WAGNER MOURA (part. 2)
🦜ྀི ┋TEMA : hot/fofo/problemas de casal
🦜ྀི ┋AVISOS : cenas explícitas
🦜ྀི ┋SINOPSE : onde Wagner e S/n estão tendo problemas em sua vida sexual e resolvem mudar os ares.
Boa leitura, pivetes 💚
PORNOHUB
! ʾ s/n pov's ⩇ ˙ ៹
Os óculos de sol protegiam meus olhos dos fracos raios solares do São Paulo. A viajem de volta é sempre mais rápida mas ainda sim me sinto moída de cansaço. Combinei com Wagner de encontrá-lo apenas no Rio, isso seria possível se ele não fosse ficar mais cinco dias aqui em SP. Como eu estou morrendo de saudades e ficar em casa sozinha é horrível, resolvi fazer uma surpresa.
Falei com a sua agente, sei onde ele está hospedado então vou seguir direto para lá. A vontade de passar uma noite inteira em seus braços me consumindo por inteira e me deixando ansiosa.
Assim que fiz o checkout, segui direto para o táxi estacionado fora do aeroporto. Troquei os óculos de sol pelos de grau assim que o motorista deu partida. Mandei mensagem para minha mãe, avisando que havia chegado bem; uma para Wagner avisando que tinha chegado no Rio e que ligaria para ele assim que chegasse em casa. Abri meu Instagram apenas para dar uma olhada, coisa que eu evito fazer com frequência. Internet não é exatamente o lugar mais saudável para se estar ultimamente, ainda mais para uma figura tão pública como eu.
Meu sonho nunca foi ser famosa - de jeito nenhum. Eu queria apenas estudar literatura e acabei caindo em um mundo que parecia certo para mim. Quando as primeiras fotos de Pedro e eu saíram na mídia, eu fiquei apavorada. Algumas pessoas me xingavam e outras criaram páginas em devoção ao nosso relacionamento, para algumas pessoas eu era o motivo do término dele com uma modelo famosa e isso me entristecia, pois não era verdade. Depois que terminamos, eu passei um período em exílio fazendo minha especialização em redação e escrita em Harvard.
Eu estava trabalhando em uma revista quando Marjorie me ligou avisando que tinha uma proposta irrecusável para mim. Ela queria que eu fosse roterista, roterista da Globo. Recordo-me que no primeiro momento eu fiquei eufórica só de trabalhar em uma empresa tão grande como os Estúdios Globo. Antes que eu pudesse aceitar ou recusar, soube que eles já me queria. Marjorie mostrou todos os meus textos para um dos contatos dela lá dentro, além de deixar evidente toda a minha paixão pelo mundo das novelas e séries.
Meu primeiro trabalho foi escrever um episódio adicional de uma série do Globo Play sobre tráfico no Brasil e Milícia, onde eu trazia o Capitão Nascimento como uma participação. Lembro que eu passei uma noite em claro para chegar ao resultado perfeito e quando ele foi aprovado eu mal consegui acreditar.
Eu participei da direção das primeiras cenas do episódio guiando como tudo seria, exatamente como estava na minha cabeça, e tentando passar isso para os atores. Foi a primeira vez que vi Wagner. Usando o traje de Capitão Nascimento mais lindo que tudo no mundo. Ele tinha uma presença arrebatadora, todos sentiam algum tipo de arrepio quando ele entrava no set e eu era uma delas. Costumava ficar sem fôlego, quente e meio nervosa.
Ele me convidou para um jantar e nós não esperamos para um segundo encontro. Ver ele cozinhado com um suéter que ia até o meios de seus braços grossos não ajudou a apagar o fogo em meu ventre. Ainda consigo sentir a forma que seus braços me prenderam enquanto ele me chupava em cima da ilha da cozinha que hoje é nossa. Foi a nossa primeira vez e ele me deixou completamente viciada nele.
A sua cara de bom moço sempre escondeu o quão safado ele pode ser dentro de quatro paredes. Uma mistura de romantismo com dominação inexplicável, mas ainda sim ele fazia parecer que o sexo era apenas para reprodução. A posição "mamãe e papai" é a favorita dele e é, digamos, no mínimo, chata demais. Ele quase nunca me deixa ficar por cima, foram raras as exceções que ele me deixou chupá-lo e apesar de ter uma língua incrível, ele nunca colocava para jogo se eu não implorasse.
