CAIO LUCCAS e FILIPE RET
🦜ྀི ┋TEMA : hot/trisal
🦜ྀི ┋AVISOS : capítulo com cenas explícitas, pratica de voyerismo e sexo à três.
🦜ྀི ┋SINOPSE : onde S/n e Caio mantém um relacionamento aberto e Filipe aceita participar.
Boa leitura, pivetes 💚
Saudade de você, garota
Saudade de você, garota
Hoje nós fode a noite toda
Tá pronta pra ficar sem roupa? - GOOD VIBE.
RELACIONAMENTO ABERTO [+18]
! ʾ s/n pov's ⩇ ˙ ៹
Tava de boa fazendo minha unha quando recebi uma mensagem de Caio pedindo para que eu me arrumasse. Não falou onde íamos, mas ele nunca fala então tá ok.
Me arrumei bem gatinha, indo do lixo ao luxo em questão de segundos e fiquei esperando ele chegar.
Meu relacionamento com Caio talvez tenha sido um dos bagulhos mais certeiros da minha vida. Nós dois namoramos de forma aberta há quase dois anos e tem sido muito bom. Somos dois apaixonados desapegados e tá tudo bem. As vezes a gente fica um tempo de grude, depois dá um tempo e cada um foca na sua vida.
Na questão aberta, apenas juntos. Somos exclusivos quando estamos sozinhos, mas como casal somos adeptos ao voyeurismo e sexo à três com homens e mulheres. Desse jeito nossa relação fica muito mais gostosa.
Nossos laços afetivos são apenas nossos, eu e ele. Mas no quesito atração, pode rolar com qualquer um. Parece uma bagunça, mas na prática dá muito certo.
Ouço a buzina do carro e levanto do sofá com pressa. Analiso meu vestido e meus cachos caindo pelas minhas costas. Gos-to-sa.
Jogo beijo pra moça do espelho e saio de casa trancando a porta em seguida.
- Fala, meu pretin - entrou e já o puxo pra um beijo acalorado. - Humm, tava morrendo de saudade.
- Eu também, minha gostosa - deixa um beijo no meu pescoço e se afasta.
- Vai me levar pra onde? - pergunto e ele sorri dando partida.
- Pagode na casa do Ret.
- Ai que delícia - sorrio. - Doida pra tomar um coquinha gelada ouvindo Pixote. - falo e Caio coloca sua mão em minha coxa.
[...]
Assim que passo pelas portas da cobertura de Filipe, já me incomodo com a quantidade de gente. Não eram só os mais íntimos?
Aperto a mão do meu namorado e ele me guia para área externa, onde eu já encontro Filipe sem camisa com um beck preso aos lábios. O cabelo e o corpo molhados indicam que ele acabou de sair da piscina. Quando nossos olhares se encontram, ele automaticamente sorri de canto e sinto meu rosto vermelho e úmida nas partes baixas.
- Iai, mano - vejo Caio e ele se abraçarem e logo depois ele vem até mim e me abraça. Mas seus lábios descem até meu ouvido e ele rapidamente sussurra:
- Nosso quarto já tá arrumando lá em cima, vai aquecendo que daqui a pouquinho a gente sobe. - disse e eu confirmei.
Nós nos afastamos e Caio me puxo para sentar em uma mesa junto com ele, mas em seu colo. Seus braços estavam ao redor de mim e eu me encostei nele.
- Me trouxe aqui só pra gente transar, né? - pergunto em seu ouvido e ele me olha de canto sorrindo. - Cafajeste.
- Doido por tú, isso sim minha nega. - beija meu pescoço e depois me estende seu copo de cerveja, eu nego.
- Tú sabe que eu não bebo.
- Só hoje? - tenta me convencer, mas ainda sim nego.
- Não, pretin, tô bem assim. - falo e coloco minha cabeça em seu ombro, observando o movimento. Vejo Filipe de longe e simplesmente não consigo conter meu olhar de luxúria em cima dele. Eu não conseguia sentir nada além de atração, até porque sexo com ele é bom demais.
Eu e Caio concordamos em nunca ter um parceiro fixo ao algo assim, mas com Filipe foi diferente.
Logo depois que ele separou, na tentativa de dar uma animada nele. A intenção era ser uma vez e ponto. Mas se tornou a porra de um vício. Do mesmo jeito que ele amava ver Caio me comendo, Caio gostava de ver ele me fodendo. Ou os dois juntos ao mesmo tempo e, porra, como era bom.
Sinto o aperto em minha cintura e já sabia o que aquilo significava. Levantei e Caio me guiou para o mesmo quarto de sempre. O do primeiro andar, o último do corredor.
