THAISA DAHER

🦜ྀི ┋TEMA : hot
🦜ྀི ┋AVISOS : conteúdo explícito
🦜ྀི ┋SINOPSE : onde Thaisa e S/n possuem um relacionamento longe dos holofotes

Boa leitura, pivetes 💚

DEVORA-ME
! ʾ s/n pov's ˙

O olhar que Thaisa me lançou depois que fiz o ponto que fechou o set e deu fim ao jogo foi claro. Eu sabia o que iria acontecer. Foi aquele olhar que te arrepia dos pés à cabeça, que queima seu íntimo e deixa ciente que você vai ser de-vo-ra-da.

Nós tínhamos muitos obstáculos dentro dessa vila imensa com milhares de pessoas, nos quartos as camas foram feitas justamente para que não rolasse sexo, mas quem quer sempre dá um jeito. E, bom, Thai queria e não era pouco. Ela me fez descer para o jantar mais cedo, o que deu à ela a liberdade de iniciar as preliminares no segundo que entramos no elevador.

Cinco pessoas. Eu, ela e três funcionários franceses que conversavam seriamente entre si. Minhas mãos para trás, coladas na parede de metal enquanto observava o teto como se fosse a coisa mais interessante do mundo. O ombro dela tocava o meu. A camiseta azul e colada sem mangas que ela usava permitia sentir a pele dela na minha, já que eu estava usando um vestido de alças pique verão Europeu.

Engoli em seco, sentindo a secura tão grande quanto o Saara quando ela se aproximou do meu ouvido. De canto de olho enxerguei o sorrisinho atrevido em seus lábios rosados já era uma premissa do que me aguardava.

— Tira a calcinha — sussurrou lascivamente, os lábios encostando na concha da minha orelha. Todos os meus pelos se levantaram e eu virei a cabeça em sua direção, meu nariz raspando no dela.

— Como?

— Se vira, meu amor.

E então virou para frente, cruzou os braços e manteve o sorriso sínico no rosto. Franzi a testa me indagando como poderia fazer tal feito em um elevador cheio de pessoas desconhecidas. A caixa de metal parou, as portas se abriram; mais quatro pessoas, menos espaço e ar aqui dentro. O lugar tinha capacidade para quinze e ainda restavam alguns andares até o restaurante.

Fui imprensada levemente contra o metal. Não sou tão alta quanto os franceses aqui dentro. O olhar de Thaisa transmitia uma mistura de "é a sua chance" e "você consegue" que me mantém instigada.

Na quadra as pessoas me chamam de leoa por conta dos ataques e bloqueios bem feitos, sou do tipo que levo toda a minha marra para a quadra e jogo com sangue no olhos. Sou competitiva, odeio perder. Mas quando se trata de Thaisa Daher, eu deixo de ser uma leoa e me transformo no gatinho mais manso do mundo.

Ela tem o poder de me mudar com um olhar, de me fazer vibrar com um toque apenas. Não precisa de muito para me levar aos céus e me deixar louca.

E é por isso que nesse momento me esforço para tirar a calcinha conforme ela pediu. Me mexo após discretamente puxar as laterais, esfregando as coxas para que o tecido caia e enfim esteja em meus tornozelos. Suspiro e ergo uma das pernas até alcançar o tecido com a minha mão e finalmente me ver livre da tarefa designada a mim.

Fecho a mão em punho escondendo a peça pequena e expiro o ar que estava prendendo sem perceber.

Finalmente o elevador chega ao andar do restaurante e todos saem, eu e Thai por último. Mas a loira segura meu braço e me guia direto para outro caminho, que logo mais percebo ser o banheiro. A sensação de estar sendo observada gera um fogo maior do que já sinto e posso descrever em meras palavras. Seus dedos rodeiam meu braço e me apertam, me carregando feito uma boneca de pano.

