KAYBLACK
🦜ྀི ┋TEMA : fofo/hot
🦜ྀི ┋AVISOS : cenas explícitas
🦜ྀི ┋SINOPSE : onde S/n está no sítio da sua família e seu namorado resolve lhe fazer uma supresa.
Boa leitura, pivetes 💚
PERTO DE TI [+16]
! ʾ Kaique pov's ⩇ ˙ ៹
Bufo pela segunda vez antes de virar de barriga pra cima e encarar o teto escuro de telhas vermelhas. Minha família já deve tá toda dormindo e eu aqui, esse é o problema do costume da cidade grande. No interior eles dormem cedo e eu tô aqui virando bicho sozinha.
Consigo ouvir o som dos grilos, dos sapinhos e se eu me esforçar um pouquinho consigo ouvir também o barulho da cachoeira que tem no riacho um pouquinho mais atrás da casa.
Pego meu celular e vejo que são onze e pouquinho ainda. Como só tem meu aparelho conectado à internet, o sinal tá propósito pra ligar pro meu amor.
Que saudades que eu tô do meu preto, pai amado. De eu tivesse trago ele certamente não estaria tão entediada agora.
Nossos corpos estariam batendo uma palma bem maneira, pode ter certeza.
Eu: Pretin?
Tá acordado, bê?
Meu 🤎💍:
tô na casa da mãe, preta
Eu: Humm
Pq?
Meu🤎💍: Difícil dms dormir na nossa cama
sem tú do lado, minha princesa.
Eu: Ai, Kaique
Assim eu fico sentida
Devia ter trago vc comigo
sdds tá me matando
Meu🤎💍: também tô morrendo de
saudades 🤕
Eu: Oh, preto
Pera, vou te ligar
quero ouvir tua voz
Agarro meus fones de ouvido e inicio uma chamada de vídeo com meu nego. Porra, odeio ficar longe dele e faz tanto tempo que não acontecia que eu perdi o costume.
- Oi, minha gostosa - Kaique fala sorrindo pra câmera após apagar a luz da cozinha.
- Oi meu lindo.
- Saudade demais, hein?
- Sim - faço beicinho. Vejo ele entrar em seu quarto e fechar a porta depois. Kaique se joga na cama e eu fico admirando ele. - Na moral? Papo retão? Tú é lindo demais, preto.
Vejo ele fica todo tímido e afundar a bochecha no travesseiro branco.
- Tú também é linda, minha patroa - fala sorrindo. - fala ai, fez o que hoje?
- Ih, vida, um monte de coisa - me animo. - a casa tá cheia de gente, a maior loucura. Passei o dia ajudando minha mãe e minhas tias a fazer comida pro aniversário da bisa, né? Ai a tarde fui com meus priminhos pequenos pro riacho e ainda bati uma bolinha com meus primos mais velhos e antes da gente deitar rolou umas partidas de baralho, mas gerou discórdia e a vó mandou todo mundo dormir. Assim, uma energia bem apocalíptica mesmo, sabe?
- Sei, sei - Kaique ri.
- Lembrei dos meus priminhos agora e pensei no Issac, cadê meu neguinho? - pergunto com expectativa de ver meu enteado.
- Tá com a mãe dele hoje, mas provavelmente vou pegar ele amanhã.
- Que pena, tava doida pra ver ele - faço beicinho. - É tão bom ficar falando contigo.
- É, né? - me olha e ri. Era sempre assim: eu falando pelos cotovelos e ele só ouvindo. - Tá usando minha blusa, preta?
- Tô, vida, tem teu cheirinho - faço careta.
- E o que mais? - pergunta mudando o tom de voz. Arrepiei toda.
- O que mais, o quê? - faço a desentendida.
- Além da minha blusa, bebê, tá usando o que mais? - passa a língua por seus lábios grossos. Oh... tão lindo. - tá de sutiã?
- Você sabe bem que eu não uso sutiã pra dormir, Kaique - falo baixo. Passo uma perna por cima da outra debaixo do lençol.
- Mostra o peitinho pra mim, linda - sorri safado.
- Nada disso, Kaique - falo sorrindo. - A gente passou dessa fase, né não? Sexo por chamada?
- Que mané é fase, garota? Tô doido pra te ouvir gemer e...
- Para, Kay - repreendo ele fechando os olhos. Ele sabe bem como me convencer com simples palavras e esse tom de voz ao pé do meu ouvido. Mas não, dessa vez não. - Guarda toda essa vontade ai pra quando eu voltar no domingo.