O ar já estava ligado e por isso o ambiente estava frio. Já senti a mão de Caio espalmar minha barriga e seus lábios irem direto para meu pescoço.
- Se você tivesse avisado, eu teria colocado uma lingerie mais bonita. - murmuro e ele rir abafado em minha pele.
- Não faz diferença, gostosa, tú vai ficar pelada de qualquer jeito mesmo. - diz e eu arrepio pois sua voz está bem ao pé do meu ouvido. - Agora deita na cama e espera o Filipe. - diz e dá um tapa estralado na minha bunda.
- Você vai assistir hoje? - pergunto e ele dá de ombros.
- Também. - sorri com um arzinho mistério e eu fico sem entender.
Aproveito pra tirar a roupa e me deitar toda esparramada nessa cama gostosa. O lad do teto é azul e está tocando Amores, Vícios e Obsessões
do BK. Curto a música de olhos fechados até ouvir a portar abrir, bater e ser trancada.
- s/n - a voz de Filipe é rouca quando ele vem até mim perto da cama. Fico de joelhos e espero que ele fale, mas o mesmo segura meu queixo com os dedos e sorri com malícia. - hoje a gente vai assistir você e depois vamos te foder todinha ao mesmo tempo, tá bom? - pergunta e eu assinto com a cabeça.
E tem como negar?
- Agora deita ai e mostra essa bucetinha pra gente. - diz e vai se senta na poltrona ao lado de Caio.
Além de mim, eles dividem um beck e uma garrafa de whisk caro.
Me deito de costa na cama e rapidamente puxo minha calcinha pelas pernas, deixando-as abertas logo depois. Me sinto meio exposta demais, mas ainda sim é excitante.
Movimento meu indicador de cima a baixo, procurando lubrificação, mas nem é necessário já que estou toda melada. O silêncio no quarto, com apenas a música de fundo, permite que eu me concentre no barulho molhado que estou fazendo ao me esfregar.
Vejo Caio beber sua bebida com os olhos focados em mim e sinto ainda mais vontade de me foder com os próprios dedos.
- Acelera isso ai, gatinha, tá com pena? - falo Ret logo depois de soltar a fumaça do beck. Suspirei vendo a marca do seu pau duro na bermuda e fechei os olhos enfiando um dedo dentro de mim enquanto meu polegar esfregava meu clítoris inchado.
- Olho abertos, princesa - a voz de Caio me chamou.
Abri e vi ele e Filipe, ambos com as mãos espalmando seus membros por cima da roupa. Engoli em seco imaginando como estou fodida, ou melhor, como serei fodida.
Os dois se levam e cada um toma um rumo diferente. Filipe senta próximo a minha cabeça e começa a alisar meu cabelo, enquanto Caio vai direto para o meu das minhas pernas e me abocanha sem aviso prévio, fazendo meu tronco se levantar pelo susto. Filipe me segura e me abaixa no colchão, me mantendo parada.
- Fica quieta enquanto ele chupa tua bocetinha - Filipe fala brincando com meu lábio inferior com o polegar, antes de enfiá-lo dentro da minha boca. Chupo seu dedo enquanto olho em seus olhos, contendo a vontade forte de gemer. - Você é uma putinha obediente, não é? - afirmo com a cabeça. - É por isso que eu gosto de você, princesa.
Ele tira o dedo da minha boca abruptamente e um filete de saliva escorre pelo meu queixo. Engulo em seco quando ele vem em minha direção já nú e coloca seu pau diante de minha boca.
Minha boca saliva ao ver a ponta rosada da extensão grosa e eu olho pra ele.
- Você quer, não quer? - confirmo. - Então pega.
Seguro com a mão começando a punhetar ele. Filipe geme e seguro minha cabeça, fazendo carinho no meu cabelo. Coloco ele na boca e chupo a ponta devagar como uma chupeta. Retiro da boca e lambo a extensão antes de enfiar tudo na boca e força ele a gemer alto.
Faço garganta profunda vendo ele tombar a cabeça para trás. Lágrimas escorrem dos meus olhos e eu tiro ele da boca quando sinto meu orgasmo vindo devido ao trabalho perfeito que meu namorado faz com sua boca. Olho pra baixar e vejo Caio me encarando enquanto me chupa. Ele tira sua boca de mim e cospe antes de levar seus dedos até minha entrada.
- Vai, amor, goza pro teu pretinho, goza? - me provoca e eu aperto seus dedos em meu interior. Filipe coloca minha mão em seu pau e eu o ajudo com a punheta enquanto tento não enlouquecer com a boca e os dedos de Caio.