O banheiro branco e vazio gera alívio. O cheiro de cloro e lavanda preenche minhas narinas assim que passamos pela porta, mais Thaisa não me dá o prazer de sentir por completo pois simplesmente me empurra para dentro de uma das cabines e a fecha como o tipo de brutalidade que geralmente só vejo na quadra.

— O que há com você hoje? — indago ao me virar e olhá-la. Há fogo em seus olhos, um brilho lascivo carregado de perversidade e desejo e enfim eu compreendi o quão ferrada estava.

Nosso lance aconteceu por acaso, não era algo que eu realmente planejava. Era para ter sido apenas um beijo inocente na festa pós classificação para as olimpíadas, mas desde então temos feito isso. Longe da mídia, das outras meninas do time, longe de todos os holofotes que podem acabar com isso. Thai é pervertida, tem ideias loucas como essa e eu, logo eu, me torno ainda pior ao aceitar cada uma delas.

— Só quero te sentir — agarra meu pescoço delicadamente me colocando contra uma das paredes da cabine apertada. Meu ar é restringido, sinto a lubrificação escorrer pela minha coxa à medida que meu coração acelera com as ações dela. — tudo que eu queria era te beijar na quadra, mas como não posso, vou acabar com você aqui mesmo.

— Thai...

— Shiu — me beija antes de me virar de costas. Espalmo minhas mãos na parede e fecho os olhos ao sentir seus lábios na minha orelha. — aproveita, não vamos demorar muito.

Ela levanta meu vestido até que fique completamente abarrotado em minha cintura. Faço questão de empinar até onde posso para agradá-la. Sinto o primeiro tapa e mordo os lábios para não gritar, já posso me imaginar com a bunda completamente vermelha já que ela nunca pega pesado e geralmente me maltrata para caralho.

— Gostosa — sussurra ao levar as mãos até minha boceta. Encosto a testa na parede, apertando os lábios sentindo seus dedos deslizarem entre meus lábios. — tão molhada... só eu te deixo assim, não é?

— Sim...

Me esforço para responder.

— Boa menina. Abra as pernas.

Ela não perde tempo e longo sinto seus dedos se enfiando em mim sem dó. Estou tão molhada que ela não precisa forçar muito. Thai é bruta e rápida. Mordo os lábios até sentir o gosto metálico do sangue, tão forte que sei que será evidente. Mas tenho que conter os gemidos, tenho que evitar um possível escândalo.

— Vamos lá... quase lá. Goza pra mim, linda — ela gira seus dedos, curva-os e eu suspiro empurrando meu quadril na direção da mão dela. Minhas pernas se enfraquecem, sua mão contorna minha cintura quando sinto-as falhas. Seus lábios tocam meu pescoço lentamente e eu fecho os olhos.

Me desmancho nela. Todo fogo se apaga e eu só me sinto leve como uma brisa fresca. É difícil me manter em pé, por isso ela me segura. Suas palavras ecoam em minha mente nublada e cansada demais para raciocinar.

— Bom?

— Hurum — murmuro. Abro os olhos e ela está sorrindo em minha frente. — Você me deixa mais cansada que os jogos.

— E você gosta — se aproxima para me beijar. Thaisa chupa meu lábio inferior machucado, me causando um gelo no estômago. — Nós precisamos ir... ainda tem um jantar.

— Sim, temos.

E saímos do banheiro em silêncio. Como se nada tivesse acontecido. Como se a minha calcinha não estivesse no bolsa da calça dela, ou sua língua não estivesse manchada com meu gosto.

Nem sei pq escrevi esse capítulo, eu vejo a Thai como figura materna 😭😭

Puta que elas não avançaram para  a final, mas quem é fã de vôlei e acompanha ela sabe bem que isso realmente poderia acontecer. Não é só pq foi contra os EUA, a parada é bem mais complicada que isso.

Enfim, serviram muitos face cards e momentos lindos, foi foda.

love, Mia.

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