É bom finalmente poder entramos em um consenso sobre testar coisas novas em nosso relacionamento. Vai ser bom mostrar a ele cada um dos meus fetiches estranhos e quero que ele faça o mesmo pois eu já percebi algumas de suas torções, por mais que ele tente esconder, eu percebo quando ele trás sua mão e apertar em meu pescoço, ou quando ele espalha marcas por todo meu corpo e chupa meus seios mais do que seria considerado normal.
Vai ser bom finalmente colocar as cartas na mesa e poder apresentar a ele minha ideia absurda.
Antes do táxi parar em frente ao hotel onde Wagner está, consigo ver alguns posts absurdos no twitter sobre o novo visual dele. Como sempre comentários positivos e negativos, mas a predominância dos negativos me assusta e eu torço para que ele esteja longe das redes nesse momento.
Não sei o que essas pessoas veem de errado nele. Meu namorado consegue ser atraente até mesmo vestindo um saco de batatas, qual a porra do problema?
Olhos algumas de suas fotos recentes e isso só me lembra o quanto sinto sua falta. Sua barba está por favor e eu amo isso, de verdade. Deixar que seu cabelo crescesse foi um pedido meu, que ele acatou com vontade. Ele sabe sobre minhas torções com o Capitão Nascimento e amou quando eu disse isso a ele.
Balancei a cabeça depois de refutar uma possível adolescente no twitter com uma das minhas contas fake e paguei o motorista. Segurei minha mochila e puxei minha mala em direção ao saguão do hotel, onde a agente dele me esperava com uma cara não muito boa, mas que parece se aliviar quando finalmente me vê.
- Graças aos céus você finalmente chegou. - ela respira fundo. - Vou pedir para alguém levar suas coisas, mas suba agora.
- Oh, aconteceu alguma coisa? - pergunto colocando o celular dentro do bolso da calça jeans.
- Não, apenas seu homem sendo mal humorado. Ele está assim desde a sua ligação há alguns dias atrás. Santo Deus, o que disse a ele? - oh pai, você nem imagina. - Ele está despejando ordens como um mimado e ninguém consegue mais suportá-lo. Vá lá em cima e o coloque nos eixos novamente, caso contrário teremos que assinar alguns pedidos de demissão.
- Jesus, eu estou subindo agora. - digo correndo em direção ao elevador sorrindo.
Meu grande homem incontrolável e mal humorado.
As portas de metal se fecham e meu celular vibra no bolso de trás, o pego e mordo lábio vendo o seu papel de parede; nós dois na banheira, ele atrás de mim e seu braço tapando meus seios enquanto sua língua se arrasta pelo meu pescoço, logo acima da tatuagem com as suas iniciais que eu tinha acabado de fazer. Atendo e a primeira coisa que ouço é o seu suspiro.
- Hi, sunshine. - falo adorável mordendo a unha do polegar. Preciso parecer natural, eu não sou a atriz aqui.
- Sinto sua falta, babyyy... - sua voz saí arrastada e me faz rir. - Não ria, S/n.
- Você é fofo, Vida. - digo e escuto mais alguns de seus resmungos. - Também sinto sua falta, bebê. Muito e muito. Apenas imagine que eu estou com você e logo eu estarei, eu prometo.
- Eu sei. Amo você.
- Te amo ainda mais. Fique bem.
Desligo a chamada e imediatamente as portas de abrem no meio da sala da sua cobertura. Reviro os olhos com o tamanho da suíte e lembro de uma de nossas discussões onde ele dizia que era um homem grande e que precisava de espaço, enquanto eu simplesmente ficava feliz com algo pequeno e delicado. Desde então, nós nunca mais escolhemos hotéis juntos e a função é completamente dele agora.
A sala está organizada e eu sorrio quando vejo suas coisas organizadas em cima da pequena mesa de centro. O vejo de costas na cozinha e mordo o lábio sem tempo para pensar em algo para surpreendê-lo.
- Eu até tentaria colocar as mãos sobre seus olhos, mas você é tão alto. - digo me escorando na parede. Wagner gira seus calcanhares e seus olhos se arregalam quando ele me vê. - Surprise! - balanço as mãos e corro em sua direção. Enlaço minhas pernas em sua cintura quando o mesmo me gira no ar e me beija.
- Senti tanto sua falta, amor. - falou encostando sua testa na minha de olhos fechados.
- Não tanto quanto eu, acredite. Nenhum edredom consegue ser tão quente quanto seus belo corpo, foram noites terríveis em Londres.