- Tudo isso?
- Tudo isso - concordo. - Aliás, tô indo dormir.
- Não, gatinha, deixa eu pelo menos velar teu sono - diz todo manhoso.
- Vai ficar de safadeza?
- Prometo que não.
- Pode cantar pra mim?
- Claro que posso. Quer qual?
- Segredo - falo fechando os olhos. As músicas dele não eram exatamente canções de ninar, mas eu sou doida pela voz dele.
- Eu sei que eu não aparento ser, o cara certo pra você - começa baixinho. Aconchego o rosto no travesseiro e aperto o lençol. - Mas sempre que nós se tromba desperta a loucura e o tesão.
- Nem tava pensando em me envolver , mas o que é que eu vou dizer - murmuro com ele, sorrindo de leve.
- Se a suas amiga fala que eu não presto e você só dá razão, então - cantarola, mordo o lábio abrindo os olhos devagar pra olhar ele através do celular. - Se quiser acreditar tudo bem, se quiser me visitar você vem... Se quiser em segredo eu te faço em segredo, prometo também não conto pra ninguém.
- Com você eu não quero segredo - comento, ele para de cantar. - quero que todo o Brasil saiba, de nós, de você e do quanto eu te amo.
- E o lance do 'o que ninguém sabe ninguém estraga' ? - pergunta e eu rio.
- O que é pra ser nem o diabo separa - falo a ele. - Te amo, tá ligado?
- Tô - sorri. - Também amo tú.
- Fala direito - brinco vendo seus olhos revirarem.
- Amo você - repete. - Na cama sou seu predileto?
- É o meu único preto.
[...]
- Hum...
Sinto um peso em minhas costas e um calor encontrando meu corpo. Algo duro roça em minha bunda e me faz abrir os olhos meio grogue.
- Vida?
É a voz de Kaique.
Me viro imediatamente, despertando lentamente. Abro um sorriso preguiçoso e passo o braço pelo pescoço do meu nego.
- Pretinho - passo o nariz em sua pele. - Tá fazendo o que aqui?
- Domingo tava longe - fala no meu ouvido, as mãos serpenteando em meu corpo. - Ai vim pra roça atrás da minha mulher...
- Roça não, gato.
- Roça sim - morde meu ombro. Sinto seus dedos na lateral da minha cintura, subindo e invadindo a sua camisa que eu usava. - Mó vontade de te comer - morde meu lóbulo. Meu corpo se arrepia quando um de seus polegadas belisca o bico do meu seio.
- Então come, Kaique - passo as unhas em sua nuca. - Fode tua pretinha, amor - soou como um apelo desesperado.
Ajudo Kay a tirar sua camisa e só de sentir sua pele debaixo dos meus dedos é como o paraíso. Toco cada uma das tatuagens já mapeadas e conhecidas por mim.
- Vira - fala e assim eu faço. - santinha na frente da família e implora que o preto dela foda ela no off.
- tem que ser assim né?
- com certeza - coloca minha calcinha de lado e já coloca dedos em mim, sem nem avisar. Afundo o rosto no travesseiro para conter o gemido. Sinto a mão dele enrolar meu cabelo em punho e puxar um pouquinho.
Quando menos esperei ele já tava dentro de mim e sua mão tava tampando minha boca e abafando meus gemidos enquanto ele enfiava fundo em mim.
- Kai - gemo quando ele reduz seu movimentos e torna tudo mais lento, gostoso e torturante. O homem deixa um beijo em meu ombro após mordê-lo. - Acaba logo, pretin.
- Contigo pedindo desse jeitinho ai.
Me viro de frente e envolvo sua cintura com as pernas e permito que ele entre em mim. Aperro os calcanhares em sua bunda fazendo ir o mais fundo possível.
- Gostosa do cacete - fala apoiando uma das mãos ao lado da minha cabeça voltando a estocar com força.
Kaique me beijar para abafar nossos gemidos. Envolvo seu pescoço com os braços; seguro a lateral do seu rosto com uma mão, o polegar em seu queixo enquanto nossas testas estão colocadas e atingimos o ápice de olhos abertos encarando o outro, bocas abertas e gritos silenciosos
- Nunca mais fiquei longe de mim, entendeu? - disse com dificuldade.
- E-entendi, sim - murmuro.
ai, esse aqui 🔥
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