PRISCILA SOUZA

🦜ྀི ┋TEMA : fofo/hot
🦜ྀི ┋AVISOS : cenas explícitas
🦜ྀི ┋SINOPSE : onde a distância mostra que S/n faria qualquer coisa por Priscila

Boa leitura, pivetes 💚

LARGO TUDO POR VOCÊ [+16]
! ʾ s/n pov's ˙

- Oi... - vejo Pri aparecer na sala assim que fecho a porta do apartamento. Deixo a mala próximo à porta e me aproximo para beijá-la. - Senti sua falta, linda.

- Também senti a sua, amor - deixa um cheiro no meu pescoço que arrepia todo meu corpo. Afasto meu corpo do seu apenas para enlaçar minhas mão aos redor de sua mandíbula para puxá-la para um beijo mais aprofundando. Minha língua desliza suavemente na dela sentindo o frescor misturado com uva, que me fez sorrir durante o beijo e me afastar dela puxando seu lábio inferior com carinho ao finalizar.

Vejo seus olhos se abrirem lentamente tão inebriada quanto eu.

- Tava tomando vinho, né? - sussurro com os lábios rentes aos seus. Priscila sorriu.

- Uma ou duas taças - passa a ponta do nariz no meu. - foram longas noites longe de você.

- Eu sei - encosto a testa na dela. - Mas agora eu tô aqui e nós vamos aproveitar cada segundo que tivermos juntas. Não vou embora tão cedo.

- Você disse isso da última vez.

- Dessa vez é mais verdade do que nunca - suspirei ao meu afastar dela.

A ambientação permanecia a mesma. Todo o apartamento havia sido escolhido a dedo por nós duas, cada quadrinho na parede e decoração foi a gente que escolheu. As paredes em tons de vermelho, preto e branco; algumas plantas e adornos dourados para fechar o visual moderno.

Aqui era o nosso cantinho, longe do mundo, dos holofotes e qualquer outra coisa que pudesse atrapalhar nosso amor.

- Fiz uma coisa - beijou meu ombro quando me apoiei no sofá para tirar o salto. - Algumas, na verdade.

- Não me mata de curiosidade - estreito os olhos para ela. - Anda, vida, fala...

- Amo quando me chama assim - sorri. Aperto o nariz dela para provocá-la. - Enfim, preparei uma banheira, jantar e uma noite de filmes pois eu sabia que chegaria cansada.

Olhei para a mulher em minha frente sem saber se ria ou chorava com tal demonstração de cuidado e afeto. Priscila é do tipo cuidadosa, se preocupa até demais comigo. Mas no fundo eu gosto bastante já que ela é a única que me trata assim.

- Você e eu em uma banheira? - sorrio de canto começando a desabotoar minha blusa social. Vejo seu olhar descer para meu colo lentamente.

- O que pode dar errado? - morde os lábios olhando para mim. Acabo rindo.

- Nadinha - nego com a cabeça. - Vamos lá. Tô doida pra relaxar com minha gatinha. - deixo o tapa na bunda empinada dela quando faço caminho para o banheiro.

*

- Gostosa - olho para ela beijando seu colo. As gotículas de água deslizam pela sua pele e agora em meus lábios grudados nela. Aperto sua bunda sentindo ela se mexer em meu colo. - Tão linda...

- S/n - geme se mexendo na água, agitada. - subo as mãos até sua cintura na intenção de mantê-la parada.

- Calma, sem motivos para nervosismo - encaro ela, que morde os lábios assentindo. Sorrio antes de levar meus lábios até o mamilo de seu seio e chupá-lo lentamente sem tirar os olhos dela. Rodeio a língua pela auréola devagar vendo-a fechar os olhos. Suas mãos encontram meu cabelo e ali se estagnam puxando-o de leve.

Fecho os olhos pressionando seu corpo mais em mim, sugando o biquinho rígido com mais força antes de soltar com um estalo e dar atenção para o outro. Faço o mesmo processo e nesse meio tempo Priscila começa a esfregar sua buceta em meu colo, bem no osso da minha púbis. Rio com a sua tentativa de buscar prazer e não a empeço, apenas lhe auxílio.

- Tá tá necessitada assim, neném? - sorrio. Levo meus dedo até sua buceta onde logo encontro seu clítoris inchado e começo a massagear. - Hum... - é bom ver ela assim, a minha mercê. O meu prazer é ver ela sentindo prazer e nada à mais.

- Porra, cinco messes sem você foi osso, tá? - seus olhos estão fechados e o formato côncavo que sua boca se abre mostra que ela está prestes a gozar.

- Eu sei então aproveita, vai - beijo o ombro dela ouvindo seu gemido ficar ainda mais alto. - gozar pra sua mulher, anda. Mela meus dedos, princesa.

- Ah, S/n...

- Isso - seguro seu quadril ajudando ela a se mover. Priscila abre os olhos e aperta os próprios seios me olhando enquanto gozar.

Sorri satisfeita ao ver seu gemido genuíno de prazer e ela praticamente cair ofegante em minha de mim.

- Satisfeita?

- Por hora sim - murmura contra meu ombro me fazendo rir. Ela se vira cuidadosamente e senta de costas pra mim. Ajusto minhas pernas para encaixar ela bem e finalmente posso tirar o cabelo de seu pescoço para beijar a região.

- Hum... não começa de novo - joga a cabeça para trás. - Quero saber como você tá, o que aconteceu nos últimos messes...

Priscila pergunta e eu encaro a parede me perguntando por onde devo começar.

Eu sou modelo, pra início de conversa. Sou modelo internacional e casada. Casada com um jogador de futebol francês. Tenho dupla nacionalidade por causa do meu pai que é francês e da minha mãe que é brasileira, lá do Ceará.

Foi em uma das visitas à minha mãe que conheci Priscila. Na praia Jeri tivemos nosso primeiro contato. Uma caipirinha e uma conversa depois já estamos em um corredor rumo ao quarto de hotel onde eu estava.

Eu já era casada e ela só seria mais uma das amantes que tive ao longo da vida. Pelo menos era o que eu pensava. Nunca fui nem um pouquinho feliz com meu marido, nosso casamento sempre foi de fachada por conta do dinheiro. A modelo e o jogador é o tipo de coisa que as marcas adoram, sabe? Por isso foi um acordo que deu super certo. Nunca foi por amor, sempre foi por dinheiro, fama e diversão. Não só com ele, mas com as outras mulheres também.

Mas com Pri não. Com ela foi diferente desde o primeiro toque. Eu descobri que tinha enfim encontrando meu amor no quarto daquele hotel no Ceará. Enquanto ela dormia no meu peito depois de uma foda incrível eu soube que nunca mais deveria deixar ela ir.

Priscila aceitou a minha vida dupla, até porque ela também é uma figura pública não assumida. Hoje a mídia nos vê como melhores amigas que vivem de país em país, lugar em lugar se divertindo e torrando dinheiro, mas no fim das contas somos muito além disso.

- Eu pedi o divórcio - minha voz quase não sai. E antes que ela fale, eu prossigo: - ele aceitou de boa. Ambos sabemos que já deu o que tinha que dar. Estão começando a nos cobrar um bebê e isso definitivamente não vai acontecer.

- Vai ficar no Brasil agora?

- O plano é esse.

Pri me olha sorrindo minimamente.

- Enquanto a nós...

- Eu assumo, se você assumir também.

- Não vejo a hora para isso.

Gada da Prismãe? Sou kkkk

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