- Foram noites horríveis em Los Angeles também. O clima quente me lembrava você e ficar vendo seus vídeos de sede no tiktok não ajudaram em nada.
- Sinto muito. - sorrio fingindo inocência e ele revira os olhos antes de voltar a me beijar.
Suas mãos alcançam minha bunda novamente, ele nos leva até o sofá e deita-se sobre mim. Por mais que eu queria, por mais que eu sinta a necessidade de tê-lo em mim, eu preciso que ele pare.
- Wagner. - seguro seus ombros e tento me afastar, mas seus lábios chegam ao meu pescoço. - Bebê... podemos só abraçar hoje?
Wagner se afasta um pouco e me olha com a sobrancelha arqueada.
- Sinto sua falta, mas estou cansada e só quero abraçar.
Meu namorado sorri e acaricia minha bochecha.
- Tudo bem, menina bonita. Que tal um banho? Posso fazer espuma do jeito que você gosta. - confirmo com a cabeça e ele me pega no colo, me levando para, o que suponho eu, o banheiro.
[...]
Deslizo minha mão na água e brinco com a espuma rosa e brilhante. Sinto as mãos de Wagner em minhas costas e me inclino ainda mais em seu peito, fechando os olhos. Não sabia que precisava tanto de um banho de banheira com ele, até finalmente o ter. Suas mãos deslizam para a minha cintura e ele me aperta contra si, seu queixo pousando em minha cabeça.
Coloco minha mão sobre seu braço e brinco com os pelos locais cantarolando algo que deveria se parecer com a melodia de Doin' Time da Lana del Rey, permaneço concentrada até ouvir a voz de Cevans.
- Consigo ouvir as engrenagens se moverem em sua bela cabecinha, o que quer me contar? - perguntou.
- O que acha de continuarmos gravando?
Sou direta.
- Gravando? - ele questiona me fazendo revirar os olhos.
- Os vídeos de sexo. Mas gravar e publicar.
Viro-me para encará-lo. Sei que parece uma ideia maluca, mas eu quero saber. Sem mostrar nosso rostos, apenas atos. Algo que nos deixe no controle e que façam as pessoas saberem o que fazemos, mas sem dar a elas o nossos rosto. Como pessoas normais ou algo do tipo.
- Você não pode estar falando sério, querida. - ele ri, meio descrente. Permaneço séria. - Mas você não brinca, então é realmente sério.
- Sim. Ninguém nunca vai descobrir que somos nós. Não mostraremos nossos rostos e cobriremos nossas tatuagens. Vamos dar ao mundo o que ele quer, mas ele nunca vai saber.
- Baby, você é um gênio. - ele sorri largamente antes de beijar minha testa.
- Então você toma? De verdade?
- Sim. Tudo o que você quiser, mas com muito cuidado.
- Eu sei, pensarei em detalhes futuros depois. Agora só a sua aceitação já é o suficiente pra mim.
Depois de passarmos da banheira para o chuveiro, terminamos nosso banho e voltamos para o quarto. Peguei um suéter de Wagner em sua mala e me vesti, pegando o secador para secar meus cachos antes de me jogar na cama em baixo do edredom com meu namorado lindo.
Na frente do espelho, sigo disparando o ar quente em meus fios. Ele aparece atrás de mim, consigo ver seu reflexo, apenas de boxer preta enxugando seu cabelo com uma toalha, suas outras mãos descansa em meu quadril. Me inclino para pegar a escova na parte de baixo da pia e isso faz minha bunda bruscamente friccionar em seu membro, seus dedos cravam meu quadril com mais força.
- S/n, não inicie algo que você não vai terminar. - diz seriamente e eu me defendo:
- Não foi de propósito, eu juro.
Termino de arrumar meu cabelo e após secar as pontas e boa parte da raiz, perco a paciência e decido que o resto secará naturalmente. Passo apenas um pouco de olho e creme para pentear e amasso, mas sem me esforçar para definir. Desligo o secador e seguro a mão de Wagner, trazendo-o para cama junto comigo.
Assim que o mesmo se acomoda, deito sobre ele, que puxa o grande edredom preto sobre nossos corpos unidos. Gemo com a sensação da pele quente de seu peito sob minha bochecha.
- Eu imaginei isso durante toda a viagem de volta, mas nada se compara a sensação do real. - murmuro, de olhos fechados. Sinto seu peito farfalhar e sua breve risada antes de seus braços me apertarem contra ele ainda mais.
Passamos alguns minutos se puro silêncio antes de eu me afastar brevemente, apenas para encará-lo.
