Eu entrei na boate e atrai diversos olhares para mim, também, a matadora estava de volta, depois de sumir misteriosamente por dois anos. Muita coisa havia mudado, meu cabelo agora estava mais curto e platinado, eu havia feito uma tatuagem no ombro, a frase "  Don't love again" e também havia ganhado mais corpo, eu vestia um vestido prata que marcava todo meu corpo, logo reconheci Tabitha, e a dei um sorriso cínico. Eu sabia que estava a incomodando, não tanto quando estava incomodando Bárbara, o ódio dela podia ser sentido do outro lado do salão. Sentei no bar, e pedi uma bebida fraca, eu estava a dois anos sem beber, então decidi ir com calma.
– Então os boatos são verdadeiros? – Percebi a mulher se sentar do meu lado. – A matadora está de volta?
– Tabitha Galavan. – Eu me virei encarando as seus olhos.
– S/n S/S.
– Lana. – Eu corrigi. – S/n não existe, meu nome é Lana agora.
– Lana? – Ela soltou um risada nasal extremamente debochada. – Então, eu queria saber se ainda existe ressentimento sobre o que aconteceu?
– Ressentimento? – Eu ri nervosa. – Por que? Por você ter me traído com aquela loira psicopata? Não, não há.
Na verdade eu até já esqueci de você.
– Esqueceu? – Ela mordeu os lábios, decepcionada.
– Sim. – Meu celular começou a vibrar. O nome de Oswald Cobblepot apareceu no visor, espere, ele não estava preso? – Com licença, eu tenho que atender.
Sai de perto dela, em direção a algum lugar mais quieto.
– Pinguim?
– Matadora, como vai velha amiga? – Não era a voz de Oswald, era o ruivo, aquele maldito ruivo.
– Jerome, achei que estivesse morto.
– Bem, digamos que nem o Diabo me aguentou. Então, está livre sábado?

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