Um grito agudo me escapa quando gozo ao menos tempo que Ret. Minha porra mela os dedos de Caio e a sua mela meu rosto por completo.
[...]
Gemi manhosa quando Caio enfiou seu pau dentro de mim. Minhas pernas estavam em seu ombro e Filipe estava apenas olhando sentado ao meu lado enquanto bebia whisk direito da garrafa.
Levanto minha mão e seguro sua nuca, o puxando para um beijo. Mordo seu lábio e gemo com a estocada dura que Caio me dá. Filipe coloca sua língua com gosto alcoólico em minha boca e em remexo o quadril enlouquecendo por mais contato.
Ret se afasta e joga whisk em meus peitos nus, logo vindo para chupar. Seguro sua cabeça, enfiando meus dedos em seus cabelos platinados.
Caio saí de mim prestes a gozar e bate punheta até se desmanchar na minha barriga. Meu namorado me olha enquanto Ret chupa um dos meus peitos e sobe para acompanhá-lo enquanto chupa o outro.
Fecho os olhos e me sinto no paraíso por alguns segundos.
- Cacete. - xingo quando um dos dois começa me estimular de novo.
- Agora você vai sentar pros dois. - Ret fala. Eu concordo, até porque sou nem doida.
Meu receio foi que a gente nunca tentou isso antes, digo, essa posição em específico.
Me ajoelho na cama e vejo eles se arrumarem. Caio segura minha mão quando subo em cima deles dois e Filipe auxilia a colocada dos dois dentro de mim. Respiro fundo por no início dói como perder a virgindade, mas depois que eu me acostumo com o tamanho, a sensação se torna gostosa pra caralho.
Me apoio na cama, empinando a bunda e começo a me mexer. Os gemidos se misturam pelo quarto, assim como o som dos tapas depositados em minha bunda, choque dos corpos, o barulhinho molhado na fricção. Tudo é gostoso.
Me sinto exausta, mas determinada à fazer esse dois homens a gozarem. Quando sinto que eles estão quase lá, para de me mexer e começo a rebolar devagarinho. Fecho os olhos e mordo meus lábios com a nova sensação. Sinto eles gozarem juntos dentro de mim, mas continuo me movendo até chegar ao meu.
Caio coloca seus dedos em meu clítoris e me auxilia à chegar ao meu quarto da noite.
[...]
- Eu tô morta. - digo me aconchegando no peito de Caio Luccas. Já em minha cama, banhadinhos e prontos pra dormir. Cheiro seu pescoço e deixo um beijinho ali. - humm, meu pretinho tá tão cheiroso.
- Passei aquele hidratante que você me deu. - diz fazendo carinho em mim cintura. - Tenho um negócio pra te contar. - fala e eu levanto a cabeça.
Caio levanta e se inclina para pegar algo na gaveta do armário de cabeceira. Franzo o cenho quando ele mostra e a caixa preta de veludo entre seus dedos.
- Que isso? - pergunto nervosa. Ele me olha e molha os lábios.
- Tô querendo colocar o ponto final em uma história e querendo começar a escrever outra. - diz me olhando fixamente. - Hoje foi a última vez com o nosso relacionamento aberto, não que tenham algo de errado nisso, mas eu posso pedir pra ter você só pra mim a partir de agora? - ele fala e e meus olhos se enchem d'água. - Também espero que seja nosso último dia como namorados, pois se você aceitar vai passar a ser minha noiva.
- Não acha que a gente ainda é muito novo pra isso? - pergunto sincera e ele leva sua mão até meu rosto fazendo um carinho bom.
- Minha idade não quer dizer nada em relação as minhas vontades. - diz sério. - A saudade que eu senti de você nesse último mês que eu passei rodando o Brasil foi tanto que me fez repensar várias coisas. E uma delas foi a minha vontade de chegar em casa e ter você lá me esperando, ou melhor, ter você rodando comigo também. Chega de desapego, eu quero ficar de grude contigo vinte e quatro horas, mulher.
- Oh, preto - rio limpando minha lágrimas.
-Então você aceita? - pergunta e eu assinto sorrindo. - Não tô falando só do pedido. Quero saber se você me aceita? Do jeitinho que eu sou com todos os defeitos e qualidades, aceita? Deixa eu te fazer a mina mais feliz do mundo todos os dias?
- Aceito. - digo e sorrio ainda mais. Beijo sua boca gostosa e ele coloca a aliança em meu dedo. - Te amo tanto, preto.
- Também te amo, minhas gostosa. - me pega e me jogada na cama.
a minha queda pelo Caio Luccas é tipo um penhasco 🤌🔥
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