- Temos algumas coisas a ser ditas. - digo a ele, sorrindo vagamente.
- Temos, é? - rir arqueando a sobrancelha. Wagner apoia o cotovelo na cama e assim apoia sua cabeça, me observando atentamente. Replico a sua ação e ficamos nos encaramos por alguns instantes antes de rimos e a seriedade evaporar no ar.
- Christopher, estou tentando manter algo serio aqui.
- Certo, baby. Prossiga.
Reviro os olhos antes de começar a brincar com o tecido do lençol entre nós, começando a me envergonhar.
- Antes que começássemos a gravar nossas fitas, acho importante que nós jogássemos as cartas na mesa. - Engulo em seco, todavia continuo: - Quero que sejamos mais abertos um com o outro, sabendo sempre o que o outro quer, precisa e aprecia. Conheço cada detalhe do seu belo corpo e quero conhecer ainda mais, porém precisamos ser sinceros quanto aos nossos desejos.
- Você está falando como uma menina grande agora, querida. - minhas bochechas coram.
- Essa é uma das coisas que eu gosto. - digo. - Gosto quando me elogia, quando diz que estou fazendo as coisas certas e tudo mais.
Wagner me olha atentamente, em silêncio e com certa admiração até. Seus olhos castanhos brilham e meu estômago se revira.
- Gosto quando toma o controle da situação, mas também quando me deixa agradá-lo. Gosto quando é gentil, mas amo quando é bruto e selvagem de um modo que só você consegue e depois ainda cuida de mim. As vezes, você percebe que está muito abrupto e me beija para deixar tudo equilibrado. Amo quando chupa meus seios e gostaria que fizesse isso por mais tempo também. - sua mão alcança a minha. Gosto das marcar que deixa em mim, das suas mãos grande e quando geme alto, só assim eu sei que estamos sentindo o mesmo sentimento de êxtase. Há também alguns gestos que você faz casualmente que deixam meu corpo pegando fogo, como passar as mãos no cabelo, morder o candelário em seu peito ou apenas flexionar o bíceps em qualquer atividade aleatória.
Na verdade, eu amava todas essas coisas e um pouco mais. Ele me tinha completamente para si, independente de tudo.
- Isso é tudo. Eu acho.
Wagner sorri de lado, consigo ouvir seu ego se expandido. Maldito seja.
Ele rola e fica por cima de mim. Sua destra segura meu rosto, seu polegar acariciando minha bochecha.
- Oh, menina. Eu amo cada detalhezinho seu, de verdade, mas eu enlouqueço quando faz seus olhos inocentes e seu bico de bebê. Amo quando usa saias e facilidade minha passagem para a sua buceta. - seu dedo passa a acariciar meu lábio inferior. Ele não me olha nos olhos, focado no movimento que seu dedo faz sobre minha boca. - Seu corpo me deixa maluco, seus seios são minhas verdadeiras paixões e eu sinto a necessidade de tê-los em minha boca mesmo quando não estamos fodendo. Amo seus gemidos altos e suspiros exasperados, a sua cara quando eu seguro seu pescoço assim... - ele reproduz, apertando dois pontos que deixam minha respiração vaga e uma sensação de relaxamento se espalha por todo meu corpo. - Amo colocar meu rosto entre suas coxas e chupar você até que suas pernas tremam. Adoro deixar marcar visíveis para todos saberem a quem você pertence.
Minha respiração está desregular quando Wagner brinca com a minha necessidade e raspa seus lábios nos meus, levanto para ter mais contato mas ele nega sorrindo.
- Somos duas bombas, princesa. Mas não vamos explodir agora. - sussurra em meu ouvido, passando a língua pela concha do minha orelha. O ato me arranca um suspiro profundo e eu sinto minha calcinha molhar, ele parece perceber e leva sua mão - antes em meu rosto - para dentro da minha calcinha. Abro a boca inaudível quando seus dedos grossos passam por minha boceta e saem. Seus dedos brilham com minha excitação e ele brinca com meus sucos nas pontas de seus dedos. - Tão desesperada por mim... Mas hoje nós vamos apenas deitar e abraçar, você está muito cansada da viagem, não é mesmo?
[...]
Acordo sentindo o meu corpo completamente relaxado. O cansaço se esvaiu e eu me sinto disposta
novamente. Levanto a cabeça lentamente e vejo que Wagner não está na cama e bufo choramingando. Ele sempre faz isso.
Assim que a pequena dose de preguiça saí do meu corpo, começo a arrumar minha cama e planejar mental as tarefas do meu dia. Não tenho nenhum compromisso oficial e tudo que eu mais queria era poder passar o dia com Wagner. Poderia ser no hotel, mas um dia em Paraty com ele não faria mal.
- Baby? - ouço sua voz logo após o barulho do elevador.
- No quarto. - respondo.
Procuro em minha mala uma muda de roupa para o dia. Acabo optando por um vestido florido de verão e tênis all star brancos; básico e confortável.
Braços forte envolvem a minha cintura e o sorriso em meu rosto é quase instantâneo.
- Oi, Linda. - Wagner sussurra antes de beijar minha bochecha e me virar de frente para ele.
- Oi, Lindo. - bico seus lábios antes de sorrir e encarar suas íris castanhas. - Tem algum compromisso importante hoje? - indago vagamente.
- Não. Posso ser inteiramente seu hoje. - replica, começando a espalhar beijos pelo meu pescoço.
- Estava pensando em Paraty, o que acha?
- Acho perfeito. - sorriu antes de me segurar pelas coxas e jogar em cima da cama, ficando por cima de mim. Uma das minhas mãos alcança se pescoço, onde eu começo a fazer carinho em sua nuca e a outra permanece em seu bíceps, o polegar exatamente em cima da veia ressaltada.
- O que está pensando, querida? - pergunta baixo. Encaro seus olhos castanhos com o oceano antes de responder:
- Eu amo você. Amo tanto que eu preferiria perder tudo que tenho a perder você. - respondo com intensidade.
- Eu também amo você, linda. - beija minha bochecha. Wagner põe sua testa contra a minha e o conforto me faz fechar os olhos brevemente.
- Posso mostrar o quanto amo você?
Abro os olhos.
- O quê?
Ele sorrir de lado antes de se abaixar até o meio das minhas pernas e levantar meu vestido.
Sinto seus lábios se arrastarem em minha coxa, me apoio em meus cotovelos e analiso seu trabalho. Quando Wagner arranca minha calcinha e agarra meu clítoris entre seus lábios, me deixo cair sobre a cama erguendo meu tronco e puxando seus cabelos.
- Amor... - gemo com a sensação torturante de sua língua indo e vindo por minhas dobras.
Minhas pernas tremem, o calor em meus estômago aumenta e os dedos dos meus pés se enrolam.
- Sinto você vindo, bebê. Vamos lá, despeje seu mel em minha língua.
Grito ao atingir o ápice de prazer. Meus dedos afundam em seu cabelo, puxando os fios com força. Tão bom.
- Feliz, querida? - pergunta me olhando com um sorriso torto e convencido. Afirmo com a cabeça lentamente sem forças para falar. Sua barba que está cheia de fios brancos está molhada com meus sucos... essa visão; essa visão me faz ter coisas.
[...]
Paraty, às 11 da manhã. Sinto a brisa que vem do mar e os raios de sol que batem em minha pele. Já que estava sem biquíni, simplesmente fiquei de lingerie já que é praticamente a mesma coisa. Por mais que Wagner tenha desaprovado a ideia, eu apenas o ignorei.
Ele comprou uma casquinha para nós dois e agora estamos encostados no carro apenas olhando o vai e vem das ondas e nós bronzeando. Bom, eu estou me bronzeando, já que Moura despejou quase meio livro de protetor solar em seu belo rosto e apesar do exagero isso ainda não vai impedi-lo de ficar muito vermelho mais tarde.
- Linda?
Me chama.
- Estou ouvindo.
Respondo.
- O que você acha de termo algum bebê?
Me surpreendo com a pergunta é então observo um pai com duas crianças que parecem ser um casal de gêmeos, ambos exageradamente fofos. Fico imaginando como Wagner seria como pai, sinceramente meu útero coça ao pensar em Wagner e um bebê.
- Acho uma ótima ideia. - disse a ele. - Mas não ainda. - digo a ele, mas continuo: - gostaria de fazer isso, sim. Mas apenas quando não tivéssemos mais tantos compromissos. Quero aproveitar ao máximo um bebê e não seria justo fazer isso sem você.
- E se déssemos uma pausa? Eu não me importaria, de verdade. Estou prestes a fazer quarenta e oito, e eu realmente quero um bebê.
- Eu também quero e não me importo em pausar minha carreira por alguns anos. - sorrio para ele.
- Assim que as turnês de The Gray Man e Iluminadas terminarem eu anuncio a minha pausa.
- Início das gravações de The Last of Us. - digo. - Seis messes, amor.
- O que acha de iniciarmos agora? - pergunta ele.
Viro o rosto e observo o sorriso lascivo crescer em seu rosto indecente.
- Você é um ser apressado e sem paciência. - Afirmo me aproximando e colocando as mãos em seu peito nú, as pontas dos meus dedos tocam a pele tatuada a qual meus lábios gostariam de beijar. - Podemos, sim. Mas com uma condição.
- Quantas você quiser, querida.
Wagner me olha com ternura e coloca uma fita de cabelo atrás da minha orelha.
- Vamos aproveitar o hotel e gravar.
Meu namorado levanta uma sobrancelha.
- Só isso.
- E vamos postar também.
Wagner rir levemente antes de beijar minha testa, faço bico não entendendo.
- Bebê, já que era apenas isso, nem deveria ter pedido. Agora, já que concordamos em tudo podemos ir, por favor?
- Sim. - o puxo para o carro.
- Ótimo, não vejo a hora de colocar meu pau em você, amor. - bate em minha bunda e eu grito com o contato repentino enquanto o maldito cretino ri de mim.
- Wagner Moura!
- Sim, bebê?
Debocha com um sorrisinho descarado.
- Odeio você.
Ele estala a língua ao entrar no carro e nega com a cabeça colocando os óculos de sol sobre os olhos castanhos.
- Vamos ver se ainda me odiará quando estiver com meu pau no fundo da garganta.
[...]
- Isso deveria estar mais descontraído. - Me jogo ao lado de Wagner na cama. - Lindo, você é ator aqui, o que devemos fazer?
- S/n, eu sou um ator e não uma estrela pornô. Pelo amor de Deus.
- Isso parece mais fácil quando nós assistimos.
Divago e sinto Wagner levantar abruptamente.
- Você assiste pornô?
Franzo a testa.
- Sim, as vezes.
- Por que?
- Como assim "Por que?", Wagner? Eu vejo pornô as vezes, e daí?
- E daí que você vê outro caras.
Começo a rir imediatamente, oh céus.
- Eu não vejo homens, Moura. Não me interesso por nenhum outro pau que não seja o seu, acredite.
- Não sei se consigo me sentir melhor ou pior com essa informação.
- Você não tem que sentir nada. Sabe da minha sexualidade desde que nos conhecemos. - passo os braços pelo seu pescoço. - Gosto de meninas e meninos. Mas você é único homem que me deixa assim.
- Assim como?
- Completamente louca e apaixonada. - beijo seu queixo coberto pela barba que fazia uma mancha escura em sua face. - A gente pode começar se beijando e depois deixa rolar, okay? Sem pressa e nem pressão.
- Sim, amor.
- Ótimo. - deixo um beijo em sua testa. - Sabia que Londres é uma cidade linda? Mas enquanto todos da produção estavam aproveitando os passeios e as noites iluminadas, eu estava no quarto pensando em você.
- Isso é sério?
- Wagner, quando eu digo que você me deixa louca em todos os sentindo imagináveis, eu não estou brincando.
- Você também me deixa assim. - meu namorado coloca uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha. - Apesar de eu ser um pouco mais contido. - ele rir.
- Promete que nunca vai me deixar? Promete que vai ser sempre nós dois até o final?
- Eu prometo, S/n. Você é a minha mulher, a futura mãe dos meus bebês.
Sorri encarando seus olhos azuis cor de oceano.
- Bebês? No plural?
- Sim. No mínimo três, uma casa grande com jardim no Rio e dois cachorros.
- Parece perfeito pra mim, Vida.
- Eu te amo.
Sorrindo, beijo seus lábios rosados como se fosse a primeira vez. Beijar Wagner é e sempre vai ser como a ida ao paraíso, sem como se fosse a primeira vez. Com ele nunca houve borboletas, é como se fossem fogos de artifícios de adrenalina e paixão que aos pouco foi se transformando em uma fogueira que me deixa segura, faz eu me sentir amada e feliz. É exatamente assim que eu quero me sentir para o resto da minha vida. Amo ele com toda a minha alma e não tenho dúvidas que as escolhas que fazemos deixará nosso amor mais forte e cresceremos juntos ao decorrer do tempo.
- Eu também amo você, gostoso.
votem e COMENTEM os comentários de vocês são oq me incentiva a escrever, quanto mais vcs comentarem mais eu trago capítulos 😊
love, succs.🍃
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